O que há de errado com vídeo games?

| 21 de outubro de 2016 | 12 Comentários
James Donlan

 

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Preocupação: 34 milhões de norte-americanos passam 22 horas por semana em média jogando vídeo games. Nossa intenção com este artigo não é ofender os jogadores, mas enfrentar o problema endêmico que se apresenta e procurar soluções eficazes. Serão tais jogos prejudiciais em si? Eles elevam ou destroem nossa cultura? Dever-se-ia evitá-los completamente?

A maioria das pessoas concordará que jogar “demais” é prejudicial. Muitos reconhecerão o fato de que o jogo Grand Theft Auto glorifica o crime, e que jogos esotéricos e violentos tais como The Last of Us, Bioshock Infinite ou Fallout são ruins. No entanto, o seguinte problema ainda se põe: Quando o tempo de jogo passa a ser demais? A partir de que ponto um jogo se torna ruim demais? E o que dizer de jogos aparentemente inócuos tais como Angry Birds?

 Fuga da realidade

Jogos de vídeo são projetados para dar ao jogador uma sensação instantânea de satisfação. Sempre que atinge um objetivo virtual, o jogador recebe uma “injeção” de adrenalina e tende a querê-la mais e mais. O jogo apresenta um mundo imaginário distante da realidade e oferece uma “fuga” fácil das limitações naturais com que nós humanos nos defrontamos neste vale de lágrimas. No mundo real, a auto-realização está ligada à realidade objetiva, esforço, trabalho duro, sacrifício e talento. Mas no mundo de faz-de-conta dos jogos de vídeo pode-se fingir ser e fazer coisas completamente irreais.

A coisa fica ainda mais complicada quando a pessoa se vê às voltas com problemas tais como família desunida, depressão e dependência. Tomemos o caso de Elliot Rodger. Este estudante de 22 anos de idade levava uma vida frustrada. Desprezava a interação social, não tinha muitos amigos e tornou-se obcecado com o jogo World of Warcraft.1 Em vez de superar suas deficiências, retirou-se e preencheu este vazio com jogos e pornografia. Mais tarde, matou seis pessoas, feriu treze, e cometeu suicídio. Seu vício em videogames foi considerado fator importante em seu trágico destino.

 

Perda de tempo?

Outro problema com jogos de vídeo é a tendência a passar horas e horas sem fazer absolutamente nada significativo. Pode-se argumentar que os jogos de vídeo nada mais são que um passatempo, uma forma de combater o tédio. Mas para que serve engajar-se em um passatempo sem qualquer objetivo concreto, realização verdadeira ou significado mais profundo? Uma vez que a finalidade do jogo permanece indefinida, os jogadores se sentem frequentemente obrigados a jogar mais e mais.

De acordo com o Boy Genius Report, existem atualmente mais de 34 milhões de jogadores habituais nos Estados Unidos, que jogam vídeo games 22 horas por semana em média”. 2

Vinte e duas horas por semana equivalem, aproximadamente, a um emprego de meio-período. Seria tempo bem empregado?

Efeitos parecidos às drogas, que reorganizam o cérebro

De acordo com um estudo apresentado em Neurology Now, publicação da Academia Americana de Neurologia, nove em cada dez crianças norte-americanas—cerca de 64 milhões—jogam vídeo games. O estudo descobriu que “jogar excessivamente antes de 21 ou 22 anos de idade pode reorganizar fisicamente o cérebro”.

“Jogar vídeo games inunda o centro de prazer do cérebro com dopamina”, diz David Greenfield, Ph.D., fundador do Center for Internet and Technology Addiction e professor clínico assistente de psiquiatria da Escola de Medicina da Universidade de Connecticut. Ele explica que o jogo dá aos jogadores um jorro de adrenalina, mas apenas temporariamente. Diante da grande quantidade adicional de dopamina, o cérebro passa a produzir em menores quantidades este neurotransmissor vital. “O resultado é que os jogadores podem acabar tendo um suprimento diminuído de dopamina” 3.

