<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre Lepanto</title>
	<atom:link href="http://www.lepanto.com.br/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.lepanto.com.br</link>
	<description>A Frente Universitária &#38; Estudantil Lepanto é um grupo de jovens Católicos que tem como objetivo defender a Doutrina Católica e a Civilização Cristã</description>
	<lastBuildDate>Sat, 15 Jun 2013 00:51:07 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
	<item>
		<title>Comentário sobre Homossexualismo por severino</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/doutrina-catolica/homossexualismo/comment-page-1/#comment-2177</link>
		<dc:creator>severino</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:51:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1030#comment-2177</guid>
		<description><![CDATA[não ao homossexualismo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>não ao homossexualismo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Santa Hildegarda: práticas homossexuais são desejadas pelo demônio para extinguir o gênero humano por Rafael do Nascimento</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/doutrina-catolica/santa-hildegarda-praticas-homossexuais-sao-desejadas-pelo-demonio-para-extinguir-o-genero-humano/comment-page-2/#comment-2172</link>
		<dc:creator>Rafael do Nascimento</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 12:47:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.lepanto.com.br/?p=4193#comment-2172</guid>
		<description><![CDATA[Caro Frei Wálici,
Quero, se possível, entrar em contato contigo para rever alguns posicionamentos meus a cerca deste assunto. Favor entrar em contato comigo pelo e-mail: rafael_jullian_oliveira@hotmail.com]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Frei Wálici,<br />
Quero, se possível, entrar em contato contigo para rever alguns posicionamentos meus a cerca deste assunto. Favor entrar em contato comigo pelo e-mail: <a href="mailto:rafael_jullian_oliveira@hotmail.com">rafael_jullian_oliveira@hotmail.com</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercessão dos Santos por EDMILSON</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/intercessao-dos-santos/comment-page-3/#comment-2171</link>
		<dc:creator>EDMILSON</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 22:16:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1103#comment-2171</guid>
		<description><![CDATA[OLHA RENATO DE CARVALHO A IGREJA CATÓLICA NASCEU PRIMEIRO POIS ELA TEM 2000 MIL ANOS E NASCEU EM PENTECOSTES E COM ELA NASCEU TAMBÉM  FOI NASCENDO A ORIGEM E FORMAÇÃO DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO 

////////

AGORA RENATO DE CARVALHO VEJA AQUI NESSA MATÉRIA ALGUMAS DAS PROVAS CLARAS E MAIS COM TESTEMUNHAS OCULARES E COM FATOS VERÍDICOS DA ÉPOCAS DOS FATOS ISSO.

OLHA RENATO DE CARVALHO ISSO AQUI  É HISTÓRIA QUE CONFIRMA A ARQUEOLOGIA QUE CONFIRMA A GEOLOGIA E A GEOGRAFIA . SEM CONTAR TODOS OS ESCRITORES ECLESIÁSTICOS DA ÉPOCA DOS FATOS.

 
Novo Testamento (do grego: Διαθήκη Καινὴ, Kaine Diatheke) é o nome dado à coleção de livros que compõe a segunda parte da Bíblia cristã. A primeira parte é denominada Antigo Testamento. Seu conteúdo foi escrito após a morte de Jesus Cristo e é dirigido explicitamente aos cristãos, embora dentro da religião cristã tanto o Antigo quanto o Novo Testamento são considerados, em conjunto, Escrituras Sagradas. [1]

//
 
Os livros que compõe essa segunda parte da Bíblia foram escritos a medida que o cristianismo era difundido no mundo antigo, refletindo e servindo como fonte para a teologia cristã. Essa coleção de 27 livros influenciou não apenas a religião, a política e a filosofia, mas também deixou sua marca permanente na literatura, na arte e na música. [2]

//
 
O Novo Testamento é constituído por uma coletânea de trabalhos escritos em momentos diferentes e por vários autores. Em praticamente todas as tradições cristãs da atualidade, o Novo Testamento é composto de 27 livros. Os textos originais foram escritos por seus respectivos autores a partir do ano 42 dC[3], em grego koiné[4], a língua franca da parte oriental do Império Romano, onde também foram compostos. A maioria dos livros que compõe o Novo Testamento parece ter sido escrito por volta da segunda metade do século I.[5]

//
 
Fazem parte dessa coleção de textos as 13 cartas do apóstolo Paulo (maior parte da obra, escritas provavelmente entre os anos 50 e 68 dC[6]), os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João (narrativas da vida, ensino e morte de Jesus Cristo, conhecidos como os Quatro Evangelhos), Atos dos Apóstolos (narrativa do ministério dos Apóstolos e da história da Igreja primitiva) além de algumas epístolas católicas menores escrito por vários autores e que tem com conteúdo instruções, resoluções de conflito e outras orientações para a igreja cristã primitiva. Por fim, o Apocalipse do apóstolo João.

//
 
Uma nota Marcos saiba que nem todos esses livros foram aceitos imediatamente pela Igreja. Alguma dessas cartas foram contestadas na antiguidade, como apocalipse de João e algumas Epístolas Católicas menores (II Pedro, Judas, Tiago, II e III João).[7] Entretanto, gradualmente eles se juntaram a coleção já existente que era aceita pelos Cristãos, formando o cânone do Novo Testamento. Outros livros, como o Pastor de Hermas, as epístolas de Policarpo, de Inácio e as cartas de Clemente, circularam na coleção antiga de livros que era aceita por algumas comunidades cristãs. Porém, esses livros foram excluídos do Novo Testamento pela Igreja primitiva.[8]
 
Curiosamente, apesar do Cânon do Antigo Testamento não ser aceito uniformemente dentro do cristianismo (católicos, protestantes , ortodoxos gregos, eslavos e armênios divergentes quanto aos livros incluídos no Antigo Testamento), os 27 que formam o Cânon do Novo Testamento foram aceitos quase que universalmente dentro do cristianismo, pelo menos desde o século III. As exceções são o Novo Testamento da Igreja Ortodoxa da Etiópia, por exemplo, que considera autêntico o Pastor de Hermas (séc. II) e a Peshitta, Bíblia da Igreja Ortodoxa Síria, utilizada por muitas Igrejas da Síria, que não inclui o Apocalipse de João na lista de livros inspirados.[9]
 //
Livros do Novo Testamento
 
Os 27 livros do Novo Testamento foram escritos em diversos lugares e por autores diferentes que classificaram seus Escritos como inspirados, ao lado dos Escritos do Antigo Testamento. Entretanto, ao contrário do Antigo Testamento, o Novo foi produzido em um curto espaço de tempo, durante menos de um século.[10] Esses livros eram respeitados, colecionados e circulavam na igreja primitiva como Escrituras Sagradas. O fato desses livros terem sido lidos, citados, colecionados, e passados de mão em mão dentro das igreja do início do cristianismo, assegura que a Igreja Primitiva tinham eles como proféticos ou divinamente inspirados desde o começo. [11]

//
 
Evangelhos
 
A palavra Evangelho significa &quot;Boas Novas&quot;. Eles referem-se ao nascimento do Messias prometido. Cada um dos quatro evangelhos do Novo Testamento narra a história da vida e da morte de Jesus de Nazaré. Esses evangelhos são composições anônimas que levam o nome dos seus autores no título.[12] Assim, no século II esses livros eram denominados na seguinte fórmula: &quot;O Evangelho de...&quot; ou &quot;O Evangelho segundo...&quot; (Em grego: τὸ εὐαγγέλιον κατὰ ...) + nome do evangelista que foi o autor do evangelho. Todos os quatro evangelhos foram reunidos logo após o Evangelho de João ter sido escrito. [13] A coleção de quatro livros era conhecida como &quot;O Evangelho&quot; no começo do segundo século. Assim, o cristianismo primitivo sempre aceitou esses evangelhos porque conheciam seus autores. [14] Os evangelhos de Mateus, Marcos e João parecem ter sido escritos como biografias, seguindo o modelo da antiguidade, enquanto Lucas e Atos parece ter sido composto como uma monografia histórica em dois volumes.[15] São eles:
 
Evangelho de Mateus - atribuído ao apóstolo Mateus. Este evangelho começa com a genealogia de Jesus e a história do seu nascimento. Termina com o comissionamento dos discípulos por Jesus depois de ressuscitado. O principal objetivo do evangelho de Mateus é mostrar para os judeus que Jesus era o Messias. Apesar dos vários debates sobre sua datação, ele provavelmente foi escrito depois da morte de Jesus (31dc) entre os anos 50-65dc.[16] Era considerado o manifesto da igreja de Jerusalém e, por conseguinte, o documento fundamental do início da fé cristã;[17]

//
 
Evangelho de Marcos - atribuído a Marcos, o Evangelista. Marcos não era um dos doze apóstolos de Jesus, mas foi um dos ajudantes de Paulo e depois de Pedro.[18] Segundo os pais da igreja, o evangelho de Marcos foi escrito com base no ensino do apóstolo Pedro, depois de uma palestra feita em Roma para os pagãos por volta do ano 65 dc.[19]&lt;[20][21] Este evangelho começa com a pregação de João Batista e o batismo de Jesus. Alguns manuscritos antigos não trazem os versículos 9-20 do último capítulo;[22] outros manuscritos apresentam finais diferentes.[23]

//
 
Evangelho de Lucas - atribuído a Lucas, que também não foi um dos doze apóstolos, mas é mencionado no Novo Testamento como companheiro do apóstolo Paulo (II Timóteo 4:11) e médico (Colossenses 4:14).[24] O autor não foi testemunha ocular das coisas que registrou, mas fez uma minuciosa investigação com essas pessoas que presenciaram os fatos contidos nesse evangelho (Lucas 1:1-4). Ele é digido para alguém chamado Teófilo, que até hoje é desconhecido. Este evangelho começa com histórias paralelas do nascimento e da infância de João Batista e Jesus e termina com as aparições de Jesus ressuscitado e sua ascensão ao céu. Seus objetivos era contar a história de Cristo a partir dessas testemunhas oculares. Foi escrito provavelmente no ano 63dc;[25]

//
 
Evangelho de João - atribuído ao apóstolo João, filho de Zebedeu. Este evangelho começa com um prólogo filosófico e termina com as aparições de Jesus ressuscitado. Foi escrito no final do século I[26] e tinha como objetivo complementar de diversas maneiras o registro que tinha sido fornecido sobre a história de Jesus pelos outros três evangelistas.[27]
 //
Os três primeiros evangelhos listados acima são classificados como os Evangelhos sinópticos. Isso porque eles contêm relatos semelhantes da vida e ensino de Jesus. Esses três evangelhos possuem várias dependências literárias. Há duas possíveis explicações para sua formação. Alguma corrente de estudiosos mais liberais afirmam que eles foram escritos com base em uma fonte “Q” (Queller em alemão), que é desconhecida até os dias de hoje; Ou então com base no Evangelho segundo os Hebreus (65-100), que sobreviveu apenas em fragmentos encontrados nas citações feitas por vários pais da igreja primitiva. A segunda explicação para a dependência literária dos evangelhos sinóticos afirma que o evangelho de Mateus foi escrito primeiro. Depois, Lucas utilizou o evangelho de Mateus e o evangelho segundo os Hebreus, além de outros evangelhos que circulavam na época e que não sobreviveram até os dias de hoje. Por fim, o evangelho de Marcos seria fruto de uma palestra que Pedro deu com base nos evangelhos de Mateus e de Lucas.

//
 
Já o Evangelho de João é estruturado de forma diferente dos evangelhos sinóticos e inclui histórias de vários milagres palavras de Jesus que não são encontradas nos outros três evangelhos. Esses quatro evangelhos foram unanimemente aceitos como parte do Cânon Sagrado do Novo Testamento. Porém, ele foram apenas alguns entre os muitos outros evangelhos cristãos. A existência de tais textos é mencionada no início do Evangelho de Lucas (Lc 1:1-4). Outros evangelhos, como os chamados &quot;evangelhos judaico-cristão&quot; ou o Evangelho de Tomé, oferecem uma precisa ajuda para entender o contexto do cristianismo primitivo. Além disso, esses outros evangelhos que não foram incluídos no Cânon sagrado podem fornecer alguma ajuda na reconstrução do Jesus histórico.

//
 
Agora Marcos um pouquinho de História entenda que o ...
 
Atos dos Apóstolos - É a continuação do Evangelho de Lucas (At 1.1 e 2) e conta a história de como a mensagem cristão foi anunciada em Jerusalém, Samaria e as demais regiões do império Romano (At 1.8). Nesse livro, destacam-se duas pessoas: Paulo e Pedro. Pedro dirige o trabalho cristão em Jerusalém, Samaria (At 1.12 – 8.25), Lida, Jope e Cesaréia (At 9.32-11.18). Esse livro também trata da conversão do apóstolo Paulo (At 9) e de suas viagens missionárias pelo Império Romano (At 13-28). Examinando o estilo, a fraseologia e outras evidências internas, a maioria dos estudiosos atribui a Lucas a autoria desse evangelho. Ele foi escrito provavelmente antes da morte do apostolo Paulo por Nero, por volta de 67-68 dc. Isso porque esse livro não cita a morte de Paulo, fato que seria muito relevante para a história cristã antiga.

//
 
Epístolas Paulinas
 
As epístolas paulinas (ou Corpus Paulinum) são cartas escritas pelo apóstolo Paulo. Essas epístolas tratam de pontos teológicos importantes para o desenvolvimento da doutrina cristã no cristianismo primitivo. Geralmente, essas epístolas foram escritas tanto para indivíduos, quanto para as primeiras comunidades cristãs.
 
Romanos
I Coríntios
II Coríntios
Gálatas
Efésios
Filipenses
Colossenses
I Tessalonicenses
II Tessalonicenses
I Timóteo
II Timóteo
Tito
Filémon
 
Hebreus
 
Hebreus - Sua autoria é incerta. A ciência moderna rejeita ter sido escrita por Paulo. Até mesmo na antiguidade sua autoria foi debatida. Orígenes escreveu: &quot;Os homens dos tempos antigos afirmaram que Paulo foi o autor, mas quem escreveu essa Epístola apenas Deus sabe&quot;. O que se sabe é que ela foi escrita na segunda geração de cristãos (Hb 2.1-4) e após um intervalo considerável de tempo depois da conversão do destinatário (Hb 5.12). Assim, o livro de Hebreus parece ter sido escrito no final do ano 60dC.

//
 
Epístolas Católicas
 
Compreende as epístolas escritas para a igreja em geral. O termo &quot;católico&quot; [grego: καθολική, katholike, que significa &quot;universal&quot;] é usado para descrever essas cartas já nos manuscritos mais antigos onde essas cartas estão presentes. As cartas também são conhecidas como Epístolas Gerais.
 
Epístola de Tiago - Escrito por Tiago, irmão de Jesus e de Judas Tomé;
Primeira Epístola de Pedro - Escrita por Pedro;
Segunda Epístola de Pedro - Escrita por Pedro;
Primeira Epístola de João - Escrita por João;
Segunda Epístola de João - Escrita por João;
Terceira Epístola de João - Escrita por João;
Epístola de Judas - Escrita por Judas Tomé, o irmão de Jesus e de Tiago.
////////////// 
Profecia
 
Apocalipse - Último livro do Novo Testamento, o Apocalipse de João foi escrito pelo Apóstolo João, filho de Zebedeu. Alguns sustentam a posição de que seu autor foi outro João, da cidade de Patmos. Mas a evidência interna aponta o autor do Evangelho de João e das três epístolas Joaninas como seu autor. O livro começa com cartas para sete igrejas das província da Ásia. Depois toma a forma de um apocalipse, gênero literário popular tanto no judaísmo quanto no cristianismo

//

Antigo.
 
Idioma
 
Judeus e gentios utilizavam os mesmos idiomas para se comunicarem em Jerusalém na época de Jesus: aramaico, grego koiné, e até certo ponto, um dialeto coloquial de Mishnaic hebraico. Todos os livros que formaram o Novo Testamento foram escritos em grego Koiné, o dialeto vernáculo que na época era falado nas províncias romanas do Mediterrâneo Oriental. Estes livros foram posteriormente traduzidas para outros idiomas, principalmente, o latim, o sírio e o copta. Entretanto, alguns alegam que o Evangelho de Mateus foi escrito em hebraico com base na seguinte declaração de Papias, citada no livro História Eclesiástica, de Eusébio:

//
 
Mateus compôs as declarações (ta logia) em um estilo hebraico (hebraidi dialekto), e cada um registrou como foi capaz. [28]
 
Alguns interpretam que essa declaração mostra que o evangelho de Mateus foi escrito em hebraico. Entretanto, uma leitura cuidadosa demonstra que Papias afirma que o evangelho foi escrito “em um estilo hebraico”, e não “na língua hebraica”. Estudiosos como J. Kurzinger e David Alan Brack apoiam essa interpretação. O Comentário Bíblico Moody também defende esse posicionamento ao afirmar que:
 
Muitos explicaram a declaração de Papias, dizendo que se referia a uma forma original do aramaico do qual se traduziu o nosso evangelho grego. Mas o nosso texto grego não tem as marcas de uma tradução, e a ausência de qualquer traço de um original aramaico lança pesadas duvidas sobre tal hipótese. Goodspeed argumenta detalhadamente que seria contrario à prática grega dar uma tradução grega o nome do autor do original aramaico, pois os gregos apenas se preocupavam com aquele que passava a obra para o grego. Como exemplos (ele cita o evangelho de Pedro) e o Velho Testamento grego, que foi denominado Septuaginta (os setenta)segundo seus tradutores, não segundo seus autores Hebreus. [29]

//
 
Por isso, os estudos modernos mostram que o Evangelho de Mateus foi composta em grego e não é diretamente dependente de nenhuma tradução em uma língua semítica, embora a citação de textos do Antigo Testamento demonstra que o autor desse Evangelho sabia hebraico. Outros ainda afirmam que a Epístola aos Hebreus foi escrita em Hebraico, sendo traduzida depois para o grego por Lucas. Essa possibilidade também não é sustentada pelos estudiosos modernos, que argumentam que a qualidade literária de Hebreus sugere que foi composta diretamente em Grego, ao invés de ter sido traduzidos.

//
 
Outra questão importante também é notar que muitos livros do Novo Testamento, especialmente os evangelhos de Marcos e João, foram escritos em um grego relativamente &quot;pobre&quot;. Eles estão distantes do refinado grego clássico encontrado nas composições feitas pela classe alta, elite governamental, e filósofos conceituados da época.
 
Uma minoria de estudiosos considera que a versão aramaica do Novo Testamento seria a original e acredita que o grego é apenas uma tradução. Este ponto de vista é conhecido como Primazia Aramaica.

//
 
Agora meu caro Marcos conheça o que é a etimologia do termo Novo Testamento
 
Olha o uso do termo Novo Testamento para descrever a coleção de textos que fazem parte da Bíblia, originou-se do latim Novum Testamentum, que foi pela primeira vez cunhado por Tertuliano. Alguns acreditam que esse termo é uma tradução do grego Διαθήκη Καινή.
 
Na opnião de alguns especialistas, esse termo grego era usado com o significado de “último desejo ou testamento”, conforme a tradução latina indica. O significado do termo aponta para um arranjo feito por um grupo que pode ser aceito ou rejeitado por outro grupo, embora esse não o possa alterar; e ele, quando aceito, une esses dois grupos de acordo com os termos ali contidos.
 
Esta frase grega encontra-se no próprio texto do Novo Testamento, onde é traduzido como &quot;nova aliança”. Aliança significa acordo ou contrato que envolve as duas partes que firmam algo. A frase também aparece mais cedo na Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento). Em Jeremias 31:31, a Septuaginta usou essa frase grega para traduzir o original hebraico בריתחדשה (b e chadashah RIT). O termo hebraico é também traduzido geralmente como nova aliança.

//
 
Como resultado, algumas pessoas afirmam que o termo foi usado pelos primeiros cristãos para se referir à nova aliança de Deus com o homem por intermédio de Jesus Cristo. Cerca de dois séculos mais tarde, na época de Tertuliano e Lactâncio , a frase era usada para designar uma coleção particular de livros que alguns acreditavam que incorporava esta nova aliança.
 
Tertuliano oferece o primeiro uso conhecido dos termos Novum Testamentum (Novo Testamento) e Vetus Testamentum (Antigo Testamento). Por exemplo, em Against Marcion, livro 3 e capítulo 14 (escrito no III século, em 208DC), ele escreveu que &quot;Isso pode ser entendido como o Verbo Divino, que é duplamente ligado com os dois testamentos da Lei e do Evangelho&quot;. No livro 4 do capítulo 6, complementou: &quot;Pois é certo que todo o objetivo a que ele (Marcião) tem trabalhado arduamente, mesmo na elaboração de suas Antíteses ... é para que ele possa estabelecer uma diversidade entre o Antigo e o Novo Testamento, de modo que o seu próprio Cristo possa ser separado do Criador, como pertencentes a este deus rival e como estrangeiro da Lei e dos Profetas&quot;.

//
 
Lactâncio (sec. III e IV) , autor cristão que escreveu em latim a obra Divino Instituto no início de século IV, relata no livro 4 e capítulo 20 o seguinte:
 
&quot;Mas toda a Escritura é dividido em dois Testamentos: o que precedeu o advento e da paixão de Cristo, isto é, a Lei e os Profetas, é chamado de Velho Testamento. Mas as coisas que foram escritas após a Sua ressurreição são nomeadas Novo Testamento. Os judeus fazem uso do Velho Testamento e nós do Novo. Mas os dois não são discordantes porque o Novo é o cumprimento do Velho, e em ambos há o mesmo testador: Cristo, que, depois de ter sofrido a morte por nós, fez-nos herdeiros do Seu reino eterno (...). Como o profeta Jeremias testemunha quando fala coisas como: &quot;Eis que dias vêm, diz o Senhor, que eu vou fazer um novo testamento para a casa de Israel e para a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão para tirá-los da terra do Egito, porque não continuou no meu testamento, e eu a desconsiderei, diz o Senhor &quot; [Jeremias 31:31-32] (...). Por Ele ter dito iria fazer um novo testamento para a casa de Judá, o Antigo Testamento, que foi dada por Moisés, não era perfeito. Mas sim o que era para ser dada por Cristo estaria completo.&quot;
 
A tradução da Vulgata do século V utiliza o termo testamentum em II Coríntios 3,6 e 14,6. 
 
Que também nos fez caber ministros do novo testamento, não na letra, mas no espírito. Pois a letra mata, mas o espírito vivifica. (Douay-Rheims)
 
Mas os seus sentidos foram obscurecidos. Pois, até o dia de hoje, o véu escuro da leitura do Antigo Testamento, não foi tirado (pois em Cristo é anulada). (Douay-Rheims)
 
No entanto, a mais moderna tradução em Português da Bíblia, a Nova Versão Internacional, traduz esses versos do grego koiné da seguinte forma:
 
Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.
 
Na verdade a mente deles se fechou, pois até hoje o mesmo véu permanece quando é lida a antiga aliança. Não foi retirado, porque é somente em Cristo que ele é removido.
Assim, é comum usar qualquer um desses dois termos em Português para traduzir: ou testamento ou aliança, mesmo que eles não sejam sinônimos.

//
 
Autoria
 
Por ser uma coleção de livros, o Novo Testamento foi escritor por vários autores. A visão tradicional é que esses livros foram escritos ou por apóstolos, como Mateus, João, Pedro e Paulo; ou por discípulos que trabalharam sob a direção desses apóstolos, como Marcos e Lucas. Todos esses escritores dos livros do Novo Testamento eram judeus, com exceção de Lucas. Três deles, Mateus, João e Pedro, faziam parte do grupo dos apóstolos de Jesus. Outros autores do Novo Testamento, como Marcos, Judas e Tiago foram ativos na igreja primitiva. Os três também já tinham contato com o grupo de apóstolos mesmo antes da morte de Jesus. Lucas e Paulo, embora não tenham sido testemunhas oculares da vida de Cristo, eram bem conhecidos daqueles que o foram. Nada se sabe sobre o autor de Hebreus.

//
 
Epístolas Paulinas
 
Treze das epístolas foram escritas pelo apóstolo Paulo. Alguns estudiosos aceitam apenas sete como autênticas. Entre essas cartas estão incluídas Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Filipenses, I Tessalonicenses e Filemon. Os outros livros do novo testamento, para os estudiosos liberais, foram escritos por pessoas que estavam próximas do apóstolo Paulo.
 
Entretanto, boa parte dos estudiosos concordam que as 13 epístolas que levam a autoria de Paulo, foram escritas ou ditadas por ele. F F Bruce afirma que &quot;já se foi o tempo em que se ousava negar a autenticidade e a autoria desses documentos&quot;.[30] Algumas dessas epístolas paulinas mostram claramente que foram ditadas por Paulo e escritas por um escriba: o livro de Romanos foi escrito por Tércio (Romanos 16,22) e o livro de I Coríntios parece ter sido escrita por Sóstenes (I Corintíos 1,1).
 
Das treze epístolas que levam o nome de Paulo, três foram escritas no fim de sua prisão em Roma. [31] I e II Timóteo e a carta de Tito são conhecida como epístolas pastorais.[32] As outras dez são conhecidas como epístolas de viagem, porque foram escritas nas viagens missionárias do apóstolo Paulo.

//
 
Hebreus
 
A Epístola aos Hebreus constitui o maior problema de autoria do Novo Testamento. Na verdade, a questão sobre a autoria de Hebreus é antiga, remontando ao século III.
 
O escritor eclesiástico Caio não considerava Hebreus como sendo escrita por Paulo.[33] Orígenes afirmava que “se pois alguma igreja considera essa epístola proveniente de Paulo, que seja louvada por isso, pois tão pouco esses homens da antiguidade a transmitiram como tal sem causa; mas só Deus sabe quem realmente escreveu essa epístola”.[34] Eusébio declarou que Clemente de Alexandria afirmava que essa epístola foi escrita por Paulo e hebraico, e traduzida para o grego por Lucas.[35] Já Tertuliano atribuia a autoria a Barnabé[36]; e Apolo foi uma sugestão de Martinho Lutero.[37]
 
Entretanto, a única certeza que se tem é que o autor não era discípulo imediato de Cristo (Hebreus 2,3). Era judeu, uma vez que empregava a primeira pessoa do plural para se referir ao seu público judaico. Era amigo de Timóteo e pertencia ao círculo paulino (Hebreus 13,23). Além disso, era muito versado no Antigo Testamento, fazendo uso da versão grega da Septuaginta (LXX).
 
Evangelhos
 
Os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), tem uma inter-relação única. Eles descrevem muitos dos mesmos acontecimentos e atribuem a Jesus palavras semelhantes ou iguais. A visão dominante entre os estudiosos para explicar essa inter-relação é a hipótese das duas fontes. Esta hipótese propõe que Mateus e Lucas estruturaram seus evangelhos de forma significativa sobre o Evangelho de São Marcos; e outra fonte que continha os ditos de Jesus, conhecida como &quot;Q&quot; (derivado de Quelle, palavra alemã para &quot;fonte&quot;). A natureza e até mesmo a existência de uma fonte escrita contendo esse material partilhado por Mateus e Lucas e designada como Q tem sido questionada por alguns estudiosos, alguns dos quais propuseram a hipótese de variantes a fim de nuançar ou mesmo acabar com a fonte Q.
 
Os estudiosos que reconhecem a existência de Q argumentam que este era um documento único de escrita, enquanto alguns sugerem que o &quot;Q&quot; foi realmente um número de documentos ou tradições orais. Se fosse uma fonte documental, não há informações sobre o seu autor ou autores, e é praticamente impossível obter essa informação a partir dos recursos atualmente disponíveis.

//
 
Agora Marcos a Data da composição embora não se tenha nenhum dos documentos originais, mas tão somente manuscritos dos séculos posteriores, de modo geral acredita-se que os livros do Novo Testamento teriam sido escritos no século I da era comum. As datas exatas de escrita dos livros propostas por pesquisadores possuem variações. Alguns consideram que o Novo Testamento praticamente completo (com exceção de Apocalipse) já estava escrito antes do ano 70, com alguns livros tendo sido escritos apenas alguns anos após os eventos que narram. De outro lado estão pesquisadores que consideram que todos os livros do Novo Testamento foram escritos bem depois dos acontecimentos relativos à morte de Jesus.
 
Apesar do Evangelho de Mateus figurar como o primeiro livro do Novo Testamento bíblico, é de maneira geral aceito entre pesquisadores que este não foi o primeiro a ser escrito, nem entre os evangelhos e quanto às demais obras. Isto porque o Evangelho mais antigo teria sido o de Marcos, cuja data de escrita costuma ser calculada entre os anos 55 e 65 da era comum e pode ter servido de fonte para Lucas e Mateus ampliarem as informações sobre a vida de Jesus na terra, embora contenha 31 versículos a mais relativos a outros milagres não relatados pelos demais evangelistas.
 
Todavia, supõe-se que os livros mais antigos teriam sido as epístolas de Tiago e de Paulo aos gálatas, cuja época teria sido, aproximadamente, em torno do ano 49 da era comum, antes do Concílio de Jerusalém.
 
Já os últimos livros a serem escritos têm a sua autoria atribuída ao apóstolo João e seriam o seu Evangelho, as três epístolas e o Apocalipse. Este, por volta do ano 95 da era comum, em Patmos , no período da perseguição do imperador Domiciano.
 
Importante observar que o período que pode ter sido o de maior produção dos escritos do Novo Testamento corresponderia à década de 60 do século I, talvez como uma iniciativa de preservar as informações sobre as origens do cristianismo na época das perseguições de Nero, quando a maioria dos apóstolos foram martirizados, entre os quais Pedro e Paulo.

//
 
Por outro lado, as epístolas de Paulo foram muito utilizadas pelo apóstolo para fins de comunicação com as comunidades cristãs e com os pregadores durante os tempos de suas viagens missionárias e na época de Nero. Algumas cartas, como a epístola aos gálatas teriam sido bem antes da primeira perseguição aos cristãos do Império Romano. Outras teriam sido após os últimos relatos que constam no livro de Atos.

 

COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO APOSTÓLICO ROMANO]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OLHA RENATO DE CARVALHO A IGREJA CATÓLICA NASCEU PRIMEIRO POIS ELA TEM 2000 MIL ANOS E NASCEU EM PENTECOSTES E COM ELA NASCEU TAMBÉM  FOI NASCENDO A ORIGEM E FORMAÇÃO DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO </p>
<p>////////</p>
<p>AGORA RENATO DE CARVALHO VEJA AQUI NESSA MATÉRIA ALGUMAS DAS PROVAS CLARAS E MAIS COM TESTEMUNHAS OCULARES E COM FATOS VERÍDICOS DA ÉPOCAS DOS FATOS ISSO.</p>
<p>OLHA RENATO DE CARVALHO ISSO AQUI  É HISTÓRIA QUE CONFIRMA A ARQUEOLOGIA QUE CONFIRMA A GEOLOGIA E A GEOGRAFIA . SEM CONTAR TODOS OS ESCRITORES ECLESIÁSTICOS DA ÉPOCA DOS FATOS.</p>
<p>Novo Testamento (do grego: Διαθήκη Καινὴ, Kaine Diatheke) é o nome dado à coleção de livros que compõe a segunda parte da Bíblia cristã. A primeira parte é denominada Antigo Testamento. Seu conteúdo foi escrito após a morte de Jesus Cristo e é dirigido explicitamente aos cristãos, embora dentro da religião cristã tanto o Antigo quanto o Novo Testamento são considerados, em conjunto, Escrituras Sagradas. [1]</p>
<p>//</p>
<p>Os livros que compõe essa segunda parte da Bíblia foram escritos a medida que o cristianismo era difundido no mundo antigo, refletindo e servindo como fonte para a teologia cristã. Essa coleção de 27 livros influenciou não apenas a religião, a política e a filosofia, mas também deixou sua marca permanente na literatura, na arte e na música. [2]</p>
<p>//</p>
<p>O Novo Testamento é constituído por uma coletânea de trabalhos escritos em momentos diferentes e por vários autores. Em praticamente todas as tradições cristãs da atualidade, o Novo Testamento é composto de 27 livros. Os textos originais foram escritos por seus respectivos autores a partir do ano 42 dC[3], em grego koiné[4], a língua franca da parte oriental do Império Romano, onde também foram compostos. A maioria dos livros que compõe o Novo Testamento parece ter sido escrito por volta da segunda metade do século I.[5]</p>
<p>//</p>
<p>Fazem parte dessa coleção de textos as 13 cartas do apóstolo Paulo (maior parte da obra, escritas provavelmente entre os anos 50 e 68 dC[6]), os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João (narrativas da vida, ensino e morte de Jesus Cristo, conhecidos como os Quatro Evangelhos), Atos dos Apóstolos (narrativa do ministério dos Apóstolos e da história da Igreja primitiva) além de algumas epístolas católicas menores escrito por vários autores e que tem com conteúdo instruções, resoluções de conflito e outras orientações para a igreja cristã primitiva. Por fim, o Apocalipse do apóstolo João.</p>
<p>//</p>
<p>Uma nota Marcos saiba que nem todos esses livros foram aceitos imediatamente pela Igreja. Alguma dessas cartas foram contestadas na antiguidade, como apocalipse de João e algumas Epístolas Católicas menores (II Pedro, Judas, Tiago, II e III João).[7] Entretanto, gradualmente eles se juntaram a coleção já existente que era aceita pelos Cristãos, formando o cânone do Novo Testamento. Outros livros, como o Pastor de Hermas, as epístolas de Policarpo, de Inácio e as cartas de Clemente, circularam na coleção antiga de livros que era aceita por algumas comunidades cristãs. Porém, esses livros foram excluídos do Novo Testamento pela Igreja primitiva.[8]</p>
<p>Curiosamente, apesar do Cânon do Antigo Testamento não ser aceito uniformemente dentro do cristianismo (católicos, protestantes , ortodoxos gregos, eslavos e armênios divergentes quanto aos livros incluídos no Antigo Testamento), os 27 que formam o Cânon do Novo Testamento foram aceitos quase que universalmente dentro do cristianismo, pelo menos desde o século III. As exceções são o Novo Testamento da Igreja Ortodoxa da Etiópia, por exemplo, que considera autêntico o Pastor de Hermas (séc. II) e a Peshitta, Bíblia da Igreja Ortodoxa Síria, utilizada por muitas Igrejas da Síria, que não inclui o Apocalipse de João na lista de livros inspirados.[9]<br />
 //<br />
Livros do Novo Testamento</p>
<p>Os 27 livros do Novo Testamento foram escritos em diversos lugares e por autores diferentes que classificaram seus Escritos como inspirados, ao lado dos Escritos do Antigo Testamento. Entretanto, ao contrário do Antigo Testamento, o Novo foi produzido em um curto espaço de tempo, durante menos de um século.[10] Esses livros eram respeitados, colecionados e circulavam na igreja primitiva como Escrituras Sagradas. O fato desses livros terem sido lidos, citados, colecionados, e passados de mão em mão dentro das igreja do início do cristianismo, assegura que a Igreja Primitiva tinham eles como proféticos ou divinamente inspirados desde o começo. [11]</p>
<p>//</p>
<p>Evangelhos</p>
<p>A palavra Evangelho significa &#8220;Boas Novas&#8221;. Eles referem-se ao nascimento do Messias prometido. Cada um dos quatro evangelhos do Novo Testamento narra a história da vida e da morte de Jesus de Nazaré. Esses evangelhos são composições anônimas que levam o nome dos seus autores no título.[12] Assim, no século II esses livros eram denominados na seguinte fórmula: &#8220;O Evangelho de&#8230;&#8221; ou &#8220;O Evangelho segundo&#8230;&#8221; (Em grego: τὸ εὐαγγέλιον κατὰ &#8230;) + nome do evangelista que foi o autor do evangelho. Todos os quatro evangelhos foram reunidos logo após o Evangelho de João ter sido escrito. [13] A coleção de quatro livros era conhecida como &#8220;O Evangelho&#8221; no começo do segundo século. Assim, o cristianismo primitivo sempre aceitou esses evangelhos porque conheciam seus autores. [14] Os evangelhos de Mateus, Marcos e João parecem ter sido escritos como biografias, seguindo o modelo da antiguidade, enquanto Lucas e Atos parece ter sido composto como uma monografia histórica em dois volumes.[15] São eles:</p>
<p>Evangelho de Mateus &#8211; atribuído ao apóstolo Mateus. Este evangelho começa com a genealogia de Jesus e a história do seu nascimento. Termina com o comissionamento dos discípulos por Jesus depois de ressuscitado. O principal objetivo do evangelho de Mateus é mostrar para os judeus que Jesus era o Messias. Apesar dos vários debates sobre sua datação, ele provavelmente foi escrito depois da morte de Jesus (31dc) entre os anos 50-65dc.[16] Era considerado o manifesto da igreja de Jerusalém e, por conseguinte, o documento fundamental do início da fé cristã;[17]</p>
<p>//</p>
<p>Evangelho de Marcos &#8211; atribuído a Marcos, o Evangelista. Marcos não era um dos doze apóstolos de Jesus, mas foi um dos ajudantes de Paulo e depois de Pedro.[18] Segundo os pais da igreja, o evangelho de Marcos foi escrito com base no ensino do apóstolo Pedro, depois de uma palestra feita em Roma para os pagãos por volta do ano 65 dc.[19]&lt;[20][21] Este evangelho começa com a pregação de João Batista e o batismo de Jesus. Alguns manuscritos antigos não trazem os versículos 9-20 do último capítulo;[22] outros manuscritos apresentam finais diferentes.[23]</p>
<p>//</p>
<p>Evangelho de Lucas &#8211; atribuído a Lucas, que também não foi um dos doze apóstolos, mas é mencionado no Novo Testamento como companheiro do apóstolo Paulo (II Timóteo 4:11) e médico (Colossenses 4:14).[24] O autor não foi testemunha ocular das coisas que registrou, mas fez uma minuciosa investigação com essas pessoas que presenciaram os fatos contidos nesse evangelho (Lucas 1:1-4). Ele é digido para alguém chamado Teófilo, que até hoje é desconhecido. Este evangelho começa com histórias paralelas do nascimento e da infância de João Batista e Jesus e termina com as aparições de Jesus ressuscitado e sua ascensão ao céu. Seus objetivos era contar a história de Cristo a partir dessas testemunhas oculares. Foi escrito provavelmente no ano 63dc;[25]</p>
<p>//</p>
<p>Evangelho de João &#8211; atribuído ao apóstolo João, filho de Zebedeu. Este evangelho começa com um prólogo filosófico e termina com as aparições de Jesus ressuscitado. Foi escrito no final do século I[26] e tinha como objetivo complementar de diversas maneiras o registro que tinha sido fornecido sobre a história de Jesus pelos outros três evangelistas.[27]<br />
 //<br />
Os três primeiros evangelhos listados acima são classificados como os Evangelhos sinópticos. Isso porque eles contêm relatos semelhantes da vida e ensino de Jesus. Esses três evangelhos possuem várias dependências literárias. Há duas possíveis explicações para sua formação. Alguma corrente de estudiosos mais liberais afirmam que eles foram escritos com base em uma fonte “Q” (Queller em alemão), que é desconhecida até os dias de hoje; Ou então com base no Evangelho segundo os Hebreus (65-100), que sobreviveu apenas em fragmentos encontrados nas citações feitas por vários pais da igreja primitiva. A segunda explicação para a dependência literária dos evangelhos sinóticos afirma que o evangelho de Mateus foi escrito primeiro. Depois, Lucas utilizou o evangelho de Mateus e o evangelho segundo os Hebreus, além de outros evangelhos que circulavam na época e que não sobreviveram até os dias de hoje. Por fim, o evangelho de Marcos seria fruto de uma palestra que Pedro deu com base nos evangelhos de Mateus e de Lucas.</p>
<p>//</p>
<p>Já o Evangelho de João é estruturado de forma diferente dos evangelhos sinóticos e inclui histórias de vários milagres palavras de Jesus que não são encontradas nos outros três evangelhos. Esses quatro evangelhos foram unanimemente aceitos como parte do Cânon Sagrado do Novo Testamento. Porém, ele foram apenas alguns entre os muitos outros evangelhos cristãos. A existência de tais textos é mencionada no início do Evangelho de Lucas (Lc 1:1-4). Outros evangelhos, como os chamados &quot;evangelhos judaico-cristão&quot; ou o Evangelho de Tomé, oferecem uma precisa ajuda para entender o contexto do cristianismo primitivo. Além disso, esses outros evangelhos que não foram incluídos no Cânon sagrado podem fornecer alguma ajuda na reconstrução do Jesus histórico.</p>
<p>//</p>
<p>Agora Marcos um pouquinho de História entenda que o &#8230;</p>
<p>Atos dos Apóstolos &#8211; É a continuação do Evangelho de Lucas (At 1.1 e 2) e conta a história de como a mensagem cristão foi anunciada em Jerusalém, Samaria e as demais regiões do império Romano (At 1.8). Nesse livro, destacam-se duas pessoas: Paulo e Pedro. Pedro dirige o trabalho cristão em Jerusalém, Samaria (At 1.12 – 8.25), Lida, Jope e Cesaréia (At 9.32-11.18). Esse livro também trata da conversão do apóstolo Paulo (At 9) e de suas viagens missionárias pelo Império Romano (At 13-28). Examinando o estilo, a fraseologia e outras evidências internas, a maioria dos estudiosos atribui a Lucas a autoria desse evangelho. Ele foi escrito provavelmente antes da morte do apostolo Paulo por Nero, por volta de 67-68 dc. Isso porque esse livro não cita a morte de Paulo, fato que seria muito relevante para a história cristã antiga.</p>
<p>//</p>
<p>Epístolas Paulinas</p>
<p>As epístolas paulinas (ou Corpus Paulinum) são cartas escritas pelo apóstolo Paulo. Essas epístolas tratam de pontos teológicos importantes para o desenvolvimento da doutrina cristã no cristianismo primitivo. Geralmente, essas epístolas foram escritas tanto para indivíduos, quanto para as primeiras comunidades cristãs.</p>
<p>Romanos<br />
I Coríntios<br />
II Coríntios<br />
Gálatas<br />
Efésios<br />
Filipenses<br />
Colossenses<br />
I Tessalonicenses<br />
II Tessalonicenses<br />
I Timóteo<br />
II Timóteo<br />
Tito<br />
Filémon</p>
<p>Hebreus</p>
<p>Hebreus &#8211; Sua autoria é incerta. A ciência moderna rejeita ter sido escrita por Paulo. Até mesmo na antiguidade sua autoria foi debatida. Orígenes escreveu: &quot;Os homens dos tempos antigos afirmaram que Paulo foi o autor, mas quem escreveu essa Epístola apenas Deus sabe&quot;. O que se sabe é que ela foi escrita na segunda geração de cristãos (Hb 2.1-4) e após um intervalo considerável de tempo depois da conversão do destinatário (Hb 5.12). Assim, o livro de Hebreus parece ter sido escrito no final do ano 60dC.</p>
<p>//</p>
<p>Epístolas Católicas</p>
<p>Compreende as epístolas escritas para a igreja em geral. O termo &quot;católico&quot; [grego: καθολική, katholike, que significa &quot;universal&quot;] é usado para descrever essas cartas já nos manuscritos mais antigos onde essas cartas estão presentes. As cartas também são conhecidas como Epístolas Gerais.</p>
<p>Epístola de Tiago &#8211; Escrito por Tiago, irmão de Jesus e de Judas Tomé;<br />
Primeira Epístola de Pedro &#8211; Escrita por Pedro;<br />
Segunda Epístola de Pedro &#8211; Escrita por Pedro;<br />
Primeira Epístola de João &#8211; Escrita por João;<br />
Segunda Epístola de João &#8211; Escrita por João;<br />
Terceira Epístola de João &#8211; Escrita por João;<br />
Epístola de Judas &#8211; Escrita por Judas Tomé, o irmão de Jesus e de Tiago.<br />
//////////////<br />
Profecia</p>
<p>Apocalipse &#8211; Último livro do Novo Testamento, o Apocalipse de João foi escrito pelo Apóstolo João, filho de Zebedeu. Alguns sustentam a posição de que seu autor foi outro João, da cidade de Patmos. Mas a evidência interna aponta o autor do Evangelho de João e das três epístolas Joaninas como seu autor. O livro começa com cartas para sete igrejas das província da Ásia. Depois toma a forma de um apocalipse, gênero literário popular tanto no judaísmo quanto no cristianismo</p>
<p>//</p>
<p>Antigo.</p>
<p>Idioma</p>
<p>Judeus e gentios utilizavam os mesmos idiomas para se comunicarem em Jerusalém na época de Jesus: aramaico, grego koiné, e até certo ponto, um dialeto coloquial de Mishnaic hebraico. Todos os livros que formaram o Novo Testamento foram escritos em grego Koiné, o dialeto vernáculo que na época era falado nas províncias romanas do Mediterrâneo Oriental. Estes livros foram posteriormente traduzidas para outros idiomas, principalmente, o latim, o sírio e o copta. Entretanto, alguns alegam que o Evangelho de Mateus foi escrito em hebraico com base na seguinte declaração de Papias, citada no livro História Eclesiástica, de Eusébio:</p>
<p>//</p>
<p>Mateus compôs as declarações (ta logia) em um estilo hebraico (hebraidi dialekto), e cada um registrou como foi capaz. [28]</p>
<p>Alguns interpretam que essa declaração mostra que o evangelho de Mateus foi escrito em hebraico. Entretanto, uma leitura cuidadosa demonstra que Papias afirma que o evangelho foi escrito “em um estilo hebraico”, e não “na língua hebraica”. Estudiosos como J. Kurzinger e David Alan Brack apoiam essa interpretação. O Comentário Bíblico Moody também defende esse posicionamento ao afirmar que:</p>
<p>Muitos explicaram a declaração de Papias, dizendo que se referia a uma forma original do aramaico do qual se traduziu o nosso evangelho grego. Mas o nosso texto grego não tem as marcas de uma tradução, e a ausência de qualquer traço de um original aramaico lança pesadas duvidas sobre tal hipótese. Goodspeed argumenta detalhadamente que seria contrario à prática grega dar uma tradução grega o nome do autor do original aramaico, pois os gregos apenas se preocupavam com aquele que passava a obra para o grego. Como exemplos (ele cita o evangelho de Pedro) e o Velho Testamento grego, que foi denominado Septuaginta (os setenta)segundo seus tradutores, não segundo seus autores Hebreus. [29]</p>
<p>//</p>
<p>Por isso, os estudos modernos mostram que o Evangelho de Mateus foi composta em grego e não é diretamente dependente de nenhuma tradução em uma língua semítica, embora a citação de textos do Antigo Testamento demonstra que o autor desse Evangelho sabia hebraico. Outros ainda afirmam que a Epístola aos Hebreus foi escrita em Hebraico, sendo traduzida depois para o grego por Lucas. Essa possibilidade também não é sustentada pelos estudiosos modernos, que argumentam que a qualidade literária de Hebreus sugere que foi composta diretamente em Grego, ao invés de ter sido traduzidos.</p>
<p>//</p>
<p>Outra questão importante também é notar que muitos livros do Novo Testamento, especialmente os evangelhos de Marcos e João, foram escritos em um grego relativamente &quot;pobre&quot;. Eles estão distantes do refinado grego clássico encontrado nas composições feitas pela classe alta, elite governamental, e filósofos conceituados da época.</p>
<p>Uma minoria de estudiosos considera que a versão aramaica do Novo Testamento seria a original e acredita que o grego é apenas uma tradução. Este ponto de vista é conhecido como Primazia Aramaica.</p>
<p>//</p>
<p>Agora meu caro Marcos conheça o que é a etimologia do termo Novo Testamento</p>
<p>Olha o uso do termo Novo Testamento para descrever a coleção de textos que fazem parte da Bíblia, originou-se do latim Novum Testamentum, que foi pela primeira vez cunhado por Tertuliano. Alguns acreditam que esse termo é uma tradução do grego Διαθήκη Καινή.</p>
<p>Na opnião de alguns especialistas, esse termo grego era usado com o significado de “último desejo ou testamento”, conforme a tradução latina indica. O significado do termo aponta para um arranjo feito por um grupo que pode ser aceito ou rejeitado por outro grupo, embora esse não o possa alterar; e ele, quando aceito, une esses dois grupos de acordo com os termos ali contidos.</p>
<p>Esta frase grega encontra-se no próprio texto do Novo Testamento, onde é traduzido como &quot;nova aliança”. Aliança significa acordo ou contrato que envolve as duas partes que firmam algo. A frase também aparece mais cedo na Septuaginta (a tradução grega do Antigo Testamento). Em Jeremias 31:31, a Septuaginta usou essa frase grega para traduzir o original hebraico בריתחדשה (b e chadashah RIT). O termo hebraico é também traduzido geralmente como nova aliança.</p>
<p>//</p>
<p>Como resultado, algumas pessoas afirmam que o termo foi usado pelos primeiros cristãos para se referir à nova aliança de Deus com o homem por intermédio de Jesus Cristo. Cerca de dois séculos mais tarde, na época de Tertuliano e Lactâncio , a frase era usada para designar uma coleção particular de livros que alguns acreditavam que incorporava esta nova aliança.</p>
<p>Tertuliano oferece o primeiro uso conhecido dos termos Novum Testamentum (Novo Testamento) e Vetus Testamentum (Antigo Testamento). Por exemplo, em Against Marcion, livro 3 e capítulo 14 (escrito no III século, em 208DC), ele escreveu que &quot;Isso pode ser entendido como o Verbo Divino, que é duplamente ligado com os dois testamentos da Lei e do Evangelho&quot;. No livro 4 do capítulo 6, complementou: &quot;Pois é certo que todo o objetivo a que ele (Marcião) tem trabalhado arduamente, mesmo na elaboração de suas Antíteses &#8230; é para que ele possa estabelecer uma diversidade entre o Antigo e o Novo Testamento, de modo que o seu próprio Cristo possa ser separado do Criador, como pertencentes a este deus rival e como estrangeiro da Lei e dos Profetas&quot;.</p>
<p>//</p>
<p>Lactâncio (sec. III e IV) , autor cristão que escreveu em latim a obra Divino Instituto no início de século IV, relata no livro 4 e capítulo 20 o seguinte:</p>
<p>&quot;Mas toda a Escritura é dividido em dois Testamentos: o que precedeu o advento e da paixão de Cristo, isto é, a Lei e os Profetas, é chamado de Velho Testamento. Mas as coisas que foram escritas após a Sua ressurreição são nomeadas Novo Testamento. Os judeus fazem uso do Velho Testamento e nós do Novo. Mas os dois não são discordantes porque o Novo é o cumprimento do Velho, e em ambos há o mesmo testador: Cristo, que, depois de ter sofrido a morte por nós, fez-nos herdeiros do Seu reino eterno (&#8230;). Como o profeta Jeremias testemunha quando fala coisas como: &quot;Eis que dias vêm, diz o Senhor, que eu vou fazer um novo testamento para a casa de Israel e para a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão para tirá-los da terra do Egito, porque não continuou no meu testamento, e eu a desconsiderei, diz o Senhor &quot; [Jeremias 31:31-32] (&#8230;). Por Ele ter dito iria fazer um novo testamento para a casa de Judá, o Antigo Testamento, que foi dada por Moisés, não era perfeito. Mas sim o que era para ser dada por Cristo estaria completo.&quot;</p>
<p>A tradução da Vulgata do século V utiliza o termo testamentum em II Coríntios 3,6 e 14,6. </p>
<p>Que também nos fez caber ministros do novo testamento, não na letra, mas no espírito. Pois a letra mata, mas o espírito vivifica. (Douay-Rheims)</p>
<p>Mas os seus sentidos foram obscurecidos. Pois, até o dia de hoje, o véu escuro da leitura do Antigo Testamento, não foi tirado (pois em Cristo é anulada). (Douay-Rheims)</p>
<p>No entanto, a mais moderna tradução em Português da Bíblia, a Nova Versão Internacional, traduz esses versos do grego koiné da seguinte forma:</p>
<p>Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.</p>
<p>Na verdade a mente deles se fechou, pois até hoje o mesmo véu permanece quando é lida a antiga aliança. Não foi retirado, porque é somente em Cristo que ele é removido.<br />
Assim, é comum usar qualquer um desses dois termos em Português para traduzir: ou testamento ou aliança, mesmo que eles não sejam sinônimos.</p>
<p>//</p>
<p>Autoria</p>
<p>Por ser uma coleção de livros, o Novo Testamento foi escritor por vários autores. A visão tradicional é que esses livros foram escritos ou por apóstolos, como Mateus, João, Pedro e Paulo; ou por discípulos que trabalharam sob a direção desses apóstolos, como Marcos e Lucas. Todos esses escritores dos livros do Novo Testamento eram judeus, com exceção de Lucas. Três deles, Mateus, João e Pedro, faziam parte do grupo dos apóstolos de Jesus. Outros autores do Novo Testamento, como Marcos, Judas e Tiago foram ativos na igreja primitiva. Os três também já tinham contato com o grupo de apóstolos mesmo antes da morte de Jesus. Lucas e Paulo, embora não tenham sido testemunhas oculares da vida de Cristo, eram bem conhecidos daqueles que o foram. Nada se sabe sobre o autor de Hebreus.</p>
<p>//</p>
<p>Epístolas Paulinas</p>
<p>Treze das epístolas foram escritas pelo apóstolo Paulo. Alguns estudiosos aceitam apenas sete como autênticas. Entre essas cartas estão incluídas Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Filipenses, I Tessalonicenses e Filemon. Os outros livros do novo testamento, para os estudiosos liberais, foram escritos por pessoas que estavam próximas do apóstolo Paulo.</p>
<p>Entretanto, boa parte dos estudiosos concordam que as 13 epístolas que levam a autoria de Paulo, foram escritas ou ditadas por ele. F F Bruce afirma que &quot;já se foi o tempo em que se ousava negar a autenticidade e a autoria desses documentos&quot;.[30] Algumas dessas epístolas paulinas mostram claramente que foram ditadas por Paulo e escritas por um escriba: o livro de Romanos foi escrito por Tércio (Romanos 16,22) e o livro de I Coríntios parece ter sido escrita por Sóstenes (I Corintíos 1,1).</p>
<p>Das treze epístolas que levam o nome de Paulo, três foram escritas no fim de sua prisão em Roma. [31] I e II Timóteo e a carta de Tito são conhecida como epístolas pastorais.[32] As outras dez são conhecidas como epístolas de viagem, porque foram escritas nas viagens missionárias do apóstolo Paulo.</p>
<p>//</p>
<p>Hebreus</p>
<p>A Epístola aos Hebreus constitui o maior problema de autoria do Novo Testamento. Na verdade, a questão sobre a autoria de Hebreus é antiga, remontando ao século III.</p>
<p>O escritor eclesiástico Caio não considerava Hebreus como sendo escrita por Paulo.[33] Orígenes afirmava que “se pois alguma igreja considera essa epístola proveniente de Paulo, que seja louvada por isso, pois tão pouco esses homens da antiguidade a transmitiram como tal sem causa; mas só Deus sabe quem realmente escreveu essa epístola”.[34] Eusébio declarou que Clemente de Alexandria afirmava que essa epístola foi escrita por Paulo e hebraico, e traduzida para o grego por Lucas.[35] Já Tertuliano atribuia a autoria a Barnabé[36]; e Apolo foi uma sugestão de Martinho Lutero.[37]</p>
<p>Entretanto, a única certeza que se tem é que o autor não era discípulo imediato de Cristo (Hebreus 2,3). Era judeu, uma vez que empregava a primeira pessoa do plural para se referir ao seu público judaico. Era amigo de Timóteo e pertencia ao círculo paulino (Hebreus 13,23). Além disso, era muito versado no Antigo Testamento, fazendo uso da versão grega da Septuaginta (LXX).</p>
<p>Evangelhos</p>
<p>Os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos e Lucas), tem uma inter-relação única. Eles descrevem muitos dos mesmos acontecimentos e atribuem a Jesus palavras semelhantes ou iguais. A visão dominante entre os estudiosos para explicar essa inter-relação é a hipótese das duas fontes. Esta hipótese propõe que Mateus e Lucas estruturaram seus evangelhos de forma significativa sobre o Evangelho de São Marcos; e outra fonte que continha os ditos de Jesus, conhecida como &quot;Q&quot; (derivado de Quelle, palavra alemã para &quot;fonte&quot;). A natureza e até mesmo a existência de uma fonte escrita contendo esse material partilhado por Mateus e Lucas e designada como Q tem sido questionada por alguns estudiosos, alguns dos quais propuseram a hipótese de variantes a fim de nuançar ou mesmo acabar com a fonte Q.</p>
<p>Os estudiosos que reconhecem a existência de Q argumentam que este era um documento único de escrita, enquanto alguns sugerem que o &quot;Q&quot; foi realmente um número de documentos ou tradições orais. Se fosse uma fonte documental, não há informações sobre o seu autor ou autores, e é praticamente impossível obter essa informação a partir dos recursos atualmente disponíveis.</p>
<p>//</p>
<p>Agora Marcos a Data da composição embora não se tenha nenhum dos documentos originais, mas tão somente manuscritos dos séculos posteriores, de modo geral acredita-se que os livros do Novo Testamento teriam sido escritos no século I da era comum. As datas exatas de escrita dos livros propostas por pesquisadores possuem variações. Alguns consideram que o Novo Testamento praticamente completo (com exceção de Apocalipse) já estava escrito antes do ano 70, com alguns livros tendo sido escritos apenas alguns anos após os eventos que narram. De outro lado estão pesquisadores que consideram que todos os livros do Novo Testamento foram escritos bem depois dos acontecimentos relativos à morte de Jesus.</p>
<p>Apesar do Evangelho de Mateus figurar como o primeiro livro do Novo Testamento bíblico, é de maneira geral aceito entre pesquisadores que este não foi o primeiro a ser escrito, nem entre os evangelhos e quanto às demais obras. Isto porque o Evangelho mais antigo teria sido o de Marcos, cuja data de escrita costuma ser calculada entre os anos 55 e 65 da era comum e pode ter servido de fonte para Lucas e Mateus ampliarem as informações sobre a vida de Jesus na terra, embora contenha 31 versículos a mais relativos a outros milagres não relatados pelos demais evangelistas.</p>
<p>Todavia, supõe-se que os livros mais antigos teriam sido as epístolas de Tiago e de Paulo aos gálatas, cuja época teria sido, aproximadamente, em torno do ano 49 da era comum, antes do Concílio de Jerusalém.</p>
<p>Já os últimos livros a serem escritos têm a sua autoria atribuída ao apóstolo João e seriam o seu Evangelho, as três epístolas e o Apocalipse. Este, por volta do ano 95 da era comum, em Patmos , no período da perseguição do imperador Domiciano.</p>
<p>Importante observar que o período que pode ter sido o de maior produção dos escritos do Novo Testamento corresponderia à década de 60 do século I, talvez como uma iniciativa de preservar as informações sobre as origens do cristianismo na época das perseguições de Nero, quando a maioria dos apóstolos foram martirizados, entre os quais Pedro e Paulo.</p>
<p>//</p>
<p>Por outro lado, as epístolas de Paulo foram muito utilizadas pelo apóstolo para fins de comunicação com as comunidades cristãs e com os pregadores durante os tempos de suas viagens missionárias e na época de Nero. Algumas cartas, como a epístola aos gálatas teriam sido bem antes da primeira perseguição aos cristãos do Império Romano. Outras teriam sido após os últimos relatos que constam no livro de Atos.</p>
<p>COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO APOSTÓLICO ROMANO</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercessão dos Santos por EDMILSON</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/intercessao-dos-santos/comment-page-3/#comment-2170</link>
		<dc:creator>EDMILSON</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 22:13:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1103#comment-2170</guid>
		<description><![CDATA[Protestantes vejam aqui as Características das Heresias e um pouquinho de patrística

Vamos lá!

O gênio divisionista de Marcião criou uma nova doutrina pseudocristã, modificando a História Sagrada e publicando um cânon próprio das Escrituras. Isto que hoje nos parece tão familiar – depois de tantos séculos de Bíblias cerceadas, lendas negras e traduções deturpadas da Escritura – era então uma assombrosa novidade que cativou a muitos. Marcião sustentava, como muitos vieram a fazer desde então, que o Deus do Antigo Testamento era vingativo e colérico, que não podia corresponder à mansa e amorosa pessoa de Jesus. A partir de então, desenvolveu uma doutrina dualista que sustentava a existência de duas divindades, uma má (a do Antigo Testamento) e outra boa (a do Novo Testamento).

Ao iniciar uma nova igreja, sempre se tropeça com este problema: o que fazer com a Igreja Católica? Marcião não podia destruir a Igreja de Cristo, porém, podia desqualificá-la. Para isso, teve uma idéia que para nós parece bem desgastada, mas que era muito original naquela época: usar as Escrituras para impugnar a veracidade da doutrina católica.

O problema de usar essa estratégia é que as Escrituras do Antigo Testamento – inspiradas por um “deus mau”, segundo Marcião – ofereciam amplo e suficiente testemunho da futura vinda de Jesus. Essa “pequena” inconsistência não foi grande problema para o líder herege, que declarou nulo todo o Antigo Testamento. Ao fazer isto, Marcião estabeleceu outro grande princípio, que quase todo movimento herético seguiria no futuro: eliminar as partes da Bíblia que não convenham à nova doutrina enquanto que, ao mesmo tempo, se exalta a Escritura (modificada) como a autoridade sobre a qual o novo grupo eclesial é fundado.

Recordemos que Marcião apareceu no cenário cristã menos de cinco décadas depois de ter falecido o último Apóstolo de Cristo. A Igreja de então suportava frequentes perseguições, algumas locais e outras mais estendidas. Os Evangelhos e os demais escritos cristãos circulavam sem que houvesse um cânon definido e universal. A Bíblia da Igreja Católica desses anos era a versão dos LXX (ou Septuaginta Alexandrina), que consistia basicamente dos livros que hoje encontramos no Antigo Testamento da Bíblia Católica.

As razões para a ausência de um cânon cristão eram várias, principalmente as constantes perseguições que tornavam impossível aos bispos se reunirem em sínodos gerais, os quais seriam muito perigosos por razões óbvias. Passariam-se quase três séculos até que se apagassem as perseguições imperiais e os bispos pudessem se reunir livremente para considerar quais escritos deveriam ser aprovados para sua inclusão no Novo Testamento. Uma das boas coisas que ocorreu por consequência da heresia marcionita foi justamente isto: a Igreja Católica tomou consciência da importância de possuir uma lista ordenada de escritos cristãos autorizados.

Antes que a Igreja pudesse produzir tal lista, Marcião criou um “evangelho” de sua própria lavra. Nele declarava que o invisível, indescritível e benévolo Deus (aoratos akatanomastos agathos theos) teria se apresentado entre os judeus pregando no dia de sábado. O pseudo-evangelho de Marcião era uma versão modificada do Evangelho de Lucas, editado para apoiar as doutrinas dualistas do fundador da seita.

A esta altura, encontramos no movimento marcionista as características que logo se repetem nas heresias surgidas posteriormente:

1. A base da doutrina é um texto – a Escritura – e não o Depósito da Fé recebido por toda a comunidade, como na Igreja Católica.

2. O texto da Escritura é alterado ou redigido para afirmar as doutrinas do novo grupo, criando assim uma nova e distinta tradição. O oposto ocorre na Igreja Católica, que preserva cuidadosamente e exalta o papel da Escritura dentro do contexto da Sagrada Tradição.

3. Altera-se o contexto histórico ou até a própria História. Isto é feito com o duplo sentido de afirmar a própria doutrina e, ao mesmo tempo, impugnar a Igreja Católica, acusando-a de ser ela quem “conta a História à sua maneira”. Curiosamente, estas acusações tão imaturas imprimiram na Igreja o costume de documentar o desenvolvimento da sua própria doutrina na História. Na Igreja Católica a História, as Escrituras e a Doutrina da Igreja devem estar obrigatoriamente de acordo, sempre sem deixar espaço para dúvidas. É por isso que sabemos com certeza que hoje cremos na mesma fé declarada por Cristo e pelos Apóstolos.

Consequentemente, um dos testemunhos mais fortes que pode ser oferecido em favor do Catolicismo é a sua consistência e coerência durante vinte [e um] séculos de História. O mesmo não ocorreu com os marcionitas, que se dividiram em diversas seitas e, de uma espécie de puritanismo original, logo passaram para o Gnosticismo e, depois, para o Maniqueísmo, movimento que acabou absorvendo o Marcionismo por completo. Disto podemos deduzir uma quarta característica das heresias: sua instabilidade.

4. A instabilidade doutrinária e sua consequência (as divisões sectárias), identificam todas as heresias. Seguindo o ditado de “quem com o ferro mata, pelo ferro morrerá”, os criadores de divisões na Igreja logo recebem na própria carne o seu amargo remédio.

Podemos afirmar, sem medo de errar, que todos os movimentos dissidentes do Cristianismo que se afastaram da Igreja Católica possuem estas quatro características em menor ou maior grau. Quando Cristo pregou a parábola da videira, disse assim:

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando” (João 15,1-14).

É inegável a importância destas palavras de Cristo. A Igreja deve operar em união com Cristo e em unidade interna. É a única maneira de produzir “fruto”, isto é, a salvação das almas. Quem espera agir fora desta ordem que Cristo estabeleceu deixa de permanecer em Seu amor. Para permanecer no amor de Cristo, entende-se que devemos guardar os Seus mandamentos. Nesta simples parábola, Cristo resumiu as qualidades da Igreja que deverá durar até o fim do mundo. Todas elas provêm do amor cristão:

- A primeira qualidade é a humildade. Cristo é a videira, a plenitude da fé e o todo da Igreja, enquanto que seus discípulos são os ramos que se nutrem Dele. Não existe outra ordem pela qual algum dos ramos possa dar origem a outra videira distinta.

- A segunda qualidade é a obediência. Somos amigos de Cristo se fizermos o que Ele nos diz. Não há outra opção se O amamos.

- A terceira qualidade é consequência das outras duas: a união. A indivisibilidade da planta produz fruto que dá glória a Deus em Cristo. Essa união é o resultado visível do amor que começa em Cristo e se multiplica nos discípulos.

Como não ocorre – nem nunca ocorrerá – entre aqueles que se separam da Igreja Católica, estas três qualidades distintas produzem o milagre da duração da Igreja na História, que é por si mesma um poderoso testemunho da verdade do Evangelho. Quando Cristo nos adverte que sem Ele não podemos fazer nada, também agrega que nossa relação com Ele só pode ser frutífera. Sem Cristo, os ramos morrem sem dar fruto; com Cristo, a Igreja continua no mundo e na História, dando testemunho do Seu amor em perfeita união. Este é o fruto cristão por excelência!

Tendo comparado as qualidades próprias das heresias e da Igreja, não nos surpreende que as Palavras de Cristo se cumpram na História. Apenas a Igreja fundada por Cristo sobrevive dando testemunho ao longo dos séculos e ao mundo inteiro com a doutrina integral recebida de Cristo. Não importa quão numerosos sejam os membros de uma seita; sabemos que passarão enquanto que a Igreja continuará sua missão até que Jesus retorne. Os poderes malignos continuarão criando divisões, pois isto é da sua natureza; mesmo assim, não prevalecerão contra toda a Igreja (Mateus 16,13-20).

A Igreja já viu passar centenas de seitas, movimentos dissidentes, heresias crassas e toda espécie de inimigos. O testemunho da História é apenas um: a Igreja SEMPRE permanece e seus inimigos SEMPRE passam, pouco importando quão forte ou astuto tenham sido seus adversários. Aquele que a sustenta nunca dorme e Seu braço protetor jamais descansa!

João lucas disse:
março 29, 2013 às 7:08 pm
 2 5 Rate This
É simples ,e tao claro quanto a luz ,não precisamos seguir Lutero ,mais sim a Bíblia que e a palavra de Deus ,e esse livro tao fácil de ser achado e entendido ,por que que não lemos se ele é a própria palavra de Deus ; o que nos fala Êxodo 20 e 4.

Resposta
Helen disse:
abril 1, 2013 às 11:06 am
 3 1 Rate This
João Lucas,

Não precisa seguir a Lutero? Ótimo!!

Então abandone o livre exame bíblico – a quem Lutero deu o nome pomposo de Sola Scriptura.
Abandone a bíblia mutilada de Lutero e assim, volte a ser como os cristãos eram desde o princípio até a ruptura em 1540, quando Lutero dividiu o Corpo de Cristo com seus erros.

Não, não siga a Lutero que disse que Sete dos santos livros do Antigo Testamento não são Sagrados. E ao fazer isso, aceite que é permitido oferecer orações à Deus por aqueles que já morreram, como dito em 2 Macabeus e tantas outras coisas que os protestantes refutam por não terem uma bíblia completa.

Agora, se depois de ler isso que eu escrevi o sr ainda decidir continuar onde e como está, então por favor, não venha com o discurso afirmando seguir a Jesus e não a Lutero. Porque se o fizer, segue sim a Jesus, não tenho dúvida disso. Mas ao mesmo tempo aceita e compactua com o erro de Lutero.

EDMILSON disse:
maio 7, 2013 às 5:43 pm
 5 0 Rate This
Agora eu ti pergunto Helen? Esses leigos protestantes almenos conhecem as Heresias Cristológicas?

VAMOS A AULA:

1.	a fase apolinarista;
2.	a fase nestoriana;
3.	a fase monofisita;
4.	a fase monotelita.
A seguir, estudaremos as três primeiras destas etapas.

O Apolinarismo

Em plena controvérsia ariana, o Bispo Apolinário de Laodicéia (Síria), 310´390, mostrava´se fervoroso defensor do Credo niceno contra os arianos, mas afirmava que em Cristo a natureza humana carecia de alma humana; tomava ao pé da letra as palavras de S. João 1,14: “O Lógos se fez carne”, entendendo carne no sentido estrito, com exclusão de alma. O Lógos de Deus faria as vezes de alma humana em Jesus, isto é, seria responsável pelas funções vitais da natureza humana assumida pelo Lógos. Os argumentos em favor desta tese eram os seguintes: duas naturezas completas (Divindade e humanidade) não podem tornar´se um ser único; se Jesus as tivesse, Ele teria duas pessoas ou dois eu ´ o que seria monstruoso. Além disto, dizia, onde há um homem completo, há também o pecado; ora o pecado tem origem na vontade; por conseguinte, Jesus não podia ter vontade humana nem a alma espiritual, que é a sede da vontade. Apolinário expôs suas idéias no livro “Encarnação do Verbo de Deus”, que ele apresentou ao Imperador Joviano e que os seus discípulos difundiram. Foram condenadas num sínodo de Alexandria em 362; depois, pelo Papa S. Dâmaso em 377 e 382 e, especialmente, pelo Concílio de Constantinopla I (381). Verificando a oposição que lhe faziam bons teólogos, Apolinário limitou´se a negar a presença de mente (nous) humana em Jesus. S. Gregório de Nissa (? 394) e outros autores lhe responderam mediante belo princípio: “O que não foi assumido pelo Verbo, não foi redimido”´ o que quer dizer: Deus quer santificar e salvar a natureza humana pelo próprio mistério da Encarnação ou pela união da Divindade com a humanidade; se pois, a humanidade estava mutilada em Jesus, ela não foi inteiramente salva. Em Antioquia, fundou´se uma comunidade apolinarista, tendo à frente o Bispo Vital. Por volta de 420 esta foi reabsorvida pela Igreja ortodoxa, mas nem todos os seus membros abandonaram o erro, que reviveu, de certo modo, na heresia monofisita.

O Nestorianismo.

Afirmada a existência da natureza humana completa em Jesus, os teólogos puderam estudar mais detidamente o modo como humanidade e Divindade se relacionaram em Cristo. Antes, porém, de entrar em particulares, devemos mencionar as duas principais escolas teológicas da antigüidade: a alexandrina e a antioquena, que muito influíram na elaboração da Cristologia. A escola alexandrina era herdeira de forte tendência mística; procurava exaltar o divino e o transcendental nos artigos da fé. Interpretava a S. Escritura em sentido alegórico, tentando desvendar os mistérios divinos contidos nas Sagradas Letras. Em assuntos cristológicos, portanto, era inclinada a realçar o divino, com detrimento do humano. Ao contrário, a escola antioquena era mais dada à filosofia e à razão: voltava´se mais para o humano, sem negar o divino. Interpretava a S. Escritura em sentido literal e tendia a salientar em Jesus os predicados humanos mais do que os atributos divinos. Era mais racional, ao passo que a de Alexandria era mais mística. Dito isto, voltemos à história do dogma cristológico. A primeira tentativa de solução foi encabeçada por Nestório, elevado à cátedra episcopal de Constantinopla em 428. Afirmava que o Lógos habitava na humanidade de Jesus como um homem se acha num templo ou numa veste; haveria duas pessoas, em Jesus ´ uma divina e outra humana ´ unidas entre si por um vinculo afetivo ou moral. Por conseguinte, Maria não seria a Mãe de Deus (Theotókos), como diziam os antigos, mas apenas Mãe de Cristo (Christokós); ela teria gerado o homem Jesus, ao qual se uniu a segunda pessoa da SS. Trindade com a sua Divindade. Nestório propunha suas idéias em pregações ao povo, nas quais substituía o título “Mãe de Deus” por “Mãe de Cristo” As suas concepções suscitaram reação não só em Constantinopla, mas em outras regiões também, especialmente em Alexandria, onde S. Cirilo era Bispo ardoroso. Este escreveu em 429 aos bispos e aos monges do Egito, condenando a doutrina de Nestório. As duas correntes se dirigiram ao Papa Celestino I, que rejeitou a doutrina de Nestório num sínodo de 430. Deu ordem a S. Cirilo para que intimasse Nestório a retirar suas teorias no prazo de dez dias, sob pena de exílio; Cirilo enviou ao Patriarca de Constantinopla uma lista de doze anatematismos que condenavam o nestorianismo. Nestório não se quis dobrar, de mais a mais que podia contar com o apoio do Imperador; além do mais, tinha muitos seguidores na escola antioquena, entre os quais o próprio Bispo João de Antioquia. Em 431, o Imperador Teodósio II, instado por Nestório, convocou para Éfeso o terceiro Concílio Ecumênico a fim de solucionar a questão discutida. S. Cirilo, como representante do Papa Celestino I, abriu a assembléia diante de 153 Bispos. Logo na primeira sessão, foram apresentados os argumentos da literatura antiga favoráveis ao título Theotókos, que acabou sendo solenemente proclamado; daí se seguia que em Jesus havia uma só pessoa (a Divina); Maria se tornara Mãe de Deus pelo fato de que Deus quisera assumir a natureza humana no seu seio. Quatro dias após esta sessão, isto é, a 26/06/431 chegou a Éfeso o Patriarca Jogo de Antioquia, com 43 Bispos seus seguidores, todos favoráveis a Nestório; não quiseram unir´se ao Concílio presidido por S. Cirilo, representante do Papa; por isto formaram um conciliábulo, qual depôs Cirilo. O Imperador acompanhava tudo de perto e sentia´se indeciso. S. Cirilo então mobilizou todos os seus recursos, para mover Teodósio II em favor da reta doutrina; nisto foi ajudado por Pulquéria, piedosa e influente irmã mais velha do Imperador. Este finalmente apoiou a sentença de Cirilo e exilou Nestório. Todavia os antioquenos não se renderam de imediato; acusavam Cirilo de arianismo a apolinarismo. Após dois anos de litígio, em 433 puseram´se de acordo sobre uma fórmula de fé que. professava um só Cristo e Maria como Theotókos. O Nestorianismo, porém, não se extinguiu. Os seus adeptos, expulsos do Império Bizantino, foram procurar refúgio na Pérsia, onde fundaram a Igreja Nestoriana. Esta teve notável expansão até a China e a Índia Meridional; mas do século XIV em diante foi definhando por causa das incursões dos mongóis; em grande parte, os nestorianos voltaram à comunhão da Igreja universal (são hoje os cristãos caldeus e os cristãos de São Tomé). Em nossos dias muitos estudiosos têm procurado reabilitar a pessoa e a obra de Nestório, que parece ser autor de uma apologia intitulada “Tratado de Heraclides de Damasco”: pode´se crer que tenha tido reta intenção ; mas certamente sustentou posições errôneas por se ter apegado demasiadamente à Escola Antioquena.

