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Santo Tomás de Aquino

| 10 de novembro de 2008 | 1 Comentário
Plinio Maria Solimeo

Príncipe da Filosofia e Teologia Católicas. Proclamado como “esplendor e flor de todo o mundo” por Santo Alberto Magno, foi cognominado Doutor Angélico pelo Papa São Pio V, tendo recebido da Santa Igreja o título oficial de Doutor Comum, devido à sua incomparável sabedoria teológica e filosófica.

Triunfo de Santo Tomás — Francisco Traini, igreja de Santa Catarina, Pisa (Itália)

Tomás nasceu por volta de 1227 na cidadezinha de Aquino, na Campagna felice italiana, aos pés do famoso Mosteiro de Monte Cassino, sendo aparentado com imperadores e reis, inclusive o da França, São Luís IX.

Aos cinco anos foi enviado ao Mosteiro de Monte Cassino para estudar. “A serenidade de seu semblante, a inalterabilidade de seu temperamento, sua modéstia e suavidade eram marcas sensíveis de que Deus o havia precedido com suas primeiras graças” 1.

Muito reflexivo e recolhido, o menino passava longo tempo pensando. A um frade que lhe perguntou sobre o que pensava, respondeu com a pergunta que mostra suas cogitações infantis: “Que é Deus?”. A essa questão ele responderá mais tarde, como ninguém o fez.

Aos 10 anos Tomás foi enviado para continuar seus estudos na Universidade de Nápoles. Seu primeiro biógrafo relata que “nas aulas o seu gênio começou a brilhar de tal forma, e a sua inteligência a revelar-se tão perspicaz, que repetia aos outros estudantes as lições dos mestres de maneira mais elevada, mais clara e mais profunda do que tinha ouvido” 2 .

Vitória contra a concupiscência

Foi em Nápoles, anos depois, que o adolescente Tomás travou relações com a Ordem Dominicana, fundada havia vinte anos, e que representava na época “a vanguarda doutrinadora e combativa da Igreja 3. Quis nela ingressar, mas como era menor de idade, só foi recebido entre os filhos de São Domingos mais tarde, com o falecimento de seu pai, em dezembro de 1243.

Sua mãe, contudo, tinha outros planos para ele, e por isso mandou dois filhos, soldados do Imperador, atrás de Tomás, que escapara indo para Roma.

Preso Tomás numa torre do castelo, mãe e irmãos tudo fizeram para convencer o caçula a renunciar àquela aventura. Nada surtiu efeito. Os irmãos apelaram então para um estratagema infame: contrataram a mais bela das cortesãs da região, prometendo-lhe grossa quantia se conseguisse levar o jovem ao pecado. Sabiam que, se ele caísse na impureza, isso quebraria sua resistência.

Assim que a mulher infame entrou no quarto, Tomás, dando mostras de uma virtude heróica, pegou da lareira um pedaço de lenha em brasa e correu atrás dela, que fugiu como pôde. Em seguida, ainda cheio de indignação contra a cortesã e de amor para com Deus, desenhou na parede uma grande cruz, que osculou ternamente, implorando a Deus que nunca perdesse a integridade da pureza de alma e de corpo.

Tão bem tinha Tomás sua alma em suas mãos, que em pouco tempo voltou à inteira tranqüilidade, adormecendo. Viu então em sonho dois Anjos que lhe cingiram os rins com uma cintura de fogo. Ele confessará depois que, a partir desse momento, nunca mais sentiu os impulsos da concupiscência da carne. Era a recompensa que recebia por seu ato heróico de virtude.

Duas de suas irmãs, convertidas por ele, obtiveram-lhe as Sagradas Escrituras e livros de estudo, com o que ele continuou sua vida como se estivesse no convento. Enfim, segundo seus primeiros biógrafos, depois de quase dois anos de prisão, com a ajuda das irmãs conseguiu escapar, descido num cesto para os braços dos dominicanos, seus irmãos de hábito, que o aguardavam.