Para proteger o bem-estar das crianças, a Coreia do Sul regulamentou o uso de jogos de vídeo como se fossem drogas ou substâncias controladas. Como as drogas, os jogos de vídeo produzem um prazer instantâneo. Quando uma pessoa recorre a eles continuamente, adquire uma dependência semelhante à de um viciado em heroína.
Violência e jogos de vídeo

Jogo GTA V, um dos jogos mais violentos já lançados

Jogo GTA V, um dos jogos mais violentos já lançados

Há inúmeros casos de violência e criminalidade ligados direta ou indiretamente aos jogos de vídeo. Por exemplo, o Grand Theft Auto tem deixado uma longa sucessão de mortes em seu rastro. No entanto, poucos tiveram a coragem de desafiar seus criadores e promotores, parando sua produção e evitando para o futuro o grave dano que tem causado. Aqui vão apenas alguns dos muitos crimes ligados ao Grand Theft Auto:

  • Um homem foi esfaqueado e seu exemplar do jogo foi roubado; 4
  • Um estudante universitário roubou um carro, sequestrou uma mulher e bateu em nove veículos estacionados. Disse que queria jogar o jogo “na vida real”;5
  • Um adolescente na Tailândia matou um motorista de táxi, reproduzindo um crime que se passa no jogo (a Tailândia proibiu o jogo logo após); 6
  • Na Louisiana, minutos após ter jogado, um menino de 8 anos de idade atirou e matou seu cuidador de 90 anos de idade (o caso foi considerado um homicídio); 7
  • Alunos de até seis anos de idade encenaram episódios de drogas e estupro que ocorrem no jogo. 8

 

Exemplos de mais crimes vinculados a outros jogos de vídeo:

  • Depois que sua mãe lhe tirou o jogo Call of Duty, um menino de 13 anos atirou várias vezes nela, matou-a e tentou estuprá-la; 9
  • Um pai que jogava este vídeo game deu um soco no rosto de seu filho de dois anos de idade, que estava chorando e atrapalhando o jogo; o menino morreu;10
  • Na China, um rapaz de 17 anos de idade foi esfaqueado e teve seu crânio perfurado com uma faca de cozinha ao ser apanhado fraudando um jogo online em um cibercafé; 11
  • Um rapaz de 16 anos matou sua mãe com um martelo enquanto ela dormia, por ter tomado seu Play Station;12
  • Na Coreia do Sul, um casal deixou seu filho verdadeiro morrer de fome enquanto alimentava uma criança “virtual” em um jogo chamado Second Life; 13
  • Um garoto de 8 anos de idade se enforcou após ser repreendido por passar tempo demais jogando vídeo games.14
  • Jogando até morrerO vício em videogames pode ser tão avassalador que às vezes os jogadores perdem seu instinto mais básico, o de auto-preservação. Dezenas de pessoas chegaram a ferir-se e até se mataram jogando, como se vê nestes exemplos:

 

  • Um jovem foi encontrado debruçado sobre o seu teclado em um cibercafé após ter jogado mais de 15 horas. Morreu de um ataque cardíaco causado por falta de sono e desidratação; 15
  • Um jovem de 20 anos, que às vezes passava a noite toda no computador, morreu de um coágulo sanguíneo após jogar ininterruptamente por 12 horas; 16
  • Outro homem desmaiou diante de uma tela de computador em um cibercafé após passar 40 horas jogando Diablo III. Quando um funcionário acordou-o, ele prontamente se levantou, deu alguns passos e caiu morto; 17
  • Na China, após ter jogado por ​​27 dias seguidos (650 horas sem parar), um homem morreu de desnutrição e insuficiência cardíaca;
  • Após jogar vídeo games, uma menina de 13 anos de idade chamou sua mãe: “Mamãe, não consigo respirar”. Ela teve um ataque cardíaco grave e morreu em seguida.