O Monofisismo

A luta contra o Nestorianismo, que admitia em Jesus duas naturezas e duas pessoas, deu ocasião ao surto do extremo oposto, que é o monofisismo ou monofisitismo (“em Jesus há uma só natureza e uma só pessoa: a divina”). O primeiro arauto desta tese foi Eutiques, arquimandrita de Constantinopla: reconhecia que Jesus constava originariamente da natureza divina e da humana, mas afirmava que a natureza divina absorveu a humana, divinizando´a; após a Encarnação, só se poderia falar de uma natureza em Jesus: a divina. Esta doutrina tornou´se a heresia mais popular e mais poderosa da antigüidade, pois, para os orientais, a divinização da humanidade em Cristo era o modelo do que deve acontecer com cada cristão. Eutiques foi condenado como herege no Sínodo de Constantinopla em 448, sob o Patriarca Flaviano. Todavia não cedeu e reclamou contra uma pretensa injustiça, pois tencionava combater o Nestorianismo. Conseguiu assim ganhar os favores da corte. Solicitado pelo Patriarca Dióscoro de Alexandria, Teodósio II Imperador convocou em 449 novo Concílio Ecumênico para Éfeso, confiando a presidência do mesmo a Dióscoro, que era partidário de Estiques. Dióscoro, tendo aberto o Concílio negou a presidência aos legados papais; não permitiu que fosse lida a Carta do Papa S. Leão Magno, que propunha a reta doutrina: as duas naturezas em Cristo não se misturam nem confundem, mas cada qual exerce a sua atividade própria em comunhão com a outra; assim Cristo teve realmente fome, sede e cansaço, como homem, e pôde ressuscitar mortos como Deus. ´ Esse Concílio de Éfeso proclamou a ortodoxia de Eutiques; depôs Flaviano, Patriarca de Constantinopla, e outros Bispos contrários à tese monofisita… Todavia os seus decretos foram de curta duração. Os Bispos de diversas regiões o repudiaram como ilegítimo ou, segundo a expressão do Papa São Leão Magno, como “latrocínio de Éfeso”; pediam novo Concílio que de fato foi convocado após a morte de Teodósio II pela Imperatriz Pulquéria (irmã de Teodósio) e pelo general Marcião, que em 450 foi feito Imperador e se casou com Pulquéria. O novo Concílio, desta vez legítimo, reuniu´se em Caledônia, diante de Constantinopla, em 451; foi o mais concorrido da antigüidade, pois dele participaram mais de 600 membros, entre os quais três legados papais. A assembléia rejeitou o “latrocínio de Éfeso”; depôs Dióscoro e aclamou solenemente a Epístola Dogmática do Papa São Leão a Flaviano; esta serviu de base a uma confissão de fé, que rejeitava os extremos do Nestorianismo e do Monofisismo, propondo em Cristo uma só pessoa e duas naturezas: “Ensinamos e professamos um Único e idêntico Cristo… em duas naturezas, não confusas e não transformadas, não divididas, não separadas, pois a união das naturezas não suprimiu as diferenças; antes, cada uma das naturezas conservou as suas propriedades e se uniu com a outra numa Única pessoa e numa Única hipóstase”. Assim terminou a fase principal das disputas cristológicas: em Cristo não há duas naturezas e duas pessoas, pois isto destruiria a realidade da Encarnação e da obra redentora de Cristo; mas também não há uma só natureza e uma só pessoa, pois Cristo agiu como verdadeiro homem, sujeito à dor e à morte para transfigurar estas nossas realidades. Havia, pois, uma só pessoa (um só eu) divina, que, além de dispor da natureza divina desde toda a eternidade, assumiu a natureza humana no seio de Maria Virgem e viveu na terra agindo ora como Deus, ora como homem, mas sempre e somente com o seu eu divino. O encerramento do Concílio de Calcedônia não significou a extinção do monofisismo. Além da atração que esta doutrina exercia sobre os fiéis (especialmente os monges), propondo-lhes a humanidade divinizada de Cristo como modelo, motivos políticos explicam essa persistência da heresia; com efeito, na Síria e no Egito certos cristãos viam no Monofisismo a expressão de suas tendências nacionalistas, opostas ao helenismo e à dominação bizantina. Por isto os monofisitas continuaram a lutar contra o Imperador, que havia exilado Dióscoro e Eutiques e ameaçado de punição os adeptos destes: ocuparam sedes episcopais; inclusive a de Jerusalém (ao menos temporariamente). No século VII a situação se agravou, pois os muçulmanos ocuparam a Palestina, a Síria e o Egito, impedindo a ação de Bizâncio em prol da ortodoxia nesses países. Em conseqüência, os monofisitas foram constituindo Igrejas nacionais: a armena, a síria, a mesopotâmica, a egípcia e a etíope, que subsistem até hoje com cerca de 10 milhões de fiéis. No Egito, os monofisitas tomaram o nome de coptas, nome que guarda as três consoantes da palavra grega Aigyptos (g ou k, p, t ); são os antigos egípcios. Os ortodoxos se chamam melquitas (de melek, Imperador), pois guardam a doutrina ortodoxa patrocinada pelo Imperador em Calcedônia. Há coptas que se uniram a Roma em 1742, enquanto os outros permanecem monofisitas, mas professam quase o mesmo Credo que os católicos. Na Abissínia os monofisitas também são chamados coptas pois receberam forte influência do Egito. ´ Dentre os melquitas, grande parte aderiu ao cisma bizantino, separando´se de Roma em 1054; certos grupos, porém, estão hoje unidos à Igreja universal; ver capítulo 21. Na Síria e nos países vizinhos, os monofisitas foram chamados jacobitas, nome derivado de um dos seus primeiros chefes: Jacó Baradai (= o homem da coberta de cavalo, alusão às suas vestes maltrapilhas). Jacó, bispo de Edessa (541´578), trabalhou com zelo e êxito para consolidar as Comunidades monofisitas, As quais deu por cabeça o Patriarca Sérgio de Antioquia (544). A história das disputas cristológicas prosseguirá no capítulo seguinte]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Protestantes vejam aqui as Características das Heresias e um pouquinho de patrística</p>
<p>Vamos lá!</p>
<p>O gênio divisionista de Marcião criou uma nova doutrina pseudocristã, modificando a História Sagrada e publicando um cânon próprio das Escrituras. Isto que hoje nos parece tão familiar – depois de tantos séculos de Bíblias cerceadas, lendas negras e traduções deturpadas da Escritura – era então uma assombrosa novidade que cativou a muitos. Marcião sustentava, como muitos vieram a fazer desde então, que o Deus do Antigo Testamento era vingativo e colérico, que não podia corresponder à mansa e amorosa pessoa de Jesus. A partir de então, desenvolveu uma doutrina dualista que sustentava a existência de duas divindades, uma má (a do Antigo Testamento) e outra boa (a do Novo Testamento).</p>
<p>Ao iniciar uma nova igreja, sempre se tropeça com este problema: o que fazer com a Igreja Católica? Marcião não podia destruir a Igreja de Cristo, porém, podia desqualificá-la. Para isso, teve uma idéia que para nós parece bem desgastada, mas que era muito original naquela época: usar as Escrituras para impugnar a veracidade da doutrina católica.</p>
<p>O problema de usar essa estratégia é que as Escrituras do Antigo Testamento – inspiradas por um “deus mau”, segundo Marcião – ofereciam amplo e suficiente testemunho da futura vinda de Jesus. Essa “pequena” inconsistência não foi grande problema para o líder herege, que declarou nulo todo o Antigo Testamento. Ao fazer isto, Marcião estabeleceu outro grande princípio, que quase todo movimento herético seguiria no futuro: eliminar as partes da Bíblia que não convenham à nova doutrina enquanto que, ao mesmo tempo, se exalta a Escritura (modificada) como a autoridade sobre a qual o novo grupo eclesial é fundado.</p>
<p>Recordemos que Marcião apareceu no cenário cristã menos de cinco décadas depois de ter falecido o último Apóstolo de Cristo. A Igreja de então suportava frequentes perseguições, algumas locais e outras mais estendidas. Os Evangelhos e os demais escritos cristãos circulavam sem que houvesse um cânon definido e universal. A Bíblia da Igreja Católica desses anos era a versão dos LXX (ou Septuaginta Alexandrina), que consistia basicamente dos livros que hoje encontramos no Antigo Testamento da Bíblia Católica.</p>
<p>As razões para a ausência de um cânon cristão eram várias, principalmente as constantes perseguições que tornavam impossível aos bispos se reunirem em sínodos gerais, os quais seriam muito perigosos por razões óbvias. Passariam-se quase três séculos até que se apagassem as perseguições imperiais e os bispos pudessem se reunir livremente para considerar quais escritos deveriam ser aprovados para sua inclusão no Novo Testamento. Uma das boas coisas que ocorreu por consequência da heresia marcionita foi justamente isto: a Igreja Católica tomou consciência da importância de possuir uma lista ordenada de escritos cristãos autorizados.</p>
<p>Antes que a Igreja pudesse produzir tal lista, Marcião criou um “evangelho” de sua própria lavra. Nele declarava que o invisível, indescritível e benévolo Deus (aoratos akatanomastos agathos theos) teria se apresentado entre os judeus pregando no dia de sábado. O pseudo-evangelho de Marcião era uma versão modificada do Evangelho de Lucas, editado para apoiar as doutrinas dualistas do fundador da seita.</p>
<p>A esta altura, encontramos no movimento marcionista as características que logo se repetem nas heresias surgidas posteriormente:</p>
<p>1. A base da doutrina é um texto – a Escritura – e não o Depósito da Fé recebido por toda a comunidade, como na Igreja Católica.</p>
<p>2. O texto da Escritura é alterado ou redigido para afirmar as doutrinas do novo grupo, criando assim uma nova e distinta tradição. O oposto ocorre na Igreja Católica, que preserva cuidadosamente e exalta o papel da Escritura dentro do contexto da Sagrada Tradição.</p>
<p>3. Altera-se o contexto histórico ou até a própria História. Isto é feito com o duplo sentido de afirmar a própria doutrina e, ao mesmo tempo, impugnar a Igreja Católica, acusando-a de ser ela quem “conta a História à sua maneira”. Curiosamente, estas acusações tão imaturas imprimiram na Igreja o costume de documentar o desenvolvimento da sua própria doutrina na História. Na Igreja Católica a História, as Escrituras e a Doutrina da Igreja devem estar obrigatoriamente de acordo, sempre sem deixar espaço para dúvidas. É por isso que sabemos com certeza que hoje cremos na mesma fé declarada por Cristo e pelos Apóstolos.</p>
<p>Consequentemente, um dos testemunhos mais fortes que pode ser oferecido em favor do Catolicismo é a sua consistência e coerência durante vinte [e um] séculos de História. O mesmo não ocorreu com os marcionitas, que se dividiram em diversas seitas e, de uma espécie de puritanismo original, logo passaram para o Gnosticismo e, depois, para o Maniqueísmo, movimento que acabou absorvendo o Marcionismo por completo. Disto podemos deduzir uma quarta característica das heresias: sua instabilidade.</p>
<p>4. A instabilidade doutrinária e sua consequência (as divisões sectárias), identificam todas as heresias. Seguindo o ditado de “quem com o ferro mata, pelo ferro morrerá”, os criadores de divisões na Igreja logo recebem na própria carne o seu amargo remédio.</p>
<p>Podemos afirmar, sem medo de errar, que todos os movimentos dissidentes do Cristianismo que se afastaram da Igreja Católica possuem estas quatro características em menor ou maior grau. Quando Cristo pregou a parábola da videira, disse assim:</p>
<p>“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando” (João 15,1-14).</p>
<p>É inegável a importância destas palavras de Cristo. A Igreja deve operar em união com Cristo e em unidade interna. É a única maneira de produzir “fruto”, isto é, a salvação das almas. Quem espera agir fora desta ordem que Cristo estabeleceu deixa de permanecer em Seu amor. Para permanecer no amor de Cristo, entende-se que devemos guardar os Seus mandamentos. Nesta simples parábola, Cristo resumiu as qualidades da Igreja que deverá durar até o fim do mundo. Todas elas provêm do amor cristão:</p>
<p>- A primeira qualidade é a humildade. Cristo é a videira, a plenitude da fé e o todo da Igreja, enquanto que seus discípulos são os ramos que se nutrem Dele. Não existe outra ordem pela qual algum dos ramos possa dar origem a outra videira distinta.</p>
<p>- A segunda qualidade é a obediência. Somos amigos de Cristo se fizermos o que Ele nos diz. Não há outra opção se O amamos.</p>
<p>- A terceira qualidade é consequência das outras duas: a união. A indivisibilidade da planta produz fruto que dá glória a Deus em Cristo. Essa união é o resultado visível do amor que começa em Cristo e se multiplica nos discípulos.</p>
<p>Como não ocorre – nem nunca ocorrerá – entre aqueles que se separam da Igreja Católica, estas três qualidades distintas produzem o milagre da duração da Igreja na História, que é por si mesma um poderoso testemunho da verdade do Evangelho. Quando Cristo nos adverte que sem Ele não podemos fazer nada, também agrega que nossa relação com Ele só pode ser frutífera. Sem Cristo, os ramos morrem sem dar fruto; com Cristo, a Igreja continua no mundo e na História, dando testemunho do Seu amor em perfeita união. Este é o fruto cristão por excelência!</p>
<p>Tendo comparado as qualidades próprias das heresias e da Igreja, não nos surpreende que as Palavras de Cristo se cumpram na História. Apenas a Igreja fundada por Cristo sobrevive dando testemunho ao longo dos séculos e ao mundo inteiro com a doutrina integral recebida de Cristo. Não importa quão numerosos sejam os membros de uma seita; sabemos que passarão enquanto que a Igreja continuará sua missão até que Jesus retorne. Os poderes malignos continuarão criando divisões, pois isto é da sua natureza; mesmo assim, não prevalecerão contra toda a Igreja (Mateus 16,13-20).</p>
<p>A Igreja já viu passar centenas de seitas, movimentos dissidentes, heresias crassas e toda espécie de inimigos. O testemunho da História é apenas um: a Igreja SEMPRE permanece e seus inimigos SEMPRE passam, pouco importando quão forte ou astuto tenham sido seus adversários. Aquele que a sustenta nunca dorme e Seu braço protetor jamais descansa!</p>
<p>João lucas disse:<br />
março 29, 2013 às 7:08 pm<br />
 2 5 Rate This<br />
É simples ,e tao claro quanto a luz ,não precisamos seguir Lutero ,mais sim a Bíblia que e a palavra de Deus ,e esse livro tao fácil de ser achado e entendido ,por que que não lemos se ele é a própria palavra de Deus ; o que nos fala Êxodo 20 e 4.</p>
<p>Resposta<br />
Helen disse:<br />
abril 1, 2013 às 11:06 am<br />
 3 1 Rate This<br />
João Lucas,</p>
<p>Não precisa seguir a Lutero? Ótimo!!</p>
<p>Então abandone o livre exame bíblico – a quem Lutero deu o nome pomposo de Sola Scriptura.<br />
Abandone a bíblia mutilada de Lutero e assim, volte a ser como os cristãos eram desde o princípio até a ruptura em 1540, quando Lutero dividiu o Corpo de Cristo com seus erros.</p>
<p>Não, não siga a Lutero que disse que Sete dos santos livros do Antigo Testamento não são Sagrados. E ao fazer isso, aceite que é permitido oferecer orações à Deus por aqueles que já morreram, como dito em 2 Macabeus e tantas outras coisas que os protestantes refutam por não terem uma bíblia completa.</p>
<p>Agora, se depois de ler isso que eu escrevi o sr ainda decidir continuar onde e como está, então por favor, não venha com o discurso afirmando seguir a Jesus e não a Lutero. Porque se o fizer, segue sim a Jesus, não tenho dúvida disso. Mas ao mesmo tempo aceita e compactua com o erro de Lutero.</p>
<p>EDMILSON disse:<br />
maio 7, 2013 às 5:43 pm<br />
 5 0 Rate This<br />
Agora eu ti pergunto Helen? Esses leigos protestantes almenos conhecem as Heresias Cristológicas?</p>
<p>VAMOS A AULA:</p>
<p>1.	a fase apolinarista;<br />
2.	a fase nestoriana;<br />
3.	a fase monofisita;<br />
4.	a fase monotelita.<br />
A seguir, estudaremos as três primeiras destas etapas.</p>
<p>O Apolinarismo</p>
<p>Em plena controvérsia ariana, o Bispo Apolinário de Laodicéia (Síria), 310´390, mostrava´se fervoroso defensor do Credo niceno contra os arianos, mas afirmava que em Cristo a natureza humana carecia de alma humana; tomava ao pé da letra as palavras de S. João 1,14: “O Lógos se fez carne”, entendendo carne no sentido estrito, com exclusão de alma. O Lógos de Deus faria as vezes de alma humana em Jesus, isto é, seria responsável pelas funções vitais da natureza humana assumida pelo Lógos. Os argumentos em favor desta tese eram os seguintes: duas naturezas completas (Divindade e humanidade) não podem tornar´se um ser único; se Jesus as tivesse, Ele teria duas pessoas ou dois eu ´ o que seria monstruoso. Além disto, dizia, onde há um homem completo, há também o pecado; ora o pecado tem origem na vontade; por conseguinte, Jesus não podia ter vontade humana nem a alma espiritual, que é a sede da vontade. Apolinário expôs suas idéias no livro “Encarnação do Verbo de Deus”, que ele apresentou ao Imperador Joviano e que os seus discípulos difundiram. Foram condenadas num sínodo de Alexandria em 362; depois, pelo Papa S. Dâmaso em 377 e 382 e, especialmente, pelo Concílio de Constantinopla I (381). Verificando a oposição que lhe faziam bons teólogos, Apolinário limitou´se a negar a presença de mente (nous) humana em Jesus. S. Gregório de Nissa (? 394) e outros autores lhe responderam mediante belo princípio: “O que não foi assumido pelo Verbo, não foi redimido”´ o que quer dizer: Deus quer santificar e salvar a natureza humana pelo próprio mistério da Encarnação ou pela união da Divindade com a humanidade; se pois, a humanidade estava mutilada em Jesus, ela não foi inteiramente salva. Em Antioquia, fundou´se uma comunidade apolinarista, tendo à frente o Bispo Vital. Por volta de 420 esta foi reabsorvida pela Igreja ortodoxa, mas nem todos os seus membros abandonaram o erro, que reviveu, de certo modo, na heresia monofisita.</p>
<p>O Nestorianismo.</p>
<p>Afirmada a existência da natureza humana completa em Jesus, os teólogos puderam estudar mais detidamente o modo como humanidade e Divindade se relacionaram em Cristo. Antes, porém, de entrar em particulares, devemos mencionar as duas principais escolas teológicas da antigüidade: a alexandrina e a antioquena, que muito influíram na elaboração da Cristologia. A escola alexandrina era herdeira de forte tendência mística; procurava exaltar o divino e o transcendental nos artigos da fé. Interpretava a S. Escritura em sentido alegórico, tentando desvendar os mistérios divinos contidos nas Sagradas Letras. Em assuntos cristológicos, portanto, era inclinada a realçar o divino, com detrimento do humano. Ao contrário, a escola antioquena era mais dada à filosofia e à razão: voltava´se mais para o humano, sem negar o divino. Interpretava a S. Escritura em sentido literal e tendia a salientar em Jesus os predicados humanos mais do que os atributos divinos. Era mais racional, ao passo que a de Alexandria era mais mística. Dito isto, voltemos à história do dogma cristológico. A primeira tentativa de solução foi encabeçada por Nestório, elevado à cátedra episcopal de Constantinopla em 428. Afirmava que o Lógos habitava na humanidade de Jesus como um homem se acha num templo ou numa veste; haveria duas pessoas, em Jesus ´ uma divina e outra humana ´ unidas entre si por um vinculo afetivo ou moral. Por conseguinte, Maria não seria a Mãe de Deus (Theotókos), como diziam os antigos, mas apenas Mãe de Cristo (Christokós); ela teria gerado o homem Jesus, ao qual se uniu a segunda pessoa da SS. Trindade com a sua Divindade. Nestório propunha suas idéias em pregações ao povo, nas quais substituía o título “Mãe de Deus” por “Mãe de Cristo” As suas concepções suscitaram reação não só em Constantinopla, mas em outras regiões também, especialmente em Alexandria, onde S. Cirilo era Bispo ardoroso. Este escreveu em 429 aos bispos e aos monges do Egito, condenando a doutrina de Nestório. As duas correntes se dirigiram ao Papa Celestino I, que rejeitou a doutrina de Nestório num sínodo de 430. Deu ordem a S. Cirilo para que intimasse Nestório a retirar suas teorias no prazo de dez dias, sob pena de exílio; Cirilo enviou ao Patriarca de Constantinopla uma lista de doze anatematismos que condenavam o nestorianismo. Nestório não se quis dobrar, de mais a mais que podia contar com o apoio do Imperador; além do mais, tinha muitos seguidores na escola antioquena, entre os quais o próprio Bispo João de Antioquia. Em 431, o Imperador Teodósio II, instado por Nestório, convocou para Éfeso o terceiro Concílio Ecumênico a fim de solucionar a questão discutida. S. Cirilo, como representante do Papa Celestino I, abriu a assembléia diante de 153 Bispos. Logo na primeira sessão, foram apresentados os argumentos da literatura antiga favoráveis ao título Theotókos, que acabou sendo solenemente proclamado; daí se seguia que em Jesus havia uma só pessoa (a Divina); Maria se tornara Mãe de Deus pelo fato de que Deus quisera assumir a natureza humana no seu seio. Quatro dias após esta sessão, isto é, a 26/06/431 chegou a Éfeso o Patriarca Jogo de Antioquia, com 43 Bispos seus seguidores, todos favoráveis a Nestório; não quiseram unir´se ao Concílio presidido por S. Cirilo, representante do Papa; por isto formaram um conciliábulo, qual depôs Cirilo. O Imperador acompanhava tudo de perto e sentia´se indeciso. S. Cirilo então mobilizou todos os seus recursos, para mover Teodósio II em favor da reta doutrina; nisto foi ajudado por Pulquéria, piedosa e influente irmã mais velha do Imperador. Este finalmente apoiou a sentença de Cirilo e exilou Nestório. Todavia os antioquenos não se renderam de imediato; acusavam Cirilo de arianismo a apolinarismo. Após dois anos de litígio, em 433 puseram´se de acordo sobre uma fórmula de fé que. professava um só Cristo e Maria como Theotókos. O Nestorianismo, porém, não se extinguiu. Os seus adeptos, expulsos do Império Bizantino, foram procurar refúgio na Pérsia, onde fundaram a Igreja Nestoriana. Esta teve notável expansão até a China e a Índia Meridional; mas do século XIV em diante foi definhando por causa das incursões dos mongóis; em grande parte, os nestorianos voltaram à comunhão da Igreja universal (são hoje os cristãos caldeus e os cristãos de São Tomé). Em nossos dias muitos estudiosos têm procurado reabilitar a pessoa e a obra de Nestório, que parece ser autor de uma apologia intitulada “Tratado de Heraclides de Damasco”: pode´se crer que tenha tido reta intenção ; mas certamente sustentou posições errôneas por se ter apegado demasiadamente à Escola Antioquena.</p>
<p>O Monofisismo</p>
<p>A luta contra o Nestorianismo, que admitia em Jesus duas naturezas e duas pessoas, deu ocasião ao surto do extremo oposto, que é o monofisismo ou monofisitismo (“em Jesus há uma só natureza e uma só pessoa: a divina”). O primeiro arauto desta tese foi Eutiques, arquimandrita de Constantinopla: reconhecia que Jesus constava originariamente da natureza divina e da humana, mas afirmava que a natureza divina absorveu a humana, divinizando´a; após a Encarnação, só se poderia falar de uma natureza em Jesus: a divina. Esta doutrina tornou´se a heresia mais popular e mais poderosa da antigüidade, pois, para os orientais, a divinização da humanidade em Cristo era o modelo do que deve acontecer com cada cristão. Eutiques foi condenado como herege no Sínodo de Constantinopla em 448, sob o Patriarca Flaviano. Todavia não cedeu e reclamou contra uma pretensa injustiça, pois tencionava combater o Nestorianismo. Conseguiu assim ganhar os favores da corte. Solicitado pelo Patriarca Dióscoro de Alexandria, Teodósio II Imperador convocou em 449 novo Concílio Ecumênico para Éfeso, confiando a presidência do mesmo a Dióscoro, que era partidário de Estiques. Dióscoro, tendo aberto o Concílio negou a presidência aos legados papais; não permitiu que fosse lida a Carta do Papa S. Leão Magno, que propunha a reta doutrina: as duas naturezas em Cristo não se misturam nem confundem, mas cada qual exerce a sua atividade própria em comunhão com a outra; assim Cristo teve realmente fome, sede e cansaço, como homem, e pôde ressuscitar mortos como Deus. ´ Esse Concílio de Éfeso proclamou a ortodoxia de Eutiques; depôs Flaviano, Patriarca de Constantinopla, e outros Bispos contrários à tese monofisita… Todavia os seus decretos foram de curta duração. Os Bispos de diversas regiões o repudiaram como ilegítimo ou, segundo a expressão do Papa São Leão Magno, como “latrocínio de Éfeso”; pediam novo Concílio que de fato foi convocado após a morte de Teodósio II pela Imperatriz Pulquéria (irmã de Teodósio) e pelo general Marcião, que em 450 foi feito Imperador e se casou com Pulquéria. O novo Concílio, desta vez legítimo, reuniu´se em Caledônia, diante de Constantinopla, em 451; foi o mais concorrido da antigüidade, pois dele participaram mais de 600 membros, entre os quais três legados papais. A assembléia rejeitou o “latrocínio de Éfeso”; depôs Dióscoro e aclamou solenemente a Epístola Dogmática do Papa São Leão a Flaviano; esta serviu de base a uma confissão de fé, que rejeitava os extremos do Nestorianismo e do Monofisismo, propondo em Cristo uma só pessoa e duas naturezas: “Ensinamos e professamos um Único e idêntico Cristo… em duas naturezas, não confusas e não transformadas, não divididas, não separadas, pois a união das naturezas não suprimiu as diferenças; antes, cada uma das naturezas conservou as suas propriedades e se uniu com a outra numa Única pessoa e numa Única hipóstase”. Assim terminou a fase principal das disputas cristológicas: em Cristo não há duas naturezas e duas pessoas, pois isto destruiria a realidade da Encarnação e da obra redentora de Cristo; mas também não há uma só natureza e uma só pessoa, pois Cristo agiu como verdadeiro homem, sujeito à dor e à morte para transfigurar estas nossas realidades. Havia, pois, uma só pessoa (um só eu) divina, que, além de dispor da natureza divina desde toda a eternidade, assumiu a natureza humana no seio de Maria Virgem e viveu na terra agindo ora como Deus, ora como homem, mas sempre e somente com o seu eu divino. O encerramento do Concílio de Calcedônia não significou a extinção do monofisismo. Além da atração que esta doutrina exercia sobre os fiéis (especialmente os monges), propondo-lhes a humanidade divinizada de Cristo como modelo, motivos políticos explicam essa persistência da heresia; com efeito, na Síria e no Egito certos cristãos viam no Monofisismo a expressão de suas tendências nacionalistas, opostas ao helenismo e à dominação bizantina. Por isto os monofisitas continuaram a lutar contra o Imperador, que havia exilado Dióscoro e Eutiques e ameaçado de punição os adeptos destes: ocuparam sedes episcopais; inclusive a de Jerusalém (ao menos temporariamente). No século VII a situação se agravou, pois os muçulmanos ocuparam a Palestina, a Síria e o Egito, impedindo a ação de Bizâncio em prol da ortodoxia nesses países. Em conseqüência, os monofisitas foram constituindo Igrejas nacionais: a armena, a síria, a mesopotâmica, a egípcia e a etíope, que subsistem até hoje com cerca de 10 milhões de fiéis. No Egito, os monofisitas tomaram o nome de coptas, nome que guarda as três consoantes da palavra grega Aigyptos (g ou k, p, t ); são os antigos egípcios. Os ortodoxos se chamam melquitas (de melek, Imperador), pois guardam a doutrina ortodoxa patrocinada pelo Imperador em Calcedônia. Há coptas que se uniram a Roma em 1742, enquanto os outros permanecem monofisitas, mas professam quase o mesmo Credo que os católicos. Na Abissínia os monofisitas também são chamados coptas pois receberam forte influência do Egito. ´ Dentre os melquitas, grande parte aderiu ao cisma bizantino, separando´se de Roma em 1054; certos grupos, porém, estão hoje unidos à Igreja universal; ver capítulo 21. Na Síria e nos países vizinhos, os monofisitas foram chamados jacobitas, nome derivado de um dos seus primeiros chefes: Jacó Baradai (= o homem da coberta de cavalo, alusão às suas vestes maltrapilhas). Jacó, bispo de Edessa (541´578), trabalhou com zelo e êxito para consolidar as Comunidades monofisitas, As quais deu por cabeça o Patriarca Sérgio de Antioquia (544). A história das disputas cristológicas prosseguirá no capítulo seguinte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercessão dos Santos por EDMILSON</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/intercessao-dos-santos/comment-page-3/#comment-2169</link>
		<dc:creator>EDMILSON</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 22:04:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1103#comment-2169</guid>
		<description><![CDATA[E OUTRA HEREGE RENATO DE CARVALHO, SAIBA QUE O SEU MAL É QUE VOCÊ NÃO CONHECE NADA DE HISTÓRIA E FICA PREGANDO BABOSEIRAS. DEIXA DESSAS FANTASIAS, HEREGE. COLOCA NA SUA CABEÇA QUE QUALQUER HISTORIADOR MESTRE EM PATRÍSTICA SE CONVERTE A IGREJA CATÓLICA SE ELE ESTUDAR A PATRÍSTICA A SÉRIO E NAS FONTES.

RENATO DE CARVALHO,AGORA EU VOU TE PASSAR CONHECIMENTO, OK. VOU TI DA MATERIAL DE PESQUISAS PARA VOCÊ ESTUDAR, MAS POR FAVOR,RENATO DE CARVALHO VÁ EM  UMA BIBLIOTECA NACIONAL, DE SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO OU DE BRASILIA. ESTUDE NOS LIVROS DE ESCRITORES DA ÉPOCA. O SEU MAL É QUE VOCÊ SÓ LÊ LOROTAS DE SITES FALSIFICADOS QUE ADULTERAM E FALSIFICAM TUDO.
/
RENATO DE CARVALHO EU VOU TE PASSAR SÓ UM POUCO DA GRANDEZA DA IGREJA CATÓLICA. HEREGE , PODER TER CERTEZA QUE É VASTA A DOUTRINA CATÓLICA… A MESMA QUE SELECIONOU O CÂNON DO NOVO TESTAMENTO.
.
São Clemente I de Roma
São Clemente, d. AD 101, chamado Clemente de Roma, era o bispo de Roma, ou papa, de c.92 a 101. De acordo com Ireneu de Lyon, ele foi o terceiro sucessor de São Pedro. Pouco se sabe de sua vida, a principal fonte de informação é a sua Epístola aos Coríntios (c.96), a peça mais antiga da literatura cristã que não escritos do Novo Testamento em que o nome do autor é certo. A grande estima em que Clemente foi realizada é evidente pelo fato de que até o século quarto sua carta foi aceita por alguns como Escritura. Ele é um dos Padres da Igreja Apostólica. A carta foi escrita por causa de discórdia interna e divisão na igreja de Corinto. Clemente interveio em nome da igreja em Roma, e apelou para a restauração da paz, ordem, harmonia e. O documento, que demonstra familiaridade com Clemente filosofia estóica e mitologia grega, dá um retrato valioso da organização da igreja primitiva, crença e prática. Festa dia: 23 de novembro (ocidental); 24 de novembro ou 25 (Leste).
Agnes Cunningham
Obras de São Clemente de Roma
•	Clemente de Roma
Aviso de Introdução a duas epístolas relativas a virgindade
•	Duas epístolas relativas a virgindade
•	A Primeira Epístola de Clemente Bendito
•	A Segunda Epístola de Clemente mesmo.
•	Pseudo-Clementine Literatura
Aviso de Introdução ao pseudo-Clementine Literatura
Reconhecimentos de Clemente
Aviso de Introdução ao Reconhecimentos de Clemente
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
•	Livro VIII.
•	Livro IX.
•	Livro X.
Aviso de Introdução ao Homilias Clementine
Epístola de Pedro a Tiago
Epístola de Clemente para Tiago
•	Clementine Homilias
Homilia I.
Homilia II.
Homilia III.
Homilia IV.
Homilia V.
Homilia VI.
Homilia VII.
Homilia VIII.
Homilia IX.
Homilia X.
Homilia XI.
Homilia XII.
Homilia XIII
Homilia XIV.
Homilia XV.
Homilia XVI
Homilia XVII.
Homilia XVIII.
Homilia XIX.
Homilia XX.
Barnabé
•	Barnabé (? C.120 AD)
•	Epístola de Barnabé (? C.120 AD)
.
São Policarpo
{Pahl’-uh-kahrp}
Policarpo, c.69-c.155, bispo de Esmirna, foi um elo vivo entre os Apóstolos e da Igreja do século mais tarde 2d. Como um líder da igreja na Anatólia, ele visitou (155) Roma para discutir com o seu bispo a data disputada para a celebração da Páscoa. Foi acordado que as igrejas orientais e ocidentais continuarão seus usos divergentes. Após o seu regresso a Esmirna, Policarpo foi preso e queimado até a morte. Uma carta da igreja de Esmirna, a mais antiga conhecida narrativa de um mártir cristão, dá conta de seu julgamento e morte.
Um defensor da ortodoxia – Irineu diz que ele era um discípulo de São João – Policarpo oposição Marcion e outros professores gnóstico. Uma carta dirigida a ele por Inácio sobrevive, além de um (ou talvez dois combinados) por Policarpo aos Filipenses que lança luz sobre a doutrina cristã, organização e uso da Escritura. Festa dia: 25 de janeiro (Oriental); 23 fev (Ocidental).
Ross Mackenzie Bibliografia: . Altaner, Berthold, Patrologia, (1960); Harrison, PN, Dois Policarpo Epístolas aos Filipenses (1936); Musurillo, HA, amostra, Atos dos mártires cristãos (1972).
•	Policarpo (? C.65-c.155 AD)
•	Epístola de Policarpo aos Filipenses (c.150 AD)
•	Epístola sobre o Martírio de Policarpo
A Epístola Encíclica da Igreja no Smyrnam
.
.
•	Mathetes (c.163 AD -?)
•	Epístola de Mathetes a Diogneto (c.130 AD)
•	Epístola de Adrian em nome dos cristãos
•	Epístola de Antonius ao conjunto comum de Ásia
Marco Aurélio
Imperador romano
Marco Aurélio, b. Abril 26, 121, d. 17 de março, 180, governou Roma de 161 até sua morte. Nascido Marcus Annius Verus, ele foi adotado pelo imperador AntoniusS Pio em 138 e casado com sua filha Annia Galeria Faustina alguns anos mais tarde. Ele sucedeu ao trono sem dificuldade sobre a morte de Antonino. Marcus insistiu em dividir o poder igualmente com Lúcio Vero, Antonino quem tinha também adoptado, embora Verus, que morreu em 169, foi claramente menos competente.
Educado pelos melhores tutores em Roma e Atenas, Marcus era um devoto de aprendizagem grega e da filosofia do estoicismo. Mesmo durante as suas campanhas (167-175, 178-180) contra a Marcomanni e outras tribos do Danúbio manteve um “diário espiritual”. Este documento, as Meditações, reflete a tentativa de Marcus para conciliar sua filosofia estóica da virtude e do auto-sacrifício com o seu papel como um guerreiro soberano.
Guerras de Marcus e benevolências – ele baixou os impostos e foi caridoso em relação aos menos afortunados – eram caros e muitas vezes ineficaz.Cômodo, seu filho, que lhe sucedeu, herdou a guerra do Danúbio, que Roma não podia ganhar, e um tesouro que tinha sido gravemente depauperadas.
•	Epístola de Marco Aurélio para o Senado, creditando cristãos com sua vitória.
.
Santo Inácio de Antioquia
O terceiro bispo de Antioquia, Inácio, dc107, foi levado a Roma sob Trajano e lançados às feras. No caminho para Roma, ele escreveu aos cristãos de Éfeso, Magnésia, Tralles, Roma, Filadélfia e Esmirna, Policarpo, bispo de Esmirna. Estas sete cartas dão uma visão esclarecedora não só as crenças e as condições internas de primeiras comunidades cristãs, mas também do caráter de seu autor.
Inácio escreveu sobre o nascimento virginal ea divindade de Cristo, mas destacou especialmente a natureza humana de Cristo. O primeiro escritor a chamar a Igreja “católica”, Inácio descreveu-a como uma sociedade de amor, no amor presidida por um bispo com seus presbíteros e diáconos, e montados “em graça, em uma só fé e um Jesus Cristo” (Ef 20).
Chamado theophoros (“portador de Deus”), Inácio martírio considerado uma grande honra e pediu aos cristãos romanos não para salvá-lo. “Deixe-me ser dada aos animais selvagens”, escreveu ele, “para através deles que eu possa alcançar a Deus” (Rm 4). Dia de festa: Oct. 17 (ocidental); 17 dez (Antioquia); 20 dez (Eastern outro).
Obras de Santo Inácio de Antioquia
•	Epístola de Inácio (30-107 dC) aos Efésios
•	Epístola de Inácio aos Magnésios
•	Epístola de Inácio aos Trallians
•	Epístola de Inácio aos Romanos
•	Epístola de Inácio para a Filadélfia
•	Epístola de Inácio aos Esmirnenses
•	Epístola de Inácio a Policarpo
•	Versões siríaco das Epístolas de Inácio
•	A Segunda Epístola de Inácio aos Efésios
A Terceira Epístola de o mesmo Santo Inácio

São Justino Mártir
São Justino Mártir, C.100-c.165, é reconhecido como um dos mais importantes escritores cristãos primitivos. Um samaritano, ele estudou em diversas escolas de filosofia – estóica, peripatética, pitagórica e platônica – antes de se tornar um cristão. Justin assumiu a tarefa de fazer uma defesa racional do cristianismo para os forasteiros. Ele foi para Roma e abriu uma escola de filosofia. Justin é o renomado autor de um vasto número de tratados, mas as únicas autênticas obras restantes são duas Apologies, o seu Diálogo com Trifão o judeu, e fragmentos de Sobre a ressurreição. Justin foi decapitado, provavelmente em 165. Festa dia: 01 de junho.
Obras de S. Justino Mártir
•	Justino Mártir (110-165 AD)
•	Primeira Apologia de Justino Mártir
•	Segunda Apologia de Justino Mártir
•	Diálogo de Justino Mártir e Trifon
•	Exortatório Endereço de Justin para os gregos
•	Justino Mártir sobre o único governo de Deus
•	Justino Mártir sobre a Ressurreição
•	Fragmentos de escritos Justin Mártir
•	Martírio de Justino Mártir
•	Martírio dos Santos Mártires
.
Santo Irineu, Irineu
{Y-ruh-nee’-uhs}
Santo Irineu, b. Anatólia, c.140-60, dc200, conhecido como o pai da teologia católica, é o mais importante teólogo do século 2d. Em sua juventude, ele se tornou um discípulo de São Policarpo de Esmirna. Mais tarde ele serviu como bispo de Lugdunum (Lyon) na Gália.
Irineu é conhecido por várias obras existentes, bem como por sua influência sobre escritores cristãos posteriores da época patrística. Ele era um homem de paz e de tradição. Seus grandes esforços foram gastos no combate ao gnosticismo, e sua grande obra, Adversus Haereses (Contra as Heresias), foi escrito para este fim. Ele desenvolveu a doutrina da recapitulação (anakephalaiosis) de todas as coisas em Jesus Cristo, em oposição aos ensinamentos dos gnósticos, como Valentino e Basilides. Um defensor da tradição apostólica, Ireneu de Lyon foi o primeiro Pai da Igreja para sistematizar as tradições religiosas e teológicas da igreja, na medida em que eles existiam. Na controvérsia Quartodecimana sobre a data para a observância da Páscoa, ele defendeu a diversidade de práticas na unidade da fé. Festa dia: 28 de junho.
Agnes Cunningham Bibliografia: Nielsen, Jan Tjierd, Adão e Cristo na Teologia de Irineu de Lyon (1968); Wingren, Gustaf, Homem e da Encarnação: Um Estudo em Teologia Bíblica de Ireneu de Lyon, trans. por Ross MacKenzie (1959).
Obras de Santo Ireneu de Lyon
•	Ireneu de Lyon (120-202 dC)
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro I
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro II
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro III
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro IV
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro V
•	Fragmentos dos Escritos Perdidos de Ireneu de Lyon
•	Elucidação pelo Editor sobre textos Irineu
.
Hermas
{Hur’ Muhs-}
Um dos Padres Apostólicos, Hermas era um cristão 2d século, que foi vendido em Roma como um escravo. Ele foi libertado, casado, e tornou-se sucesso nos negócios, mas foi denunciado por seus filhos durante uma perseguição. Sua famosa obra, O Pastor, dividido em três partes (Visões, Mandatos, símiles), é uma série de revelações concedidas por uma mulher idosa (representando a igreja) e um pastor (um anjo) sobre o arrependimento do pecado, e os preceitos morais que levam a uma vida nova. Muitos cristãos primitivos consideravam parte da Escritura.
Obras de Hermas
•	Notas introdutórias Pastor de Hermas (160 dC) (ou o Pastor de Hermas)
•	Pastor de Hermas – Primeiro Livro – Visões
Primeira Visão
Visão Segunda
Terceira Visão
Quarta Visão
Visão Quinta
•	Pastor de Hermas – Livro Segundo – Mandamentos
Primeiro Mandamento
Segundo Mandamento
Terceiro Mandamento
Quarto Mandamento
Quinto Mandamento
Sexto Mandamento
Sétimo Mandamento
Oitavo Mandamento
Nono Mandamento
Décimo Mandamento
décimo primeiro mandamento
Reis Mandamento
•	Pastor de Hermas – Terceiro Livro – Similitudes
Similitude Primeiro
Similitude Segundo
Similitude Terceiro
Similitude quarta
Similitude Quinta
Similitude Sexto
Sétimo Similitude
Similitude Oitava
Similitude Nona
Décima Similitude
•	Pastor de Hermas – Elucidações

