Debate com Leitores Contrários
Protestantes
Tréplica de I. S. B. Recebida em 25/5/99
Visite a nossa seção de Apologética,
para ter uma visão mais organizada e completa sobre o assunto.

Recebido em 25/5/99

Caro Frederico,
                  Depois de muita reflexão e apesar do pouco tempo que tenho, aqui vai a minha resposta.
                 Analisei todo seu debate e observei que você foi sincero ao confessar que ia ACRESCENTAR, creio que impulsionado pelo seu zelo faccioso, alguns pontos.
                  Sobre a condenação dos homens:
                 O pecado original ou mesmo a NATUREZA carnal, decaída e rebelde(Colossense 3.5) dos homens, recebe uma punição divina que tem resultados eternos. Já que o Senhor Deus tem atributos eternos, sua justiça absoluta, isso
sim, traz resultados eternos para o condenado. Assim, também, a salvação oferecida por Deus através do Sr. Jesus Cristo traz resultados pleno e eterno, e os homens em nada pode contribuir para obter está salvação, pois ela exije
méritos eternos e o homem é desgraçadamente finito em todas as suas obras ou atos de justiça. Efésios 2:8-9 etc... .
                  Observei em toda aquela discussão que você não estuda toda palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, com zelo. Você é um estudioso superficial da palavra revelada de Deus.
                  Percebi que você ainda tem um espírito preconceituoso, quando usou a palavra protestante, termo usado na idade média contra os que seguiam as REFORMAS. Mas sei que você se refere aos EVANGÉLICOS. Percebi ainda que seus
ARGUMENTOS vem de uma cabeça cheia de idéias já preconcebidas pela Igreja Romana, e que busca apoio na Bíblia mas de maneira superficial e não consegue se firmar completamente nela.
                  O Sr. Jesus Cristo nos exortou a examinar as escrituras "para que cuidais ter nelas a vida eterna; e são elas mesmas que testificam de mim." João 5:39.E ainda diz:" Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus
Mt.22.29".   A palavra de Deus é a única fonte confiável sobre questões de natureza espiritual e dela podemos tirar toda regra de fé e prática (2º Tim. 3:15-17). Deve-se pressupor sempre que a doutrina cristã verdadeira tem ampla base e coerência no contexto da Bíblia Sagrada. No passado recente, as falsas religiões cristãs muitas vezes considerou a Bíblia Sagrada uma ameaça e proibia sua leitura, e tentou esconder as verdades sagradas, destruindo milhares e milhares de Bíblias. A história mostra que foi e continua sendo impossível destruir as verdades reveladas pelo altíssimo Deus, bem como destruir o seu povo
- a Igreja de Jesus Cristo ou o povo Hebreu (Judeus). Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão, disse o Senhor Jesus(Mat. 24:35). O Senhor Jesus Cristo não veio formar uma nova religião ou facção. Ele está acima
de qualquer ideologia humana, em qualquer tempo e espaço da história da humanidade. ELE é o soberano SENHOR e toda sua palavra é absoluta e eterna. É a única fonte confiável em questões espirituais. Em Jeremias 17:5 assim diz: Assim
diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal seu braço, e APARTA O SEU CORAÇÃO DO SENHOR. Em questões espirituais não é nada prudente confiar tudo, ou mesmo um pouco, nos homens. Percebo que sua apologia é obcecada pela Igreja Romana e não pela doutrina dos Apóstolos do Sr. Jesus Cristo, que é a base de toda doutrina verdadeiramente CRISTÃ. "Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavra, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida, e
privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro.1º Timóteo 6:3-5." A Bíblia Sagrada é a fonte exclusiva de toda doutrina CRISTÃ. Qualquer outra fonte é maldita. Assim diz a palavra de Deus: "Mas, ainda que nós, ou mesmo um anjo
vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim como já dissemos, e agora repito,se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema. Gálatas 1:8-9." E se referindo
a alguém que queira  ACRESCENTAR ou DIMINUIR alguma palavra do Sr. Jesus Cristo, Ele disse: "Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer ACRÉSCIMO, Deus lhe acrescentará os
flagelos escritos neste livro; e se alguém TIRAR qualquer cousa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa, e das cousas que se acham escritas neste livro. Apocalipse 22:18-19" Ainda neste sentido temos Deuteronômio 4:2 e 12:32, e Provérbio 30:6.
