
O Natal não Morreu!
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de nossa campanha!
Estou participando da Campanha: “O Natal não morreu”: http://www.lepanto.com.br/Natal.html
e remeto esse texto que considero muito atual!
Quem não se lembra do Natal de outrora.... E quem não tem saudades? Lamentando-se: “o Natal de hoje não é como o de antigamente...”? Vamos tentar reviver esse Natal? Leia, por exemplo, esses belíssimos versos:
"Uma rosa desabrochou de raiz tenra, tal como os antigos cantavam,
e trouxe uma delicada flor em meio ao frio do inverno, no meio da noite.
A rosa à qual me refiro, nos foi trazida por Maria, a donzela pura.
Segundo desígnio eterno de Deus, Ela deu à luz a uma criança que nos
torna bem-aventurados! Essa flor, tão pequena, nos dá um aroma doce,
com seu brilho, afasta as trevas! Verdadeiro Deus e Verdadeiro Homem,
afasta de todos nós os sofrimentos, salva-nos do pecado e da
morte!" Todavia, quantos homens já não se lembram mais do Natal? Você Não acha que precisamos fazer alguma coisa? Foi pensando nisso que a Frente Universitária Lepanto resolveu iniciar uma campanha a que estou ajudando e para a qual peço a sua adesão: “O Natal não Morreu!”: http://www.lepanto.com.br/Natal.html Quantas pessoas distribuem inutilidades pela internet, para não dizer imoralidades!!! E quão poucas se dedicam a espalhar uma mensagem de Fé e de Esperança?! O que lhe pedimos? Apenas que envie este nosso e-mail aos seus amigos, convidando-os a entrarem nesta campanha. Um pequeno ato seu pode produzir muito! Você não só estará enviando a seus amigos uma bela história para essa época tão importante, que é o Natal (história que segue ao final deste e-mail e muitas outras que estão em nosso site), mas estará participando da campanha da Frente Universitária Lepanto e ajudará tantas e tantas pessoas a conhecerem um pouco mais o significado profundo do dia 25 de dezembro!
Em nosso site (http://www.lepanto.com.br/Natal.html),
estamos distribuindo várias outras histórias de Natal: Leia essa, por exemplo, que foi adaptada de uma obra sobre a vida popular na região da Estíria (Áustria), no século passado.
“Árvore de Cristo”: Presente do Menino Jesus!
Para ler esta história em nosso site e conhecer a origem da “Árvore
de Natal”, visite o seguinte link: http://www.lepanto.com.br/Natal.html Seu autor, P. Rosegger, assim descreve o episódio:
Era um anseio que
decidira pôr em prática naquela noite, antes que minha mãe chegasse
à cozinha para preparar a refeição natalina. Eu ouvira falar muito a
respeito da celebração do Natal nas cidades; devia-se colocar sobre a
mesa um pinheirinho, verdadeira arvorezinha do bosque; afixar velazinhas
em seus ramos e acendê-las; e depositar embaixo dele presentes para as
crianças, esclarecendo que havia sido o Menino Jesus que os tinha
trazido.
Então pensei em montar
uma árvore de Cristo para meu pequeno irmão, Nickerl. Mas tudo em
segredo (isso fazia parte do procedimento).
Depois de já ter
clareado o dia, saí em meio ao nevoeiro gelado. Este protegeu-me do
olhar das pessoas que trabalhavam em torno da casa. Procurei o mais belo
pinheiro que pude encontrar!
Logo fez-se noite. A
criadagem estava ainda ocupada nos estábulos ou nos quartos da casa,
onde, segundo o costume da Noite Santa, lavavam a cabeça e se vestiam
com trajes de festa. Na cozinha, minha mãe fazia os sonhos (doce) para
o dia de Natal. E meu pai, com o pequeno Nickerl, percorria a
propriedade para abençoá-la, levando para isso, num recipiente, carvões
incandescentes; sobre eles espalhava o incenso... a fim de incensá-las
enquanto rezava em silêncio.
Enquanto o pessoal se
ocupava em suas tarefas lá fora, eu preparava na sala grande a árvore
de Cristo.
Tirei a arvorezinha do meio da lenha e coloquei-a sobre a mesa.
Depois cortei de um maço de cera dez ou doze velazinhas e coloquei-as
sobre os pequenos galhos.
Embaixo, aos pés da arvorezinha, depositei um pão doce.
Ouvi então passos lentos
e suaves na parte de cima da casa. Eram meu pai e meu irmãozinho que já
estavam lá e abençoavam o sótão. Logo chegariam ao salão. Acendi as
velazinhas e me escondi atrás do forno. A porta se abriu e eles
entraram com seu recipiente de incenso. E ficaram parados.
- O que é isto?
perguntou meu pai com voz baixa mas prolongada.
O pequeno Nickerl ficava
emudecido. Nos seus olhos grandes, redondos, espelhavam-se como
estrelinhas as luzes da árvore de Cristo!
Meu pai avançou devagar para a porta da cozinha e chamou
baixinho:
- Mulher, mulher! Venha
ver um pouco.
E quando ela apareceu:
- Mulher, foste tu que
fizeste?
- Maria e José! -
exclamou minha mãe. -O que deixastes sobre a mesa?
Logo chegaram também os
criados e criadas, vivamente impressionados com a inédita visão. Então
um rapaz que viera do vale fez a suposição: -Poderia ser uma árvore de Cristo!
Seria realmente verdade
que os anjos trazem do Céu tal arvorezinha?
Eles a contemplavam e se
admiravam. E a fumaça do incenso enchia a sala inteira, de modo que era
como um delicado véu que pousava sobre a arvorezinha iluminada. Minha mãe procurou-me na sala, com o olhar: - Onde está o Pedro?
Julguei então ser o
momento de sair do canto do forno. Tomei pelas frias mãozinhas o
pequeno Nickerl, que continuava emudecido e imóvel, e levei-o para
junto da mesa. Ele quase resistiu. Mas eu lhe disse, em tom
profundamente solene:
- Não temas, irmãozinho!
Olha: o querido Menino Jesus te trouxe uma árvore de Cristo. Ela é
tua!
O menino estava contentíssimo.
E juntou as mãos, como fazia na igreja para rezar... Era o dia mais
feliz de sua vida!
Afinal, o Natal não tinha Morrido! http://www.lepanto.com.br/Natal.html
Participe você também de nossa campanha e envie este e-mail aos seus
amigos! Desejamos um Santo Natal e um Feliz Ano Novo! E que o verdadeiro Natal possa continuar vivo em todos nós! Com um cordial abraço, despeço-me.
Frederico Viotti |