Taciano
{Tay’ shuhn-}
Um escritor sírio do século 2d, Taciano freqüentou a escola de São Justino Mártir da filosofia em Roma e, depois de uma longa busca espiritual, se converteu ao cristianismo. Sua Diatessaron, uma síntese dos quatro Evangelhos, e Oratio anúncio Græcos (Discurso aos gregos), uma defesa racional do cristianismo, eram suas obras mais importantes. Em seguida, ele abandonou o cristianismo e fundou Encratites, uma seita gnóstica.
•	Taciano o Assírio
•	Endereço de Taciano para os gregos ou ad Oratio Græcos
O Diatessaron de Taciano
.
Papias de Hierapolis
{Pay’-pee-uhs, hee-ar ahp’-uh-luhs}
Papias, fl. 130, foi um dos primeiros escritores cristãos, conhecidos como Padres Apostólicos. Ele foi bispo de Hierápolis na Anatólia e disse ter sido um discípulo de São João Apóstolo e companheiro de São Policarpo, bispo de Esmirna. Suas explicações das palavras do Senhor, uma obra em cinco livros, que sobrevive apenas em fragmentos preservados por Eusébio de Cesaréia e Ireneu de Lyon, é importante porque contém muitas tradições orais e as lendas dos tempos apostólicos.
•	Fragmentos das obras de Papias
.
Teófilo
•	Teófilo de Antioquia (115-181 dC),
Teófilo para Autolycus – Livros I
Teófilo para Autolycus – Livros II
Theophilus para Autolycus – Livros III
•	Epístola de Mathetes a Diogneto (130 dC)
.
Atenágoras
Atenágoras, que viveu no século 2, foi um filósofo cristão e apologista. Tratado chefe Atenágoras, intitulado Presbeia peri Christiann (177 dC), é um dos primeiros trabalhos a utilizar conceitos neoplatônicos, que são baseadas nas idéias do filósofo grego Platão, para interpretar o cristianismo. Atenágoras pode ter sido um nativo de Atenas, Grécia. Ele é conhecido por ter ensinado, e ele estabeleceu uma academia cristã em Alexandria, no Egito.
Presbeia foi inscrito para o imperador romano Marcus Aurelius Commodus e seu filho. Neste tratado, Atenágoras defendeu os cristãos contra as acusações de ateísmo contemporâneo, canibalismo e promiscuidade, destacando a crença cristã na Trindade, na ressurreição do corpo, e na santidade do casamento.Atenágoras também produziu a primeira explicação racional para a simultânea unidade de Deus e Trindade.
Outro tratado, traduzido A Ressurreição do Corpo (encontrado no mesmo manuscrito com Presbeia), é atribuído à cautela Atenágoras. O segundo tratado é, talvez, a primeira exposição completa em literatura da doutrina cristã da ressurreição do corpo. Autenticidade do documento é questionada porque recebe nenhuma menção nos escritos do teólogo Orígenes de Alexandria do século terceiro, nem é mencionado nos escritos patrísticos mais tarde. No entanto, os estudiosos notaram que os dois tratados compartilhar o mesmo vocabulário. Presbeia também sugere a existência de um trabalho posterior que mais plenamente discute o conceito cristão da ressurreição.
•	Um apelo para os cristãos (Apologia) por Atenágoras (177 dC)
•	Tratado de Atenágoras
Sobre a ressurreição dos mortos
.
São Clemente de Alexandria
Clemente de Alexandria, c.150-c.215, foi um teólogo grego que fez uma primeira tentativa de sintetizar platônica e pensamento cristão. Ele nasceu provavelmente em Atenas, onde recebeu a sua formação inicial. Depois que ele se tornou um cristão, ele foi para Alexandria para procurar a instrução de Pantænus, chefe da escola catequética e um renomado professor cristão. Pantænus deu Clement o “elemento imortal do conhecimento” que ele procurava.De acordo com Pantænus, que o conhecimento religioso, ou gnose, se prepara para o estado de êxtase em que a identidade perfeita com Deus é alcançada. Ele considerou que a gnose só verdade, porém, era para ser encontrado na fé cristã (ver gnosticismo). Clement conseguiu Pantænus como chefe da escola cerca de 190. Cerca de 202, durante a perseguição do imperador romano Septímio Severo, ele foi forçado a fugir para a Capadócia, onde morreu.
Clemente foi um dos fundadores da tradição alexandrina na teologia cristã. Seus escritos fusível fé cristã e da filosofia (platônica) grego. Suas mais conhecidas obras são a Protréptico (Exortação aos gregos), no qual ele tentou converter adoradores de deuses pagãos, o Pædagogus (Tutor), uma explicação do mundo em termos de o Logos, ou a mente de Deus, eo Stromata (Miscelâneas), na qual afirmou que a filosofia é um presente de Deus para os gregos. Clemente tem sido chamado às vezes um gnóstico cristão. Ele é considerado um dos Padres da Igreja.
Obras de São Clemente de Alexandria
•	Introdução à Clemente de Alexandria (153-217 AD)
•	Exortação aos pagãos – Clemente de Alexandria
•	O Instrutor – eu Livro – Clemente de Alexandria
•	O Instrutor – Livro II – Clemente de Alexandria
•	O Instrutor – Livro III – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – eu Livro – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro II – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro III – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro IV – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro V – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro VI – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro VII – Clemente de Alexandria
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro VIII – Clemente de Alexandria
•	Fragmentos de manuscritos de Clemente de Alexandria
Fragmentos de Clemente de Alexandria.
I.-a partir da tradução latina de Cassiodoro.
II.-Nicetas, Bispo de Heraclea.
III.-A partir da Catena em Lucas, Editado por Corderius.
IV.-dos livros de os Hypotyposes.
V.-do livro sobre a Providência.
VI.-do livro sobre a alma.
VII. fragmento do Livro em calúnia.
VIII.-Outros Fragmentos de Antonius Melissa.
IX. Fragmento do Tratado sobre casamento .
X.-Fragmentos de Outros Livros Perdidos.
XI.-fragmentos encontrados em grego apenas na edição de Oxford.
XII.-fragmentos que não constam da edição de Oxford.
•	Na salvação do homem rico – Clemente de Alexandria
Quem é o homem rico que será salvo?
.
Tertuliano
{Tur tul’-ee-uhn}
Quintus Septímio Florens Tertuliano, b. Cartago, c.155, d. depois de 220, foi um dos maiores teólogos e escritores ocidentais da antiguidade cristã. Através de seus escritos uma testemunha à doutrina e à disciplina da Igreja primitiva na crença e de culto é preservada.
Um defensor nos tribunais, em Roma, convertido Tertuliano (c.193) ao cristianismo. Cerca de 207 ele rompeu com a Igreja e se juntou aos montanistas na África. Pouco depois, porém, ele rompeu com eles e formou seu próprio partido, conhecidos como os Tertullianists.
Um extremista por natureza, ele havia passado por um período de licenciosidade durante seus primeiros anos, mas depois, ele defendeu uma severa ascese e disciplina que seus seguidores encontraram difícil de imitar.
Tertuliano era um homem de temperamento ardente, grande talento, e incansável propósito. Ele escreveu com uma brilhante retórica e sátira cortante. Sua paixão pela verdade levou em polêmica com seus inimigos: em turno pagãos, judeus, hereges e católicos. Sua admiração pelo heroísmo cristão sob perseguição parece ter sido o fator mais forte em sua conversão.
Escritos de Tertuliano, nomeadamente Apologeticum, De Praescriptione hæreticorum e De carne Christi, teve um efeito duradouro sobre o pensamento cristão, especialmente por aqueles que, como Cipriano de Cartago, sempre o considerou como um “mestre”. Ele também influenciou o desenvolvimento do pensamento ocidental e cristã da criação do latim eclesiástico.
Agnes Cunningham
Obras de Tertuliano
•	Introdução ao Tertuliano (145-220 dC)
•	A Apologia – Tertuliano
•	Em Idolatria – Tertuliano
•	Os shows, ou De spectaculis – Tertuliano
•	O Terço, ou De Corona – Tertuliano
•	Para Escápula – Tertuliano
•	Anúncio Nationes – Livro I – Tertuliano
•	Anúncio Nationes – Livro II – Tertuliano
•	Anúncio Nationes – Apêndice – Tertuliano
•	Uma Resposta para os judeus – Tertuliano
•	Testemunho da Alma – Tertuliano
•	Um Tratado sobre a Alma – Tertuliano
•	Introdução, pelo editor americano – Tertuliano
•	A Receita Contra Hereges – Tertuliano
•	Intro para os cinco livros contra Marcion – Tertuliano
•	Contra Marcião – Livro I – Tertuliano
•	Contra Marcião – Livro II – Tertuliano
•	Contra Marcião – Livro III – Tertuliano
•	Contra Marcião – Livro IV – Tertuliano
•	Contra Marcião – Livro V – Tertuliano
•	Contra Hermógenes – Tertuliano
•	Contra o Valentinians – Tertuliano
•	Na carne de Cristo – Tertuliano
•	Sobre a ressurreição da carne – Tertuliano
•	Contra Práxeas – Tertuliano
•	Scorpiace – Tertuliano
•	Apêndice: contra todas as heresias – Tertuliano
•	Em Arrependimento – Tertuliano
•	No Batismo – Tertuliano
•	Em Oração – Tertuliano
•	Anúncio Martyras – Tertuliano
•	Martírio de Perpétua e Felicitas – Tertuliano
•	Da Paciência – Tertuliano
•	No Pálio – Tertuliano
•	No Vestuário de Mulheres – Livro I – Tertuliano
•	No Vestuário de Mulheres – Livro II – Tertuliano
•	Sobre o Véu das virgens – Tertuliano
•	Para sua esposa – Livro I – Tertuliano
•	Para sua esposa – Livro II – Tertuliano
•	Na Exortação à Castidade – Tertuliano
sobre monogamia
•	Na modéstia – Tertuliano
•	Em Jejum – Tertuliano
•	De fuga em persecutione – Tertuliano
•	Apêndice – Tertuliano
1. Uma linhagem de Jonas Profeta.
2. Uma linhagem de Sodoma.
3. Gênesis.
4. Uma cepa do Acórdão do Senhor.
5. Cinco Livros em resposta a Marcion.

•	Minúcio Felix (c. AD 210)
•	Otávio de Minúcio Felix
•	Commodianus (c. 240 dC)
nota introdutória para as Instruções de Commodianus.
As Instruções de Commodianus em favor da disciplina cristã. Contra os deuses dos pagãos. (Expresso em acrósticos.)
Orígenes
{Ohr’-i-jin}
Orígenes, c.185-c.254, é geralmente considerado o maior teólogo e estudioso bíblico da Igreja Oriental cedo. Ele nasceu provavelmente no Egito, talvez em Alexandria, a uma família cristã. Seu pai morreu em perseguição de 202, e ele escapou por pouco o mesmo destino. Com a idade de 18 anos, Orígenes foi nomeado para suceder Clemente de Alexandria como chefe da escola catequética de Alexandria, onde ele tinha sido um estudante.
Entre 203 e 231, Orígenes atraiu um grande número de estudantes através do seu modo de vida, tanto quanto através de seu ensino. De acordo com Eusébio, ele assumiu o comando em Matt. 19:12 para dizer que ele deveria se castrar. Durante este período, viajou muito e Orígenes, enquanto na Palestina (c.215) foi convidado a pregar pelos bispos locais, embora ele não foi ordenado. Demétrio, bispo de Alexandria, esta actividade considerada como uma violação do costume e da disciplina e ordenou-lhe para voltar para Alexandria. O período seguinte, de 218 a 230, foi um dos mais de Orígenes produtiva como um escritor.
Em 230, retornou à Palestina, onde foi ordenado sacerdote pelos bispos de Jerusalém e Cesaréia. Demétrio Orígenes então excomungado, o privou de seu sacerdócio, e enviou-o para o exílio. Orígenes retornou para a segurança da Cesaréia (231), e ali estabeleceu uma escola de teologia, sobre a qual ele presidiu durante 20 anos. Entre seus alunos foi São Gregório Taumaturgo, cujo panegírico de Orígenes é uma importante fonte para o período. A perseguição foi renovada em 250, e Orígenes foi duramente torturado. Ele morreu de os efeitos de alguns anos mais tarde.
Embora a maior parte de seus escritos tenham desaparecido, a produtividade literária de Orígenes foi enorme. A Hexapla foi a primeira tentativa de estabelecer um texto crítico do Antigo Testamento, os comentários sobre Mateus e João estabelecerá como o primeiro grande estudioso bíblico da igreja cristã, o Principiis De (ou Peri Archon) é um tratado dogmático em Deus e o mundo, eo Celsum Contra é uma refutação do paganismo.
Orígenes tentou sintetizar interpretação bíblica e crença cristã com a filosofia grega, especialmente neoplatonismo e estoicismo. Sua teologia era uma expressão de reflexão de Alexandria sobre a Trindade, e, antes de Santo Agostinho, ele foi o mais influente teólogo da igreja. Algumas das idéias de Orígenes permaneceu uma fonte de controvérsia tempo após a sua morte, e “Origenism” foi condenada na quinta conselho ecumênico em 553 (ver Concílios de Constantinopla). Orígenes é um dos melhores exemplos da mística cristã: o bem maior é tornar-se semelhante a Deus como possível através da iluminação progressiva. Apesar do seu carácter por vezes controverso, seus escritos ajudaram a criar uma teologia cristã que mistura categorias bíblicas e filosóficas.
Ross Mackenzie
Bibliografia:
Bigg, Charles, os platônicos cristãos de Alexandria (1886; repr 1970.); Burghardt, WJ, et al, eds, Orígenes, Oração, Exortação ao martírio (1954); Caspary, GE, Política e exegese:.. Orígenes e as duas espadas (1979); Chadwick, Henry, pensamento cristão primitivo e da tradição clássica:. Estudos em Justin, Clemente e Orígenes (1966); Daniélou, Jean, Orígenes, trans por Walter Mitchell (1955); Drewery, B., Orígenes e Doutrina da Graça (1960); Hanson, RPC, Doutrina de Orígenes da Tradição (1954); Kannengiesser, C., ed, Orígenes de Alexandria (1988)..
Obras de Orígenes
•	Hexapla – Orígenes
•	Introdução – Orígenes (185-254 dC)
•	de Principiis – Prefácio – Orígenes
•	de Principiis – Livro I – Orígenes
•	de Principiis – Livro II – Orígenes
•	de Principiis – Livro III – Orígenes
•	de Principiis – Livro IV – Orígenes
•	de Principiis – Elucidações – Orígenes
•	Carta de Africanus – Orígenes
Carta aos Africanus – Orígenes
•	Carta a Gregório – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro I – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro II – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro III – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro IV – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro V – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro VI – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro VII – Orígenes
•	Carta Contra Celso – Livro VIII – Orígenes
.
.
•	Caio (180-217 AD)
Fragmentos de Caio
•	Commodianus (240 AD)
São Hipólito de Roma
São Hipólito de Roma (170? -235?) Foi considerado o mais importante teólogo do século 3 da igreja romana. Hipólito desafiou a eleição papal de Calisto em 217 e se tornou o primeiro antipapa.
Nascido antes de 170, provavelmente no Oriente de língua grega, Hipólito parece ter chegado a Roma durante o reinado de São Victor I, na última década do segundo século. Ele logo se tornou o líder intelectual da igreja romana, quando o eminente teólogo Orígenes visitou Roma, ele participou de um dos sermões de Hipólito. Hipólito tomou parte ativa na luta contra o monarquianismo modal, que negou a realidade de distinções entre as pessoas da Trindade.Um polemista feroz, ele denunciou tanto o Papa Zeferino e seu assessor, que se tornaria o Papa Calisto I, para tolerância na aplicação da disciplina eclesiástica, e ele os acusou de tendências modalista em sua cristologia. Zeferino e Calisto, por sua vez denunciou Hipólito para o latente diteísmo na teologia ele havia adotado a partir de São Justino Mártir.
Após a eleição de Calisto como sucessor de Zeferino, Hipólito parece ter se colocou como antipapa. Ele tratou Calisto como líder equivocada facções e tentou realizar a sua própria visão da igreja como uma comunidade ideal de santos. Após a morte de Calisto, Hipólito perpetuou o cisma com ataques contra o Papa Urbano I e Ponciano Papa. Cerca de 235, durante o reinado do imperador Maximino, tanto Hipólito e Ponciano foram presos e enviados para as minas da Sardenha, onde morreram. O fato de que o Papa Fabian foi para o esforço de ter os corpos de dois homens retornaram a Roma sugere que uma reconciliação se acreditava ter ocorrido antes de sua deportação.
Porque Hipólito escreveu em grego, a maior parte de seus trabalhos foi perdido e sua história se confundiu no Ocidente latino. São Dâmaso I, por exemplo, acreditava que Hipólito era um seguidor de Novaciano, e em escritos posteriores Hipólito é representado como um soldado convertido por São Lourenço.Tanto Eusébio de Cesaréia e Jerônimo fez referência a ele como um autor prolífico e um bispo, mas eles não foram capazes de identificar a sua sede episcopal. A mais famosa das obras atribuídas a Hipólito é a refutação de todas as heresias, embora muitos duvidam que este e outros escritos tradicionalmente associados com o nome de Hipólito pode ser considerado o trabalho do sacerdote romano e antipapa.
Obras de Santo Hipólito
•	Introdução – Hipólito (170-236 AD)
•	Refutação de todas as heresias – Livro I – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Livro IV – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Livro V – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Livro VI – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Livro VII – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Livro VIII – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Livro IX – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Livro X – Hipólito
•	Refutação de todas as heresias – Elucidações – Hipólito
•	Fragmentos – Hipólito
As obras existentes e Fragmentos de Hipólito.
Parte I.-exegética. Fragmentos de comentários sobre vários livros da Escritura.
•	Mais Fragmentos – Hipólito
Parte II.-dogmático e histórico.
•	Apêndice – Hipólito
São Cipriano
{Sip’-ree-uhn}
Cipriano, bc200, d. 14 de setembro de 258, foi bispo de Cartago e um dos principais teólogos da igreja primitiva Africano. O filho de pais ricos, ele era um professor de retórica e literatura antes de se tornar (c.246) um cristão. Ele logo foi ordenado sacerdote e eleito (c.248) bispo de Cartago.
Cipriano foi obrigado a fugir de Cartago durante as perseguições (249-51) do imperador Décio. Após seu retorno, ele virou-se para o problema dos cristãos que não tinham para se manter firme durante a perseguição. Cipriano favoreceu a readmissão de tais cristãos para a igreja, mas sob condições rigorosas.Opondo-se ao cisma de Novaciano, que acreditava que os cristãos anuladas devem ser permanentemente excluídas, ele argumentou que os batismos realizados pelos cismáticos eram inválidos. Sobre este assunto ele se opunha pelo Papa Stephen I. Na perseguição renovada do reinado de Valeriano, Cipriano foi decapitado, não muito longe de Cartago.
Escrita Cipriano reflete a influência de Tertuliano, a quem ele mantinha em alta estima. Sua obra mais conhecida é De ecclesiae unitate (Sobre a Unidade da Igreja), na qual ressaltou o papel do bispo para decidir assuntos da igreja local, mas não deu a igreja romana uma posição de preeminência. Festa dia: 16 de setembro (ocidental); 31 ago (Leste).
Obras de São Cipriano
•	Introdução – Cipriano (200-258 dC),
A Vida e Paixão de Cipriano, bispo e mártir
•	Epístolas de São Cipriano – I – XXX
•	Epístolas de São Cipriano – XXXI – LX
•	Epístolas de São Cipriano – LXI – LXXXII
•	Tratados I – VII – Cipriano
Tratado I. Na Unidade da Igreja.
Tratado II. No vestido das Virgens.
Tratado III. No caducadas.
Treatise IV. Na oração do Senhor.
Tratado V. Um Endereço para Demetrianus.
VI Tratado. Na Vanity de Ídolos
Tratado VII. Sobre a mortalidade.
•	Tratados VIII – XII-Livro 2 – Cipriano
Tratado VIII. De Obras e esmolas.
Tratado IX. Na vantagem da Paciência.
Tratado X. No ciúme e inveja.
Tratado XI. Exortação ao martírio, dirigida a Fortunato.
Tratado XII. Três livros de testemunhos contra os judeus.
•	Tratado XII-Livro 3 – Cipriano
•	Sétimo Concílio de Cartago Sob Cipriano
•	Questionáveis tratados Cipriano
nos programas públicos.
sobre a glória do martírio.
da disciplina e Advantage da castidade.
exortação ao arrependimento.
Novaciano
Novaciano (200? -258?) Foi um teólogo romano que se tornou o antipapa segundo em 251. Um líder entre o clero romano, Novaciano desposada um rigorismo na disciplina da igreja que era semelhante a montanismo.
Após o martírio do Papa Fabian em 250 durante as perseguições do imperador Décio, a igreja romana adiada a eleição de um sucessor. Em 251 a Igreja eleita Cornelius como papa. Cornelius defendeu o perdão ea readmissão dos cristãos que haviam cometido apostasia sob perseguição. Novaciano, no entanto, acredita que depois do batismo não poderia haver perdão por pecados graves. Ele havia se consagrado papa por três bispos do sul da Itália e entrou em cisma com seus seguidores, em 251 eles foram excomungados por Cornelius. Os Novatianists estabeleceu sua própria igreja, que durou até foram formalmente reunido com a Igreja Católica pelo Conselho de Nicéia, em 325. Novaciano se é pensado para ter sido martirizado durante as perseguições do imperador romano Valeriano.
Novaciano foi o primeiro teólogo Romano de escrever em latim. Dois de seus nove tratados conhecidos sobreviveram: Sobre a Trindade e sobre os alimentos judaicos.
Obras de Novaciano
•	Introdução – Novaciano (210-280 AD)
•	De Trinitate, Tratado de Novaciano relativas à Santíssima Trindade
•	Nas carnes judeu – Novaciano
•	Tratado Contra o Herege Novaciano por um bispo Anônimo
Um Conselho Romano celebrado sob Stephen.
Conselhos cartagineses.
•	Novaciano – A controvérsia sobre o batismo dos hereges
Obras de Eusébio Pânfilo
•	Testemunhos de Antigos Contra Eusébio
•	Eusébio Pânfilo
•	A História da Igreja de Eusébio
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
•	Livro VIII.
•	Livro IX.
•	Livro X.
•	Notas Complementares e Tabelas.
•	A vida do imperador Constantino Bendito
•	Prefácio.
•	Prolegômenos.
•	II.-Especial Polegomena
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	A Oração do imperador Constantino
•	A Oração em louvor do imperador Constantino.
.
.
.
Sócrates Escolástico
{Skoh las’-ti-kuhs}
O historiador grego Sócrates “Escolástico”, c.380-c.450, é mais conhecido por sua história da igreja, concebido como uma continuação de Eusébio de Cesaréia da Historia Ecclesiastica. O trabalho está organizado em sete livros, cada um dos quais cobre a vida de um dos imperadores romanos 305-439.
Obras de Sócrates Escolástico
•	Introdução.
•	Sócrates Escolástico.
•	A História Eclesiástica, por Sócrates Escolástico
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
.
.
.
Hermias Sozomen
•	Hermias Sozomen
•	A História Eclesiástica de Sozomen
•	Introdução.
•	Observações introdutórias por Valesius sobre a vida e os escritos de Sozomen.
•	Memórias de Sozomen.
•	Endereço para o imperador Teodósio por Salaminius Hermias Sozomen, e Proposta de História Eclesiástica.
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
•	Livro VIII.
•	Livro IX.
.
.
.
Teodoreto
{Ti ahd’-uh-ret}
Um teólogo de Antiochene a escola, Teodoreto, b. Antioquia, c.393, dc458, era um monge de Apamea e bispo de Ciro, Síria (423). Um amigo de Nestório, ele se envolveu na polêmica com São Cirilo de Alexandria, cujos pontos de vista, ele ocupou, implícita uma confusão das naturezas divina e humana de Cristo. Sucessor de Cirilo, Dióscoro os poderosos, acusado (448) Teodoreto de dividir Cristo em duas naturezas, e apesar de Teodoreto insistiu na unidade, ele foi anatematizado. O Sínodo Robber de Éfeso (449), defendendo a teologia Cirilo, deposto Theodoret e forçado ao exílio por um ano. No Concílio de Calcedônia (451), Teodoreto, identificaram com a oposição Nestorian, mas ele foi convencido a renunciar Nestório e foi reconhecido como ortodoxo.
Escritos sobreviventes Theodoret são expressões finas de Antiochene a escola de interpretação.
Ross Mackenzie
Bibliografia: Delaney, John J., e Tobin, James E., Dicionário de Biografia Católica (1961); Quasten, Johannes, Patrologia (1950).
Obras de Teodoreto
•	Prefaciar
•	Teodoreto
•	Prefácio do tradutor
•	Prolegómenos
•	Os anátemas de Cirilo em oposição a Nestório.
•	Counter-Demonstrações de Teodoreto.
•	A História Eclesiástica de Teodoreto
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Diálogos
•	Diálogo I.-o imutável.
•	O diálogo II.-Unconfounded.
•	Diálogo III.-A impassível.
•	Manifestações de Silogismos
•	Letras da Santíssima Teodoreto, bispo de Ciro
.
.
São Jerônimo, Rufino
Jerônimo (Eusebius Hieronymus), c.347-420, foi um Padre da Igreja e Doutor da Igreja, cuja grande obra foi a tradução da Bíblia para o latim, a edição conhecida como Vulgata. Ele nasceu em Stridon sobre as fronteiras da Dalmácia e Panônia de uma família bem-fazer cristão. Seus pais o mandaram para Roma a fim de favorecer os seus interesses intelectuais, e lá ele adquiriu um conhecimento da literatura clássica e foi batizado na idade de 19. Pouco tempo depois, ele viajou para Trier em Aquileia a Gália e na Itália, onde ele começou a cultivar seus interesses teológicos em companhia de outras pessoas que, como ele, foram ascetically inclinados.
Cerca de 373, Jerônimo partiu em uma peregrinação ao Oriente. Em Antioquia, onde foi calorosamente recebido, ele continuou a prosseguir os seus estudos humanistas e monástica. Ele também teve uma profunda experiência espiritual, sonhando que ele foi acusado de ser “um eloquente, e não um cristão.” Assim, ele decidiu dedicar-se exclusivamente à Bíblia e da teologia, embora o tradutor rufinus (345-410), amigo próximo de Jerônimo, mais tarde sugeriu que o voto não foi rigorosamente mantido. Jerônimo mudou-se para o deserto de Cálcis, e durante a prática de austeridades mais rigorosos, prosseguiu os seus estudos, incluindo a aprendizagem do hebraico. No seu regresso a Antioquia, em 378 ele ouviu Apolinário, o Jovem palestra (c.310-c.390) e foi admitido ao sacerdócio (379) por Paulino, bispo de Antioquia. Em Constantinopla, onde passou três anos, cerca de 380, ele foi influenciado por Gregório de Nazianzo.
Quando Jerônimo retornou a Roma o Papa Dâmaso I nomeou-o secretário confidencial e bibliotecário e encarregou-o de começar seu trabalho de tornar a Bíblia para o latim. Depois da morte (384) de Dâmaso, no entanto, Jerome caiu em desuso, e por uma segunda vez, ele decidiu ir para o Oriente. Ele fez breves visitas a Antioquia, Egito e Palestina. Em 386, Jerônimo solucionadas em Belém, em um mosteiro criado para ele por Paula, uma de um grupo de mulheres cujos abastado romano conselheiro espiritual que ele tinha sido e que permaneceu seu amigo ao longo da vida. Lá, ele começou seu período mais produtivo literária, e lá permaneceu por 34 anos, até sua morte. A partir deste período vêm suas principais comentários bíblicos ea maior parte de seu trabalho sobre a Bíblia latina.
Os escritos de Jerônimo expressa uma bolsa insuperável no início da igreja e ajudou a criar a tradição cultural da Idade Média. Ele desenvolveu o uso de material filológico e geográfica na sua exegese e reconheceu a importância científica da arqueologia. Em sua interpretação da Bíblia que ele usou tanto o método alegórico do Alexandrino e do realismo do Antiochene escolas. Um homem difícil e temperamental, Jerome fez muitos inimigos, mas sua correspondência com amigos e inimigos é de grande interesse, sobretudo com que Santo Agostinho. Seus brindes foram maiores na bolsa, e ele é um verdadeiro fundador da exegese bíblica científica no Ocidente. Festa dia: 30 de setembro (Ocidental).
Obras de Rufino, São Jerônimo
•	Jerônimo e Gennadius
•	Jerônimo e Gennadius – Vidas dos Homens Ilustres.
•	Adições Gennadius ‘
•	Rufino
•	Prolegômenos sobre a vida e obra de Rufino
•	Prefácio ao Comentário sobre as Bênçãos dos Doze Patriarcas
•	Prefácio ao Livro II.
•	Tradução de Defesa Pamphilus ‘de Orígenes.
•	Epílogo de Rufino a Panfílio Apologia dos Mártires de Orígenes
•	Prefácio com as traduções de livros de Orígenes arxw Peri ‘= n.
•	Prefácio do livro III. De arxwn o Peri.
•	Apologia Rufino em Defesa de si mesmo.
•	A Carta de Anastácio, Bispo da Igreja de Roma a João Bispo de Jerusalém sobre o caráter de Rufino
•	A Apologia de Rufino
•	Livro I.
•	Livro II.

Sulpitius Severo (363-420 dC)
•	Vida e Obra de Sulpitius Severo.
•	Sobre a vida de São Martinho
•	Cartas
•	Letra I. Para Eusébio.
•	Carta II. Para o Aurelius Deacon
•	Carta III. Para Bassula, sua mãe-de-lei.
•	Diálogos
•	I. diálogo sobre as virtudes dos Monges do Oriente.
•	Diálogo II. Em relação às virtudes da St. Martin.
•	Diálogo III. As Virtudes de Martin Continuação.
•	As cartas de cobrança duvidosa
•	Carta I. A Carta do Presbítero Santo Severo à Sua irmã Claudia Quanto ao Juízo Final.
•	Carta II. Uma Carta de Sulpitius Severo à Sua irmã Claudia relativas a virgindade.
•	Carta III. Uma Carta de Severo para Santo Paulo Bispo.
•	Carta IV. Para o mesmo, em sua sabedoria e bondade.
•	Letra V. Para uma pessoa desconhecida, pedindo-lhe para lidar cuidadosamente com seu irmão,
•	Carta VI. Para Sálvio: uma denúncia de que as pessoas do campo foram perseguidos, e seus bens saqueados.
•	Letter VII. Para uma pessoa desconhecida, Implorando a Favorof uma carta.
•	A História Sagrada
•	Livro I.
•	Livro II.
.
.
Vicente de Lérins (? -450 DC)
{Van-sahn ‘lay-ran’}
O cristão monge Vicente de Lérins, dc450, é lembrado por sua Commonitorium (Memorando, c.434), um conjunto de notas em 33 capítulos. Um dos primeiros a lidar com a questão do desenvolvimento doutrinário, ele ofereceu diretrizes para extrair a verdade da controvérsia religiosa. Ele afirmou que a igreja pode diferenciar entre as tradições verdadeiras e falsas, usando o teste triplo do ecumenismo, antiguidade e consentimento (“o que foi crido em toda parte, sempre, por todos”). Este teste tem vindo a ser conhecida como a “Canon Vicentina.” Festa dia: 24 de maio.
•	Vicente de Lérins
•	O Commonitory
•	Introdução.
•	Apêndice I.
•	Apêndice II.
•	Apêndice III.
.
.
João Cassiano (c.360-c.433)
{Kash’ uhn-}
Um monge cristão, João Cassiano, c.360-435, é importante por seus escritos sobre Monasticismo. Nascido em Dobruja, uma região do Mar Negro, ele se juntou a um mosteiro perto de Belém como um homem jovem. Depois de visitar os famosos centros monásticos do Egito, ele ficou lá até que ele foi forçado a deixar (c.400) por causa das tensões entre os monges egípcios e gregos. Cassiano encontraram refúgio temporário em Constantinopla e depois em Roma.Cerca de 415 ele foi para Marselha, onde fundou um mosteiro para os homens e outro para mulheres. Aqui ele compôs suas duas grandes obras, os institutos e as conferências. Os acordos anteriores com as estruturas do monaquismo, o segundo discute a teoria da espiritualidade monástica. Os orientais Igreja honra-lo como um santo. Festa dia: 29 de fevereiro.
Cipriano Davis, OSB
Bibliografia: Chadwick, Owen, João Cassiano, 2 ª ed. (1968).
•	João Cassiano
•	Prolegómenos
•	Prefácio.
•	Doze Livros sobre Institutos da Coenobia
•	I. livro do vestido dos Monges.
•	Livro II. Do Sistema Canonical das orações noturnas, e nos Salmos.
•	Livro III. Do Sistema Canonical das orações diárias e Salmos.
•	Livro IV. Dos Institutos dos renunciantes.
•	Livro V. do espírito de gula.
•	Livro VI. No espírito de fornicação.
•	Livro VII.of o espírito de cobiça.
•	Livro VIII. Do Espírito de raiva.
•	Livro IX. Do Espírito de desânimo.
•	Livro X. do Espírito de accidie. 1
•	Livro XI. Do Espírito de Vanglória.
•	Livro XII.
•	Conferências de John Cassian.-Parte I.
•	I. Primeira Conferência do abade Moisés.
•	II. Segunda Conferência do abade Moisés.
•	III. Conferência do abade Pafúncio.
•	IV. Conferência do Abade Daniel.
•	V. Conferência de Serapião Abade.
•	VI. Conferência do Abade Teodoro. 1
•	VII. Primeira Conferência do Abade Serenus.
•	VIII. A Segunda Conferência do Abade Serenus.
•	IX. A Primeira Conferência do abade Isaac.
•	X. A Segunda Conferência do Abade Isaac.
•	As Conferências de John Cassian.-Parte II.
•	XI. A Primeira Conferência do abade Chæremon.
•	XII. A Segunda Conferência do Abade Chaeremon.
•	XIII. A Terceira Conferência do Abade Chaeremon.
•	XIV. A Primeira Conferência do abade Nesteros.
•	XV. A Segunda Conferência do Abade Nesteros.
•	XVI. A Primeira Conferência do abade Joseph.
•	XVII. A Segunda Conferência do abade Joseph.
•	Conferências de John Cassian.-Parte III.
•	XVIII. Conferência do Abade Piamun.
•	XIX. Conferência do Abade John.
•	XX. Conferência do Abade Pinufius.
•	XXI. A Primeira Conferência de Theonas Abbot.
•	XXII. A Segunda Conferência de Theonas Abbot.
•	XXIII. A Terceira Conferência de Theonas Abbot.
•	XXIV. Conferência do abade Abraão.
•	Os sete livros sobre a Encarnação do Senhor, contra Nestório.
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
.

Doze Patriarcas
•	Doze Patriarcas
Aviso de Introdução ao Testamentos dos Doze Patriarcas
•	Os Testamentos dos Doze Patriarcas
•	I.-O Testamento de Rúben Quanto Pensamentos
•	II.-O Testamento de Simeão Quanto Envy.
•	III.-O Testamento de Levi sobre o sacerdócio e arrogância.
•	IV.-O Testamento de Judá Fortitude relação, e Love of Money, e fornicação.
•	V.-O Testamento de Issacar Simplicidade relação.
•	VI.-O Testamento de Zebulom Quanto compaixão e misericórdia.
•	VII.-O Testamento de Dan Quanto Raiva e mentindo.
•	VIII.-O Testamento de Naftali Quanto bondade natural.
•	IX.-O Testamento de Ódio Quanto Gad.
•	X.-O Testamento de Aser Quanto Duas Faces da Vício ea Virtude.
•	XI.-O Testamento de Joseph Sobriedade relação.
•	XII.-O Testamento de Benjamin Quanto a uma mente pura.
.
.
.
Teódoto
•	Teódoto
Aviso de Introdução ao Trechos de Teódoto ou seleções das Escrituras proféticas.
•	Trechos de Teódoto
.
Segunda até Sexta Concílios Ecumênicos
•	Segundo Concílio Ecumênico. O Primeiro Concílio de Constantinopla.
•	Introdução Histórica.
•	O Credo Santo, que os Santos Padres 150 Definir por diante, que é consentâneo com o santo e grande Sínodo de Nice.
•	Nota introdutória.
•	Digressão histórica sobre a introdução no Credo das Palavras “e do Filho”.
•	Nota histórica sobre o “Tomé” Lost do Concílio.
•	Carta do Santo Sínodo para o Imperador mais piedoso Teodósio, o Grande, ao qual são acrescentados os cânones promulgada por Eles.
•	Introdução sobre o Número de Cânones.
•	Cânones das cento e cinqüenta Padres
•	Digressão sobre as heresias condenado em Canon I.
•	Digressão sobre a Autoridade do Segundo Concílio Ecumênico. (Hefele, História dos Conselhos, vol. II., Pp. 370, Et Seqq.)
•	Concílio de Constantinopla: a Carta Sinodal.
•	O Terceiro Conselho Ecumênico;. O Concílio de Éfeso.
•	Introdução Histórica.
•	Extractos dos Actos. Sessão I.
•	A Epístola de Cirilo a Nestório.
•	Extractos dos Actos. Sessão I. (Continuação).
•	Introdução Histórica ao Anathematisms São Cirilo.
•	A Epístola de Cirilo a Nestório com o XII. Anátemas.
•	O XII. Anátemas de São Cirilo contra Nestório.
•	Digressão sobre a palavra Theotokos.
•	Extractos dos Actos. Sessão I. (Continuação).
•	Decreto do Conselho contra Nestório. (Encontrado em todas as Concilia o em grego com versões latinas.)
•	Extractos dos Actos. Sessão II.
•	A Carta do Papa Coelestine ao Sínodo de Éfeso.
•	Extractos dos Actos. Sessão II. (Continued.)
•	Extractos dos Actos. Sessão III.
•	Os Cânones de Santo duzentos e Padres abençoado que conheceu em Éfeso.
•	Digressão sobre a conciliabulum de João de Antioquia.
•	Digressão sobre Pelagianismo.
•	Digressão sobre as palavras pistin heperan.
•	Carta do Santo Sínodo de Éfeso, para o Sínodo Sagrado da Panfília Quanto Eustathius que tinham sido seus Metropolitana.
•	A Carta do Sínodo para o Papa Celestino.
•	A definição do Santo Sínodo e Ecumênico de Éfeso Contra o messalianos Impious
•	Decreto do Sínodo em matéria de Euprepius e Cirilo.
•	O Quarto Concílio Ecumênico;. O Concílio de Calcedônia.
•	Introdução Geral.
•	Extractos dos Actos. Sessão I.
•	Extractos dos Actos. Sessão II.
•	A Carta de Cyril a João de Antioquia.
•	Extractos dos Actos. Sessão II. (Continuação).
•	O Tome of St. Leo.
•	Extractos da Atos Sessão II. (Continuação).
•	Sessão III.
•	A condenação Enviado pelo Santo Sínodo e Ecumênico de Dióscoro.
•	Extractos dos Actos. Sessão IV.
•	Sessão V.
•	A definição de fé do Concílio de Calcedônia.
•	Extractos dos Actos. VI sessão.
•	Decreto sobre a Jurisdição de Jerusalém e Antioquia. Sessão VII.
•	O decreto com conta o bispo de Éfeso. Sessão XII.
•	Decreto com Regard para Nicomédia. Sessão XIII.
•	Os Cânones XXX dos Santos Sínodos e Quarta, de Calcedônia.
•	Digressão sobre a história mais recente da Canon XXVIII.
•	Extractos dos Actos. Session XVI.
•	Quinto Concílio Ecumênico. O Segundo Concílio de Constantinopla.
•	Introdução Histórica.
•	Digressão sobre a autenticidade dos Atos do Conselho Quinto.
•	Extractos dos Actos. Sessão I.
•	Extractos dos Actos. Sessão VII.
•	A sentença do Sínodo.
•	Os capítulos do Conselho.
•	Digressão sobre os anátemas contra Orígenes XV.
•	Os anátemas contra Orígenes.
•	Os anátemas do Imperador Justiniano contra Orígenes.
•	A Epístola decretal do Papa Vigilius na Confirmação do Sínodo Quinta Ecumênico.
•	Sexto Concílio Ecumênico;. Terceiro O Conselho de Constantinopla.
•	Introdução Histórica.
•	Extractos dos Actos. Sessão I.
•	A Carta de Agatho, Papa de Roma Antiga, ao Imperador
•	A Carta de Agatho e do Sínodo romano de 125 Bispos
•	Extractos dos Actos. Session VIII.
•	A sentença contra o Monothelites. Sessão XIII.
•	Session XVI.
•	A definição de fé.
•	O Prosphoneticus ao Imperador.
•	Carta do Conselho de St. Agatho.
•	Digressão sobre a condenação do papa Honório.
•	O edito imperial Postado no Átrio da Terceira Grande Igreja perto do que é chamado Dicymbala.