                Sobre os santos intercessores:
                Se os Santos que estão no Paraíso não podem nos ouvir, como você mesmo disse, então eles não podem saber quais são nossos desejos, rezas ou orações e interceder por nós diante do Senhor. A intercessão dos santos só é
possível enquanto estão vivos entre nós. Isso tem base Bíblica. Leia Mt. 5:44 e Lc. 6.28 e Atos 8:15 etc... . Você não encontra na Bíblia um santo morto intercedendo pelos vivos. Você precisa observar melhor o texto da TRANSFIGURAÇÃO
: Mateus 17:1-8 e Lucas 9:28-36. Neste texto, vemos que os três discípulos não tiverão nenhuma comunicação com Moisés e Elias. Só o Sr. Jesus Cristo, que é Deus-homem, conversou com os dois profetas. Conforme o texto, o Apóstolo Pedro
teve consciência de que Jesus se comunicava com Moisés e Elias. Não fica claro no texto se Tiago e João teve essa consciência. Não houve nenhuma tentativa de Pedro se comunicar com os dois profetas. Pedro se dirigiu só a Jesus Cristo e
pediu sua permissão para fazer as tendas. Vemos também que nesse texto eles falam da morte do Sr. Jesus.
        Os santos, em qualquer situação, no corpo ou fora do corpo, estão vivos diante de Deus, pois os mesmos vivem porque estão sempre em comunhão com Deus, vivendo a vida que Jesus Cristo dá aos seus redimidos. Aquele que estar separado
da comunhão com Deus, estar morto, no corpo ou fora do corpo; é neste sentido que Deus é Deus dos vivos e não dos mortos. Quanto a intercessão, os santos vivos no corpo pode apresentar suas orações a Deus, suplicando ou intercedendo,
mais sempre em nome do Sr. Jesus Cristo, que é o único mediador ou supremo intercessor entre Deus e os homens. Leia 1ª Timóteo 2:1-6, Romanos 8:34, Hebreus 7:25 e 8:6 e 9:15 e 12:24  . O Sr. Jesus fez mediação através de sua morte na
cruz. Ele é o único que abriu caminho para Deus, o Pai. Somente Ele suportou, por amor a nós pecadores, a crucificação para nos resgatar da condenação do pecado e assim tornou-se advogado ou mediador de todo aquele que crer nEle.
Nenhum outro homem ou mulher nascidos neste mundo tem essa prerrogativa diante de Deus. Só Jesus Cristo pode se apresentar diante de Deus sem pecado -("Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus"- 2º Cor. 5:21. Leia ainda Heb. 4:15, 1º Pedro 2:22 e 1º João 3:5); e como intercessor, se apresentar a Deus, não de mãos vazias, mas com sua obra redentora que justifica o homem, pagando pelos seus pecados, de sua vida pregressa, presente e futura, desde que este homem confesse(1º João 1:9, Pv. 28:13) - confessar significa dizer a mesma coisa que Deus diz com respeito ao pecado -  a Deus os seus pecados e se arrependa, tudo em nome de Jesus Cristo. A palavra de Deus diz que todos pecaram e carecem da glória de Deus. Rm 3.23. O Senhor Jesus é o Deus-homem sem pecado e nessa condição Ele pôde apresentar-se diante de Deus, porque não havia nele nenhuma condenação do pecado. Ele não está na mesma situação do homem pecador perdido, sem salvação. Só outro homem, fora desta situação de condenado, poderia se dispor a salvar os condenados. Mesmo diante da justiça dos homens, o réu só pode se apresentar em Juízo através do seu advogado. Alguém que está se afogando, só pode ser salvo por alguém que está fora dessa situação. Todos os homens e mulheres do mundo estão nesta situação de náufrago.
         Toda oração com súplicas, intercessão etc... . deve ser em nome do Sr. Jesus Cristo, pois assim Ele o exigiu. Leia João 14:3 e 15:16 e 16:23. Orar, ou fazer outra coisa qualquer, em nome de Jesus, significa orar ou fazer confiando
nos méritos do Senhor Jesus. Só assim Ele é glorificado entre os homens, pois só a Ele pertence toda glória e toda honra
          A seguir transcrevo texto de "O Novo Testamento Interpretado - Versículo por versículo.          Mateus 16:19: <<Dar-te-ei as chaves...>> As <<chaves>> simbolizam o poder e a autoridade , o encargo especial e privilegiado. Talvez a menção de <<portas>> e a implicação do símbolo de um castelo tenham provocado o emprego desse outro símbolo - chaves. Cristo tem um castelo, o castelo do reino dos céus e da igreja. Esse castelo tembém tem <<portas>>, e para alguém nele entrar é mister que outrem abra essas portas. Ora, para abri-las, é necessário usar as <<chaves>>.<< As 'chaves' são símbolos da capacidade de abrir e explicar as verdades do evangelho, e também uma missão e comissão, dadas por Cristo, para que alguém as use>>(John Gil loc.). Pedro fez uso das chaves, pregando o evangelho primeiramente aos judeus(Atos 2), e depois aos gentios(Atos 10 e 15:7,14).