O encontro de dois gênios, dois santos

Santo Alberto Magno, 1352 — Modena (Itália) Esse grande Doutor da Igreja foi mestre de Santo Tomás

No ano seguinte Tomás fez sua profissão religiosa e foi enviado a Paris. Nesse famoso centro universitário brilhava então, pelo seu saber, o dominicano Alberto de Bollstädt, que passou para a posteridade como Santo Alberto Magno. Era tal a afluência dos que iam ouvi-lo, que era necessário transportar sua cátedra para uma praça pública, hoje ainda conhecida como Place Maubert (da contração de Magni Alberti).

“O encontro de Tomás de Aquino com Alberto Magno representa um fato de extraordinária transcendência na história da cultura. Talvez mesmo se possa dizer que são os dois colaboradores necessários à elaboração do mais vasto e consistente sistema filosófico de todas as épocas” 4.

De Paris, o discípulo Tomás acompanha o mestre, que ia organizar um centro de estudos teológicos da Ordem em Colônia, na Alemanha.

Frei Tomás: o “boi mudo”

Para evitar atrair a estima pública e os louvores que recebera em Nápoles por seu saber Tomás, fechou-se num mutismo mal interpretado pelos seus condiscípulos. Ademais, “um grande corpo, lento e pesado, e uma placidez um pouco bovina servem-lhe de espesso envoltório para uma alma benigna e generosa, mas retraída; ele é tímido para além da humildade, e distraído para além da contemplação” 5. Isso tudo leva a que o chamem de “boi mudo” ou “grande boi siciliano”.

Sucedeu um dia que um condiscípulo, tomando a concentração de Tomás como sinal de que não entendera o que dissera o mestre, começou caridosamente a lhe explicar a matéria. Mas em determinado momento embaralha-se todo e não consegue ir adiante. Calmamente o“boi mudo” começou então a desenvolver a tese obscura, com muito mais clareza do que o fizera o próprio mestre. Os papéis então se inverteram, e o condiscípulo suplicou a Tomás que sempre o ajudasse em suas dúvidas. Daí para frente não foi mais possível esconder aquele talento superior e fabulosa memória.

Apreciando devidamente aquele tesouro, Santo Alberto profetizou:“Chamamos-lhe o boi mudo; mas um dia virá em que seus mugidos, a expor a doutrina, hão de ouvir-se no mundo inteiro”.

Em Colônia, Tomás recebeu a ordenação sacerdotal e foi nomeado assistente de Santo Alberto Magno.

Em 1252 foi enviado a Paris para o doutorado, apesar de não ter ainda atingido 30 anos e a idade prescrita ser de 35. Na Cidade Luz, Tomás tornou-se muito popular, pois “a modéstia de seu porte, a sabedoria de seus discursos, sua doçura inalterável, a beleza natural de seus traços, o fundo de bondade que transpirava de toda sua pessoa comunicavam algo de celeste e de divino àqueles que conversavam com ele” 6.

“Talvez nunca mestre algum fosse mais apaixonadamente admirado e escutado do que Tomás de Aquino. O seu culto exclusivo da verdade comunica às palavras e às demonstrações uma segurança que dá aos jovens auditórios o supremo júbilo de tocar de perto, em brusco prodígio, a região excelsa das grandes certezas. Numa época cheia de vastas aspirações, de pesquisas no absoluto, as almas querem mais do que simples jogos dialéticos sobre conceitos abstratos. Querem palpar o real, ser introduzidas no âmago das questões, entrar na posse das altas evidências da razão e da Fé. Fé que ambiciona compreender. E Tomás de Aquino, sem lhes proibir os ardentes deslumbramentos da fé, leva-as à máxima compreensão dos mistérios e harmonias universais” 7.

Segundo a tradição, São Boaventura — o grande mestre e santo franciscano — e São Tomás receberam o doutorado no mesmo dia, na Universidade de Paris8.