Trullo e Sétimo Concílios Ecumênicos
•	Os cânones do Concílio de Trullo, muitas vezes chamado de Conselho Quinisext.
•	Nota introdutória.
•	Os cânones do Concílio de Trullo.
•	Digressão sobre o casamento do clero.
•	Os Cânones dos Sínodos de Sardica, Cartago, Constantinopla, e Cartago
•	O Conselho de Sardica.
•	Introdução na Data do Conselho.
•	Os cânones do Concílio de Sardica.
•	Digressão sobre os outros actos do Conselho.
•	Digressão sobre se o Conselho Sardican ecumênico.
•	Os Cânones dos Padres CCXVII abençoado que se reuniram em Cartago.
•	Uma Introdução Antiga.
•	Os Cânones de Cartago.
•	Concílio de Constantinopla, realizado sob Nectarius.
•	O Concílio de Cartago realizada sob Cipriano.
•	O sínodo realizado em Cartago sobre a qual presidiu o Cipriano Mártir Grande e Santo, Bispo de Carthage.ad 257.
•	Epístola LXX.
•	O Sétimo Concílio Ecumênico. Segundo Conselho de Nice.
•	O Sacra Divino Enviado por Constantino Imperadores e Irene para o Adriano Santíssima e Santíssima, Papa de Roma Antiga.
•	O Sacra Imperial. Leia na Primeira Sessão.
•	Extractos dos Actos. Sessão I.
•	Extractos dos Actos. Sessão II.
•	Parte da carta do Papa Adriano.
•	Extractos dos Actos. Sessão III.
•	Extractos dos Actos. Sessão IV.
•	Extractos dos Actos. VI sessão.
•	Epítome da Definição do conciliabulum Iconoclasta
•	Digressão sobre a conciliabulum Styling Itself Sétimo Concílio Ecumênico, mas comumente chamado de Sínodo de Constantinopla Mock.
•	O decreto do Santo Sínodo, Grande Ecumênico, o segundo de Nice.
•	Digressão sobre o Ensino Presente das Igrejas latina e grega sobre o assunto.
•	Os cânones do Concílio Ecumênico Santo e sétimo.
•	A Carta do Sínodo para o Imperador e Imperatriz.
•	Digressão sobre as duas cartas de Gregório II. Para o Imperador Leo.
•	Digressão sobre a recepção da sétima.
•	Exame dos livros de Caroline.
•	Digressão sobre o Conselho de Frankfort, anúncio, 794.
•	Digressão sobre a Convenção disse ter sido realizada em Paris, ad 825.
•	Nota histórica sobre os chamados “Oitavo Conselho Geral” e Conselhos subsequentes.
•	Os Cânones apostólica.
•	Carta do Beato Dionísio, o arcebispo de Alexandria para Basilides do Bispo
•	Os Cânones do S. Pedro, o arcebispo de Alexandria, e mártir, que são encontrados no Sermão penitência.
•	A epístola canônica de São Gregório
•	A epístola de Santo Atanásio para os Ammus Monk.
•	A epístola de Santo Atanásio Mesmas tirada da XXXIX. Festal epístola.
•	A epístola de Santo Atanásio de Ruffinian.
•	A Primeira Epístola canônica de Nossa Basil Santo Padre, o arcebispo de Cesaréia da Capadócia para Amphilochius, bispo de Icônio.
•	A Segunda Epístola Canônica do Mesmo.
•	A Terceira Epístola do mesmo para o mesmo.
•	De uma Epístola de o mesmo para o Amphilochius Santíssima sobre a diferença de carnes.
•	Do mesmo para Diodoro Bispo de Tarso, relativa a um homem que havia tomado duas irmãs para a esposa.
•	Do mesmo para Gregório um Presbítero, que ele deveria separar de uma mulher que habitou com ele.
•	Do mesmo para o Chorepiscopi, que não deve ser feito Ordenações contrária aos cânones.
•	Do mesmo para seu suffragans que eles não devem Destina-Dinheiro.
•	Do capítulo XVII. Do Livro de São Basílio Escreveu Amphilochius abençoado no Espírito Santo.
•	Da Carta de Basílio, o Grande às Nicopolitans.
•	A epístola canônica de São Gregório, bispo de Nissa, a São Letoius, Bispo de Melitene.
•	A partir dos Poemas Metro de São Gregório Theologus, especificando qual Livros do Antigo e Novo Testamento deve ser lido.
•	A partir dos Iambics de São Amphilochius o Bispo a Seleuco, sobre o mesmo assunto.
•	As Respostas da Canonical de Timóteo
•	Os Prosphonesus de Teófilo, arcebispo de Alexandria, Quando as epifanias Santos passou a cair em um domingo.
•	O Commonitory do Ammon Que mesmo Recebido em Conta de Lico.
•	Do mesmo para Agatho o Bispo.
•	Do mesmo para Menas do Bispo.
•	A narrativa do mesmo a respeito daqueles que são chamados cátaros.
•	A Epístola Canônica de Nosso Pai Santo entre os santos, Cirilo, o arcebispo de Alexandria, sobre os Hinos.
•	Cyril para Domnus.
•	Do mesmo para os Bispos da Líbia e Pentapolis.
•	A Carta Encíclica de Gennadius
Eusébio, c.260-c.340, foi o primeiro historiador da igreja cristã. O surto de perseguição durante o reinado de Diocleciano forçado Eusébio se refugiar no Egito, mas foi capturado e preso. Cerca de 315 foi eleito bispo de Cesaréia, na Palestina, e se envolveu na controvérsia sobre o arianismo, em que ele tomou o lado de Ário. No Concílio de Niceia (325), ele procurou conciliar as partes em conflito. Embora ele não inclina a doutrina homoousios de Atanásio, que estabeleceu a plena divindade e igualdade de Cristo com o Pai, ele finalmente assinou a fórmula aprovada em Nicéia, em grande parte, em deferência ao imperador Constantino, que tinha convocado o conselho.
Eusébio era um escritor de produtividade imensa e aprendizagem. Sua Chronicle (c.303) e História Eclesiástica (c.324) são fontes principais de história cristã. A história é tanto uma teologia política e uma teologia da história, a primeira grande tentativa de explicar a associação do cristianismo com o Império Romano e tomar uma abordagem histórica ao descrever o desenvolvimento da igreja.
S., Eusébio de Cesaréia (1960).
Obras de Eusébio Pânfilo
•	Testemunhos de Antigos Contra Eusébio
•	Eusébio Pânfilo
•	A História da Igreja de Eusébio
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
•	Livro VIII.
•	Livro IX.
•	Livro X.
•	Notas Complementares e Tabelas.
•	A vida do imperador Constantino Bendito
•	Prefácio.
•	Prolegômenos.
•	II.-Especial Polegomena
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	A Oração do imperador Constantino
•	A Oração em louvor do imperador Constantino.
.
.
.
Sócrates Escolástico
{Skoh las’-ti-kuhs}
O historiador grego Sócrates “Escolástico”, c.380-c.450, é mais conhecido por sua história da igreja, concebido como uma continuação de Eusébio de Cesaréia da Historia Ecclesiastica. O trabalho está organizado em sete livros, cada um dos quais cobre a vida de um dos imperadores romanos 305-439.
Obras de Sócrates Escolástico
•	Introdução.
•	Sócrates Escolástico.
•	A História Eclesiástica, por Sócrates Escolástico
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
.
.
.
Hermias Sozomen
•	Hermias Sozomen
•	A História Eclesiástica de Sozomen
•	Introdução.
•	Observações introdutórias por Valesius sobre a vida e os escritos de Sozomen.
•	Memórias de Sozomen.
•	Endereço para o imperador Teodósio por Salaminius Hermias Sozomen, e Proposta de História Eclesiástica.
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Livro VI.
•	Livro VII.
•	Livro VIII.
•	Livro IX.
.
.
.
Teodoreto
{Ti ahd’-uh-ret}
Um teólogo de Antiochene a escola, Teodoreto, b. Antioquia, c.393, dc458, era um monge de Apamea e bispo de Ciro, Síria (423). Um amigo de Nestório, ele se envolveu na polêmica com São Cirilo de Alexandria, cujos pontos de vista, ele ocupou, implícita uma confusão das naturezas divina e humana de Cristo. Sucessor de Cirilo, Dióscoro os poderosos, acusado (448) Teodoreto de dividir Cristo em duas naturezas, e apesar de Teodoreto insistiu na unidade, ele foi anatematizado. O Sínodo Robber de Éfeso (449), defendendo a teologia Cirilo, deposto Theodoret e forçado ao exílio por um ano. No Concílio de Calcedônia (451), Teodoreto, identificaram com a oposição Nestorian, mas ele foi convencido a renunciar Nestório e foi reconhecido como ortodoxo.
Escritos sobreviventes Theodoret são expressões finas de Antiochene a escola de interpretação.
Ross Mackenzie
Bibliografia: Delaney, John J., e Tobin, James E., Dicionário de Biografia Católica (1961); Quasten, Johannes, Patrologia (1950).
Obras de Teodoreto
•	Prefaciar
•	Teodoreto
•	Prefácio do tradutor
•	Prolegómenos
•	Os anátemas de Cirilo em oposição a Nestório.
•	Counter-Demonstrações de Teodoreto.
•	A História Eclesiástica de Teodoreto
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Livro III.
•	Livro IV.
•	Livro V.
•	Diálogos
•	Diálogo I.-o imutável.
•	O diálogo II.-Unconfounded.
•	Diálogo III.-A impassível.
•	Manifestações de Silogismos
•	Letras da Santíssima Teodoreto, bispo de Ciro
.
.
São Jerônimo, Rufino
Jerônimo (Eusebius Hieronymus), c.347-420, foi um Padre da Igreja e Doutor da Igreja, cuja grande obra foi a tradução da Bíblia para o latim, a edição conhecida como Vulgata. Ele nasceu em Stridon sobre as fronteiras da Dalmácia e Panônia de uma família bem-fazer cristão. Seus pais o mandaram para Roma a fim de favorecer os seus interesses intelectuais, e lá ele adquiriu um conhecimento da literatura clássica e foi batizado na idade de 19. Pouco tempo depois, ele viajou para Trier em Aquileia a Gália e na Itália, onde ele começou a cultivar seus interesses teológicos em companhia de outras pessoas que, como ele, foram ascetically inclinados.
Cerca de 373, Jerônimo partiu em uma peregrinação ao Oriente. Em Antioquia, onde foi calorosamente recebido, ele continuou a prosseguir os seus estudos humanistas e monástica. Ele também teve uma profunda experiência espiritual, sonhando que ele foi acusado de ser “um eloquente, e não um cristão.” Assim, ele decidiu dedicar-se exclusivamente à Bíblia e da teologia, embora o tradutor rufinus (345-410), amigo próximo de Jerônimo, mais tarde sugeriu que o voto não foi rigorosamente mantido. Jerônimo mudou-se para o deserto de Cálcis, e durante a prática de austeridades mais rigorosos, prosseguiu os seus estudos, incluindo a aprendizagem do hebraico. No seu regresso a Antioquia, em 378 ele ouviu Apolinário, o Jovem palestra (c.310-c.390) e foi admitido ao sacerdócio (379) por Paulino, bispo de Antioquia. Em Constantinopla, onde passou três anos, cerca de 380, ele foi influenciado por Gregório de Nazianzo.
Quando Jerônimo retornou a Roma o Papa Dâmaso I nomeou-o secretário confidencial e bibliotecário e encarregou-o de começar seu trabalho de tornar a Bíblia para o latim. Depois da morte (384) de Dâmaso, no entanto, Jerome caiu em desuso, e por uma segunda vez, ele decidiu ir para o Oriente. Ele fez breves visitas a Antioquia, Egito e Palestina. Em 386, Jerônimo solucionadas em Belém, em um mosteiro criado para ele por Paula, uma de um grupo de mulheres cujos abastado romano conselheiro espiritual que ele tinha sido e que permaneceu seu amigo ao longo da vida. Lá, ele começou seu período mais produtivo literária, e lá permaneceu por 34 anos, até sua morte. A partir deste período vêm suas principais comentários bíblicos ea maior parte de seu trabalho sobre a Bíblia latina.
Os escritos de Jerônimo expressa uma bolsa insuperável no início da igreja e ajudou a criar a tradição cultural da Idade Média. Ele desenvolveu o uso de material filológico e geográfica na sua exegese e reconheceu a importância científica da arqueologia. Em sua interpretação da Bíblia que ele usou tanto o método alegórico do Alexandrino e do realismo do Antiochene escolas. Um homem difícil e temperamental, Jerome fez muitos inimigos, mas sua correspondência com amigos e inimigos é de grande interesse, sobretudo com que Santo Agostinho. Seus brindes foram maiores na bolsa, e ele é um verdadeiro fundador da exegese bíblica científica no Ocidente. Festa dia: 30 de setembro (Ocidental).
Obras de Rufino, São Jerônimo
•	Jerônimo e Gennadius
•	Jerônimo e Gennadius – Vidas dos Homens Ilustres.
•	Adições Gennadius ‘
•	Rufino
•	Prolegômenos sobre a vida e obra de Rufino
•	Prefácio ao Comentário sobre as Bênçãos dos Doze Patriarcas
•	Prefácio ao Livro II.
•	Tradução de Defesa Pamphilus ‘de Orígenes.
•	Epílogo de Rufino a Panfílio Apologia dos Mártires de Orígenes
•	Prefácio com as traduções de livros de Orígenes arxw Peri ‘= n.
•	Prefácio do livro III. De arxwn o Peri.
•	Apologia Rufino em Defesa de si mesmo.
•	A Carta de Anastácio, Bispo da Igreja de Roma a João Bispo de Jerusalém sobre o caráter de Rufino
•	A Apologia de Rufino
•	Livro I.
•	Livro II.
•	Hilary, c.315-c.367, foi o principal teólogo do cristianismo ocidental no século 4. Ele foi eleito (c.353) bispo de Poitiers, distinguindo-se pela sua posição contra o arianismo. Exiled (356-59) pelo imperador Constâncio por causa de seus esforços anti-Arian, ele usou o tempo para escrever. Seus trabalhos principais incluem De Trinitate, um estudo da Trindade, e De Synodis, um valioso registro histórico do momento, ele também compôs hinos. Hilary voltou a Poitiers em 361. Ele foi declarado um dos Doutores da Igreja, em 1851. Seu nome é usado para designar o termo primavera (termo Hilary) em universidades de Oxford e Durham e em tribunais ingleses. Festa dia: 13 de janeiro.
•	Bibliografia: Borchardt, CFA, Hilário de Poitiers Papel “na Luta Arian (1966).
•	Obras de Hilário de Poitiers
•	Introdução à Hilário de Poitiers
Tratado De Synodis
De Trinitate-Livro I
De Trinitate-Livro II
De Trinitate-Livro III
De Trinitate-Livro IV
De Trinitate Livro-V
De Trinitate-Livro VI
De Trinitate-Livro VII
De Trinitate-Livro VIII
De Trinitate -Livro IX
De Trinitate-Livro X
De Trinitate-Livro XI
De Trinitate-Livro XII
Homilias sobre os Salmos
•	.
•	.
•	João de Damasco
•	{Dam’-uh-vi}
•	São João Damasceno, bc675, d. 04 de dezembro, 749, foi um teólogo cristão sírio que sintetizou as doutrinas dos Padres orientais da Igreja. Seu pai serviu em Damasco sob o califa muçulmano como um funcionári]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E OUTRA HEREGE RENATO DE CARVALHO, SAIBA QUE O SEU MAL É QUE VOCÊ NÃO CONHECE NADA DE HISTÓRIA E FICA PREGANDO BABOSEIRAS. DEIXA DESSAS FANTASIAS, HEREGE. COLOCA NA SUA CABEÇA QUE QUALQUER HISTORIADOR MESTRE EM PATRÍSTICA SE CONVERTE A IGREJA CATÓLICA SE ELE ESTUDAR A PATRÍSTICA A SÉRIO E NAS FONTES.</p>
<p>RENATO DE CARVALHO,AGORA EU VOU TE PASSAR CONHECIMENTO, OK. VOU TI DA MATERIAL DE PESQUISAS PARA VOCÊ ESTUDAR, MAS POR FAVOR,RENATO DE CARVALHO VÁ EM  UMA BIBLIOTECA NACIONAL, DE SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO OU DE BRASILIA. ESTUDE NOS LIVROS DE ESCRITORES DA ÉPOCA. O SEU MAL É QUE VOCÊ SÓ LÊ LOROTAS DE SITES FALSIFICADOS QUE ADULTERAM E FALSIFICAM TUDO.<br />
/<br />
RENATO DE CARVALHO EU VOU TE PASSAR SÓ UM POUCO DA GRANDEZA DA IGREJA CATÓLICA. HEREGE , PODER TER CERTEZA QUE É VASTA A DOUTRINA CATÓLICA… A MESMA QUE SELECIONOU O CÂNON DO NOVO TESTAMENTO.<br />
.<br />
São Clemente I de Roma<br />
São Clemente, d. AD 101, chamado Clemente de Roma, era o bispo de Roma, ou papa, de c.92 a 101. De acordo com Ireneu de Lyon, ele foi o terceiro sucessor de São Pedro. Pouco se sabe de sua vida, a principal fonte de informação é a sua Epístola aos Coríntios (c.96), a peça mais antiga da literatura cristã que não escritos do Novo Testamento em que o nome do autor é certo. A grande estima em que Clemente foi realizada é evidente pelo fato de que até o século quarto sua carta foi aceita por alguns como Escritura. Ele é um dos Padres da Igreja Apostólica. A carta foi escrita por causa de discórdia interna e divisão na igreja de Corinto. Clemente interveio em nome da igreja em Roma, e apelou para a restauração da paz, ordem, harmonia e. O documento, que demonstra familiaridade com Clemente filosofia estóica e mitologia grega, dá um retrato valioso da organização da igreja primitiva, crença e prática. Festa dia: 23 de novembro (ocidental); 24 de novembro ou 25 (Leste).<br />
Agnes Cunningham<br />
Obras de São Clemente de Roma<br />
•	Clemente de Roma<br />
Aviso de Introdução a duas epístolas relativas a virgindade<br />
•	Duas epístolas relativas a virgindade<br />
•	A Primeira Epístola de Clemente Bendito<br />
•	A Segunda Epístola de Clemente mesmo.<br />
•	Pseudo-Clementine Literatura<br />
Aviso de Introdução ao pseudo-Clementine Literatura<br />
Reconhecimentos de Clemente<br />
Aviso de Introdução ao Reconhecimentos de Clemente<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
•	Livro VIII.<br />
•	Livro IX.<br />
•	Livro X.<br />
Aviso de Introdução ao Homilias Clementine<br />
Epístola de Pedro a Tiago<br />
Epístola de Clemente para Tiago<br />
•	Clementine Homilias<br />
Homilia I.<br />
Homilia II.<br />
Homilia III.<br />
Homilia IV.<br />
Homilia V.<br />
Homilia VI.<br />
Homilia VII.<br />
Homilia VIII.<br />
Homilia IX.<br />
Homilia X.<br />
Homilia XI.<br />
Homilia XII.<br />
Homilia XIII<br />
Homilia XIV.<br />
Homilia XV.<br />
Homilia XVI<br />
Homilia XVII.<br />
Homilia XVIII.<br />
Homilia XIX.<br />
Homilia XX.<br />
Barnabé<br />
•	Barnabé (? C.120 AD)<br />
•	Epístola de Barnabé (? C.120 AD)<br />
.<br />
São Policarpo<br />
{Pahl’-uh-kahrp}<br />
Policarpo, c.69-c.155, bispo de Esmirna, foi um elo vivo entre os Apóstolos e da Igreja do século mais tarde 2d. Como um líder da igreja na Anatólia, ele visitou (155) Roma para discutir com o seu bispo a data disputada para a celebração da Páscoa. Foi acordado que as igrejas orientais e ocidentais continuarão seus usos divergentes. Após o seu regresso a Esmirna, Policarpo foi preso e queimado até a morte. Uma carta da igreja de Esmirna, a mais antiga conhecida narrativa de um mártir cristão, dá conta de seu julgamento e morte.<br />
Um defensor da ortodoxia – Irineu diz que ele era um discípulo de São João – Policarpo oposição Marcion e outros professores gnóstico. Uma carta dirigida a ele por Inácio sobrevive, além de um (ou talvez dois combinados) por Policarpo aos Filipenses que lança luz sobre a doutrina cristã, organização e uso da Escritura. Festa dia: 25 de janeiro (Oriental); 23 fev (Ocidental).<br />
Ross Mackenzie Bibliografia: . Altaner, Berthold, Patrologia, (1960); Harrison, PN, Dois Policarpo Epístolas aos Filipenses (1936); Musurillo, HA, amostra, Atos dos mártires cristãos (1972).<br />
•	Policarpo (? C.65-c.155 AD)<br />
•	Epístola de Policarpo aos Filipenses (c.150 AD)<br />
•	Epístola sobre o Martírio de Policarpo<br />
A Epístola Encíclica da Igreja no Smyrnam<br />
.<br />
.<br />
•	Mathetes (c.163 AD -?)<br />
•	Epístola de Mathetes a Diogneto (c.130 AD)<br />
•	Epístola de Adrian em nome dos cristãos<br />
•	Epístola de Antonius ao conjunto comum de Ásia<br />
Marco Aurélio<br />
Imperador romano<br />
Marco Aurélio, b. Abril 26, 121, d. 17 de março, 180, governou Roma de 161 até sua morte. Nascido Marcus Annius Verus, ele foi adotado pelo imperador AntoniusS Pio em 138 e casado com sua filha Annia Galeria Faustina alguns anos mais tarde. Ele sucedeu ao trono sem dificuldade sobre a morte de Antonino. Marcus insistiu em dividir o poder igualmente com Lúcio Vero, Antonino quem tinha também adoptado, embora Verus, que morreu em 169, foi claramente menos competente.<br />
Educado pelos melhores tutores em Roma e Atenas, Marcus era um devoto de aprendizagem grega e da filosofia do estoicismo. Mesmo durante as suas campanhas (167-175, 178-180) contra a Marcomanni e outras tribos do Danúbio manteve um “diário espiritual”. Este documento, as Meditações, reflete a tentativa de Marcus para conciliar sua filosofia estóica da virtude e do auto-sacrifício com o seu papel como um guerreiro soberano.<br />
Guerras de Marcus e benevolências – ele baixou os impostos e foi caridoso em relação aos menos afortunados – eram caros e muitas vezes ineficaz.Cômodo, seu filho, que lhe sucedeu, herdou a guerra do Danúbio, que Roma não podia ganhar, e um tesouro que tinha sido gravemente depauperadas.<br />
•	Epístola de Marco Aurélio para o Senado, creditando cristãos com sua vitória.<br />
.<br />
Santo Inácio de Antioquia<br />
O terceiro bispo de Antioquia, Inácio, dc107, foi levado a Roma sob Trajano e lançados às feras. No caminho para Roma, ele escreveu aos cristãos de Éfeso, Magnésia, Tralles, Roma, Filadélfia e Esmirna, Policarpo, bispo de Esmirna. Estas sete cartas dão uma visão esclarecedora não só as crenças e as condições internas de primeiras comunidades cristãs, mas também do caráter de seu autor.<br />
Inácio escreveu sobre o nascimento virginal ea divindade de Cristo, mas destacou especialmente a natureza humana de Cristo. O primeiro escritor a chamar a Igreja “católica”, Inácio descreveu-a como uma sociedade de amor, no amor presidida por um bispo com seus presbíteros e diáconos, e montados “em graça, em uma só fé e um Jesus Cristo” (Ef 20).<br />
Chamado theophoros (“portador de Deus”), Inácio martírio considerado uma grande honra e pediu aos cristãos romanos não para salvá-lo. “Deixe-me ser dada aos animais selvagens”, escreveu ele, “para através deles que eu possa alcançar a Deus” (Rm 4). Dia de festa: Oct. 17 (ocidental); 17 dez (Antioquia); 20 dez (Eastern outro).<br />
Obras de Santo Inácio de Antioquia<br />
•	Epístola de Inácio (30-107 dC) aos Efésios<br />
•	Epístola de Inácio aos Magnésios<br />
•	Epístola de Inácio aos Trallians<br />
•	Epístola de Inácio aos Romanos<br />
•	Epístola de Inácio para a Filadélfia<br />
•	Epístola de Inácio aos Esmirnenses<br />
•	Epístola de Inácio a Policarpo<br />
•	Versões siríaco das Epístolas de Inácio<br />
•	A Segunda Epístola de Inácio aos Efésios<br />
A Terceira Epístola de o mesmo Santo Inácio</p>
<p>São Justino Mártir<br />
São Justino Mártir, C.100-c.165, é reconhecido como um dos mais importantes escritores cristãos primitivos. Um samaritano, ele estudou em diversas escolas de filosofia – estóica, peripatética, pitagórica e platônica – antes de se tornar um cristão. Justin assumiu a tarefa de fazer uma defesa racional do cristianismo para os forasteiros. Ele foi para Roma e abriu uma escola de filosofia. Justin é o renomado autor de um vasto número de tratados, mas as únicas autênticas obras restantes são duas Apologies, o seu Diálogo com Trifão o judeu, e fragmentos de Sobre a ressurreição. Justin foi decapitado, provavelmente em 165. Festa dia: 01 de junho.<br />
Obras de S. Justino Mártir<br />
•	Justino Mártir (110-165 AD)<br />
•	Primeira Apologia de Justino Mártir<br />
•	Segunda Apologia de Justino Mártir<br />
•	Diálogo de Justino Mártir e Trifon<br />
•	Exortatório Endereço de Justin para os gregos<br />
•	Justino Mártir sobre o único governo de Deus<br />
•	Justino Mártir sobre a Ressurreição<br />
•	Fragmentos de escritos Justin Mártir<br />
•	Martírio de Justino Mártir<br />
•	Martírio dos Santos Mártires<br />
.<br />
Santo Irineu, Irineu<br />
{Y-ruh-nee’-uhs}<br />
Santo Irineu, b. Anatólia, c.140-60, dc200, conhecido como o pai da teologia católica, é o mais importante teólogo do século 2d. Em sua juventude, ele se tornou um discípulo de São Policarpo de Esmirna. Mais tarde ele serviu como bispo de Lugdunum (Lyon) na Gália.<br />
Irineu é conhecido por várias obras existentes, bem como por sua influência sobre escritores cristãos posteriores da época patrística. Ele era um homem de paz e de tradição. Seus grandes esforços foram gastos no combate ao gnosticismo, e sua grande obra, Adversus Haereses (Contra as Heresias), foi escrito para este fim. Ele desenvolveu a doutrina da recapitulação (anakephalaiosis) de todas as coisas em Jesus Cristo, em oposição aos ensinamentos dos gnósticos, como Valentino e Basilides. Um defensor da tradição apostólica, Ireneu de Lyon foi o primeiro Pai da Igreja para sistematizar as tradições religiosas e teológicas da igreja, na medida em que eles existiam. Na controvérsia Quartodecimana sobre a data para a observância da Páscoa, ele defendeu a diversidade de práticas na unidade da fé. Festa dia: 28 de junho.<br />
Agnes Cunningham Bibliografia: Nielsen, Jan Tjierd, Adão e Cristo na Teologia de Irineu de Lyon (1968); Wingren, Gustaf, Homem e da Encarnação: Um Estudo em Teologia Bíblica de Ireneu de Lyon, trans. por Ross MacKenzie (1959).<br />
Obras de Santo Ireneu de Lyon<br />
•	Ireneu de Lyon (120-202 dC)<br />
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro I<br />
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro II<br />
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro III<br />
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro IV<br />
•	Irineu – Contra as Heresias, Livro V<br />
•	Fragmentos dos Escritos Perdidos de Ireneu de Lyon<br />
•	Elucidação pelo Editor sobre textos Irineu<br />
.<br />
Hermas<br />
{Hur’ Muhs-}<br />
Um dos Padres Apostólicos, Hermas era um cristão 2d século, que foi vendido em Roma como um escravo. Ele foi libertado, casado, e tornou-se sucesso nos negócios, mas foi denunciado por seus filhos durante uma perseguição. Sua famosa obra, O Pastor, dividido em três partes (Visões, Mandatos, símiles), é uma série de revelações concedidas por uma mulher idosa (representando a igreja) e um pastor (um anjo) sobre o arrependimento do pecado, e os preceitos morais que levam a uma vida nova. Muitos cristãos primitivos consideravam parte da Escritura.<br />
Obras de Hermas<br />
•	Notas introdutórias Pastor de Hermas (160 dC) (ou o Pastor de Hermas)<br />
•	Pastor de Hermas – Primeiro Livro – Visões<br />
Primeira Visão<br />
Visão Segunda<br />
Terceira Visão<br />
Quarta Visão<br />
Visão Quinta<br />
•	Pastor de Hermas – Livro Segundo – Mandamentos<br />
Primeiro Mandamento<br />
Segundo Mandamento<br />
Terceiro Mandamento<br />
Quarto Mandamento<br />
Quinto Mandamento<br />
Sexto Mandamento<br />
Sétimo Mandamento<br />
Oitavo Mandamento<br />
Nono Mandamento<br />
Décimo Mandamento<br />
décimo primeiro mandamento<br />
Reis Mandamento<br />
•	Pastor de Hermas – Terceiro Livro – Similitudes<br />
Similitude Primeiro<br />
Similitude Segundo<br />
Similitude Terceiro<br />
Similitude quarta<br />
Similitude Quinta<br />
Similitude Sexto<br />
Sétimo Similitude<br />
Similitude Oitava<br />
Similitude Nona<br />
Décima Similitude<br />
•	Pastor de Hermas – Elucidações</p>
<p>Taciano<br />
{Tay’ shuhn-}<br />
Um escritor sírio do século 2d, Taciano freqüentou a escola de São Justino Mártir da filosofia em Roma e, depois de uma longa busca espiritual, se converteu ao cristianismo. Sua Diatessaron, uma síntese dos quatro Evangelhos, e Oratio anúncio Græcos (Discurso aos gregos), uma defesa racional do cristianismo, eram suas obras mais importantes. Em seguida, ele abandonou o cristianismo e fundou Encratites, uma seita gnóstica.<br />
•	Taciano o Assírio<br />
•	Endereço de Taciano para os gregos ou ad Oratio Græcos<br />
O Diatessaron de Taciano<br />
.<br />
Papias de Hierapolis<br />
{Pay’-pee-uhs, hee-ar ahp’-uh-luhs}<br />
Papias, fl. 130, foi um dos primeiros escritores cristãos, conhecidos como Padres Apostólicos. Ele foi bispo de Hierápolis na Anatólia e disse ter sido um discípulo de São João Apóstolo e companheiro de São Policarpo, bispo de Esmirna. Suas explicações das palavras do Senhor, uma obra em cinco livros, que sobrevive apenas em fragmentos preservados por Eusébio de Cesaréia e Ireneu de Lyon, é importante porque contém muitas tradições orais e as lendas dos tempos apostólicos.<br />
•	Fragmentos das obras de Papias<br />
.<br />
Teófilo<br />
•	Teófilo de Antioquia (115-181 dC),<br />
Teófilo para Autolycus – Livros I<br />
Teófilo para Autolycus – Livros II<br />
Theophilus para Autolycus – Livros III<br />
•	Epístola de Mathetes a Diogneto (130 dC)<br />
.<br />
Atenágoras<br />
Atenágoras, que viveu no século 2, foi um filósofo cristão e apologista. Tratado chefe Atenágoras, intitulado Presbeia peri Christiann (177 dC), é um dos primeiros trabalhos a utilizar conceitos neoplatônicos, que são baseadas nas idéias do filósofo grego Platão, para interpretar o cristianismo. Atenágoras pode ter sido um nativo de Atenas, Grécia. Ele é conhecido por ter ensinado, e ele estabeleceu uma academia cristã em Alexandria, no Egito.<br />
Presbeia foi inscrito para o imperador romano Marcus Aurelius Commodus e seu filho. Neste tratado, Atenágoras defendeu os cristãos contra as acusações de ateísmo contemporâneo, canibalismo e promiscuidade, destacando a crença cristã na Trindade, na ressurreição do corpo, e na santidade do casamento.Atenágoras também produziu a primeira explicação racional para a simultânea unidade de Deus e Trindade.<br />
Outro tratado, traduzido A Ressurreição do Corpo (encontrado no mesmo manuscrito com Presbeia), é atribuído à cautela Atenágoras. O segundo tratado é, talvez, a primeira exposição completa em literatura da doutrina cristã da ressurreição do corpo. Autenticidade do documento é questionada porque recebe nenhuma menção nos escritos do teólogo Orígenes de Alexandria do século terceiro, nem é mencionado nos escritos patrísticos mais tarde. No entanto, os estudiosos notaram que os dois tratados compartilhar o mesmo vocabulário. Presbeia também sugere a existência de um trabalho posterior que mais plenamente discute o conceito cristão da ressurreição.<br />
•	Um apelo para os cristãos (Apologia) por Atenágoras (177 dC)<br />
•	Tratado de Atenágoras<br />
Sobre a ressurreição dos mortos<br />
.<br />
São Clemente de Alexandria<br />
Clemente de Alexandria, c.150-c.215, foi um teólogo grego que fez uma primeira tentativa de sintetizar platônica e pensamento cristão. Ele nasceu provavelmente em Atenas, onde recebeu a sua formação inicial. Depois que ele se tornou um cristão, ele foi para Alexandria para procurar a instrução de Pantænus, chefe da escola catequética e um renomado professor cristão. Pantænus deu Clement o “elemento imortal do conhecimento” que ele procurava.De acordo com Pantænus, que o conhecimento religioso, ou gnose, se prepara para o estado de êxtase em que a identidade perfeita com Deus é alcançada. Ele considerou que a gnose só verdade, porém, era para ser encontrado na fé cristã (ver gnosticismo). Clement conseguiu Pantænus como chefe da escola cerca de 190. Cerca de 202, durante a perseguição do imperador romano Septímio Severo, ele foi forçado a fugir para a Capadócia, onde morreu.<br />
Clemente foi um dos fundadores da tradição alexandrina na teologia cristã. Seus escritos fusível fé cristã e da filosofia (platônica) grego. Suas mais conhecidas obras são a Protréptico (Exortação aos gregos), no qual ele tentou converter adoradores de deuses pagãos, o Pædagogus (Tutor), uma explicação do mundo em termos de o Logos, ou a mente de Deus, eo Stromata (Miscelâneas), na qual afirmou que a filosofia é um presente de Deus para os gregos. Clemente tem sido chamado às vezes um gnóstico cristão. Ele é considerado um dos Padres da Igreja.<br />
Obras de São Clemente de Alexandria<br />
•	Introdução à Clemente de Alexandria (153-217 AD)<br />
•	Exortação aos pagãos – Clemente de Alexandria<br />
•	O Instrutor – eu Livro – Clemente de Alexandria<br />
•	O Instrutor – Livro II – Clemente de Alexandria<br />
•	O Instrutor – Livro III – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – eu Livro – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro II – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro III – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro IV – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro V – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro VI – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro VII – Clemente de Alexandria<br />
•	O Stromata ou Miscellanies – Livro VIII – Clemente de Alexandria<br />
•	Fragmentos de manuscritos de Clemente de Alexandria<br />
Fragmentos de Clemente de Alexandria.<br />
I.-a partir da tradução latina de Cassiodoro.<br />
II.-Nicetas, Bispo de Heraclea.<br />
III.-A partir da Catena em Lucas, Editado por Corderius.<br />
IV.-dos livros de os Hypotyposes.<br />
V.-do livro sobre a Providência.<br />
VI.-do livro sobre a alma.<br />
VII. fragmento do Livro em calúnia.<br />
VIII.-Outros Fragmentos de Antonius Melissa.<br />
IX. Fragmento do Tratado sobre casamento .<br />
X.-Fragmentos de Outros Livros Perdidos.<br />
XI.-fragmentos encontrados em grego apenas na edição de Oxford.<br />
XII.-fragmentos que não constam da edição de Oxford.<br />
•	Na salvação do homem rico – Clemente de Alexandria<br />
Quem é o homem rico que será salvo?<br />
.<br />
Tertuliano<br />
{Tur tul’-ee-uhn}<br />
Quintus Septímio Florens Tertuliano, b. Cartago, c.155, d. depois de 220, foi um dos maiores teólogos e escritores ocidentais da antiguidade cristã. Através de seus escritos uma testemunha à doutrina e à disciplina da Igreja primitiva na crença e de culto é preservada.<br />
Um defensor nos tribunais, em Roma, convertido Tertuliano (c.193) ao cristianismo. Cerca de 207 ele rompeu com a Igreja e se juntou aos montanistas na África. Pouco depois, porém, ele rompeu com eles e formou seu próprio partido, conhecidos como os Tertullianists.<br />
Um extremista por natureza, ele havia passado por um período de licenciosidade durante seus primeiros anos, mas depois, ele defendeu uma severa ascese e disciplina que seus seguidores encontraram difícil de imitar.<br />
Tertuliano era um homem de temperamento ardente, grande talento, e incansável propósito. Ele escreveu com uma brilhante retórica e sátira cortante. Sua paixão pela verdade levou em polêmica com seus inimigos: em turno pagãos, judeus, hereges e católicos. Sua admiração pelo heroísmo cristão sob perseguição parece ter sido o fator mais forte em sua conversão.<br />
Escritos de Tertuliano, nomeadamente Apologeticum, De Praescriptione hæreticorum e De carne Christi, teve um efeito duradouro sobre o pensamento cristão, especialmente por aqueles que, como Cipriano de Cartago, sempre o considerou como um “mestre”. Ele também influenciou o desenvolvimento do pensamento ocidental e cristã da criação do latim eclesiástico.<br />
Agnes Cunningham<br />
Obras de Tertuliano<br />
•	Introdução ao Tertuliano (145-220 dC)<br />
•	A Apologia – Tertuliano<br />
•	Em Idolatria – Tertuliano<br />
•	Os shows, ou De spectaculis – Tertuliano<br />
•	O Terço, ou De Corona – Tertuliano<br />
•	Para Escápula – Tertuliano<br />
•	Anúncio Nationes – Livro I – Tertuliano<br />
•	Anúncio Nationes – Livro II – Tertuliano<br />
•	Anúncio Nationes – Apêndice – Tertuliano<br />
•	Uma Resposta para os judeus – Tertuliano<br />
•	Testemunho da Alma – Tertuliano<br />
•	Um Tratado sobre a Alma – Tertuliano<br />
•	Introdução, pelo editor americano – Tertuliano<br />
•	A Receita Contra Hereges – Tertuliano<br />
•	Intro para os cinco livros contra Marcion – Tertuliano<br />
•	Contra Marcião – Livro I – Tertuliano<br />
•	Contra Marcião – Livro II – Tertuliano<br />
•	Contra Marcião – Livro III – Tertuliano<br />
•	Contra Marcião – Livro IV – Tertuliano<br />
•	Contra Marcião – Livro V – Tertuliano<br />
•	Contra Hermógenes – Tertuliano<br />
•	Contra o Valentinians – Tertuliano<br />
•	Na carne de Cristo – Tertuliano<br />
•	Sobre a ressurreição da carne – Tertuliano<br />
•	Contra Práxeas – Tertuliano<br />
•	Scorpiace – Tertuliano<br />
•	Apêndice: contra todas as heresias – Tertuliano<br />
•	Em Arrependimento – Tertuliano<br />
•	No Batismo – Tertuliano<br />
•	Em Oração – Tertuliano<br />
•	Anúncio Martyras – Tertuliano<br />
•	Martírio de Perpétua e Felicitas – Tertuliano<br />
•	Da Paciência – Tertuliano<br />
•	No Pálio – Tertuliano<br />
•	No Vestuário de Mulheres – Livro I – Tertuliano<br />
•	No Vestuário de Mulheres – Livro II – Tertuliano<br />
•	Sobre o Véu das virgens – Tertuliano<br />
•	Para sua esposa – Livro I – Tertuliano<br />
•	Para sua esposa – Livro II – Tertuliano<br />
•	Na Exortação à Castidade – Tertuliano<br />
sobre monogamia<br />
•	Na modéstia – Tertuliano<br />
•	Em Jejum – Tertuliano<br />
•	De fuga em persecutione – Tertuliano<br />
•	Apêndice – Tertuliano<br />
1. Uma linhagem de Jonas Profeta.<br />
2. Uma linhagem de Sodoma.<br />
3. Gênesis.<br />
4. Uma cepa do Acórdão do Senhor.<br />
5. Cinco Livros em resposta a Marcion.</p>
<p>•	Minúcio Felix (c. AD 210)<br />
•	Otávio de Minúcio Felix<br />
•	Commodianus (c. 240 dC)<br />
nota introdutória para as Instruções de Commodianus.<br />
As Instruções de Commodianus em favor da disciplina cristã. Contra os deuses dos pagãos. (Expresso em acrósticos.)<br />
Orígenes<br />
{Ohr’-i-jin}<br />
Orígenes, c.185-c.254, é geralmente considerado o maior teólogo e estudioso bíblico da Igreja Oriental cedo. Ele nasceu provavelmente no Egito, talvez em Alexandria, a uma família cristã. Seu pai morreu em perseguição de 202, e ele escapou por pouco o mesmo destino. Com a idade de 18 anos, Orígenes foi nomeado para suceder Clemente de Alexandria como chefe da escola catequética de Alexandria, onde ele tinha sido um estudante.<br />
Entre 203 e 231, Orígenes atraiu um grande número de estudantes através do seu modo de vida, tanto quanto através de seu ensino. De acordo com Eusébio, ele assumiu o comando em Matt. 19:12 para dizer que ele deveria se castrar. Durante este período, viajou muito e Orígenes, enquanto na Palestina (c.215) foi convidado a pregar pelos bispos locais, embora ele não foi ordenado. Demétrio, bispo de Alexandria, esta actividade considerada como uma violação do costume e da disciplina e ordenou-lhe para voltar para Alexandria. O período seguinte, de 218 a 230, foi um dos mais de Orígenes produtiva como um escritor.<br />
Em 230, retornou à Palestina, onde foi ordenado sacerdote pelos bispos de Jerusalém e Cesaréia. Demétrio Orígenes então excomungado, o privou de seu sacerdócio, e enviou-o para o exílio. Orígenes retornou para a segurança da Cesaréia (231), e ali estabeleceu uma escola de teologia, sobre a qual ele presidiu durante 20 anos. Entre seus alunos foi São Gregório Taumaturgo, cujo panegírico de Orígenes é uma importante fonte para o período. A perseguição foi renovada em 250, e Orígenes foi duramente torturado. Ele morreu de os efeitos de alguns anos mais tarde.<br />
Embora a maior parte de seus escritos tenham desaparecido, a produtividade literária de Orígenes foi enorme. A Hexapla foi a primeira tentativa de estabelecer um texto crítico do Antigo Testamento, os comentários sobre Mateus e João estabelecerá como o primeiro grande estudioso bíblico da igreja cristã, o Principiis De (ou Peri Archon) é um tratado dogmático em Deus e o mundo, eo Celsum Contra é uma refutação do paganismo.<br />
Orígenes tentou sintetizar interpretação bíblica e crença cristã com a filosofia grega, especialmente neoplatonismo e estoicismo. Sua teologia era uma expressão de reflexão de Alexandria sobre a Trindade, e, antes de Santo Agostinho, ele foi o mais influente teólogo da igreja. Algumas das idéias de Orígenes permaneceu uma fonte de controvérsia tempo após a sua morte, e “Origenism” foi condenada na quinta conselho ecumênico em 553 (ver Concílios de Constantinopla). Orígenes é um dos melhores exemplos da mística cristã: o bem maior é tornar-se semelhante a Deus como possível através da iluminação progressiva. Apesar do seu carácter por vezes controverso, seus escritos ajudaram a criar uma teologia cristã que mistura categorias bíblicas e filosóficas.<br />
Ross Mackenzie<br />
Bibliografia:<br />
Bigg, Charles, os platônicos cristãos de Alexandria (1886; repr 1970.); Burghardt, WJ, et al, eds, Orígenes, Oração, Exortação ao martírio (1954); Caspary, GE, Política e exegese:.. Orígenes e as duas espadas (1979); Chadwick, Henry, pensamento cristão primitivo e da tradição clássica:. Estudos em Justin, Clemente e Orígenes (1966); Daniélou, Jean, Orígenes, trans por Walter Mitchell (1955); Drewery, B., Orígenes e Doutrina da Graça (1960); Hanson, RPC, Doutrina de Orígenes da Tradição (1954); Kannengiesser, C., ed, Orígenes de Alexandria (1988)..<br />
Obras de Orígenes<br />
•	Hexapla – Orígenes<br />
•	Introdução – Orígenes (185-254 dC)<br />
•	de Principiis – Prefácio – Orígenes<br />
•	de Principiis – Livro I – Orígenes<br />
•	de Principiis – Livro II – Orígenes<br />
•	de Principiis – Livro III – Orígenes<br />
•	de Principiis – Livro IV – Orígenes<br />
•	de Principiis – Elucidações – Orígenes<br />
•	Carta de Africanus – Orígenes<br />
Carta aos Africanus – Orígenes<br />
•	Carta a Gregório – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro I – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro II – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro III – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro IV – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro V – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro VI – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro VII – Orígenes<br />
•	Carta Contra Celso – Livro VIII – Orígenes<br />
.<br />
.<br />
•	Caio (180-217 AD)<br />
Fragmentos de Caio<br />
•	Commodianus (240 AD)<br />
São Hipólito de Roma<br />
São Hipólito de Roma (170? -235?) Foi considerado o mais importante teólogo do século 3 da igreja romana. Hipólito desafiou a eleição papal de Calisto em 217 e se tornou o primeiro antipapa.<br />
Nascido antes de 170, provavelmente no Oriente de língua grega, Hipólito parece ter chegado a Roma durante o reinado de São Victor I, na última década do segundo século. Ele logo se tornou o líder intelectual da igreja romana, quando o eminente teólogo Orígenes visitou Roma, ele participou de um dos sermões de Hipólito. Hipólito tomou parte ativa na luta contra o monarquianismo modal, que negou a realidade de distinções entre as pessoas da Trindade.Um polemista feroz, ele denunciou tanto o Papa Zeferino e seu assessor, que se tornaria o Papa Calisto I, para tolerância na aplicação da disciplina eclesiástica, e ele os acusou de tendências modalista em sua cristologia. Zeferino e Calisto, por sua vez denunciou Hipólito para o latente diteísmo na teologia ele havia adotado a partir de São Justino Mártir.<br />
Após a eleição de Calisto como sucessor de Zeferino, Hipólito parece ter se colocou como antipapa. Ele tratou Calisto como líder equivocada facções e tentou realizar a sua própria visão da igreja como uma comunidade ideal de santos. Após a morte de Calisto, Hipólito perpetuou o cisma com ataques contra o Papa Urbano I e Ponciano Papa. Cerca de 235, durante o reinado do imperador Maximino, tanto Hipólito e Ponciano foram presos e enviados para as minas da Sardenha, onde morreram. O fato de que o Papa Fabian foi para o esforço de ter os corpos de dois homens retornaram a Roma sugere que uma reconciliação se acreditava ter ocorrido antes de sua deportação.<br />
Porque Hipólito escreveu em grego, a maior parte de seus trabalhos foi perdido e sua história se confundiu no Ocidente latino. São Dâmaso I, por exemplo, acreditava que Hipólito era um seguidor de Novaciano, e em escritos posteriores Hipólito é representado como um soldado convertido por São Lourenço.Tanto Eusébio de Cesaréia e Jerônimo fez referência a ele como um autor prolífico e um bispo, mas eles não foram capazes de identificar a sua sede episcopal. A mais famosa das obras atribuídas a Hipólito é a refutação de todas as heresias, embora muitos duvidam que este e outros escritos tradicionalmente associados com o nome de Hipólito pode ser considerado o trabalho do sacerdote romano e antipapa.<br />
Obras de Santo Hipólito<br />
•	Introdução – Hipólito (170-236 AD)<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro I – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro IV – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro V – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro VI – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro VII – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro VIII – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro IX – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Livro X – Hipólito<br />
•	Refutação de todas as heresias – Elucidações – Hipólito<br />
•	Fragmentos – Hipólito<br />
As obras existentes e Fragmentos de Hipólito.<br />
Parte I.-exegética. Fragmentos de comentários sobre vários livros da Escritura.<br />
•	Mais Fragmentos – Hipólito<br />
Parte II.-dogmático e histórico.<br />
•	Apêndice – Hipólito<br />
São Cipriano<br />
{Sip’-ree-uhn}<br />
Cipriano, bc200, d. 14 de setembro de 258, foi bispo de Cartago e um dos principais teólogos da igreja primitiva Africano. O filho de pais ricos, ele era um professor de retórica e literatura antes de se tornar (c.246) um cristão. Ele logo foi ordenado sacerdote e eleito (c.248) bispo de Cartago.<br />
Cipriano foi obrigado a fugir de Cartago durante as perseguições (249-51) do imperador Décio. Após seu retorno, ele virou-se para o problema dos cristãos que não tinham para se manter firme durante a perseguição. Cipriano favoreceu a readmissão de tais cristãos para a igreja, mas sob condições rigorosas.Opondo-se ao cisma de Novaciano, que acreditava que os cristãos anuladas devem ser permanentemente excluídas, ele argumentou que os batismos realizados pelos cismáticos eram inválidos. Sobre este assunto ele se opunha pelo Papa Stephen I. Na perseguição renovada do reinado de Valeriano, Cipriano foi decapitado, não muito longe de Cartago.<br />
Escrita Cipriano reflete a influência de Tertuliano, a quem ele mantinha em alta estima. Sua obra mais conhecida é De ecclesiae unitate (Sobre a Unidade da Igreja), na qual ressaltou o papel do bispo para decidir assuntos da igreja local, mas não deu a igreja romana uma posição de preeminência. Festa dia: 16 de setembro (ocidental); 31 ago (Leste).<br />
Obras de São Cipriano<br />
•	Introdução – Cipriano (200-258 dC),<br />
A Vida e Paixão de Cipriano, bispo e mártir<br />
•	Epístolas de São Cipriano – I – XXX<br />
•	Epístolas de São Cipriano – XXXI – LX<br />
•	Epístolas de São Cipriano – LXI – LXXXII<br />
•	Tratados I – VII – Cipriano<br />
Tratado I. Na Unidade da Igreja.<br />
Tratado II. No vestido das Virgens.<br />
Tratado III. No caducadas.<br />
Treatise IV. Na oração do Senhor.<br />
Tratado V. Um Endereço para Demetrianus.<br />