         A passagem de Isaías 22:20-22 ilustra os pensamentos deste versículo: <<E será naquele dia que chamarei a meu servo Eliaquim, filho de Hilquias, e revesti-lo-ei da tua túnica, e esforçá-lo-ei com o teu talabarte, e entregarei nas suas mãos o teu domínio, e será como o pai para os moradores de Jerusalém e para a casa de Judá. E POREI  A CHAVE DA CASA DE DAVI SOBRE O SEU OMBRO, E ABRIRÁ, E NINGUÉM FECHARÁ, E FECHARÁ E NINGUÉM ABRIRÁ>>. O palácio do grande rei subentende a existência de alguém, de um oficial subordinado ao rei, que tenha autoridade no palácio, especialmente no tocante ao tesouro, mas cujos serviços não estariam limitados a essa função. O trecho de Apocalipse 3:7 usa o mesmo símbolo, relacionado à ampla pregação do avangelho, pregação essa que arrostará todos os obstáculos. A expressão pedra alude ao núcleo da igreja, como se deu no caso de Pedro; as chaves referem-se ao exercício do ofício apostólico na igreja.
        Alford diz (in loc.):<<Eis outra promessa pessoal feita a Pedro, cumprida de maneira notável na sua atitude pioneira de admitir tanto os judeus como os gentios na igreja; assim ele usou o poder das chaves para abrir as portas da salvação>>. Alguns intérpretes, como Wordsworth, aplicam essa promessa principalmente a Pedro, mas, por extensão da idéia, a todos quantos pregam o evangelho ou exercem outras funções na igreja, incluindo as funções relacionadas
à disciplina.
        <<O que ligares na terra,...>> Há diversas interpretações sobre essas palavras: 1º. Significa ligar à igreja ou desligar dela, fazendo de alguém membro ou não da Igreja Universal, e, assim, participante ou não dos benefícios da igreja. Porém, devemos rejeitar essa interpretação, embora contenha certa verdade, porque a pregação do evangelho tem esse efeito de incluir ou excluir da igreja ou do reino. A pregação do indivíduo tem essa autoridade, mas NUNCA o próprio indivídou tem tal autoridade. Olshausen diz que aqui há uma alusão ao antigo custume de amarrar as portas para fortalecê-las. Contudo, aqui Cristo falou de <<chaves>>. Aceitando a idéia de portas, ainda assim não encontraríamos a idéia exata de seu sentido. Pois que poderia querer dizer <<amarrar as portas>> ou <<desamarrar as portas? A dificuldade permanece. 2º Na literatura
dos rabinos, esses termos eram usados para significar proibir e permitir. John Gill explica que esse uso, na literatura judaica, aparece quase sem limite de repetição, e a implicação é a do ato de proibir certas cousas, declarando se elas são permitidas pela lei, ou o ato de recomendar outras coisas, declarando sua necessidade. De modo geral, o uso indica o que convém ser feito e o que não convém; o que é lícito e o que não é. Muitos intérpretes - aceitam essa explicação - do texto. Como ilustração dessa idéia, as autoridades dos judeus podiam pronunciar o que era reputado transgressão contra a lei do sábado e o que não era reputado tal. Esses seriam os atos de <<ligar>> ou <<desligar>>, de <<permitir>> ou de <<proibir>>. Algumas dessas autoridades permitiam o divórcio por qualquer motivo, permitindo ou desligando os homens das responsabilidades do  matrimônio. Outros estabeleciam leis mais severas, ligando ou proibindo certas atitudes. Provavelmente, em termos gerais, sem definições particulares, essa é a idéia aqui. Outras interpretações, como aquela que relaciona estas palavras á idéia do <<perdão>> de pecados ou da disciplina na igreja, poderão fazer parte dessa idéia geral. O ofício apostólico possuía diversos poderes em relação à natureza das leis eclesiásticas e à pregação do evangelho, que admitia pessoas ao reino ou à igreja, ou ainda, que excluía as mesmas da igreja, por atos disciplinares.
         A PASSAGEM de João 20:23 dá um aspecto dessa idéia: <<Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhe perdoados; se lhos retiverdes, são retidos>>. Nota-se, nesta passagem bíblica, que essa promessa foi feita a todos os apóstolos, e é justamente aqui que precisamos observar que aquilo que Jesus concedeu a Pedro, no princípio, antes de sua crucificação, se estendeu posteriormente a todos os apóstolos. O perdão de pecados não pertence ao indivíduo, em si mesmo, mas Cristo outorga essa autoridade àqueles que pregam a Palavra de Deus, porquanto a aceitação ou rejeição dessa mensagem é que determina o <<perdão>> ou ausência de perdão dos pecados. O homem não perdoa nem se recusa a perdoar, mas a sua ação, uma vez dirigida por Deus, está revestida dessa autoridade. Significa que, a mensagem do evangelho tem sua origem em Deus, e transmitida fielmente aos homens, contém nela também o perdão para os pecados de quem aceita esta mensagem,(Mc 16:16 e João 3:18)  e, conseqüentimente, o que rejeita está mensagem não será perdoado.