Quando a imaginação domina a mente

Os jogos de vídeo freqüentemente fazem com que a imaginação obscureça a inteligência e enfraqueça a vontade. O jogador vê na tela um “mundo” virtual e passa a interagir com ele como se fosse real. Isso borra a distinção entre real e falso. O impulso e a imaginação passam a comandar mesmo em jogos extremamente simples, como Angry Birds. Graças ao fenômeno do “reaparecimento” – pelo qual o jogador digital ou humano renasce depois de morto — os jogadores passam a agir primeiro e a pensar depois.

Para ganhar, o jogador toma decisões instantâneas, ignorando todos os perigos. Afinal de contas, é apenas um jogo. No entanto, este comportamento leva a um verdadeiro desequilíbrio. Se a pessoa passa a “fazer” rotineiramente coisas que jamais ousaria fazer na realidade, ela corre o risco de se comportar na vida real como se comportou durante os jogos. O jogador pode “fazer” coisas loucas – geralmente envolvendo violência – que na vida real seriam crimes horríveis. Esta dicotomia mental embota a sensibilidade o jogador.

Na verdade, o Grand Theft Auto V é tão realista que há mapas do Google que mostram locais da vida real em Los Angeles, Califórnia, que aparecem no jogo. Os produtores do jogo tiraram fotos de edifícios, cruzamentos e locais de interesse para torná-lo mais “real”. “Há sempre coisas novas para ver e um monte de detalhes sobre o ambiente local que realmente lhe fazem sentir que há coisas acontecendo sem você”, diz Aaron Garbut, arquiteto de jogos de vídeo. “Trata-se de um mundo com o qual você interage e existe e em que você não sente uma como que fachada criada ao seu redor”, acrescenta. 18   O jogo Grand Theft Auto V, que custou 265 milhões de dólares para produzir, 19 promove atividades criminosas, assassinatos de policiais e prostituição à medida que o jogador “anda” visualmente em ruas reais da Califórnia. Como isto poderia ter um efeito positivo?

Qual é a solução?

A solução simples: desligue o computador ou dispositivo e encontre uma atividade significativa. Ainda que a pessoa escolha um jogo “limpo”, sem imoralidade ou violência, e imponha limites ao seu tempo de jogo, o valor desta atividade é questionável.

Que alternativas haveria? O que faziam as pessoas em seu tempo livre antes da invenção dos vídeo games?

Leia um bom livro: Leia livros capazes de elevar a mente, inspirar a alma e fortalecer a vontade.

Visite lugares com sua família ou amigos: Procure visitar um parque federal ou regional, locais de interesse tais como museus, bibliotecas, aquários, ou locais históricos. Vá ver o mar e outros lugares bonitos.

Atividades físicas: Caçar, pescar, nadar, fazer camping, caminhadas, esqui ou patinagem. Experimente uma atividade de aventura: escalada, jangada, pesca de alto mar ou mountain bike. Cronometre seu de tempo de jogging e a distância percorrida. Bata o seu recorde anterior de flexões ou pull-ups. Melhor ainda, procure competir com um amigo.

Experimente jogos fora de moda, hobbies ou passatempos: Risco, Monopoly, Corações, Pás, Xadrez, Damas, Go Fish, Charadas, Poker – e a lista continua. Experimente esculpir em madeira, desenhar (se tiver talento), escrever, fotografar, praticar culinária, panificação, tiro ao arco, produzir de cerveja ou tiro ao alvo desportivo.

Desenvolva a arte da conversa: Passe algum tempo com amigos e familiares; converse e desfrute de sua companhia. Peça a um membro mais velho da família ou a um conhecido, por exemplo um veterano de guerra, que lhe conte histórias de seu passado.

Arranje alguém que lhe ajude: Encoraje outros a ajudá-lo ou a juntar-se a você evitando jogos de vídeo. É muito mais fácil manter-se ocupado sem jogos de vídeo quando se tem a ajuda de um amigo.

Reze. Desenvolva uma vida espiritual dinâmica. Reze o terço diariamente com sua família e procure assistir Missa diariamente. Passe algum tempo em adoração diante do Santíssimo Sacramento.