VI Tratado. Na Vanity de Ídolos<br />
Tratado VII. Sobre a mortalidade.<br />
•	Tratados VIII – XII-Livro 2 – Cipriano<br />
Tratado VIII. De Obras e esmolas.<br />
Tratado IX. Na vantagem da Paciência.<br />
Tratado X. No ciúme e inveja.<br />
Tratado XI. Exortação ao martírio, dirigida a Fortunato.<br />
Tratado XII. Três livros de testemunhos contra os judeus.<br />
•	Tratado XII-Livro 3 – Cipriano<br />
•	Sétimo Concílio de Cartago Sob Cipriano<br />
•	Questionáveis tratados Cipriano<br />
nos programas públicos.<br />
sobre a glória do martírio.<br />
da disciplina e Advantage da castidade.<br />
exortação ao arrependimento.<br />
Novaciano<br />
Novaciano (200? -258?) Foi um teólogo romano que se tornou o antipapa segundo em 251. Um líder entre o clero romano, Novaciano desposada um rigorismo na disciplina da igreja que era semelhante a montanismo.<br />
Após o martírio do Papa Fabian em 250 durante as perseguições do imperador Décio, a igreja romana adiada a eleição de um sucessor. Em 251 a Igreja eleita Cornelius como papa. Cornelius defendeu o perdão ea readmissão dos cristãos que haviam cometido apostasia sob perseguição. Novaciano, no entanto, acredita que depois do batismo não poderia haver perdão por pecados graves. Ele havia se consagrado papa por três bispos do sul da Itália e entrou em cisma com seus seguidores, em 251 eles foram excomungados por Cornelius. Os Novatianists estabeleceu sua própria igreja, que durou até foram formalmente reunido com a Igreja Católica pelo Conselho de Nicéia, em 325. Novaciano se é pensado para ter sido martirizado durante as perseguições do imperador romano Valeriano.<br />
Novaciano foi o primeiro teólogo Romano de escrever em latim. Dois de seus nove tratados conhecidos sobreviveram: Sobre a Trindade e sobre os alimentos judaicos.<br />
Obras de Novaciano<br />
•	Introdução – Novaciano (210-280 AD)<br />
•	De Trinitate, Tratado de Novaciano relativas à Santíssima Trindade<br />
•	Nas carnes judeu – Novaciano<br />
•	Tratado Contra o Herege Novaciano por um bispo Anônimo<br />
Um Conselho Romano celebrado sob Stephen.<br />
Conselhos cartagineses.<br />
•	Novaciano – A controvérsia sobre o batismo dos hereges<br />
Obras de Eusébio Pânfilo<br />
•	Testemunhos de Antigos Contra Eusébio<br />
•	Eusébio Pânfilo<br />
•	A História da Igreja de Eusébio<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
•	Livro VIII.<br />
•	Livro IX.<br />
•	Livro X.<br />
•	Notas Complementares e Tabelas.<br />
•	A vida do imperador Constantino Bendito<br />
•	Prefácio.<br />
•	Prolegômenos.<br />
•	II.-Especial Polegomena<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	A Oração do imperador Constantino<br />
•	A Oração em louvor do imperador Constantino.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Sócrates Escolástico<br />
{Skoh las’-ti-kuhs}<br />
O historiador grego Sócrates “Escolástico”, c.380-c.450, é mais conhecido por sua história da igreja, concebido como uma continuação de Eusébio de Cesaréia da Historia Ecclesiastica. O trabalho está organizado em sete livros, cada um dos quais cobre a vida de um dos imperadores romanos 305-439.<br />
Obras de Sócrates Escolástico<br />
•	Introdução.<br />
•	Sócrates Escolástico.<br />
•	A História Eclesiástica, por Sócrates Escolástico<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Hermias Sozomen<br />
•	Hermias Sozomen<br />
•	A História Eclesiástica de Sozomen<br />
•	Introdução.<br />
•	Observações introdutórias por Valesius sobre a vida e os escritos de Sozomen.<br />
•	Memórias de Sozomen.<br />
•	Endereço para o imperador Teodósio por Salaminius Hermias Sozomen, e Proposta de História Eclesiástica.<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
•	Livro VIII.<br />
•	Livro IX.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Teodoreto<br />
{Ti ahd’-uh-ret}<br />
Um teólogo de Antiochene a escola, Teodoreto, b. Antioquia, c.393, dc458, era um monge de Apamea e bispo de Ciro, Síria (423). Um amigo de Nestório, ele se envolveu na polêmica com São Cirilo de Alexandria, cujos pontos de vista, ele ocupou, implícita uma confusão das naturezas divina e humana de Cristo. Sucessor de Cirilo, Dióscoro os poderosos, acusado (448) Teodoreto de dividir Cristo em duas naturezas, e apesar de Teodoreto insistiu na unidade, ele foi anatematizado. O Sínodo Robber de Éfeso (449), defendendo a teologia Cirilo, deposto Theodoret e forçado ao exílio por um ano. No Concílio de Calcedônia (451), Teodoreto, identificaram com a oposição Nestorian, mas ele foi convencido a renunciar Nestório e foi reconhecido como ortodoxo.<br />
Escritos sobreviventes Theodoret são expressões finas de Antiochene a escola de interpretação.<br />
Ross Mackenzie<br />
Bibliografia: Delaney, John J., e Tobin, James E., Dicionário de Biografia Católica (1961); Quasten, Johannes, Patrologia (1950).<br />
Obras de Teodoreto<br />
•	Prefaciar<br />
•	Teodoreto<br />
•	Prefácio do tradutor<br />
•	Prolegómenos<br />
•	Os anátemas de Cirilo em oposição a Nestório.<br />
•	Counter-Demonstrações de Teodoreto.<br />
•	A História Eclesiástica de Teodoreto<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Diálogos<br />
•	Diálogo I.-o imutável.<br />
•	O diálogo II.-Unconfounded.<br />
•	Diálogo III.-A impassível.<br />
•	Manifestações de Silogismos<br />
•	Letras da Santíssima Teodoreto, bispo de Ciro<br />
.<br />
.<br />
São Jerônimo, Rufino<br />
Jerônimo (Eusebius Hieronymus), c.347-420, foi um Padre da Igreja e Doutor da Igreja, cuja grande obra foi a tradução da Bíblia para o latim, a edição conhecida como Vulgata. Ele nasceu em Stridon sobre as fronteiras da Dalmácia e Panônia de uma família bem-fazer cristão. Seus pais o mandaram para Roma a fim de favorecer os seus interesses intelectuais, e lá ele adquiriu um conhecimento da literatura clássica e foi batizado na idade de 19. Pouco tempo depois, ele viajou para Trier em Aquileia a Gália e na Itália, onde ele começou a cultivar seus interesses teológicos em companhia de outras pessoas que, como ele, foram ascetically inclinados.<br />
Cerca de 373, Jerônimo partiu em uma peregrinação ao Oriente. Em Antioquia, onde foi calorosamente recebido, ele continuou a prosseguir os seus estudos humanistas e monástica. Ele também teve uma profunda experiência espiritual, sonhando que ele foi acusado de ser “um eloquente, e não um cristão.” Assim, ele decidiu dedicar-se exclusivamente à Bíblia e da teologia, embora o tradutor rufinus (345-410), amigo próximo de Jerônimo, mais tarde sugeriu que o voto não foi rigorosamente mantido. Jerônimo mudou-se para o deserto de Cálcis, e durante a prática de austeridades mais rigorosos, prosseguiu os seus estudos, incluindo a aprendizagem do hebraico. No seu regresso a Antioquia, em 378 ele ouviu Apolinário, o Jovem palestra (c.310-c.390) e foi admitido ao sacerdócio (379) por Paulino, bispo de Antioquia. Em Constantinopla, onde passou três anos, cerca de 380, ele foi influenciado por Gregório de Nazianzo.<br />
Quando Jerônimo retornou a Roma o Papa Dâmaso I nomeou-o secretário confidencial e bibliotecário e encarregou-o de começar seu trabalho de tornar a Bíblia para o latim. Depois da morte (384) de Dâmaso, no entanto, Jerome caiu em desuso, e por uma segunda vez, ele decidiu ir para o Oriente. Ele fez breves visitas a Antioquia, Egito e Palestina. Em 386, Jerônimo solucionadas em Belém, em um mosteiro criado para ele por Paula, uma de um grupo de mulheres cujos abastado romano conselheiro espiritual que ele tinha sido e que permaneceu seu amigo ao longo da vida. Lá, ele começou seu período mais produtivo literária, e lá permaneceu por 34 anos, até sua morte. A partir deste período vêm suas principais comentários bíblicos ea maior parte de seu trabalho sobre a Bíblia latina.<br />
Os escritos de Jerônimo expressa uma bolsa insuperável no início da igreja e ajudou a criar a tradição cultural da Idade Média. Ele desenvolveu o uso de material filológico e geográfica na sua exegese e reconheceu a importância científica da arqueologia. Em sua interpretação da Bíblia que ele usou tanto o método alegórico do Alexandrino e do realismo do Antiochene escolas. Um homem difícil e temperamental, Jerome fez muitos inimigos, mas sua correspondência com amigos e inimigos é de grande interesse, sobretudo com que Santo Agostinho. Seus brindes foram maiores na bolsa, e ele é um verdadeiro fundador da exegese bíblica científica no Ocidente. Festa dia: 30 de setembro (Ocidental).<br />
Obras de Rufino, São Jerônimo<br />
•	Jerônimo e Gennadius<br />
•	Jerônimo e Gennadius – Vidas dos Homens Ilustres.<br />
•	Adições Gennadius ‘<br />
•	Rufino<br />
•	Prolegômenos sobre a vida e obra de Rufino<br />
•	Prefácio ao Comentário sobre as Bênçãos dos Doze Patriarcas<br />
•	Prefácio ao Livro II.<br />
•	Tradução de Defesa Pamphilus ‘de Orígenes.<br />
•	Epílogo de Rufino a Panfílio Apologia dos Mártires de Orígenes<br />
•	Prefácio com as traduções de livros de Orígenes arxw Peri ‘= n.<br />
•	Prefácio do livro III. De arxwn o Peri.<br />
•	Apologia Rufino em Defesa de si mesmo.<br />
•	A Carta de Anastácio, Bispo da Igreja de Roma a João Bispo de Jerusalém sobre o caráter de Rufino<br />
•	A Apologia de Rufino<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.</p>
<p>Sulpitius Severo (363-420 dC)<br />
•	Vida e Obra de Sulpitius Severo.<br />
•	Sobre a vida de São Martinho<br />
•	Cartas<br />
•	Letra I. Para Eusébio.<br />
•	Carta II. Para o Aurelius Deacon<br />
•	Carta III. Para Bassula, sua mãe-de-lei.<br />
•	Diálogos<br />
•	I. diálogo sobre as virtudes dos Monges do Oriente.<br />
•	Diálogo II. Em relação às virtudes da St. Martin.<br />
•	Diálogo III. As Virtudes de Martin Continuação.<br />
•	As cartas de cobrança duvidosa<br />
•	Carta I. A Carta do Presbítero Santo Severo à Sua irmã Claudia Quanto ao Juízo Final.<br />
•	Carta II. Uma Carta de Sulpitius Severo à Sua irmã Claudia relativas a virgindade.<br />
•	Carta III. Uma Carta de Severo para Santo Paulo Bispo.<br />
•	Carta IV. Para o mesmo, em sua sabedoria e bondade.<br />
•	Letra V. Para uma pessoa desconhecida, pedindo-lhe para lidar cuidadosamente com seu irmão,<br />
•	Carta VI. Para Sálvio: uma denúncia de que as pessoas do campo foram perseguidos, e seus bens saqueados.<br />
•	Letter VII. Para uma pessoa desconhecida, Implorando a Favorof uma carta.<br />
•	A História Sagrada<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
.<br />
.<br />
Vicente de Lérins (? -450 DC)<br />
{Van-sahn ‘lay-ran’}<br />
O cristão monge Vicente de Lérins, dc450, é lembrado por sua Commonitorium (Memorando, c.434), um conjunto de notas em 33 capítulos. Um dos primeiros a lidar com a questão do desenvolvimento doutrinário, ele ofereceu diretrizes para extrair a verdade da controvérsia religiosa. Ele afirmou que a igreja pode diferenciar entre as tradições verdadeiras e falsas, usando o teste triplo do ecumenismo, antiguidade e consentimento (“o que foi crido em toda parte, sempre, por todos”). Este teste tem vindo a ser conhecida como a “Canon Vicentina.” Festa dia: 24 de maio.<br />
•	Vicente de Lérins<br />
•	O Commonitory<br />
•	Introdução.<br />
•	Apêndice I.<br />
•	Apêndice II.<br />
•	Apêndice III.<br />
.<br />
.<br />
João Cassiano (c.360-c.433)<br />
{Kash’ uhn-}<br />
Um monge cristão, João Cassiano, c.360-435, é importante por seus escritos sobre Monasticismo. Nascido em Dobruja, uma região do Mar Negro, ele se juntou a um mosteiro perto de Belém como um homem jovem. Depois de visitar os famosos centros monásticos do Egito, ele ficou lá até que ele foi forçado a deixar (c.400) por causa das tensões entre os monges egípcios e gregos. Cassiano encontraram refúgio temporário em Constantinopla e depois em Roma.Cerca de 415 ele foi para Marselha, onde fundou um mosteiro para os homens e outro para mulheres. Aqui ele compôs suas duas grandes obras, os institutos e as conferências. Os acordos anteriores com as estruturas do monaquismo, o segundo discute a teoria da espiritualidade monástica. Os orientais Igreja honra-lo como um santo. Festa dia: 29 de fevereiro.<br />
Cipriano Davis, OSB<br />
Bibliografia: Chadwick, Owen, João Cassiano, 2 ª ed. (1968).<br />
•	João Cassiano<br />
•	Prolegómenos<br />
•	Prefácio.<br />
•	Doze Livros sobre Institutos da Coenobia<br />
•	I. livro do vestido dos Monges.<br />
•	Livro II. Do Sistema Canonical das orações noturnas, e nos Salmos.<br />
•	Livro III. Do Sistema Canonical das orações diárias e Salmos.<br />
•	Livro IV. Dos Institutos dos renunciantes.<br />
•	Livro V. do espírito de gula.<br />
•	Livro VI. No espírito de fornicação.<br />
•	Livro VII.of o espírito de cobiça.<br />
•	Livro VIII. Do Espírito de raiva.<br />
•	Livro IX. Do Espírito de desânimo.<br />
•	Livro X. do Espírito de accidie. 1<br />
•	Livro XI. Do Espírito de Vanglória.<br />
•	Livro XII.<br />
•	Conferências de John Cassian.-Parte I.<br />
•	I. Primeira Conferência do abade Moisés.<br />
•	II. Segunda Conferência do abade Moisés.<br />
•	III. Conferência do abade Pafúncio.<br />
•	IV. Conferência do Abade Daniel.<br />
•	V. Conferência de Serapião Abade.<br />
•	VI. Conferência do Abade Teodoro. 1<br />
•	VII. Primeira Conferência do Abade Serenus.<br />
•	VIII. A Segunda Conferência do Abade Serenus.<br />
•	IX. A Primeira Conferência do abade Isaac.<br />
•	X. A Segunda Conferência do Abade Isaac.<br />
•	As Conferências de John Cassian.-Parte II.<br />
•	XI. A Primeira Conferência do abade Chæremon.<br />
•	XII. A Segunda Conferência do Abade Chaeremon.<br />
•	XIII. A Terceira Conferência do Abade Chaeremon.<br />
•	XIV. A Primeira Conferência do abade Nesteros.<br />
•	XV. A Segunda Conferência do Abade Nesteros.<br />
•	XVI. A Primeira Conferência do abade Joseph.<br />
•	XVII. A Segunda Conferência do abade Joseph.<br />
•	Conferências de John Cassian.-Parte III.<br />
•	XVIII. Conferência do Abade Piamun.<br />
•	XIX. Conferência do Abade John.<br />
•	XX. Conferência do Abade Pinufius.<br />
•	XXI. A Primeira Conferência de Theonas Abbot.<br />
•	XXII. A Segunda Conferência de Theonas Abbot.<br />
•	XXIII. A Terceira Conferência de Theonas Abbot.<br />
•	XXIV. Conferência do abade Abraão.<br />
•	Os sete livros sobre a Encarnação do Senhor, contra Nestório.<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
.</p>
<p>Doze Patriarcas<br />
•	Doze Patriarcas<br />
Aviso de Introdução ao Testamentos dos Doze Patriarcas<br />
•	Os Testamentos dos Doze Patriarcas<br />
•	I.-O Testamento de Rúben Quanto Pensamentos<br />
•	II.-O Testamento de Simeão Quanto Envy.<br />
•	III.-O Testamento de Levi sobre o sacerdócio e arrogância.<br />
•	IV.-O Testamento de Judá Fortitude relação, e Love of Money, e fornicação.<br />
•	V.-O Testamento de Issacar Simplicidade relação.<br />
•	VI.-O Testamento de Zebulom Quanto compaixão e misericórdia.<br />
•	VII.-O Testamento de Dan Quanto Raiva e mentindo.<br />
•	VIII.-O Testamento de Naftali Quanto bondade natural.<br />
•	IX.-O Testamento de Ódio Quanto Gad.<br />
•	X.-O Testamento de Aser Quanto Duas Faces da Vício ea Virtude.<br />
•	XI.-O Testamento de Joseph Sobriedade relação.<br />
•	XII.-O Testamento de Benjamin Quanto a uma mente pura.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Teódoto<br />
•	Teódoto<br />
Aviso de Introdução ao Trechos de Teódoto ou seleções das Escrituras proféticas.<br />
•	Trechos de Teódoto<br />
.<br />
Segunda até Sexta Concílios Ecumênicos<br />
•	Segundo Concílio Ecumênico. O Primeiro Concílio de Constantinopla.<br />
•	Introdução Histórica.<br />
•	O Credo Santo, que os Santos Padres 150 Definir por diante, que é consentâneo com o santo e grande Sínodo de Nice.<br />
•	Nota introdutória.<br />
•	Digressão histórica sobre a introdução no Credo das Palavras “e do Filho”.<br />
•	Nota histórica sobre o “Tomé” Lost do Concílio.<br />
•	Carta do Santo Sínodo para o Imperador mais piedoso Teodósio, o Grande, ao qual são acrescentados os cânones promulgada por Eles.<br />
•	Introdução sobre o Número de Cânones.<br />
•	Cânones das cento e cinqüenta Padres<br />
•	Digressão sobre as heresias condenado em Canon I.<br />
•	Digressão sobre a Autoridade do Segundo Concílio Ecumênico. (Hefele, História dos Conselhos, vol. II., Pp. 370, Et Seqq.)<br />
•	Concílio de Constantinopla: a Carta Sinodal.<br />
•	O Terceiro Conselho Ecumênico;. O Concílio de Éfeso.<br />
•	Introdução Histórica.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão I.<br />
•	A Epístola de Cirilo a Nestório.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão I. (Continuação).<br />
•	Introdução Histórica ao Anathematisms São Cirilo.<br />
•	A Epístola de Cirilo a Nestório com o XII. Anátemas.<br />
•	O XII. Anátemas de São Cirilo contra Nestório.<br />
•	Digressão sobre a palavra Theotokos.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão I. (Continuação).<br />
•	Decreto do Conselho contra Nestório. (Encontrado em todas as Concilia o em grego com versões latinas.)<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão II.<br />
•	A Carta do Papa Coelestine ao Sínodo de Éfeso.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão II. (Continued.)<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão III.<br />
•	Os Cânones de Santo duzentos e Padres abençoado que conheceu em Éfeso.<br />
•	Digressão sobre a conciliabulum de João de Antioquia.<br />
•	Digressão sobre Pelagianismo.<br />
•	Digressão sobre as palavras pistin heperan.<br />
•	Carta do Santo Sínodo de Éfeso, para o Sínodo Sagrado da Panfília Quanto Eustathius que tinham sido seus Metropolitana.<br />
•	A Carta do Sínodo para o Papa Celestino.<br />
•	A definição do Santo Sínodo e Ecumênico de Éfeso Contra o messalianos Impious<br />
•	Decreto do Sínodo em matéria de Euprepius e Cirilo.<br />
•	O Quarto Concílio Ecumênico;. O Concílio de Calcedônia.<br />
•	Introdução Geral.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão I.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão II.<br />
•	A Carta de Cyril a João de Antioquia.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão II. (Continuação).<br />
•	O Tome of St. Leo.<br />
•	Extractos da Atos Sessão II. (Continuação).<br />
•	Sessão III.<br />
•	A condenação Enviado pelo Santo Sínodo e Ecumênico de Dióscoro.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão IV.<br />
•	Sessão V.<br />
•	A definição de fé do Concílio de Calcedônia.<br />
•	Extractos dos Actos. VI sessão.<br />
•	Decreto sobre a Jurisdição de Jerusalém e Antioquia. Sessão VII.<br />
•	O decreto com conta o bispo de Éfeso. Sessão XII.<br />
•	Decreto com Regard para Nicomédia. Sessão XIII.<br />
•	Os Cânones XXX dos Santos Sínodos e Quarta, de Calcedônia.<br />
•	Digressão sobre a história mais recente da Canon XXVIII.<br />
•	Extractos dos Actos. Session XVI.<br />
•	Quinto Concílio Ecumênico. O Segundo Concílio de Constantinopla.<br />
•	Introdução Histórica.<br />
•	Digressão sobre a autenticidade dos Atos do Conselho Quinto.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão I.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão VII.<br />
•	A sentença do Sínodo.<br />
•	Os capítulos do Conselho.<br />
•	Digressão sobre os anátemas contra Orígenes XV.<br />
•	Os anátemas contra Orígenes.<br />
•	Os anátemas do Imperador Justiniano contra Orígenes.<br />
•	A Epístola decretal do Papa Vigilius na Confirmação do Sínodo Quinta Ecumênico.<br />
•	Sexto Concílio Ecumênico;. Terceiro O Conselho de Constantinopla.<br />
•	Introdução Histórica.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão I.<br />
•	A Carta de Agatho, Papa de Roma Antiga, ao Imperador<br />
•	A Carta de Agatho e do Sínodo romano de 125 Bispos<br />
•	Extractos dos Actos. Session VIII.<br />
•	A sentença contra o Monothelites. Sessão XIII.<br />
•	Session XVI.<br />
•	A definição de fé.<br />
•	O Prosphoneticus ao Imperador.<br />
•	Carta do Conselho de St. Agatho.<br />
•	Digressão sobre a condenação do papa Honório.<br />
•	O edito imperial Postado no Átrio da Terceira Grande Igreja perto do que é chamado Dicymbala.</p>
<p>Trullo e Sétimo Concílios Ecumênicos<br />
•	Os cânones do Concílio de Trullo, muitas vezes chamado de Conselho Quinisext.<br />
•	Nota introdutória.<br />
•	Os cânones do Concílio de Trullo.<br />
•	Digressão sobre o casamento do clero.<br />
•	Os Cânones dos Sínodos de Sardica, Cartago, Constantinopla, e Cartago<br />
•	O Conselho de Sardica.<br />
•	Introdução na Data do Conselho.<br />
•	Os cânones do Concílio de Sardica.<br />
•	Digressão sobre os outros actos do Conselho.<br />
•	Digressão sobre se o Conselho Sardican ecumênico.<br />
•	Os Cânones dos Padres CCXVII abençoado que se reuniram em Cartago.<br />
•	Uma Introdução Antiga.<br />
•	Os Cânones de Cartago.<br />
•	Concílio de Constantinopla, realizado sob Nectarius.<br />
•	O Concílio de Cartago realizada sob Cipriano.<br />
•	O sínodo realizado em Cartago sobre a qual presidiu o Cipriano Mártir Grande e Santo, Bispo de Carthage.ad 257.<br />
•	Epístola LXX.<br />
•	O Sétimo Concílio Ecumênico. Segundo Conselho de Nice.<br />
•	O Sacra Divino Enviado por Constantino Imperadores e Irene para o Adriano Santíssima e Santíssima, Papa de Roma Antiga.<br />
•	O Sacra Imperial. Leia na Primeira Sessão.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão I.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão II.<br />
•	Parte da carta do Papa Adriano.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão III.<br />
•	Extractos dos Actos. Sessão IV.<br />
•	Extractos dos Actos. VI sessão.<br />
•	Epítome da Definição do conciliabulum Iconoclasta<br />
•	Digressão sobre a conciliabulum Styling Itself Sétimo Concílio Ecumênico, mas comumente chamado de Sínodo de Constantinopla Mock.<br />
•	O decreto do Santo Sínodo, Grande Ecumênico, o segundo de Nice.<br />
•	Digressão sobre o Ensino Presente das Igrejas latina e grega sobre o assunto.<br />
•	Os cânones do Concílio Ecumênico Santo e sétimo.<br />
•	A Carta do Sínodo para o Imperador e Imperatriz.<br />
•	Digressão sobre as duas cartas de Gregório II. Para o Imperador Leo.<br />
•	Digressão sobre a recepção da sétima.<br />
•	Exame dos livros de Caroline.<br />
•	Digressão sobre o Conselho de Frankfort, anúncio, 794.<br />
•	Digressão sobre a Convenção disse ter sido realizada em Paris, ad 825.<br />
•	Nota histórica sobre os chamados “Oitavo Conselho Geral” e Conselhos subsequentes.<br />
•	Os Cânones apostólica.<br />
•	Carta do Beato Dionísio, o arcebispo de Alexandria para Basilides do Bispo<br />
•	Os Cânones do S. Pedro, o arcebispo de Alexandria, e mártir, que são encontrados no Sermão penitência.<br />
•	A epístola canônica de São Gregório<br />
•	A epístola de Santo Atanásio para os Ammus Monk.<br />
•	A epístola de Santo Atanásio Mesmas tirada da XXXIX. Festal epístola.<br />
•	A epístola de Santo Atanásio de Ruffinian.<br />
•	A Primeira Epístola canônica de Nossa Basil Santo Padre, o arcebispo de Cesaréia da Capadócia para Amphilochius, bispo de Icônio.<br />
•	A Segunda Epístola Canônica do Mesmo.<br />
•	A Terceira Epístola do mesmo para o mesmo.<br />
•	De uma Epístola de o mesmo para o Amphilochius Santíssima sobre a diferença de carnes.<br />
•	Do mesmo para Diodoro Bispo de Tarso, relativa a um homem que havia tomado duas irmãs para a esposa.<br />
•	Do mesmo para Gregório um Presbítero, que ele deveria separar de uma mulher que habitou com ele.<br />
•	Do mesmo para o Chorepiscopi, que não deve ser feito Ordenações contrária aos cânones.<br />
•	Do mesmo para seu suffragans que eles não devem Destina-Dinheiro.<br />
•	Do capítulo XVII. Do Livro de São Basílio Escreveu Amphilochius abençoado no Espírito Santo.<br />
•	Da Carta de Basílio, o Grande às Nicopolitans.<br />
•	A epístola canônica de São Gregório, bispo de Nissa, a São Letoius, Bispo de Melitene.<br />
•	A partir dos Poemas Metro de São Gregório Theologus, especificando qual Livros do Antigo e Novo Testamento deve ser lido.<br />
•	A partir dos Iambics de São Amphilochius o Bispo a Seleuco, sobre o mesmo assunto.<br />
•	As Respostas da Canonical de Timóteo<br />
•	Os Prosphonesus de Teófilo, arcebispo de Alexandria, Quando as epifanias Santos passou a cair em um domingo.<br />
•	O Commonitory do Ammon Que mesmo Recebido em Conta de Lico.<br />
•	Do mesmo para Agatho o Bispo.<br />
•	Do mesmo para Menas do Bispo.<br />
•	A narrativa do mesmo a respeito daqueles que são chamados cátaros.<br />
•	A Epístola Canônica de Nosso Pai Santo entre os santos, Cirilo, o arcebispo de Alexandria, sobre os Hinos.<br />
•	Cyril para Domnus.<br />
•	Do mesmo para os Bispos da Líbia e Pentapolis.<br />
•	A Carta Encíclica de Gennadius<br />
Eusébio, c.260-c.340, foi o primeiro historiador da igreja cristã. O surto de perseguição durante o reinado de Diocleciano forçado Eusébio se refugiar no Egito, mas foi capturado e preso. Cerca de 315 foi eleito bispo de Cesaréia, na Palestina, e se envolveu na controvérsia sobre o arianismo, em que ele tomou o lado de Ário. No Concílio de Niceia (325), ele procurou conciliar as partes em conflito. Embora ele não inclina a doutrina homoousios de Atanásio, que estabeleceu a plena divindade e igualdade de Cristo com o Pai, ele finalmente assinou a fórmula aprovada em Nicéia, em grande parte, em deferência ao imperador Constantino, que tinha convocado o conselho.<br />
Eusébio era um escritor de produtividade imensa e aprendizagem. Sua Chronicle (c.303) e História Eclesiástica (c.324) são fontes principais de história cristã. A história é tanto uma teologia política e uma teologia da história, a primeira grande tentativa de explicar a associação do cristianismo com o Império Romano e tomar uma abordagem histórica ao descrever o desenvolvimento da igreja.<br />
S., Eusébio de Cesaréia (1960).<br />
Obras de Eusébio Pânfilo<br />
•	Testemunhos de Antigos Contra Eusébio<br />
•	Eusébio Pânfilo<br />
•	A História da Igreja de Eusébio<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
•	Livro VIII.<br />
•	Livro IX.<br />
•	Livro X.<br />
•	Notas Complementares e Tabelas.<br />
•	A vida do imperador Constantino Bendito<br />
•	Prefácio.<br />
•	Prolegômenos.<br />
•	II.-Especial Polegomena<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	A Oração do imperador Constantino<br />
•	A Oração em louvor do imperador Constantino.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Sócrates Escolástico<br />
{Skoh las’-ti-kuhs}<br />
O historiador grego Sócrates “Escolástico”, c.380-c.450, é mais conhecido por sua história da igreja, concebido como uma continuação de Eusébio de Cesaréia da Historia Ecclesiastica. O trabalho está organizado em sete livros, cada um dos quais cobre a vida de um dos imperadores romanos 305-439.<br />
Obras de Sócrates Escolástico<br />
•	Introdução.<br />
•	Sócrates Escolástico.<br />
•	A História Eclesiástica, por Sócrates Escolástico<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Hermias Sozomen<br />
•	Hermias Sozomen<br />
•	A História Eclesiástica de Sozomen<br />
•	Introdução.<br />
•	Observações introdutórias por Valesius sobre a vida e os escritos de Sozomen.<br />
•	Memórias de Sozomen.<br />
•	Endereço para o imperador Teodósio por Salaminius Hermias Sozomen, e Proposta de História Eclesiástica.<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Livro VI.<br />
•	Livro VII.<br />
•	Livro VIII.<br />
•	Livro IX.<br />
.<br />
.<br />
.<br />
Teodoreto<br />
{Ti ahd’-uh-ret}<br />
Um teólogo de Antiochene a escola, Teodoreto, b. Antioquia, c.393, dc458, era um monge de Apamea e bispo de Ciro, Síria (423). Um amigo de Nestório, ele se envolveu na polêmica com São Cirilo de Alexandria, cujos pontos de vista, ele ocupou, implícita uma confusão das naturezas divina e humana de Cristo. Sucessor de Cirilo, Dióscoro os poderosos, acusado (448) Teodoreto de dividir Cristo em duas naturezas, e apesar de Teodoreto insistiu na unidade, ele foi anatematizado. O Sínodo Robber de Éfeso (449), defendendo a teologia Cirilo, deposto Theodoret e forçado ao exílio por um ano. No Concílio de Calcedônia (451), Teodoreto, identificaram com a oposição Nestorian, mas ele foi convencido a renunciar Nestório e foi reconhecido como ortodoxo.<br />
Escritos sobreviventes Theodoret são expressões finas de Antiochene a escola de interpretação.<br />
Ross Mackenzie<br />
Bibliografia: Delaney, John J., e Tobin, James E., Dicionário de Biografia Católica (1961); Quasten, Johannes, Patrologia (1950).<br />
Obras de Teodoreto<br />
•	Prefaciar<br />
•	Teodoreto<br />
•	Prefácio do tradutor<br />
•	Prolegómenos<br />
•	Os anátemas de Cirilo em oposição a Nestório.<br />
•	Counter-Demonstrações de Teodoreto.<br />
•	A História Eclesiástica de Teodoreto<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Livro III.<br />
•	Livro IV.<br />
•	Livro V.<br />
•	Diálogos<br />
•	Diálogo I.-o imutável.<br />
•	O diálogo II.-Unconfounded.<br />
•	Diálogo III.-A impassível.<br />
•	Manifestações de Silogismos<br />
•	Letras da Santíssima Teodoreto, bispo de Ciro<br />
.<br />
.<br />
São Jerônimo, Rufino<br />
Jerônimo (Eusebius Hieronymus), c.347-420, foi um Padre da Igreja e Doutor da Igreja, cuja grande obra foi a tradução da Bíblia para o latim, a edição conhecida como Vulgata. Ele nasceu em Stridon sobre as fronteiras da Dalmácia e Panônia de uma família bem-fazer cristão. Seus pais o mandaram para Roma a fim de favorecer os seus interesses intelectuais, e lá ele adquiriu um conhecimento da literatura clássica e foi batizado na idade de 19. Pouco tempo depois, ele viajou para Trier em Aquileia a Gália e na Itália, onde ele começou a cultivar seus interesses teológicos em companhia de outras pessoas que, como ele, foram ascetically inclinados.<br />
Cerca de 373, Jerônimo partiu em uma peregrinação ao Oriente. Em Antioquia, onde foi calorosamente recebido, ele continuou a prosseguir os seus estudos humanistas e monástica. Ele também teve uma profunda experiência espiritual, sonhando que ele foi acusado de ser “um eloquente, e não um cristão.” Assim, ele decidiu dedicar-se exclusivamente à Bíblia e da teologia, embora o tradutor rufinus (345-410), amigo próximo de Jerônimo, mais tarde sugeriu que o voto não foi rigorosamente mantido. Jerônimo mudou-se para o deserto de Cálcis, e durante a prática de austeridades mais rigorosos, prosseguiu os seus estudos, incluindo a aprendizagem do hebraico. No seu regresso a Antioquia, em 378 ele ouviu Apolinário, o Jovem palestra (c.310-c.390) e foi admitido ao sacerdócio (379) por Paulino, bispo de Antioquia. Em Constantinopla, onde passou três anos, cerca de 380, ele foi influenciado por Gregório de Nazianzo.<br />
Quando Jerônimo retornou a Roma o Papa Dâmaso I nomeou-o secretário confidencial e bibliotecário e encarregou-o de começar seu trabalho de tornar a Bíblia para o latim. Depois da morte (384) de Dâmaso, no entanto, Jerome caiu em desuso, e por uma segunda vez, ele decidiu ir para o Oriente. Ele fez breves visitas a Antioquia, Egito e Palestina. Em 386, Jerônimo solucionadas em Belém, em um mosteiro criado para ele por Paula, uma de um grupo de mulheres cujos abastado romano conselheiro espiritual que ele tinha sido e que permaneceu seu amigo ao longo da vida. Lá, ele começou seu período mais produtivo literária, e lá permaneceu por 34 anos, até sua morte. A partir deste período vêm suas principais comentários bíblicos ea maior parte de seu trabalho sobre a Bíblia latina.<br />
Os escritos de Jerônimo expressa uma bolsa insuperável no início da igreja e ajudou a criar a tradição cultural da Idade Média. Ele desenvolveu o uso de material filológico e geográfica na sua exegese e reconheceu a importância científica da arqueologia. Em sua interpretação da Bíblia que ele usou tanto o método alegórico do Alexandrino e do realismo do Antiochene escolas. Um homem difícil e temperamental, Jerome fez muitos inimigos, mas sua correspondência com amigos e inimigos é de grande interesse, sobretudo com que Santo Agostinho. Seus brindes foram maiores na bolsa, e ele é um verdadeiro fundador da exegese bíblica científica no Ocidente. Festa dia: 30 de setembro (Ocidental).<br />
Obras de Rufino, São Jerônimo<br />
•	Jerônimo e Gennadius<br />
•	Jerônimo e Gennadius – Vidas dos Homens Ilustres.<br />
•	Adições Gennadius ‘<br />
•	Rufino<br />
•	Prolegômenos sobre a vida e obra de Rufino<br />
•	Prefácio ao Comentário sobre as Bênçãos dos Doze Patriarcas<br />
•	Prefácio ao Livro II.<br />
•	Tradução de Defesa Pamphilus ‘de Orígenes.<br />
•	Epílogo de Rufino a Panfílio Apologia dos Mártires de Orígenes<br />
•	Prefácio com as traduções de livros de Orígenes arxw Peri ‘= n.<br />
•	Prefácio do livro III. De arxwn o Peri.<br />
•	Apologia Rufino em Defesa de si mesmo.<br />
•	A Carta de Anastácio, Bispo da Igreja de Roma a João Bispo de Jerusalém sobre o caráter de Rufino<br />
•	A Apologia de Rufino<br />
•	Livro I.<br />
•	Livro II.<br />
•	Hilary, c.315-c.367, foi o principal teólogo do cristianismo ocidental no século 4. Ele foi eleito (c.353) bispo de Poitiers, distinguindo-se pela sua posição contra o arianismo. Exiled (356-59) pelo imperador Constâncio por causa de seus esforços anti-Arian, ele usou o tempo para escrever. Seus trabalhos principais incluem De Trinitate, um estudo da Trindade, e De Synodis, um valioso registro histórico do momento, ele também compôs hinos. Hilary voltou a Poitiers em 361. Ele foi declarado um dos Doutores da Igreja, em 1851. Seu nome é usado para designar o termo primavera (termo Hilary) em universidades de Oxford e Durham e em tribunais ingleses. Festa dia: 13 de janeiro.<br />
•	Bibliografia: Borchardt, CFA, Hilário de Poitiers Papel “na Luta Arian (1966).<br />
•	Obras de Hilário de Poitiers<br />
•	Introdução à Hilário de Poitiers<br />
Tratado De Synodis<br />
De Trinitate-Livro I<br />
De Trinitate-Livro II<br />
De Trinitate-Livro III<br />
De Trinitate-Livro IV<br />
De Trinitate Livro-V<br />
De Trinitate-Livro VI<br />
De Trinitate-Livro VII<br />
De Trinitate-Livro VIII<br />
De Trinitate -Livro IX<br />
De Trinitate-Livro X<br />
De Trinitate-Livro XI<br />
De Trinitate-Livro XII<br />
Homilias sobre os Salmos<br />
•	.<br />
•	.<br />
•	João de Damasco<br />
•	{Dam’-uh-vi}<br />
•	São João Damasceno, bc675, d. 04 de dezembro, 749, foi um teólogo cristão sírio que sintetizou as doutrinas dos Padres orientais da Igreja. Seu pai serviu em Damasco sob o califa muçulmano como um funcionári</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercessão dos Santos por EDMILSON</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/intercessao-dos-santos/comment-page-3/#comment-2168</link>
		<dc:creator>EDMILSON</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 21:57:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1103#comment-2168</guid>
		<description><![CDATA[Protestantes fiquem Sabendo que pela Bíblia, pela História e pela Tradição que o Primado da Igreja, foi dado a Pedro, não como privilégio pessoal, mas para o bem e para a unidade da Igreja.
É mais do que certo que Jesus Cristo, fundou uma Igreja visível (Mateus 16,18), que deveria durar até o fim do mundo, necessariamente tinha que nomear um chefe, com sucessão, para perpetuar a mesma autoridade: “Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza,; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou ” (Lucas 10,16). Olha Carlos se assim não fosse, Cristo não poderia dizer: “Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo”; deveria ter dito que estaria apenas com Pedro até o fim de sua vida. Dessa forma, cumpre-se o que manda a Bíblia: “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Efésios 4,5)
E Jesus diz ainda: “É me dado todo poder no Céu e na terra; ide pois, e ensinai a todos os povos e eis que estou convosco todos os dias até a consumação do mundo” (Mateus 28,19-20).
Cristo não poderia transmitir esse poder somente aos Apóstolos, pois eles deviam morrer um dia, e se ele promete estar com os Apóstolos até o fim do mundo, é claro que ele não está se dirigindo aos Apóstolos como pessoas físicas, mas como um corpo moral e visível, que deve perpetuar-se nos seus sucessores, e hão de durar até o fim dos tempos.
Agora meu caro Carlos essa sucessão dos Apóstolos é também confirmada na própria Bíblia, confira: “Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu Bispos, para apascentardes a Igreja de Deus a qual santificou pelo seu próprio sangue” (Atos 20,28). “Em cada igreja instituíram anciãos e, após orações com jejuns, encomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham confiado” (At 14,23). “Nas cidades pelas quais passavam, ensinavam que observassem as decisões que haviam sido tomadas pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém. Assim as igrejas eram confirmadas na fé, e cresciam em número dia a dia” (At 16, 4-5).
E mais meu caro Carlos além da Bíblia, a História nos relata uma sucessão ininterrupta dos sucessores até nossos dias. Destacamos uma obra de grande valor, “Contra as Heresias” de Irineu de Lião, escrita por volta de 180 d.C que testemunha a lista dos Papas até aquela época, e a obra “Líber Pontificalis” escrito no século VI onde é mencionado os nomes: Pedro, Lino, Anacleto, Clemente I, Evaristo, Alexandre I, Sisto I, Telésforo, etc…Não podemos esquecer que certos nomes mencionados nesses documentos estão também narrados no Novo Testamento. É o caso de Lino citado em (2 Timóteo 4,21), o primeiro sucessor de Pedro.
Outro nome mencionado no Novo Testamento é o de São Clemente, terceiro sucessor, onde conheceu Pedro pessoalmente em Roma, pontificando entre os anos 92 e 101. São Clemente é citado por São Paulo em(Filipenses. 4,3). Durante o seu governo, surgiu, na distante igreja de Corinto, uma dissensão interna, que culminou na deposição irregular dos presbíteros consagrados. Informado dos fatos, Clemente resolveu intervir, onde exortava com autoridade, os fiéis daquela comunidade a se manterem unidos na fé e na caridade. Sobre essa carta, Eusébio nos informa que “foi lida para benefício comum na maioria das igrejas, tanto em tempos antigos como em nossos dias”.
Nas primeiras comunidades Cristãs, já no século I convém destacar Santo Inácio de Antioquia, que teve uma grande experiência e conviveu longos anos com os Apóstolos. Escreveu uma carta aos Romanos onde diz: “Tudo isso eu não vos ordeno como Pedro e Paulo; eles eram Apóstolos, e eu sou um condenado” (Rom, c IV).
Pelo ano de 160, Hegesipo apresenta, como critério da Fé Ortodoxa, a conformidade com a “doutrina” dos Apóstolos “transmitida” por meio dos Bispos, e por esse motivo redige a lista dos Bispos.
No século II Santo Irineu de Lypn escreve na sua grande obra: Contra as heresias: “Mateus, achando-se entre os hebreus, escreveu o Evangelho na língua deles, enquanto Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e fundavam a Igreja” (L.3, C. 1, n. 1, v. 4)
S. Jerônimo ainda diz: “Simão Pedro foi a Roma e aí ocupou a cátedra sacerdotal durante 25 anos” (De Viris III. 1,1)
S. Agostinho: “S. Lino sucedeu a S. Pedro” (Epist. 53)
Sulpício Severo, falando do tempo de Nero, diz: “Neste tempo, Pedro exercia em Roma a função de Bispo”(His. Sacr, n. 28)
E outra Carlos existe ainda os catálogos dos Bispos de Roma, organizados segundo os documentos primitivos, pelos antigos escritores, colocavam invariavelmente o nome de Pedro à frente de todos. Portanto, a Bíblia e a História, deixam bem claro que Jesus fundou uma Igreja sobre Pedro e com a sucessão ininterrupta dos Bispos, até o fim dos tempos.
É bom revelar que nenhum protestante imparcial teve a coragem e a ousadia de contestar tudo isso, pois só o que Cristo transmitiu aos Apóstolos e o que se herdou destes numa sucessão ininterrupta da Igreja Católica, tem foros de verdade revelada, portanto digna de fé.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Protestantes fiquem Sabendo que pela Bíblia, pela História e pela Tradição que o Primado da Igreja, foi dado a Pedro, não como privilégio pessoal, mas para o bem e para a unidade da Igreja.<br />
É mais do que certo que Jesus Cristo, fundou uma Igreja visível (Mateus 16,18), que deveria durar até o fim do mundo, necessariamente tinha que nomear um chefe, com sucessão, para perpetuar a mesma autoridade: “Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza,; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou ” (Lucas 10,16). Olha Carlos se assim não fosse, Cristo não poderia dizer: “Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo”; deveria ter dito que estaria apenas com Pedro até o fim de sua vida. Dessa forma, cumpre-se o que manda a Bíblia: “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Efésios 4,5)<br />
E Jesus diz ainda: “É me dado todo poder no Céu e na terra; ide pois, e ensinai a todos os povos e eis que estou convosco todos os dias até a consumação do mundo” (Mateus 28,19-20).<br />
Cristo não poderia transmitir esse poder somente aos Apóstolos, pois eles deviam morrer um dia, e se ele promete estar com os Apóstolos até o fim do mundo, é claro que ele não está se dirigindo aos Apóstolos como pessoas físicas, mas como um corpo moral e visível, que deve perpetuar-se nos seus sucessores, e hão de durar até o fim dos tempos.<br />
Agora meu caro Carlos essa sucessão dos Apóstolos é também confirmada na própria Bíblia, confira: “Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu Bispos, para apascentardes a Igreja de Deus a qual santificou pelo seu próprio sangue” (Atos 20,28). “Em cada igreja instituíram anciãos e, após orações com jejuns, encomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham confiado” (At 14,23). “Nas cidades pelas quais passavam, ensinavam que observassem as decisões que haviam sido tomadas pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém. Assim as igrejas eram confirmadas na fé, e cresciam em número dia a dia” (At 16, 4-5).<br />
E mais meu caro Carlos além da Bíblia, a História nos relata uma sucessão ininterrupta dos sucessores até nossos dias. Destacamos uma obra de grande valor, “Contra as Heresias” de Irineu de Lião, escrita por volta de 180 d.C que testemunha a lista dos Papas até aquela época, e a obra “Líber Pontificalis” escrito no século VI onde é mencionado os nomes: Pedro, Lino, Anacleto, Clemente I, Evaristo, Alexandre I, Sisto I, Telésforo, etc…Não podemos esquecer que certos nomes mencionados nesses documentos estão também narrados no Novo Testamento. É o caso de Lino citado em (2 Timóteo 4,21), o primeiro sucessor de Pedro.<br />
Outro nome mencionado no Novo Testamento é o de São Clemente, terceiro sucessor, onde conheceu Pedro pessoalmente em Roma, pontificando entre os anos 92 e 101. São Clemente é citado por São Paulo em(Filipenses. 4,3). Durante o seu governo, surgiu, na distante igreja de Corinto, uma dissensão interna, que culminou na deposição irregular dos presbíteros consagrados. Informado dos fatos, Clemente resolveu intervir, onde exortava com autoridade, os fiéis daquela comunidade a se manterem unidos na fé e na caridade. Sobre essa carta, Eusébio nos informa que “foi lida para benefício comum na maioria das igrejas, tanto em tempos antigos como em nossos dias”.<br />
Nas primeiras comunidades Cristãs, já no século I convém destacar Santo Inácio de Antioquia, que teve uma grande experiência e conviveu longos anos com os Apóstolos. Escreveu uma carta aos Romanos onde diz: “Tudo isso eu não vos ordeno como Pedro e Paulo; eles eram Apóstolos, e eu sou um condenado” (Rom, c IV).<br />
Pelo ano de 160, Hegesipo apresenta, como critério da Fé Ortodoxa, a conformidade com a “doutrina” dos Apóstolos “transmitida” por meio dos Bispos, e por esse motivo redige a lista dos Bispos.<br />
No século II Santo Irineu de Lypn escreve na sua grande obra: Contra as heresias: “Mateus, achando-se entre os hebreus, escreveu o Evangelho na língua deles, enquanto Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e fundavam a Igreja” (L.3, C. 1, n. 1, v. 4)<br />
S. Jerônimo ainda diz: “Simão Pedro foi a Roma e aí ocupou a cátedra sacerdotal durante 25 anos” (De Viris III. 1,1)<br />
S. Agostinho: “S. Lino sucedeu a S. Pedro” (Epist. 53)<br />
Sulpício Severo, falando do tempo de Nero, diz: “Neste tempo, Pedro exercia em Roma a função de Bispo”(His. Sacr, n. 28)<br />
E outra Carlos existe ainda os catálogos dos Bispos de Roma, organizados segundo os documentos primitivos, pelos antigos escritores, colocavam invariavelmente o nome de Pedro à frente de todos. Portanto, a Bíblia e a História, deixam bem claro que Jesus fundou uma Igreja sobre Pedro e com a sucessão ininterrupta dos Bispos, até o fim dos tempos.<br />
É bom revelar que nenhum protestante imparcial teve a coragem e a ousadia de contestar tudo isso, pois só o que Cristo transmitiu aos Apóstolos e o que se herdou destes numa sucessão ininterrupta da Igreja Católica, tem foros de verdade revelada, portanto digna de fé.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercessão dos Santos por EDMILSON</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/intercessao-dos-santos/comment-page-3/#comment-2167</link>
		<dc:creator>EDMILSON</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 21:48:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1103#comment-2167</guid>
		<description><![CDATA[Nessa pagina, colocarei tópicos rápidos e curtos sobre heresias protestantes.