União entre o Rei santo e o Doutor santo

O Mosteiro de Monte Cassino, onde Tomás estudou até 10 anos de idade

A fama de Santo Tomás tornou-se universal, e todos queriam ouvi-lo. São Luís IX — o Rei Cruzado — o consultava sobre todos os assuntos importantes. Certo dia em que o convidou para sua mesa, o frade estava muito silencioso. De repente, dando um murro na mesa, Tomás exclamou: “Encontrei um argumento concludente contra os maniqueus”. O rei, temendo que Tomás pudesse esquecer-se do argumento, chamou depressa seu secretário para anotá-lo. “Edificante quadro medieval, bem demonstrativo da perfeita unidade que liga, nesse período nobilíssimo da História, os Reis e os Sábios, nos mesmos ideais da conquista da verdade e do serviço de Deus!” 9.

O próprio Céu ratificava o acerto do grande teólogo. Estando em Nápoles aos pés de um Crucifixo, pedindo a Deus que o certificasse de que o que havia escrito sobre a Eucaristia fora do agrado divino, entrou em êxtase à vista de outros, levantou-se acima do solo, e ouviu do Crucificado estas palavras: “Escreveste bem sobre mim, Tomás. Que recompensa desejas?”. O humilde frade respondeu cheio de amor: “Nada senão Vós, Senhor”.

Sua sabedoria e sua ciência provinham da pureza e santidade de vida. Pouco antes de morrer, confessou a Frei Reinaldo, seu secretário, que Deus o havia preservado de todo pecado que destrói a caridade na alma. Além disso, “nunca se dava ao estudo ou à composição antes de haver, pela oração, tornado Deus propício a si; e confessava com candura que tudo que sabia devia-o menos ao seu estudo e ao seu próprio trabalho do que à iluminação divina” 10.

Seus escritos geniais: “palha”…

Entretanto, após uma visão que teve enquanto celebrava a Missa na capela de São Nicolau, em dezembro de 1273, não mais voltou a escrever. E àqueles que insistiram com ele para que terminasse sua obra, respondeu: “Não posso. Tudo quanto escrevi parece-me unicamente palha”. É que, naquela visão, foram-lhe revelados mistérios e verdades tão altos, que tudo o mais lhe pareceu sem valor.

Ao receber os últimos Sacramentos no leito de morte, em 1274, com menos de 50 anos de idade, afirmou diante da Hóstia consagrada: “Eu espero nunca ter ensinado nenhuma verdade que não tenha aprendido de Vós. Se, por ignorância, fiz o contrário, eu revogo tudo e submeto todos meus escritos ao julgamento da Santa Igreja Romana” 11. A posteridade o conheceria como o “Doutor Angélico”.

Glorificação do tomismo pelo Magistério eclesiástico

Sobre o tema em epígrafe, parece-nos oportuno transcrever alguns tópicos da obra Introduzione a San Tommaso — La metafisica tomista e il pensiero moderno, de autoria do Pe. Cornélio Fabro, falecido em 1995 e considerado um dos maiores comentadores contemporâneos do Doutor Angélico. Tais excertos referem-se a documentos de dois Papas que de modo frisante apoiaram a filosofia de Santo Tomás: Leão XIII e São Pio X.

“A penetração do tomismo no pensamento e na atividade doutrinária da Igreja teve o seu início oficial com a canonização do Angélico por João XXII, em 1323, e foi sempre se consolidando mais, malgrado as oposições, até obter um prestígio sem igual durante o Concílio Tridentino. Mas somente nos tempos modernos a Igreja tem declarado Santo Tomás de Aquino o seu próprio Doutor oficial” ….

“Leão XIII pode ser considerado o verdadeiro iniciador do movimento, com a Carta Encíclica Aeterni Patris de 4 de agosto de 1879″ (*) ….

“A obra de Leão XIII a favor de Santo Tomás pode se resumir em dois pontos: 1) Santo Tomás é declarado o único Mestre oficial das escolas católicas de toda espécie; 2) o objeto principal da declaração é a retomada da filosofia tomista.

“O seu sucessor [São Pio X] — o qual, quando Bispo de Mântua, já ensinava no seu seminário a Summa contra Gentiles — continuou no sulco aberto renovando as prescrições leoninas e aguçando-as, em cada ocasião, com particular vigor. Destacamos os principais pronunciamentos.