Encontrando a verdadeira felicidade

51lcbyy8m0l-_sy344_bo1204203200_O jogo de vídeo é um problema que decorre de uma causa profunda. Em seu brilhante livro, Return to Order (Retorno à ordem) foto ao lado, John Horvat II observa como nossa cultura perdeu o apetite do maravilhoso e do sagrado. Outrora o homem tinha uma visão de Deus que permeava toda a sociedade e influenciava todos os campos de atividade. No mundo de hoje, no entanto, esta visão superior desapareceu quase completamente.

O Sr. Horvat fala da acídia, um “cansaço das coisas santas e espirituais, seguido de uma tristeza de viver”. “A felicidade nos escapa apesar das enormes oportunidades que se apresentam de entretenimento, prazer e excitação. Isto é tanto mais incompreensível quanto a infelicidade persiste mesmo entre pessoas cercadas de riquezas, bens de consumo, progresso tecnológico e com boa saúde”. 20

Os jogos de vídeo não satisfazem os anseios de alma por uma vida com significado e propósito; pelo contrário, nada mais fazem que alimentar o fogo da acídia. Não teria chegado a hora de desligar o dispositivo? Por que fingir ser um falso herói em uma tela quando você pode admirar verdadeiros heróis e esforçar-se para se tornar um deles? Por que tentar provar quem você é numa tela, quando pode fazê-lo na vida real? A acídia precisa ser combatida e superada. Só então poderemos ter um verdadeiro sentimento de realização e alegria – uma sensação de verdadeira felicidade que nenhum dispositivo de jogos de vídeo jamais poderia dar.


 