CONHEÇA UM POUCO MAIS QUEM FOI LUTERO O PAI DAS HERESIAS PROTESTANTES.

Olha existe um livro chamado “Conversas à Mesa” onde é apresentado algumas anotações do Reformador Martinho Lutero.
Vamos lá:

Cristo Adúltero:
“Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer” (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).
//

Lutero blasfema:
“Deus est stultissimus”( Lutero, Conversas à Mesa, ed Weimar, N* 963, Vol. I , p. 487. Apud Franz Funck Brentano op. cit. p. 147). Lutero concluia: “Deus age sempre como um louco” (Franz Funck Brentano, Martim Lutero, p. 111). Cadernos pessoais de Lutero recentemente descobertos estudados pelo Padre Theobald Beer que publicou um livro sobre o tema Lutero afirma que Cristo é, simultaneamente, Deus e satanás, o bem e o mal… Lutero exibe um dualismo gnóstico e herético. Os protestantes desconhecem os escritos de Lutero. Os poucos Pastores que conhecem esses textos buscam esconder essas tais frases. Lutero culpava Deus por todos os crimes da história, e dizia que Judas não tinha opção, não podia deixar de trair o Cristo, o mesmo com Adão. Deus determinava quem seria pecador. Anotações “esquecidas” Sobre a Missa: “Quando a missa for revirada, acho que nós teremos revirado o papado! Porque é sobre a missa, como sobre uma rocha, que o papado se apóia totalmente, com seus mosteiros, seus bispados, seus colégios, seus altares, seus ministérios e sua doutrina…Tudo isto desabará quando desabar sua missa sacrílega e abominável”(Lutero). (Père Barrielle, Avant de mourir, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983 – ).
//

Sobre o Ofertório:
“Segue toda esta abominação à qual se submete tudo aquilo que precede. É o que denominamos de Ofertório, e tudo, nele, exprime a oblação” (Lutero). (Henri Charlier, La messe ancienne et la nouvelle D.M.M., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983).
//
Sobre o Cânon:
“Este abominável cânon, que é uma coletânea de lacunas lodosas;… fez-se, da Missa, um sacrifício; acrescentaram- se os ofertórios. A Missa não é um sacrifício ou a ação de um sacrificador. Olhemo-la como sacramento ou como testamento. Chamemo-la de benção, eucaristia, ou mesa do Senhor, ou Ceia do Senhor ou Memória do Senhor”(Lutero). (Luther, Sermon du 1er dimanche de lAvent, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi Daniel Raffard de Brienne – 1983).
//

Sobre a tática a seguir, para a implantação da sua nova missa:
“Para chegar segura e felizmente ao objetivo, é preciso conservar algumas cerimônias da antiga missa, para os fracos, que poderiam se escandalizar com mudanças demasiadamente bruscas” (Lutero). (Père Barrielle, La messe catholique est-elle encore permise?, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
“O padre pode, muito bem, atuar de tal modo que o homem do povo ignore sempre a mudança realizada e possa assistir a missa, sem encontrar com o que se escandalizar”(Lutero). (Jacques Maritain, Trois Réformateurs, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
//
Sobre o sacerdócio:
“Que loucura querer monopolizá-lo para alguns” (Lutero). (Para ele o sacerdócio não era restrito aos padres, mas compartilhado por todos os fiéis). (Léon Cristiani, Du luthéranisme au protestantisme, 1910, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
//

Sobre seu comportamento:
“Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão freqüentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar”. É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso” (Lutero). (Marie Carré, Jai choisi lunité – D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).
//

“Eu tive até três esposas ao mesmo tempo” (Lutero). (Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira). (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et lheure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).
//

Sobre a Igreja:
“Se nós condenamos os ladrões à fôrca, os assaltantes ao cadafalso, os hereges à fogueira, por que não recorremos, com todas as nossas armas, contra esses doutores da perdição, esses cardeais, esses papas, toda essa seqüela da Sodoma romana, que não para de corromper a Igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos no seu sangue?”(Lutero). (Hartmann Grisar, Martin Luther – La vie et son oeuvre – 2ª ed. – Ed. P . Lethielleuz – Paris -1931).
//

Sobre Deus: (Até sobre Deus???)
“Certamente Deus é grande e poderoso, e bom e misericordioso, e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido” (Lutero). (Id. Propos de Tables – no. 963, ed. De Weimar, I , 487).
//

Sobre Nosso Senhor Jesus Cristo:
“Pensais, sem dúvida que o beberrão Cristo, tendo bebido demais na última Ceia, aturdiu os discípulos com vã tagarelice?”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – pg. 135)
“Cristo cometeu adultério pela primeira vez, com a mulher da fonte, de que nos fala S. João. Não se murmurava em torno dele: «Que fêz, então com ela?» Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 ) “
//
RENATO DE CARVALHO É ESSE HOMEM QUE A MAIORIA DOS SEMI ANALFABETOS SEGUEM E OUTRA ELES PREFEREM ACREDITAR NAS MENTIRAS ESCRITAS CONTRA A IGREJA!
POR QUE TEM MEDO DE IR NAS FONTES.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa pagina, colocarei tópicos rápidos e curtos sobre heresias protestantes.</p>
<p>CONHEÇA UM POUCO MAIS QUEM FOI LUTERO O PAI DAS HERESIAS PROTESTANTES.</p>
<p>Olha existe um livro chamado “Conversas à Mesa” onde é apresentado algumas anotações do Reformador Martinho Lutero.<br />
Vamos lá:</p>
<p>Cristo Adúltero:<br />
“Cristo cometeu adultério pela primeira vez com a mulher da fonte [do poço de Jacó] de que nos fala São João. Não se murmurava em torno dele: Que fez, então, com ela? Depois, com Madalena, depois, com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim, Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer” (Lutero, Tischredden, Conversas à Mesa, N* 1472, edição de Weimar, Vol. II, p. 107, apud Franz Funck Brentano, Martim Lutero, Ed Vecchi Rio de Janeiro 1956, p. 15).<br />
//</p>
<p>Lutero blasfema:<br />
“Deus est stultissimus”( Lutero, Conversas à Mesa, ed Weimar, N* 963, Vol. I , p. 487. Apud Franz Funck Brentano op. cit. p. 147). Lutero concluia: “Deus age sempre como um louco” (Franz Funck Brentano, Martim Lutero, p. 111). Cadernos pessoais de Lutero recentemente descobertos estudados pelo Padre Theobald Beer que publicou um livro sobre o tema Lutero afirma que Cristo é, simultaneamente, Deus e satanás, o bem e o mal… Lutero exibe um dualismo gnóstico e herético. Os protestantes desconhecem os escritos de Lutero. Os poucos Pastores que conhecem esses textos buscam esconder essas tais frases. Lutero culpava Deus por todos os crimes da história, e dizia que Judas não tinha opção, não podia deixar de trair o Cristo, o mesmo com Adão. Deus determinava quem seria pecador. Anotações “esquecidas” Sobre a Missa: “Quando a missa for revirada, acho que nós teremos revirado o papado! Porque é sobre a missa, como sobre uma rocha, que o papado se apóia totalmente, com seus mosteiros, seus bispados, seus colégios, seus altares, seus ministérios e sua doutrina…Tudo isto desabará quando desabar sua missa sacrílega e abominável”(Lutero). (Père Barrielle, Avant de mourir, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983 – ).<br />
//</p>
<p>Sobre o Ofertório:<br />
“Segue toda esta abominação à qual se submete tudo aquilo que precede. É o que denominamos de Ofertório, e tudo, nele, exprime a oblação” (Lutero). (Henri Charlier, La messe ancienne et la nouvelle D.M.M., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne – 1983).<br />
//<br />
Sobre o Cânon:<br />
“Este abominável cânon, que é uma coletânea de lacunas lodosas;… fez-se, da Missa, um sacrifício; acrescentaram- se os ofertórios. A Missa não é um sacrifício ou a ação de um sacrificador. Olhemo-la como sacramento ou como testamento. Chamemo-la de benção, eucaristia, ou mesa do Senhor, ou Ceia do Senhor ou Memória do Senhor”(Lutero). (Luther, Sermon du 1er dimanche de lAvent, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi Daniel Raffard de Brienne – 1983).<br />
//</p>
<p>Sobre a tática a seguir, para a implantação da sua nova missa:<br />
“Para chegar segura e felizmente ao objetivo, é preciso conservar algumas cerimônias da antiga missa, para os fracos, que poderiam se escandalizar com mudanças demasiadamente bruscas” (Lutero). (Père Barrielle, La messe catholique est-elle encore permise?, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).<br />
“O padre pode, muito bem, atuar de tal modo que o homem do povo ignore sempre a mudança realizada e possa assistir a missa, sem encontrar com o que se escandalizar”(Lutero). (Jacques Maritain, Trois Réformateurs, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).<br />
//<br />
Sobre o sacerdócio:<br />
“Que loucura querer monopolizá-lo para alguns” (Lutero). (Para ele o sacerdócio não era restrito aos padres, mas compartilhado por todos os fiéis). (Léon Cristiani, Du luthéranisme au protestantisme, 1910, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).<br />
//</p>
<p>Sobre seu comportamento:<br />
“Eu estou, da manhã à noite, desocupado e bêbado. Você me pergunta por que eu bebo tanto, por que eu falo tão galhardamente e por que eu como tão freqüentemente? É para pregar uma peça ao diabo que se pôs a me atormentar”. É bebendo, comendo, rindo, nessa situação, e cada vez mais, e até mesmo cometendo algum pecado, à guisa de desafio e desprezo por Satanás, procurando tirar os pensamentos sugeridos pelo diabo com o auxílio de outros pensamentos, como, por exemplo, pensando numa linda moça, na avareza ou na embriaguês, caso contrário ficarei muito raivoso” (Lutero). (Marie Carré, Jai choisi lunité – D.P.F., 1973, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi , Daniel Raffard de Brienne 1983).<br />
//</p>
<p>“Eu tive até três esposas ao mesmo tempo” (Lutero). (Dois meses após ter dito isto, Lutero se casa com uma quarta mulher, uma freira). (Guy Le Rumeur, La révolte des hommes et lheure de Marie 1981, apud Lex Orandi: La Nouvelle Messe et la Foi – Daniel Raffard de Brienne 1983).<br />
//</p>
<p>Sobre a Igreja:<br />
“Se nós condenamos os ladrões à fôrca, os assaltantes ao cadafalso, os hereges à fogueira, por que não recorremos, com todas as nossas armas, contra esses doutores da perdição, esses cardeais, esses papas, toda essa seqüela da Sodoma romana, que não para de corromper a Igreja de Deus? Por que não lavamos nossas mãos no seu sangue?”(Lutero). (Hartmann Grisar, Martin Luther – La vie et son oeuvre – 2ª ed. – Ed. P . Lethielleuz – Paris -1931).<br />
//</p>
<p>Sobre Deus: (Até sobre Deus???)<br />
“Certamente Deus é grande e poderoso, e bom e misericordioso, e tudo quanto se pode imaginar nesse sentido, mas é estúpido” (Lutero). (Id. Propos de Tables – no. 963, ed. De Weimar, I , 487).<br />
//</p>
<p>Sobre Nosso Senhor Jesus Cristo:<br />
“Pensais, sem dúvida que o beberrão Cristo, tendo bebido demais na última Ceia, aturdiu os discípulos com vã tagarelice?”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – pg. 135)<br />
“Cristo cometeu adultério pela primeira vez, com a mulher da fonte, de que nos fala S. João. Não se murmurava em torno dele: «Que fêz, então com ela?» Depois com Madalena, depois com a mulher adúltera, que ele absolveu tão levianamente. Assim Cristo, tão piedoso, também teve que fornicar, antes de morrer”(Lutero). (Funk Brentano, Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 ) “<br />
//<br />
RENATO DE CARVALHO É ESSE HOMEM QUE A MAIORIA DOS SEMI ANALFABETOS SEGUEM E OUTRA ELES PREFEREM ACREDITAR NAS MENTIRAS ESCRITAS CONTRA A IGREJA!<br />
POR QUE TEM MEDO DE IR NAS FONTES.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercessão dos Santos por EDMILSON</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/intercessao-dos-santos/comment-page-2/#comment-2164</link>
		<dc:creator>EDMILSON</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 17:24:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1103#comment-2164</guid>
		<description><![CDATA[VEJA AQUI MEU AMIGO JOAQUIM A INTERCESSÃO BÍBLICA QUE OS PROTESTANTES FINGEM NÃO SABER?


A Intercessão dos Santos é uma verdade que é professada desde os primórdios do cristianismo. Nela consiste que os heróis da fé, que constituem a Igreja triunfante, rogam junto a Deus, por aqueles que ainda estão terminaram a corrida, estes constituem a Igreja Militante.
Alguns grupos heréticos negam esta verdade, por não acreditarem que após a morte os heróis da fé podem rogar por nós.
A Sagrada Escritura dá forte testemunho da Intercessão dos Santos.

* O primeiro testemunho da Sagrada Escritura da intercessão dos Santos após a morte está no livro do profeta Jeremias: &quot;E o Senhor disse-me: ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, a minha alma não se inclinaria para este povo; tira-os da minha face e retirem-se&quot; (Jer 15, 1). No tempo de Jeremias, estavam mortos Moisés e Samuel, mas sua possível intercessão é confirmada pelas palavras do próprio Deus: &quot;ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim...&quot;. Com efeito Moisés e Samuel poderiam se colocar diante de Deus para pedir clemência para com aquele povo. Portanto, está clara a possibilidade da intercessão após a morte.


* O segundo testemunho da intercessão dos santos após a morte está no segundo livro dos Macabeus: &quot;Parecia-lhe [Judas Macabeu] que Onias, sumo sacerdote [...] orava de mãos estendidas por todo o povo judeu [...] Onias apontando para ele, disse: &#039;Este é amigo de seus irmãos e do povo de Israel; é Jeremias, profeta de Deus, que ora muito pelo povo e por toda a cidade santa&quot;. (II Mac 15, 12-15). No tempo de Judas Macabeu, o sumo sacerdote Onias já era falecido, e além de estar orando por todo o povo de Israel, também a aponta para Jeremias, também falecido e que o acompanhava nas orações em favor dos israelitas. Aqui a Sagrada Escritura dá testemunho da intercessão de Onias e Jeremias, ambos falecidos.


* Nosso Senhor Jesus Cristo, na parábola do Rico e Lázaro (Lc 16:19-31), nos mostra que mesmo após a morte o Rico (que estava no inferno) pede a intercessão de Abraão (que estava no céu), pelos seus parentes. Jesus não contaria esta parábola se os santos que morreram na esperança do Senhor, não pudessem rogar pelos vivos.


* O livro do apocalipse é o livro que mais detalha o serviço que os Santos prestam a Deus. Eles se ocupam na oração (cf. Ap 5:8). Mas por que será que eles oram? Oram por nós que ainda estamos na caminhada. Encontramos também a seguinte passagem: &quot;Quando abriu o quinto selo, vi sob o altar as vidas dos que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho que dela tinham prestado. E eles clamaram em alta voz: &#039;Até quando, ó Senhor santo e verdadeiro, tardarás a fazer justiça, vingando nosso sangue contra os habitantes da terra?&#039; &quot; (Ap 6:9-10). Os Santos estão pedindo por justiça e podem faze-lo porque estão na presença de Deus.
E não só podem orar, como oram e oferecem suas orações a Deus: &quot;Outro Anjo veio postar-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro. Deram-lhe uma grande quantidade de incenso para que o oferecesse com as orações de todos os santos, sobre o altar de outro que está diante do trono.&quot; (Ap 8:3).
Portanto, pelos exemplos já aqui citados, fica mais que claro que os Santos não só podem, como também intercedem por nós. E por estarem nos assistindo pela Graça do Senhor (cf. Hb 12:1), também podem ouvir nossos pedidos de orações.

Agora para os protestantes não pensarem que eu alterei o conteúdo texto, estou colocando o texto em Latim (da Vulgata tradicional que foi utilizada pela Igreja Católica por + de 200 anos)

I- et dixit Dominus ad me si steterit Moses et Samuhel coram me non est anima ea ad populum istum eice illos a facie mea et egrediantur
Ieremiae XV, I

XII. erat autem hujusmodi visus Onian qui fuerat summus sacerdos virum bonum et benignum verecundum visu modestum moribus et eloquio decorum et qui a puero in virtutibus exercitatus sit manus protendentem orare pro omni populo Judæorum
XIII. post hæc apparuisse et alium virum ætate et gloria mirabilem et magni decoris habitudine circa illum
XIV . respondentem vero Onian dixisse hic est fratrum amator et populi Israël hic est qui multum orat pro populo et universa sancta civitate Hieremias propheta Dei
XV. extendisse autem Hieremiam dexteram et dedisse Judæ gladium aureum dicentem
II Maccabaeorum XV, XII - XV

XIX homo quidam erat dives et induebatur purpura et bysso et epulabatur cotidie splendide
XX et erat quidam mendicus nomine Lazarus qui jacebat ad januam ejus ulceribus plenus
XXI cupiens saturari de micis quæ cadebant de mensa divitis sed et canes veniebant et lingebant ulcera ejus
XXII factum est autem ut moreretur mendicus et portaretur ab angelis in sinum Abrahæ mortuus est autem et dives et sepultus est in inferno
XXIII elevans oculos suos cum esset in tormentis videbat Abraham a longe et Lazarum in sinu ejus
XXIV et ipse clamans dixit pater Abraham miserere mei et mitte Lazarum ut intinguat extremum digiti sui in aqua ut refrigeret linguam meam quia crucior in hac flamma
XXV et dixit illi Abraham fili recordare quia recepisti bona in vita tua et Lazarus similiter mala nunc autem hic consolatur tu vero cruciaris
XXVI et in his omnibus inter nos et vos chasma magnum firmatum est ut hii qui volunt hinc transire ad vos non possint neque inde huc transmeare
XXVII et ait rogo ergo te pater ut mittas eum in domum patris mei
XXVIII habeo enim quinque fratres ut testetur illis ne et ipsi veniant in locum hunc tormentorum
XXIX et ait illi Abraham habent Mosen et prophetas audiant illos
XXX at ille dixit non pater Abraham sed si quis ex mortuis jerit ad eos pænitentiam agent
XXXI ait autem illi si Mosen et prophetas non audiunt neque si quis ex mortuis resurrexerit credent
Lucam XVI, XIX - XXXI

XIII et cum aperuisset librum quattuor animalia et viginti quattuor seniores ceciderunt coram agno habentes singuli citharas et fialas aureas plenas odoramentorum quæ sunt orationes sanctorum
Apocalypsis Ioannis V, VIII

IX et cum aperuisset quintum sigillum vidi subtus altare animas interfectorum propter verbum Dei et propter testimonium quod habebant
X et clamabant voce magna dicentes usquequo Domine sanctus et verus non judicas et vindicas sanguinem nostrum de his qui habitant in terra
Apocalypsis Ioannis VI, IX et X

III et alius angelus venit et stetit ante altare habens turibulum aureum et data sunt illi incensa multa ut daretorationibus sanctorum omnium super altare aureum quod est ante thronum
Apocalypsis Ioannis VIII, III

1 Coríntios 9:25 [KJV] E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas. Agora, eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, mas nós uma incorruptível.

1 Corinto 09:25 [Magandang Balita] &quot;Lahat ng manlalarong nagsasanay ay nagpipigil SA sarili SA lahat ng bagay upang magkamit ng Isang putong na panandalian Lamang, ngunit ang putong na hinahangad natin ay panghabang panahon&quot;.

Isso é muito claro. OS CRISTÃOS SÃO aspirantes para ganhar uma coroa que é incorruptível, indestrutível ... QUE É UM COROA eterna. 

//

Bem, os inimigos podem argumentar que é apenas um símbolo da vida eterna a ser dado por Deus no céu. Bem, no entanto, eles não podem negar que usamos esse também na nossa representação artística que também é simbólico, mas eles não podem negar que temos que as imagens da coroa para os santos na Bíblia e não dos pagãos.

//

VEJA:

2 Timóteo 4:8 [KJV] &quot;Desde agora, está reservada para mim a coroa da justiça que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua aparecendo &quot;. [MAGANDANG balita: &quot;Kakamtan ko na ANG KORONA NG PAGTATAGUMPAY o sa Araw na Yaon, ang Panginoon na siyang makatarungang hukom, ang MAGPUPUTONG SA AKIN NG KORONA, hindi Lamang SA semelhante, Kundi SA lahat ng nananabik SA Muli niyang pagparito. . ]

//

Coroa da justiça. Que significa que a pessoas que vão receber tal CROWN deve ser uma pessoa justa. Tem um exemplo de uma pessoa justa na Bíblia: 

Mateus 01:19[American Standard Version] &quot;E José, seu marido, como era justo, e não estão dispostos a fazê-la um exemplo público, estava disposto a deixá-la secretamente . &quot; VER, ST. José é um homem justo, um homem justo. Ele é um verdadeiro homem de Deus. Por isso, ele é digno de uma coroa da justiça.

VEJA:

Tiago 1:12 [KJV] &quot;Bem-aventurado o homem que suporta a tentação:. porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam&quot;

//

Apocalipse 2:10 [KJV] Nada temas das coisas que hás de padecer: eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais provados, e tereis tribulação de dez dias: Sê fiel até à morte, e Eu te darei a coroa da vida.

