Em Defesa da Fé
Página de Apologética
Católica
A
Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia segundo
as Sagradas Escrituras
Ver os debates com leitores protestantes
e as perguntas de nossos leitores
Voltar ao índice geral sobre Apologética
Colaboração enviada por nossos leitores
Dr. Udson Rubens Correia
Aos irmãos da Frente Universitária
Lepanto.
Viva Jesus e Maria!
Envio-lhes um pequeno artigo sobre as provas bíblicas
da presença real de N. S. Jesus Cristo na Eucaristia. Sei que nada
do que aqui se encontra vai aumentar em nada o conhecimento felizmente
admirável que V.S., têm das Escrituras Celestes. Portanto
é com certo receio que lhes envio este pequeno artigo. Mandei imprimir
5.000 cópias do mesmo para distribuição nas paróquias
aqui de nossa região. Que Maria Santíssima abençoe
e proteja o vosso apostolado.
Dr. Udson Rubens Correia e Debora Formigoni Correia
Feliz e Santo Natal!
A PRESENÇA REAL DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
NA EUCARISTIA SEGUNDO AS SAGRADAS ESCRITURAS
Vive-se nos dias atuais uma grande confusão no campo religioso.
Todo dia proliferam, aqui e ali, uma grande quantidade de seitas. Já
se catalogam no mundo todo perto de 20.000. Entre os erros ensinados por
elas, um dos mais graves se referem à Eucaristia. A Santa Igreja
Católica ensina claramente, que o pão e o vinho depois da
consagração se tornam realmente o corpo e sangue de Jesus
Cristo. Para as seitas, porém, a Eucaristia não contém
esta presença maravilhosa. Mas, segundo afirmam eles, a Eucaristia
(ou Santa Ceia como chamam) é apenas um "símbolo", uma "recordação",
uma "lembrança" do corpo de Cristo. Não crêem, portanto,
na presença real e verdadeira. E muitos católicos, infelizmente,
por desconhecerem as Sagradas Escrituras e o poder de Deus, dão
crédito a estas novidades. Eis aqui, apresentaremos, Se Deus nos
permitir, de forma simples, os trechos bíblicos que ensinam sobre
a presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo nas espécies
consagradas do pão e do vinho, ou seja, a Divina Eucaristia, sustentáculo
e centro de nossa fé :
Disse Jesus: "Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer
deste pão viverá eternamente. E o pão que eu hei de
dar é a minha carne para a salvação do mundo" ( Jo
6,51 ).
Jesus afirma neste trecho da Bíblia que Ele é o pão
vivo, o pão da vida, um pão que vivifica ou seja que transforma.
Também ensina que este "pão" desceu dos céus, porque
ele mesmo desceu dos céus. Afirma claramente que este pão
descido dos céus é a sua própria carne. E promete
que esta carne, será dada (instituída) mais tarde em alimento,
para a salvação do mundo.
"Quem come minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele"
(Jo 6, 56-57).
Ao comungarmos o corpo e sangue de Nosso Senhor nós passamos a pertencer
a Ele e Ele passa a habitar em nós. Portanto devemos nos alimentar
literalmente do seu corpo e sangue para termos esta santa intimidade.
"Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue
verdadeiramente uma bebida" (Jo 6,55).
Vejamos a clareza e a ênfase das palavras de Cristo: A sua carne
é verdadeiramente uma comida. O seu sangue verdadeiramente uma bebida.
Ele jamais diz: "a minha carne e o meu sangue são simbolicamente
uma comida e bebida". Este é o ensino claro da Escritura Sagrada.
Diante de afirmação tão clara, devemos com amor obedecer
e aceitar plenamente o seu ensinamento.
Os Judeus disseram: " Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?
" (Jo 6,52).
Assim Exclamaram admirados os que ouviam a pregação do Senhor
Jesus. De fato, os Judeus não tiveram dúvida nenhuma: Jesus
estava falando de forma absolutamente literal. Jesus estava afirmando sem
meias palavras que ele daria o seu corpo físico, real e verdadeiro
em alimento. E isto deixou os judeus muito admirados. Portanto, Jesus estava
falando de forma muito clara e precisa, pois os que o ouviam entenderam
muito bem o sentido de suas palavras.
Os discípulos disseram: "Essa palavra é dura! Quem pode escutá-la?"
(Jo 6,60).
Os seus próprios discípulos ficaram aturdidos, e comentavam
entre si: Esta palavra é dura! Quem pode escutar e crer em tudo
isto? Portanto não apenas os Judeus mas também os discípulos
compreenderam muito bem que o Divino Mestre estava falando de forma literal,
ou seja que daria sua própria carne e sangue em alimento. Tal foi
a impressão que este discurso provocou que "muitos discípulos
voltaram atrás e não andavam mais com ele" (Jo 6,66 ).
"É necessário que vos empenheis não para obter esse
alimento perecível ( o pão comum ), mas o alimento que permanece
para a vida eterna ( a Eucaristia ) o qual o filho do homem vos dará"
( Jo 6, 27 ).