         A passagem de Mat. 18:16-18 apresenta-outro aspecto- do privilégio que foi proporcionado a Pedro, e que mais tarde se estendeu aos outros: <<Se, porém, não te ouvir, toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento
de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça. E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano. Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra, terá sido ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra, terá sido desligado no céu>>. Aqui o texto fala da disciplina na igreja, e é de notar-se que aquilo que antes fora dado a Pedro, tornou-se depois função dos membros comuns da igreja, pelo menos nesse importante aspecto da disciplina. O assentimento dos membros de uma igreja, sobre qualquer problema disciplinar (naturalmente considerando-se que o caso seja justo), tem a aprovação dos céus, porque dos céus é que vem a autoridade da igreja. O versiculo 18 indica que esse poder se estende a mais cousas além da disciplina, e certamente que, da mesma forma que a declaração de Mat. 16:19 é geral, assim também esta declaração é de natureza geral. Portanto, em termos gerais, aquilo que foi conferido a Pedro, mais tarde também foi dado à igreja em geral, para ser usado por consentimento mútou.
         ESTE versículo(Mat. 16:19) tem dado motivo a controvérsias, não menos que o vs. 18. Novamente, neste caso, alguns exageram o seu ensinamento e procuram fazer de Pedro o primeiro papa, como se tivesse exercido poder e autoridade quase sem limites e uma autoridade inerrante. Porém, a simples leitura do texto derruba por terra essa idéia, o que também se dá com os textos que já notamos, em João 20:23 e Mat. 18:16-18, a saber, esses poderes não foram dados exclusivamente a Pedro, mas também se estenderam a todos os outros apóstolos e ao consenso da igreja. A tradição romanista é que tem criado
diversos privilégios papais, supostamente originados dessas simples palavras. Ainda que aceitemos o fato de que Pedro tenha exercido esses poderes com exclusividade, ainda que tenha exercido o poder absoluto de perdoar pecados, de onde se deriva a idéia que alguma igreja ou indivíduo também os tenha? As escrituras não indicam qualquer sucessão de ofício, e a declaração da posse de tal poder não cria a continuidade do ofício. Tais crenças não procedem dos ensinamentos bíblicos e não tem origem histórica, mas se derivam de uma <<ginástica lógica>>.
         Alguns intérpretes e tradutores procuram eliminar toda a dificuldade desse versículo, transferindo toda a autoridade para os céus, com a tradução, <<o que desligardes na terra, já deve ter sido desligado nos céus, e o que ligardes na terra, já deve ter sido ligado nos céus>>. Essa tradução vem da observação que aqui temos o particípio perfeito no grego, o que implica em ação ou condição contínua no presente, em face de uma ação anterior, cujos efeitos se fazem sentir até o presente. É verdade que o tempo verbal perfeito, no grego, pode ter esse sentido; mas, no grego <<koiné>> (que inclui o N.T) nota-se que
tal uso não é regular, razão por que não podemos confiar em tais explicações. A despeito do uso gramatical, fica claro que as outras interpretações são preferíveis.
         A explicação dada por alguns, de que a referência é ao reino dos céus, e não à igreja, e que assim os privilégios especiais de Pedro se aplicam ao reino e não às funções eclesiásticas, ignora o fato que Jesus introduz aqui a sua igreja e que o texto fala de igreja, e não de reino. Outrossim, devemos observar que o reino literal já fora rejeitado, e que agora Jesus falava em termos que implicam em que o <<reino dos céus>> será estabelecido (pelo menos na presente dispensação) não como reino literal, com a autoridade de Deus sobre a terra, mas na organização da igreja. Dessa maneira, a igreja agora é o reino.
Isso não nega a existência do reino literal no futuro bem próximo(na segunda vinda de Cristo).
               Caro Frederico,
               Se você desejar continuar com essa controvérsia, que considero salutar, eu aceito, desde que você se atenha em seus argumentos ao texto e contexto da Bíblia Sagrada. Leia Mateus 7:24-27 e Mat. 7:13-14.
I.V.
 

Reposta enviada em 26/5/99 (Ler a Resposta)


Voltar às críticas recebidas de Leitores Protestantes
Voltar ao Índice Geral das Opiniões dos Leitores
Voltar à Página Principal da Frente Universitária Lepanto

   Envie suas opiniões para lepanto@lepanto.com.br