*Tradução de José Aloisio Aranha Schelini

  1. The New York Times, “Before Brief, Deadly Spree, Trouble Since Age 8” published on June 1, 2014 by Adam Nagourney, Michael Cieply, Alan Feuer and Ian Lovett
    http://www.nytimes.com/2014/06/02/us/elliot-rodger-killings-in-california-followed-years-of-withdrawal.html?_r=0(accessed March 23, 2015).
    [back]
  2. Boy Genius Report: “This is how much time the average gamer spends playing games each week,” published on May 14, 2014 by Jacob Siegal
    http://bgr.com/2014/05/14/time-spent-playing-video-games/(accessed March 23, 2015). [back]
  3. Neurology Now: “Game Theory: How do video games affect the developing brains of children and teens?” June/July 2014 – volume 10 – issue 3 – p 32-36 by Amy Paturel, M.S., M.P.H.http://journals.lww.com/neurologynow/Fulltext/2014/10030/Game_Theory__How_do_video_games_affect_the.17.aspx(accessed March 23, 2015).[back]
  4. The Independent: “London man stabbed and robbed of his copy of GTA 5” published on September 17, 2013 by James Vincent
    http://www.independent.co.uk/news/uk/crime/london-man-stabbed-and-robbed-of-his-copy-of-gta-5-8821940.html(accessed March 23, 2015). [back]
  5. New York Daily News: “College student steals truck, kidnaps woman while reenacting Grand Theft Auto” published on September 25, 2013 by Lee Moran
    http://www.nydailynews.com/news/national/man-steals-truck-kidnaps-woman-reenacting-grand-theft-auto-article-1.1466867#ixzz2fxxo2zfg(accessed March 23, 2015). [back]
  6. CyberSpacers.com: “Grand Theft Auto banned after copycat killing” published in 2008 by Jonathan Richards http://www.cyberspacers.com/news/grandtheftautobanned/(accessed March 23, 2015). [back]
  7. Fox News: “Louisiana boy, 8, shoots 90-year-old relative after playing video game, police say” published on August 24, 2013
    http://www.foxnews.com/us/2013/08/24/la-police-boy-8-fatally-shoots-0-year-old-relative-after-playing-video-game/#ixzz2cx07yI59(accessed March 23, 2015). [back]
  8. South Wales Argus: “Llanbradach headteacher’s warning after pupils as young as six act out drug rape scenes from Grand Theft Auto” published on February 12, 2014 by Caio Iwan
    http://www.southwalesargus.co.uk/news/11001937.Warning_after_Valleys_pupils_as_young_as_six_act_out_rape_scenes_from_Grand_Theft_Auto/?ref=var_0(accessed March 23, 2015). [back]
  9. DailyMail.com: “‘I killed my mom with my .22…'” published on May 3, 2013 by Rachel Quigleyhttp://www.dailymail.co.uk/news/article-2319064/Noah-Crooks-Chilling-911-reveals-13-year-old-boy-admitting-tried-rape-shot-dead-mom-taking-away-video-game.html(accessed on March 23, 2015). [back]
  10. WXII12.com: “High Point dad accused of punching, killing baby won’t face death penalty” published on May 9, 2013 by Chanel Davis
    http://www.wxii12.com/news/local-news/piedmont/high-point-dad-accused-of-punching-killing-baby-wont-face-death-penalty/-/10703612/20077696/-/85kf8mz/-/index.html#ixzz2f0GSUwNv(accessed on March 24, 2015). [back]
  11. The Escapist: “Counter-Strike Cheater Stabbed in Brain” published on March 22, 2010 by John Funkhttp://www.escapistmagazine.com/news/view/99312-Counter-Strike-Cheater-Stabbed-in-Brain(accessed on March 24, 2015). [back]
  12. New York Daily News: “Kendall Anderson, 16, killed mom with claw hammer for taking away his PlayStation: court” published on February 17, 2011 by Michael Sheridan
    http://www.nydailynews.com/news/national/kendall-anderson-16-killed-mom-claw-hammer-playstation-court-article-1.139414(accessed on March 24, 2015). [back]
  13. The World Post: “Couple Let Baby Starve To Death While Raising Virtual Baby Online” published on May 5, 2010 http://www.huffingtonpost.com/2010/03/05/couple-let-baby-starve-to_n_487287.html(accessed on March 24, 2015). [back]
  14. IndiaToday.in: “Scolded for playing video games, 8-year-old hangs himself in Patna” published on September 12, 2013 by Giridhar Jha
    http://indiatoday.intoday.in/story/scolded-for-playing-video-games-8-year-old-hangs-himself-in-patna/1/309484.html (accessed on March 24, 2015).[back]
  15. AsiaOne.com: “Youth dies after playing computer games for over 15 hours” published on November 6, 2013 by Winnie Yeoh http://news.asiaone.com/news/digital1/youth-dies-after-playing-computer-games-over-15-hours(accessed on March 24, 2015). [back]
  16. ABC News: “Man Dies From Blood Clot After Marathon Gaming” published on August 2, 2011 by Kim Carollo http://abcnews.go.com/Health/extreme-gamer-dies-pulmonary-embolism/story?id=14212015(accessed on March 24, 2015).[back]
  17. The World Post: “Diablo 3 Death: Teen Dies After Playing Game For 40 Hours Straight” published on July 18, 2012 http://www.huffingtonpost.com/2012/07/18/diablo-3-death-chuang-taiwan-_n_1683036.html(accessed on March 24, 2015).[back]
  18. Techradar.com: “The tech that built an empire: how Rockstar created the world of GTA 5” published on September 16, 2013 by Hugh Langley
    http://www.techradar.com/us/news/gaming/the-tech-that-built-an-empire-how-rockstar-created-the-world-of-gta-5-1181281(accessed on March 24, 2015). [back]
  19. The Independent: “GTA 5 rumoured to be the most expensive video game ever made” published on September 11, 2013 by James Vincent
    http://www.independent.co.uk/life-style/gadgets-and-tech/news/gta-5-rumoured-to-be-the-most-expensive-video-game-ever-made-8809581.html(accessed on March 24, 2015). [back]
  20. John Horvat, Return to Order From a Frenzied Economy to an Organic Christian Society—Where We’ve Been, How We Got Here, and Where We Need to Go (York, PA: York Press, 2013), 71.http://www.returntoorder.org/[back]
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Comentários (12)

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  1. Alan Robert Guiraldino disse:

    Eu prefiro jogar vídeo game do que ficar sem jogar vídeo game e por causa disso ficar entediado e consequentemente matar formiga e prejudicar assim a Natureza.