Mais importante que o pão de cada dia, para o sustento do corpo,
é a Eucaristia, este "alimento" que torna-se sustento para a alma
e permanece para a vida eterna. Se a Eucaristia fosse apenas um "símbolo",
uma "lembrança" como querem as seitas, não se entenderia
como ela poderia ser um alimento para a vida eterna.
"Tomai e comei isto é o meu corpo (...) isto é o meu sangue"
( Mt 26, 26-28);
"Isto é o meu corpo (...) isto é o meu sangue" (Mc 14,22-24)
Na última Ceia, Cristo cumpre a sua promessa: institui a Eucaristia,
seu corpo e sangue como um alimento verdadeiro e real. De forma alguma,
em nenhum lugar Cristo diz: isto "simboliza" meu corpo ou isto "simboliza"
meu sangue. Portanto se Jesus afirma: "Isto é o meu corpo" Quem
ousaria desafiar o mestre e dizer: " Senhor, tu estás enganado,
isto não pode ser o teu corpo ". Mas, não se admire o leitor,
existem cristãos que ousam exatamente isto.
" Isto é o meu corpo (...) este cálice é a nova
aliança em meu sangue" (Lc 22,19-20);
" Isto é o meu corpo (...), este cálice é a nova aliança
no meu sangue" (I Cor 11, 24-25).
A nova aliança, nós o sabemos, é o sangue derramado
por Cristo na Cruz, uma vez para sempre.. Se houvesse apenas vinho naquele
cálice da Santa Ceia, Jesus jamais poderia dizer: Este cálice
é a nova aliança no meu sangue. Um cálice com vinho,
é sempre um cálice com vinho. Um simples cálice com
vinho não pode ser a nova e definitiva Aliança entre Deus
e os homens. Mas se este cálice contém realmente o sangue
do Senhor Jesus, então estamos diante da aliança entre Deus
e o homem através do sangue redentor de Jesus Cristo. Portanto obrigatoriamente
aquele cálice da última ceia continha o próprio sangue
dele.
"O cálice que tomamos não é a comunhão com
o sangue de Cristo? O pão (...) não é a comunhão
com o corpo de Cristo?" ( I Cor 10,16 ).
O apóstolo Paulo ensinando a comunidade de Corinto afirma claramente
a presença de Jesus sob as espécies de pão e vinho.
Ele não diz: "O cálice que tomamos não nos "simboliza"
o sangue de Cristo ?". Mas afirma com convicção: o cálice
" é " a comunhão ( comum união ) com o sangue de Cristo.
Eis a pregação apostólica. Eis a pregação
bíblica. Eis a pregação católica.
"Cada um, portanto, se examine antes de comer desse pão e beber
deste cálice, pois aquele que come e bebe sem discernir o corpo
do Senhor, come e bebe a própria condenação. Eis por
que há entre vós tantos doentes e aleijados, e vários
morreram" ( I Cor 11, 28-30 ).
Vejamos a clareza do ensino do apóstolo: come indignamente da Eucaristia,
aquele que não reconhece ( não discerne ) a presença
real de Jesus Cristo sob as espécies de pão e vinho. E afirma
mais: como conseqüência do pecado de não reconhecer o
Corpo de Cristo na Eucaristia e comungar indignamente, muitos estão
doentes e até mesmo morreram na comunidade de Corinto. Não
se entenderia esta veemência e este santo temor do apóstolo
sobre a dignidade da Eucaristia, se a mesma fosse apenas uma "lembrança",
um "símbolo", uma "recordação" do Corpo e do Sangue
de Jesus Cristo.
Em nenhum versículo de toda a Sagrada Escritura, a Eucaristia nos
é apresentada como um "símbolo" do corpo de Cristo. Mas sempre
como uma realidade verdadeira, palpitante, literal. Na Eucaristia, portanto,
está presente realmente o próprio Cristo: corpo, sangue,
alma e divindade. Esta é a verdadeira doutrina sobre a Eucaristia
ensinada por Cristo e pelos apóstolos. Esta é a verdadeira
doutrina sobre a Eucaristia pregada interruptamente há vinte séculos,
pela Igreja fundada por Ele sobre o apóstolo São Pedro.
" Se não comerdes a carne do filho do homem, e não beberdes
o seu sangue, não tereis a vida em vós"(Jo 6,53).
Eis a advertência mais séria do Senhor Jesus: A vida eterna
está condicionada e intimamente relacionada em comer e beber esta
presença de Jesus Cristo Eucarístico. Estejamos portanto
bem atentos: se rejeitarmos o pão da vida, não teremos a
vida. Se rejeitarmos a Eucaristia, rejeitamos à Jesus.
LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E SUA SANTÍSSIMA MÃE
Udson e Debora
29 de Novembro, 550
87260.000 Araruna Pr
e-mail: ataliba@start.com.br
Fale Conosco!
Ver mais argumentos
sobre a Presença Real
Voltar ao índice geral de
apologética
Voltar à página principal
Envie suas opiniões para a Lepanto