“Apenas elevado ao sólio pontifício, no dia 23 de janeiro de 1904, o santo Pontífice dirigia à Pontifícia Academia Romana de Santo Tomás um Breve especial, no qual resumia e confirmava os atos solenes de Leão XIII, insistindo que o objetivo da Academia era “explicare, tueri, propagare doctrinam, præsertim de philosophia Angelici Doctoris” (Ensinar, sustentar e propagar a doutrina, especialmente a filosofia do Doutor Angélico).

“Não pode haver nenhum tipo de dúvida a respeito da natureza da deliberação do santo Pontífice: deve-se seguir Santo Tomás como mestre na filosofia e na teologia, porque ‘afastar-se de Santo Tomás num só ponto, especialmente nas coisas da metafísica, não ocorreria sem grave dano’. Quanto ao “conteúdo” deste retorno ao tomismo, Pio X mencionou sobretudo ‘aquilo que na sua filosofia constitui os princípios e as teses de maior importância’ (principia et pronuntiata maiora).

“Para tornar mais preciso este ponto, que podia suscitar embaraço — a apenas um mês da morte do santo Pontífice — a Sagrada Congregação para os Estudos providenciou a publicação, com a assinatura do Prefeito, Cardeal Lorenzelli, de um elenco de 24 teses e proposições que a ela tinham submetido alguns professores, para ter uma garantia de um tomismo seguro: Aprovação de algumas teses contidas na doutrina de Santo Tomás de Aquino e propostas pelos mestres de filosofia”. ….

“O ato mais solene do santo Pontífice a favor do tomismo é sem dúvida o Motu Proprio Doctoris Angelici de 29 de junho de 1914, quase na vigília da sua morte. Nele o Sumo Pontífice, de início, recordava a encíclica de 1º de setembro de 1910,Sacrorum antistitum, na qual afirmava com autoridade ao episcopado católico o significado preciso do retorno a Santo Tomás, e lamentava-se deplorando o fato de que alguns tivessem entendido o præcipue da Encíclica Pascendi no sentido de “não unicamente”, quase como se fosse permitido, ao mesmo tempo, seguir os outros doutores escolásticos em algum ponto de filosofia, embora estivesse em contradição com o tomismo” ….

Sublinhava a eficácia do tomismo contra os erros modernos:‘Tanto mais pelo fato de que, se a verdade católica fosse privada do válido auxílio que estes princípios lhe emprestam para defendê-la, procurar-se-á em vão algum elemento na filosofia que condivide, ou pelo menos não repele, os princípios errôneos sobre os quais se apóiam o materialismo, o monismo, o panteísmo, o socialismo e as diversas espécies de modernismo. Os pontos mais importantes da filosofia de Santo Tomás não devem ser considerados à maneira de opiniões, discutíveis sob qualquer aspecto, mas antes bem como fundamentos sobre os quais se baseia toda a ciência do natural e do divino; caso se recusem ou, de qualquer modo que seja, se corrompam tais pontos capitais, seguir-se-á necessariamente que aqueles que estudam as ciências sacras não poderão nem sequer entender o sentido das palavras com as quais o Magistério da Igreja expõe os dogmas revelados por Deus’.

“Esta última é uma admonição de particular importância metodológica. Portanto, concluía como que aflito o santo Pontífice: `Nós queremos admoestar todos aqueles que se ocupam do ensino da filosofia e da teologia que, caso se afastem do Aquinate ainda que num pequeno ponto (si ullum vestigium), especialmente em metafísica, isso não ocorrerá sem grande prejuízo’.

“Uma outra novidade do insigne documento é a injunção para que nas Universidades, Faculdades e outros Institutos Superiores, públicos ou pertencentes a ordens religiosas, que tenham recebido o poder de conferir títulos acadêmicos (em teologia), seja adotada como texto oficial a Summa Teologicade Santo Tomás. Sobre isto o santo Pontífice recordava o dito de João XXII, que em 1323 tinha canonizado em Avignon o ‘bom frei Tomás’: ‘Ipse (Thomas) plus illuminavit Ecclesiam, quam omnes alii doctores: in cuius libris plus proficit homo uno anno, quam in aliorum doctrina toto tempore vitæ suæ’. (Ele ilustrou mais a Igreja do que todos os outros doutores: em seus livros, um homem tira mais proveito num ano do que na doutrina dos outros durante toda a vida).