  2. Alan Robert Guiraldino disse:

    Os vídeo games podem deixar a gente boba.

  3. Alan Robert Guiraldino disse:

    A coisa que tenho mais carinho de lembrar é a felicidade que eu sentia quando eu jogava Vídeo Game. Até hoje a coisa que mais eu gosto de lembrar é de quando eu jogava Vídeo Game. Hoje em dia os Vídeo Games pioraram em vez de melhorar, existia um vídeo game antes do super nintendo que se chamava Atari que era o mais simples. Se vai fazer algo ruim faça-o de forma boa ou seja com atenuação como por exemplo o Atari que era um dos vídeo games mais simples que já existiu. O fato é que jogando vídeo game os “inimigos” são irreais, sem pensar, é claro, que o próprio vídeo game é um perigo real. Deixando de jogar vídeo game os inimigos passam a ser reais.

  4. Alan Robert Guiraldino disse:

    Eu comecei a ter interesse pela língua inglesa por causa do Video Game, quando eu jogava Super Mario World e Donkey Kong entre outros. O video game pode ser bom também em despertar nas crianças o amor pela beleza, a coordenação motora e a capacidade de raciocínio. Mas também não nego que faça mal. Agora se me perguntarem: Qual é melhor? Video Game? Ou outra coisa? Eu diria que é a rua mesmo. Já que lá se aprende que no mundo há maldade. E assim as crianças não vão crescer sendo ingênuas.

  5. Alan Robert Guiraldino disse:

    Video Game, dependendo de como for, pode ser bom para criar nas crianças: amor pela felicidade. Mas pode ser ruim também, se jogado por muito tempo, pode acontecer da pessoa perder o sono. O video game pode ser bom também caso os pais tenham preocupação em não deixar os seus filhos correr perigo nas cidades, como por exemplo: criminalidade e corrupção moral.

  6. Alan Robert Guiraldino disse:

    O que é dos males o menor: jogar video game ou perder um pedaço de um dedo?

  7. Alan Robert Guiraldino disse:

    O video game que eu jogava se chamava Super Nintendo, esse super nintendo tinha uns jogos chamados por exemplo Mortal Kombat e Prince of Persia que eram ruins mas no resto não tinha tanto jogo ruim como tem nesses video games de agora como esse tal de Playstation que é uma porcaria e o tal de Xbox que nunca joguei mas deve ser outra. O Super Nintendo me fez mal não recomendo a jogar nem ele, mas eu recomendo jogar Super Nintendo se sua rua for como a minha uma verdadeira pocilga onde só tem gente ruim. Estou falando alguma mentira? Se não forem colocar o meu comentário por causa dos palavrôes então tirem eles mesmo vocês e coloquem outras palavras no lugar deles e vejam se vocês aprovam. Agora se vão rejeitar meu comentário porque disse a verdade, daí eu digo que até o Hitler dizia mais verdade que a Igreja Católica.

  8. Alan Robert Guiraldino disse:

    Porque o meu comentário não foi aprovado? A verdade vai morrer com vocês!

  9. Alan Robert Guiraldino disse:

    Eu jogava video game para fugir da desgraça que era minha rua, ou seja, um verdadeiro inferno. O video game era um inferno menos pior.

  10. Marcia Caroline Portela Amaro disse:

    Quero sugerir que sejam feitas adequações no site do Lepanto para o acesso por smartphone. A página continua configurada como se fosse no computador, com a letra muito pequena e precisamos ficar movendo a tela para ler o texto. É muito ruim. Por favor, façam as adequações necessárias. Obrigada!

    • Fábio Pessanha disse:

      Cara Sra Marcia Caroline

      Obrigado por sua crítica. desde já nos empenharemos em melhorar cada vez mais o nosso site.

      Tentaremos corrigir isso o mais rápido possível, Obrigado.

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