(*) Nota da redação

Apresentamos a seguir significativos excertos dos parágrafos 24, 25 e 29 da famosa encíclica de Leão XIII:

“Entre todos os Doutores escolásticos, brilha, com um brilho sem igual, o seu príncipe e mestre de todos, Tomás de Aquino, que, como observa Caietano, `por haver profundamente venerado os Santos Doutores que o precederam, herdou de alguma sorte a inteligência de todos’. Tomás reuniu as doutrinas deles como os membros dispersos de um corpo, reuniu-as, classificou-as numa ordem admirável, e enriqueceu-as de tal sorte que ele próprio é, com justa razão, considerado como o defensor especial e a honra da Igreja” (§ 24).

“O Santo Doutor chegou ao duplo resultado de repelir por si só todos os erros dos tempos anteriores, e de fornecer armas invencíveis para dissipar os que não deixarão de surgir no futuro (§ 25).

“Porém, a maior honra tributada a Santo Tomás, só a ele reservada, e que não compartilhou com nenhum dos Doutores católicos, veio-lhe dos Padres do Concílio de Trento: quiseram eles que, no meio da santa assembléia, com o livro das divinas Escrituras e dos decretos dos Pontífices supremos, no próprio altar fosse depositada, aberta, a Summa de Tomás de Aquino, para que nela se pudessem haurir conselhos, razões e oráculos” (§ 29).

Acta Sanctæ Sedis, XXXVII (1904), p. 654; cfr J.-I. Berthier,Sanctus Thomas Aquinas “Doctor communis” Ecclesiæ, Roma, 1914, p. 272.

Pe. Cornélio Fabro, Introduzione a San Tommaso — La metafisica tomista e il pensiero moderno, Edizioni Ares, 1997, Milão, pp. 123, 130, 133, 134 e 135.

Notas:

1.Rev. Alban Butler,The Lives of the Fathers, Martyrs and Other

Principal Saints, D.& J.Sadlier & Company, 1864, Vol. I, Internet, Site www.ewtn.com.

2.Guilhermo de Tocco, Vita, Cap. VI, apud João Ameal, São Tomás de Aquino, Livraria Tavares Martins, Porto, 1941, 2a. edição, p. 17.

3.João Ameal, op. cit., p. 18.

4.João Ameal, op. cit., p. 49.

5.G.K.Chesterton, Saint Thomas d’Aquin, versão francesa de Maximilien Vox, Librairie Plon, Paris, p. 20.

6.Les Pettits Bollandistes, Vies des Saints, d’après le Père Giry, Bloud et Barral, Libraires-Éditeurs, Paris, 1882, vol. III, p. 244.

7.João Ameal, op. cit., p. 107.

8.Cfr. The Catholic Encyclopedia, Vol. XIV, by Robert Appleton Company, 1912, Online Edition Copyright © 1999 by Kevin Knight.

9.João Ameal, op. cit., p. 115.

10.Aeterni Patris, § 40.

11.Rev. Alban Butler, Online Edition.

Artigo oferecido pela Revista Catolicismo

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Categoria: Vida de Santos

Comentários (1)

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  1. Francisco De Filippo disse:

    Em outubro, se Deus permitir,completarei 86 (oitenta e seis) anos. Pela primeira vez, não me envergonha dizê-lo, li pacientemente um longo texto a respeito do doutor Angélico. Só não me senti envergonhado porque o Santo recebeu assistência divina ao longo da vida – assistência que, lamentavelmente, repeli, diversas vezes, ao longo da minha paupérrima vida espiritual. Farei o possível para obter a assistência do Divino Espírito Santo nos trabalhos aue ainda pretendo realizar. Não para que sejam brilhantes. Mas para que não se afastem da verdade, que pretendo cultivar, e que ainda divulgar.

    Obrigado.Que a graça de Deus nos ampare.

    Francisco De Filippo

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