//

ST. Tiago e ST. JOHN, ambos os apóstolos originais, falam da coroa da vida. 

O QUE É QUE A coroa da vida? É claro que o dom da salvação dada aos santos no céu. Então, nós descrevê-los como tendo a coroa da vida.

1 Pedro 5:4 [KJV] E quando o supremo Pastor se manifestar, recebereis a coroa de glória imarcescível.

AQUI

ST. Pedro fala da coroa de glória porque essa coroa é a maior honra da tudo para ser dado a um ser humano, isto é, a recompensa de ser um compartilhador NO REINO DE DEUS ... ser filho ou filha de Deus ETERNAMENTE NO CÉU como co-herdeiros do reino.Honra a Deus e glorifica aqueles que são fiéis a ele.

Agora a imagem bíblica de Maria;

 

Rev 00:01 [KJV] &quot;E apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas ...&quot;

//

Neste versículo vemos a imagem da Mãe de Jesus, o Rei das nações. Ela está no céu, vestido com o sol e é coroado com 12 estrelas. Assim, nós nos referimos a maio como RAINHA-MÃE DO REI DOS REIS E com uma coroa de doze estrelas. PARA VER A apresentação completa da Realeza de Maria.

//

O HALO DO SENHOR JESUS:

Rev 14:14 [KJV] &quot;E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada.&quot;

Aqui o Senhor Jesus é apresentado como o Juiz de todos os que tem o poder sobre a vida e a morte no mundo. Ele apareceu em sua forma humana, como Filho do homem, mas ainda assim em glória como Rei eterno Representado pela sua coroa dourada.

THE SHINING IMAGENS OU CORPO DE BRILHO DOS SANTOS:

Também é comum que as imagens dos santos e a mãe ABENÇOADA são retratados cercado com luzes ou estão brilhando. :

//

Mateus 13:43 [KJV] &quot;Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai..Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. &quot;

E aqui está para a mãe do Rei dos Reis:

Apocalipse 00:01 [KJV] &quot;E apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas ...&quot;

A MULHER QUE ficou grávida e deu à luz o KING OF THE WORLD é descrito como &quot;vestida de sol&quot;, significando que Maria é uma mulher justa PORQUE ELA brilha como o sol no céu.

AGORA VEJA AQUI UMA PROVA BÍBLICA NO VELHO TESTAMENTO SOBRE MARIA!

VEJA AQUI MAIS ALGUMAS PROVAS BIBLÍCAS SOBRE MARIA:

* Em Jeremias 13:18 [KJV] o Senhor Deus fala: &quot;Diga ao rei &amp; a rainha ...&quot; A rainha sendo referido aqui não é a esposa do rei, mas a mãe do rei. De fato, em Ang Biblia é traduzido: &#039; Iyong sabihin SA HARI o sa INA NG HARI ... &quot;[Literalmente:&quot; Dize ao rei e à Mãe do Rei ... &quot;]. Esses estudiosos protestantes que traduziram a King James Version e aqueles que mais tarde traduziu a KJV em Tagalog Ang Biblia, concordam unanimemente que a Rainha do reino de Davi era a &quot;Mãe do Rei &#039;.

 

////////

* Salmos 45:9 &quot;O Messias-Rei tem uma rainha, que está em sua mão direita, em ouro de Ofir.&quot;

Ps 45:9 [KJV] filhas de reis estão entre as tuas ilustres mulheres: à tua direita estava a rainha em ouro de Ofir.

///////

* Salmos 45:17 O Messias-Rei declarou que o nome da rainha será lembrado em todas as gerações. Pessoas deve elogiá-la para sempre. Principalmente o texto refere-se à glorificação eterna do Messias, mas secun]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>VEJA AQUI MEU AMIGO JOAQUIM A INTERCESSÃO BÍBLICA QUE OS PROTESTANTES FINGEM NÃO SABER?</p>
<p>A Intercessão dos Santos é uma verdade que é professada desde os primórdios do cristianismo. Nela consiste que os heróis da fé, que constituem a Igreja triunfante, rogam junto a Deus, por aqueles que ainda estão terminaram a corrida, estes constituem a Igreja Militante.<br />
Alguns grupos heréticos negam esta verdade, por não acreditarem que após a morte os heróis da fé podem rogar por nós.<br />
A Sagrada Escritura dá forte testemunho da Intercessão dos Santos.</p>
<p>* O primeiro testemunho da Sagrada Escritura da intercessão dos Santos após a morte está no livro do profeta Jeremias: &#8220;E o Senhor disse-me: ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, a minha alma não se inclinaria para este povo; tira-os da minha face e retirem-se&#8221; (Jer 15, 1). No tempo de Jeremias, estavam mortos Moisés e Samuel, mas sua possível intercessão é confirmada pelas palavras do próprio Deus: &#8220;ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim&#8230;&#8221;. Com efeito Moisés e Samuel poderiam se colocar diante de Deus para pedir clemência para com aquele povo. Portanto, está clara a possibilidade da intercessão após a morte.</p>
<p>* O segundo testemunho da intercessão dos santos após a morte está no segundo livro dos Macabeus: &#8220;Parecia-lhe [Judas Macabeu] que Onias, sumo sacerdote [...] orava de mãos estendidas por todo o povo judeu [...] Onias apontando para ele, disse: &#8216;Este é amigo de seus irmãos e do povo de Israel; é Jeremias, profeta de Deus, que ora muito pelo povo e por toda a cidade santa&#8221;. (II Mac 15, 12-15). No tempo de Judas Macabeu, o sumo sacerdote Onias já era falecido, e além de estar orando por todo o povo de Israel, também a aponta para Jeremias, também falecido e que o acompanhava nas orações em favor dos israelitas. Aqui a Sagrada Escritura dá testemunho da intercessão de Onias e Jeremias, ambos falecidos.</p>
<p>* Nosso Senhor Jesus Cristo, na parábola do Rico e Lázaro (Lc 16:19-31), nos mostra que mesmo após a morte o Rico (que estava no inferno) pede a intercessão de Abraão (que estava no céu), pelos seus parentes. Jesus não contaria esta parábola se os santos que morreram na esperança do Senhor, não pudessem rogar pelos vivos.</p>
<p>* O livro do apocalipse é o livro que mais detalha o serviço que os Santos prestam a Deus. Eles se ocupam na oração (cf. Ap 5:8). Mas por que será que eles oram? Oram por nós que ainda estamos na caminhada. Encontramos também a seguinte passagem: &#8220;Quando abriu o quinto selo, vi sob o altar as vidas dos que tinham sido imolados por causa da Palavra de Deus e do testemunho que dela tinham prestado. E eles clamaram em alta voz: &#8216;Até quando, ó Senhor santo e verdadeiro, tardarás a fazer justiça, vingando nosso sangue contra os habitantes da terra?&#8217; &#8221; (Ap 6:9-10). Os Santos estão pedindo por justiça e podem faze-lo porque estão na presença de Deus.<br />
E não só podem orar, como oram e oferecem suas orações a Deus: &#8220;Outro Anjo veio postar-se junto ao altar, com um turíbulo de ouro. Deram-lhe uma grande quantidade de incenso para que o oferecesse com as orações de todos os santos, sobre o altar de outro que está diante do trono.&#8221; (Ap 8:3).<br />
Portanto, pelos exemplos já aqui citados, fica mais que claro que os Santos não só podem, como também intercedem por nós. E por estarem nos assistindo pela Graça do Senhor (cf. Hb 12:1), também podem ouvir nossos pedidos de orações.</p>
<p>Agora para os protestantes não pensarem que eu alterei o conteúdo texto, estou colocando o texto em Latim (da Vulgata tradicional que foi utilizada pela Igreja Católica por + de 200 anos)</p>
<p>I- et dixit Dominus ad me si steterit Moses et Samuhel coram me non est anima ea ad populum istum eice illos a facie mea et egrediantur<br />
Ieremiae XV, I</p>
<p>XII. erat autem hujusmodi visus Onian qui fuerat summus sacerdos virum bonum et benignum verecundum visu modestum moribus et eloquio decorum et qui a puero in virtutibus exercitatus sit manus protendentem orare pro omni populo Judæorum<br />
XIII. post hæc apparuisse et alium virum ætate et gloria mirabilem et magni decoris habitudine circa illum<br />
XIV . respondentem vero Onian dixisse hic est fratrum amator et populi Israël hic est qui multum orat pro populo et universa sancta civitate Hieremias propheta Dei<br />
XV. extendisse autem Hieremiam dexteram et dedisse Judæ gladium aureum dicentem<br />
II Maccabaeorum XV, XII &#8211; XV</p>
<p>XIX homo quidam erat dives et induebatur purpura et bysso et epulabatur cotidie splendide<br />
XX et erat quidam mendicus nomine Lazarus qui jacebat ad januam ejus ulceribus plenus<br />
XXI cupiens saturari de micis quæ cadebant de mensa divitis sed et canes veniebant et lingebant ulcera ejus<br />
XXII factum est autem ut moreretur mendicus et portaretur ab angelis in sinum Abrahæ mortuus est autem et dives et sepultus est in inferno<br />
XXIII elevans oculos suos cum esset in tormentis videbat Abraham a longe et Lazarum in sinu ejus<br />
XXIV et ipse clamans dixit pater Abraham miserere mei et mitte Lazarum ut intinguat extremum digiti sui in aqua ut refrigeret linguam meam quia crucior in hac flamma<br />
XXV et dixit illi Abraham fili recordare quia recepisti bona in vita tua et Lazarus similiter mala nunc autem hic consolatur tu vero cruciaris<br />
XXVI et in his omnibus inter nos et vos chasma magnum firmatum est ut hii qui volunt hinc transire ad vos non possint neque inde huc transmeare<br />
XXVII et ait rogo ergo te pater ut mittas eum in domum patris mei<br />
XXVIII habeo enim quinque fratres ut testetur illis ne et ipsi veniant in locum hunc tormentorum<br />
XXIX et ait illi Abraham habent Mosen et prophetas audiant illos<br />
XXX at ille dixit non pater Abraham sed si quis ex mortuis jerit ad eos pænitentiam agent<br />
XXXI ait autem illi si Mosen et prophetas non audiunt neque si quis ex mortuis resurrexerit credent<br />
Lucam XVI, XIX &#8211; XXXI</p>
<p>XIII et cum aperuisset librum quattuor animalia et viginti quattuor seniores ceciderunt coram agno habentes singuli citharas et fialas aureas plenas odoramentorum quæ sunt orationes sanctorum<br />
Apocalypsis Ioannis V, VIII</p>
<p>IX et cum aperuisset quintum sigillum vidi subtus altare animas interfectorum propter verbum Dei et propter testimonium quod habebant<br />
X et clamabant voce magna dicentes usquequo Domine sanctus et verus non judicas et vindicas sanguinem nostrum de his qui habitant in terra<br />
Apocalypsis Ioannis VI, IX et X</p>
<p>III et alius angelus venit et stetit ante altare habens turibulum aureum et data sunt illi incensa multa ut daretorationibus sanctorum omnium super altare aureum quod est ante thronum<br />
Apocalypsis Ioannis VIII, III</p>
<p>1 Coríntios 9:25 [KJV] E todo aquele que luta, exerce domínio próprio em todas as coisas. Agora, eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível, mas nós uma incorruptível.</p>
<p>1 Corinto 09:25 [Magandang Balita] &#8220;Lahat ng manlalarong nagsasanay ay nagpipigil SA sarili SA lahat ng bagay upang magkamit ng Isang putong na panandalian Lamang, ngunit ang putong na hinahangad natin ay panghabang panahon&#8221;.</p>
<p>Isso é muito claro. OS CRISTÃOS SÃO aspirantes para ganhar uma coroa que é incorruptível, indestrutível &#8230; QUE É UM COROA eterna. </p>
<p>//</p>
<p>Bem, os inimigos podem argumentar que é apenas um símbolo da vida eterna a ser dado por Deus no céu. Bem, no entanto, eles não podem negar que usamos esse também na nossa representação artística que também é simbólico, mas eles não podem negar que temos que as imagens da coroa para os santos na Bíblia e não dos pagãos.</p>
<p>//</p>
<p>VEJA:</p>
<p>2 Timóteo 4:8 [KJV] &#8220;Desde agora, está reservada para mim a coroa da justiça que o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua aparecendo &#8220;. [MAGANDANG balita: "Kakamtan ko na ANG KORONA NG PAGTATAGUMPAY o sa Araw na Yaon, ang Panginoon na siyang makatarungang hukom, ang MAGPUPUTONG SA AKIN NG KORONA, hindi Lamang SA semelhante, Kundi SA lahat ng nananabik SA Muli niyang pagparito. . ]</p>
<p>//</p>
<p>Coroa da justiça. Que significa que a pessoas que vão receber tal CROWN deve ser uma pessoa justa. Tem um exemplo de uma pessoa justa na Bíblia: </p>
<p>Mateus 01:19[American Standard Version] &#8220;E José, seu marido, como era justo, e não estão dispostos a fazê-la um exemplo público, estava disposto a deixá-la secretamente . &#8221; VER, ST. José é um homem justo, um homem justo. Ele é um verdadeiro homem de Deus. Por isso, ele é digno de uma coroa da justiça.</p>
<p>VEJA:</p>
<p>Tiago 1:12 [KJV] &#8220;Bem-aventurado o homem que suporta a tentação:. porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam&#8221;</p>
<p>//</p>
<p>Apocalipse 2:10 [KJV] Nada temas das coisas que hás de padecer: eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais provados, e tereis tribulação de dez dias: Sê fiel até à morte, e Eu te darei a coroa da vida.</p>
<p>//</p>
<p>ST. Tiago e ST. JOHN, ambos os apóstolos originais, falam da coroa da vida. </p>
<p>O QUE É QUE A coroa da vida? É claro que o dom da salvação dada aos santos no céu. Então, nós descrevê-los como tendo a coroa da vida.</p>
<p>1 Pedro 5:4 [KJV] E quando o supremo Pastor se manifestar, recebereis a coroa de glória imarcescível.</p>
<p>AQUI</p>
<p>ST. Pedro fala da coroa de glória porque essa coroa é a maior honra da tudo para ser dado a um ser humano, isto é, a recompensa de ser um compartilhador NO REINO DE DEUS &#8230; ser filho ou filha de Deus ETERNAMENTE NO CÉU como co-herdeiros do reino.Honra a Deus e glorifica aqueles que são fiéis a ele.</p>
<p>Agora a imagem bíblica de Maria;</p>
<p>Rev 00:01 [KJV] &#8220;E apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas &#8230;&#8221;</p>
<p>//</p>
<p>Neste versículo vemos a imagem da Mãe de Jesus, o Rei das nações. Ela está no céu, vestido com o sol e é coroado com 12 estrelas. Assim, nós nos referimos a maio como RAINHA-MÃE DO REI DOS REIS E com uma coroa de doze estrelas. PARA VER A apresentação completa da Realeza de Maria.</p>
<p>//</p>
<p>O HALO DO SENHOR JESUS:</p>
<p>Rev 14:14 [KJV] &#8220;E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, tendo na cabeça uma coroa de ouro e na mão uma foice afiada.&#8221;</p>
<p>Aqui o Senhor Jesus é apresentado como o Juiz de todos os que tem o poder sobre a vida e a morte no mundo. Ele apareceu em sua forma humana, como Filho do homem, mas ainda assim em glória como Rei eterno Representado pela sua coroa dourada.</p>
<p>THE SHINING IMAGENS OU CORPO DE BRILHO DOS SANTOS:</p>
<p>Também é comum que as imagens dos santos e a mãe ABENÇOADA são retratados cercado com luzes ou estão brilhando. :</p>
<p>//</p>
<p>Mateus 13:43 [KJV] &#8220;Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai..Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. &#8221;</p>
<p>E aqui está para a mãe do Rei dos Reis:</p>
<p>Apocalipse 00:01 [KJV] &#8220;E apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas &#8230;&#8221;</p>
<p>A MULHER QUE ficou grávida e deu à luz o KING OF THE WORLD é descrito como &#8220;vestida de sol&#8221;, significando que Maria é uma mulher justa PORQUE ELA brilha como o sol no céu.</p>
<p>AGORA VEJA AQUI UMA PROVA BÍBLICA NO VELHO TESTAMENTO SOBRE MARIA!</p>
<p>VEJA AQUI MAIS ALGUMAS PROVAS BIBLÍCAS SOBRE MARIA:</p>
<p>* Em Jeremias 13:18 [KJV] o Senhor Deus fala: &#8220;Diga ao rei &amp; a rainha &#8230;&#8221; A rainha sendo referido aqui não é a esposa do rei, mas a mãe do rei. De fato, em Ang Biblia é traduzido: &#8216; Iyong sabihin SA HARI o sa INA NG HARI &#8230; &#8220;[Literalmente:" Dize ao rei e à Mãe do Rei ... "]. Esses estudiosos protestantes que traduziram a King James Version e aqueles que mais tarde traduziu a KJV em Tagalog Ang Biblia, concordam unanimemente que a Rainha do reino de Davi era a &#8220;Mãe do Rei &#8216;.</p>
<p>////////</p>
<p>* Salmos 45:9 &#8220;O Messias-Rei tem uma rainha, que está em sua mão direita, em ouro de Ofir.&#8221;</p>
<p>Ps 45:9 [KJV] filhas de reis estão entre as tuas ilustres mulheres: à tua direita estava a rainha em ouro de Ofir.</p>
<p>///////</p>
<p>* Salmos 45:17 O Messias-Rei declarou que o nome da rainha será lembrado em todas as gerações. Pessoas deve elogiá-la para sempre. Principalmente o texto refere-se à glorificação eterna do Messias, mas secun</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Intercessão dos Santos por EDMILSON</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/intercessao-dos-santos/comment-page-2/#comment-2163</link>
		<dc:creator>EDMILSON</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 17:21:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lepanto.com.br/?p=1103#comment-2163</guid>
		<description><![CDATA[VEJA AQUI MEU AMIGO JOAQUIM UM ESTUDO SOBRE MARIA BIBLICAMENTE OLHA JOAQUIM ESSE WILLIAM É UMA DESGRAÇA NA SOCIEDADE EU O REFUTEI AQUI ELE E UM OUTRO VIBRADOR DE NOME REANATO DE CARVALHO


Agora a imagem bíblica de Maria;

 

Rev 00:01 [KJV] &quot;E apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas ...&quot;

//

Neste versículo vemos a imagem da Mãe de Jesus, o Rei das nações. Ela está no céu, vestido com o sol e é coroado com 12 estrelas. Assim, nós nos referimos a maio como RAINHA-MÃE DO REI DOS REIS E com uma coroa de doze estrelas. PARA VER A apresentação completa da Realeza de Maria.

//

VEJA AQUI MAIS ALGUMAS PROVAS E PROFECIAS BIBLÍCAS SOBRE MARIA:

* Em Jeremias 13:18 [KJV] o Senhor Deus fala: &quot;Diga ao rei &amp; a rainha ...&quot; A rainha sendo referido aqui não é a esposa do rei, mas a mãe do rei. De fato, em Ang Biblia é traduzido: &#039; Iyong sabihin SA HARI o sa INA NG HARI ... &quot;[Literalmente:&quot; Dize ao rei e à Mãe do Rei ... &quot;]. Esses estudiosos protestantes que traduziram a King James Version e aqueles que mais tarde traduziu a KJV em Tagalog Ang Biblia, concordam unanimemente que a Rainha do reino de Davi era a &quot;Mãe do Rei &#039;.

 

////////

* Salmos 45:9 &quot;O Messias-Rei tem uma rainha, que está em sua mão direita, em ouro de Ofir.&quot;

Ps 45:9 [KJV] filhas de reis estão entre as tuas ilustres mulheres: à tua direita estava a rainha em ouro de Ofir.

///////

* Salmos 45:17 O Messias-Rei declarou que o nome da rainha será lembrado em todas as gerações. Pessoas deve elogiá-la para sempre. Principalmente o texto refere-se à glorificação eterna do Messias, mas secundariamente à lembrança duradoura e honra para a Rainha-Mãe.
////////

Ps 45:17 [KJV] Eu vou fazer o teu nome a ser lembrado em todas as gerações: por isso os povos te louvarão para todo o sempre.

///

Lucas 01:48 [KJV]  Pois ele atentou na baixeza de sua serva, pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurados.

 

MARIA JÁ ERA PROFETIZADA DESDE O VELHO TESTAMENTOS POR VÁRIOS PROFETAS VEJA AQUI ALGUNS RELATOS BÍBLICOS:

A Virgem Maria é a mãe de Jesus Cristo, a mãe de Deus. Em geral, a teologia ea história de Maria, a Mãe de Deus seguir a ordem cronológica das respectivas fontes, ou seja, o Antigo Testamento, o Novo Testamento, as primeiras testemunhas cristãs e judaicas.

I. MARIA PROFETIZADA NO ANTIGO TESTAMENTO.

O Antigo Testamento refere-se a Nossa Senhora, tanto em suas profecias e suas formas como em  figuras.

VEJA:

Gênesis 3:15

A primeira profecia referindo-se a Maria é encontrada nos capítulos do Livro do Gênesis (3:15) muito de abertura: &quot;Porei inimizade entre ti e a mulher, e a  tua semente e a sua semente; ela esmagará a tua cabeça, e tu mentira te à espera de seu calcanhar &quot;. Esta rendição parece diferir em dois aspectos do texto original hebraico:

//

(1)    Em primeiro lugar, o texto hebraico emprega o mesmo verbo para as duas representações &quot;, ela deve esmagar&quot; e &quot;tu deverás residir em espera&quot;, a Septuaginta torna o verbo em ambas as vezes por terein, para me armar ciladas; Aquila, Símaco, o siríaco e os tradutores Samaritano, interpretar o verbo hebraico por expressões que significam para esmagar, a contusão, o Itala torna o terein empregada na Septuaginta pelo latim &quot;servare&quot;,

////

Também  a guarda, São Jerônimo [1] afirma que o verbo hebraico tem o significado de &quot;esmagamento&quot; ou &quot;nódoas negras&quot; ao invés de &quot;à espreita&quot;, &quot;guardando&quot;. Ainda em seu próprio trabalho, que se tornou a Vulgata Latina, o santo emprega o verbo &quot;esmagar&quot; (conterere), em primeiro lugar, e &quot;ciladas&quot; (insidiari) no segundo. Daí a punição infligida sobre a serpente e retaliação da serpente são expressas pelo mesmo verbo, mas a ferida da serpente é mortal, uma vez que afeta a cabeça, enquanto a ferida infligida pela serpente não é mortal, sendo infligidos sobre o calcanhar.

//////////

Agora o segundo ponto de diferença entre o texto hebraico e nossa versão diz respeito ao agente que está a infligir o golpe mortal sobre a serpente: a nossa versão concorda com o presente texto Vulgata na leitura de &quot;ela&quot; (IPSA), que refere-se à mulher , enquanto que o texto hebraico lê hu &#039;(automóveis, ipse), que refere-se à semente da mulher. De acordo com a nossa versão, e a leitura da Vulgata, a mulher vai ganhar a vitória, de acordo com o texto hebraico, ela será vitoriosa através de sua semente. Neste sentido é que a Bull &quot;Ineffabilis&quot; atribuem a vitória a Nossa Senhora. 

//////

 

Entendam que a leitura de &quot;ela&quot; (IPSA) não é nem uma corrupção intencional do texto original, nem é um erro acidental, é sim uma versão explicativa expressar explicitamente o fato de parte de Nossa Senhora na vitória sobre a serpente, que está contida implicitamente no original hebraico. A força da tradição cristã, como a participação de Maria nesta vitória pode ser inferida a partir da retenção de &quot;ela&quot; na versão de São Jerônimo, apesar de sua familiaridade com o texto original e com a leitura &quot;ele&quot; (ipse) na antiga versão latina.

//////

Como é bastante comum admitiu que o julgamento divino não é dirigida tanto contra a serpente, contra o originador do pecado, a semente da serpente denota os seguidores da serpente, a &quot;raça de víboras&quot;, a &quot;raça de víboras&quot; , aqueles cujo pai é o diabo, os filhos do mal, imitando, não nascendo (Agostinho). [2] Pode-se ser tentado a entender a semente da mulher em um sentido coletivo similar, abraçando todos os que são nascidos de Deus. Mas semente não só pode denotar uma pessoa em particular, mas não tem um significado tão normalmente, se o contexto o permite. 

///////////

Agora São Paulo (Gálatas 3:16) dá sua explicação sobre a palavra &quot;semente&quot; como ocorre nas promessas patriarcais: &quot;Para Abraão as promessas foram feitas e à sua descendência Ele não diz: E a seus descendentes, como falando de muitos. , mas como de um, e à sua descendência, que é Cristo &quot;. Finalmente, a expressão &quot;a mulher&quot; na cláusula &quot;Porei inimizade entre ti e a mulher&quot; é uma versão literal do texto hebraico. 

//

A Gramática Hebraica de Genésio-Kautzsch [3] estabelece a regra: Peculiar ao hebraico é o uso do artigo, a fim de indicar uma pessoa ou coisa, ainda não é conhecido e não para ser mais bem descrito, seja como presente ou como ser levados em conta nas condições contextuais. Desde o nosso artigo indefinido serve este propósito, podemos traduzir: &quot;Porei inimizade entre você e uma mulher&quot;. Daí a profecia promete uma mulher, Nossa Senhora Santíssima, que será o inimigo da serpente para um grau acentuado, além disso, a mesma mulher será vitorioso sobre o diabo, pelo menos através de seus descendentes. A integralidade da vitória é enfatizada pela frase contextual &quot;terra comerás&quot;, o que está de acordo com Winckler [4] uma expressão antiga oriental comum denotando a mais profunda humilhação

//////////////////

AGORA EM

Isaias 7:1-17

A segunda profecia referindo-se a Maria é encontrado em Isaias 7:1-17. Críticos têm se esforçado para representar esta passagem como uma combinação de ocorrências e ditos da vida do profeta escrito por uma mão desconhecida . A credibilidade do conteúdo não é necessariamente afectada por esta teoria, uma vez que as tradições proféticas pode ser registrado por qualquer escritor sem perder a sua credibilidade. Mas mesmo Duhm considera a teoria como uma aparente tentativa por parte dos críticos para descobrir o que os leitores estão dispostos a suportar pacientemente, ele acredita que é uma verdadeira desgraça para a própria crítica que ele foi encontrado uma mera compilação de uma passagem que assim graficamente descreve o nascimento horas de fé.

///////////

De acordo com 2 Reis 16:1-4 e 2 Crônicas 27:1-8, Acaz, que começou seu reinado 736 aC, idolatria abertamente professada, de modo que Deus lhe deu para as mãos dos reis da Síria e de Israel. Parece que uma aliança tinha sido celebrado entre Peca, rei de Israel, e Rasin, rei de Damasco, a fim de se opor uma barreira às agressões assírios. Acaz, que estimavam assírios tendências, não aderiram à coligação, os aliados invadiram o seu território, com a intenção de substituir a Acaz um governante mais subserviente, um certo filho de Tabeel. Enquanto Rasin foi ocupada em reconquistando a cidade marítima Elath, Phacee sozinho contra Juda &quot;, mas eles não podiam prevalecer&quot;. Depois Elath tinha caído, Rasin juntou suas forças com as de Peca, &quot;vos Síria repousou sobre Efraim&quot;, ao que &quot;seu coração (Acaz &#039;) foi transferido, eo coração do seu povo, como as árvores da floresta são movidos com o vento &quot;.Preparação imediata deve ser feita para um cerco prolongado, e está ativamente envolvida Achaz perto da piscina superior a partir do qual a cidade recebeu a maior parte do seu abastecimento de água. Por isso, o Senhor diz a Isaías: &quot;Vá ao encontro Achaz ... no fim do aqueduto da piscina superior&quot;. A comissão do profeta é de natureza extremamente consoladora: &quot;Vê tu ficar quieto, não ouvem, nem o teu coração ter medo dos dois pedaços de tição&quot;. O esquema dos inimigos não são bem sucedidos: &quot;ela não subsistirá, e isso não deve ser.&quot; O que é para ser determinado o destino dos inimigos?

Síria vai ganhar nada, ele permanecerá como tem sido no passado: &quot;a cabeça da Síria é Damasco, e o cabeça de Damasco é Rasin&quot;.

/////////////////

Efraim também permanecerá no futuro imediato, como tem sido até agora: &quot;a cabeça de Efraim será Samaria, ea cabeça de Samaria o filho de Romelia&quot;, mas depois de 65 anos ele será destruído &quot;, dentro de sessenta e cinco anos Efraim deixará de ser um povo &quot;.

Acaz tinha abandonado o Senhor por Moloch, e colocou sua confiança em uma aliança com a Assíria, daí a profecia condicional a respeito de Judá, &quot;se você não vai acreditar, você não deve continuar.&quot; O teste de crença segue imediatamente: &quot;pedir-te um sinal de que o Senhor teu Deus, ou até a profundidade do inferno ou até a altura acima&quot;. Acaz hipocritamente responde: &quot;Eu não vou perguntar, e eu não tentarás o Senhor&quot;, recusando-se, assim, para expressar a sua crença em Deus, e preferindo a sua política assíria. O rei prefere Assíria a Deus, e os assírios virão: &quot;o Senhor fará vir sobre ti e sobre o teu povo e sobre a casa de teu pai, dias que não vêm desde o tempo da separação de Efraim de Juda com o rei dos assírios. &quot; A casa de David tem sido doloroso não apenas aos homens, mas a Deus também por sua incredulidade, pelo que &quot;não deve continuar&quot;, e, por uma ironia do castigo divino, ele será destruído por aqueles mesmos homens a quem ele preferiu Deus .

Ainda assim, o messiânico promessas feitas para a casa de Davi não podem ser frustrados:

//////////////////

 

&quot;O próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e seu nome será chamado Emmanuel Ele comerá manteiga e mel.. , para que ele saiba rejeitar o mal e escolher o bem. Pois antes que o menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem, a terra que te enfadas será desamparada do rosto de seus dois reis

///////////////

&quot;. Sem responder uma série de questões relacionadas com a explicação da profecia, devemos nos limitar aqui a prova de que a virgem nua mencionado pelo profeta é Maria, a Mãe de Cristo. O argumento baseia-se nas premissas de que virgem do profeta é a mãe de Emmanuel, e que Emmanuel é Cristo. 

////////////

A relação da virgem de Emmanuel está claramente expressa nas palavras inspiradas, o mesmo indicar também a identidade de Emmanuel com o Cristo.

A ligação de Emmanuel com o sinal divino extraordinário que era para ser dado a Acaz predispõe a pessoa a ver o filho em mais do que um menino comum.Em 8:08, o profeta atribui a ele a propriedade da terra de Judá: &quot;a extensão de suas asas encherá a largura da tua terra, ó Emanuel&quot;. Em 9:06, o governo da casa de David está a ser dito sobre os seus ombros, e ele é descrito como sendo dotado com mais de qualidades humanas: &quot;uma criança nasceu para nós, e um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai do Mundo Vindouro, e o Príncipe da Paz &quot;.

//////////////////////

 

 

 Finalmente, o profeta chama Emmanuel &quot;um rebento do tronco de Jessé&quot; dotado &quot;o espírito do Senhor ... o espírito de sabedoria e de entendimento, espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de piedade &quot;, o seu advento devem ser seguidas pelos sinais gerais da era messiânica, e o resto do povo escolhido deverá ser novamente o povo de Deus (11:1-16).

///////////

Seja qual for obscuridade ou ambiguidade pode haver no texto profético si é removido por St Matthew (1:18-25). Depois de narrar a dúvida de São José e garantia do anjo, &quot;o que nela foi gerado é do Espírito Santo&quot;, o evangelista prossegue: &quot;Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta: dizendo: Eis que a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel &quot;.

//////////////////

 

 Não precisamos repetir a exposição da passagem dada por comentaristas católicos que atender as excepções levantadas contra o significado óbvio de Evangelista. Podemos inferir de tudo isso que Maria é mencionado na profecia de Isaias como mãe de Jesus Cristo, à luz da referência de São Mateus com a profecia, podemos acrescentar que a profecia previu também a virgindade de Maria imaculada pela concepção do Emmanuel .

////////////////

VEJA:

Miquéias 5:2-3

A terceira profecia referindo-se a Nossa Senhora está contido em Miquéias 5:2-3: &quot;E tu, Belém Efrata, uma arte um pouco entre os milhares de Judá, de ti é ser vir-vos de mim que é ser o reinar em Israel, e sua saída é desde o princípio, desde os dias da eternidade. Portanto os entregará até o tempo em que ela está de parto darás à luz, e o resto de seus irmãos serão convertidos aos filhos de Israel &quot;. Embora o profeta (cerca de 750-660 a C) foi um contemporâneo de Isaias, a sua actividade profética começou um pouco mais tarde e terminou um pouco mais cedo do que o de Isaias. Não pode haver dúvida de que os judeus consideravam a previsão anterior como referindo-se ao Messias. 

//////////////////

Segundo São Mateus (02:06), os principais sacerdotes e dos escribas, quando perguntado sobre onde o Messias deveria nascer, respondeu Herodes, nas palavras da profecia: &quot;E tu, Belém, terra de Judá ...&quot; De acordo com St. John (07:42), o povo judeu se reuniram em Jerusalém para a celebração da festa fez a pergunta retórica: &quot;Não vê a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi, e de Belém, a cidade onde David foi?

///////////////////

&quot; A paráfrase Caldeu de Miquéias 5:2, confirma a mesma opinião: &quot;Fora de ti sairá para mim o Messias, para que ele possa exercer domínio em Israel&quot;. As próprias palavras da profecia de admitir dificilmente qualquer outra explicação, pois &quot;sua saída é desde o princípio, desde os dias da eternidade&quot;.

Mas como é que a profecia se referem à Virgem Maria? Nossa Senhora é representada pela frase, &quot;até o momento em que ela está de parto darás à luz&quot;. É verdade que &quot;ela que está de parto&quot; foi encaminhado à Igreja (São Jerônimo, Teodoreto), ou à coleção dos gentios unidos com Cristo (Ribera, Mariana), ou ainda para a Babilônia (Calmet),

////////////////

 Mas, em De um lado, não há praticamente uma conexão suficiente entre qualquer um desses eventos e o Redentor prometido, por outro lado, a passagem deveria ler &quot;até o momento em que ela é estéril trará&quot; se qualquer um desses eventos foram encaminhados para pelo profeta. Nem pode &quot;, ela que está de parto&quot; ser referido Sion: Sion é falada de valor sem antes e depois da atual passagem de modo que não podemos esperar que o profeta ao lapso de repente em linguagem figurada.

////////// 

 

Além disso, a profecia, assim, explicado não daria um sentido satisfatório. As frases do contexto &quot;o governante em Israel&quot;, &quot;A sua saída&quot;, que em hebraico significa nascimento, e &quot;seus irmãos&quot; denotar um indivíduo, não uma nação, daí podemos inferir que o trazendo deve referir-se à mesma pessoa. Tem sido demonstrado que a pessoa do governante é o Messias, daí &quot;, ela que está de parto&quot; deve denotar a mãe de Cristo, ou Nossa Senhora. 

/////////

Assim explicou toda a passagem se torna clara: o Messias deve nascer em Belém, uma aldeia insignificante em Judá: sua família deve ser reduzido à pobreza e à obscuridade antes da data de seu nascimento, como isto não pode acontecer se a teocracia permanece intacta, se de David casa continua a florescer &quot;, portanto os entregará até o tempo em que ela está de parto darás à luz&quot; o Messias. 

//////////

AGORA

Jeremias 31:22

A quarta profecia referindo-se a Maria é encontrada em Jeremias 31:22: &quot;O Senhor criou uma coisa nova na terra: uma mulher protege a um varão.&quot; O texto do profeta Jeremias não oferece pequenas dificuldades para o intérprete científico, que deve seguir a versão Vulgata do original hebraico. Mas mesmo esta prestação tem sido explicada de várias maneiras diferentes: Rosenmuller e vários intérpretes protestantes conservadores defendem o sentido &quot;, uma mulher deve proteger um homem&quot;, mas tal motivo dificilmente induzir os homens de Israel a voltar para Deus. A explicação &quot;uma mulher deve procurar um homem&quot; quase não concorda com o texto, além disso, como uma inversão da ordem natural é apresentado em Isaías 4:1, como um sinal da maior calamidade.Prestação de Ewald, &quot;uma mulher deve se transformar em um homem&quot;, dificilmente é fiel ao texto original. 

/////////////////////

Agora outros comentaristas vêem na mulher um tipo de sinagoga ou da Igreja, no homem, o tipo de Deus, para que eles explicam a profecia como significado: &quot;Deus vai morar novamente no meio da Sinagoga (do povo de Israel) &quot;ou&quot; a Igreja irá proteger a terra com os seus homens valentes &quot;. 

/////////

Mas o texto hebraico dificilmente sugere tal significado, além disso, tal explicação torna a passagem tautológica: &quot;Israel deve retornar ao seu Deus, Israel vai adorar o seu Deus.&quot; Alguns escritores recentes tornar o original hebraico: &quot;Deus cria uma nova coisa sobre a terra: a mulher (esposa) retorna para o homem (marido)&quot;. De acordo com a antiga lei (Deuteronômio 24:1-4, Jeremias 03:01), o marido não poderia ter de volta a esposa, uma vez repudiada por ele, mas o Senhor vai fazer algo novo, permitindo que a esposa infiel, ou seja, a nação culpada, a voltar à amizade de Deus. Esta explicação repousa sobre uma correção conjectural do texto, além disso, ele não necessariamente ter o sentido messiânico que esperamos na passagem.

//////////////////

Agora os Padres gregos geralmente seguem a versão Septuaginta, &quot;O Senhor criou salvação em um novo plantio, os homens devem percorrer cerca de segurança&quot;, mas Santo Atanásio duas vezes  combina versão de Áquila &quot;Deus criou uma coisa nova na mulher&quot;, com de que a Septuaginta, dizendo que a nova plantação é Jesus Cristo, e que a nova criatura em mulher é o corpo do Senhor, concebido dentro da virgem sem a cooperação do homem. 

////////////////

São Jerônimo também  entende o texto profético da virgem conceber o Messias. Este significado da passagem satisfaz o texto e o contexto. Como o Verbo encarnado possuía desde o primeiro momento da sua concepção todas as Suas perfeições exceto aquelas relacionadas com o seu desenvolvimento físico, Sua mãe está bem disse a &quot;bússola um homem&quot;. Não é preciso ressaltar que essa condição de uma criança recém-concebida justamente é chamado de &quot;uma coisa nova sobre a terra&quot;. O contexto da profecia descreve após uma breve introdução geral (30:1-3) liberdade futura de Israel e da restauração em quatro estrofes: 30:4-11, 12-22, 30:23, 31:14, 15-26; o três primeiras estrofes terminam com a esperança do tempo messiânico. 

///////////////////

Agora a quarta estrofe, também, deve-se esperar para ter um final semelhante. Além disso, a profecia de Jeremias, proferiu cerca de 589 aC e entendida no sentido justo explicou, está de acordo com as expectativas messiânicas contemporânea baseada em Isaias 07:14, 09:06, Miquéias 5:03. De acordo com Jeremias, a mãe de Cristo é a diferem de outras mães no fato de que seu filho, mesmo dentro de seu ventre, deve possuir todas as propriedades que constituem verdadeira masculinidade [11]. O Antigo Testamento refere-se indiretamente a Maria nessas profecias que predizem a Encarnação do Verbo de Deus.

/////////////////

De acordo com o princípio &quot;Lex orandi lex est credenti&quot; devemos tratar pelo menos com reverência inumerável sugestões contidas nas orações e liturgias da Igreja. Nesse sentido, devemos considerar muitos dos títulos conferidos em Nossa Senhora em sua ladainha e no &quot;Ave maris stella&quot;. As antífonas e respostas encontradas nos Escritórios recitado sobre as várias festas de Nossa Senhora sugerir uma série de tipos de Mary que dificilmente poderia ter sido levado tão vividamente ao conhecimento dos ministros da Igreja de qualquer outra forma. A terceira antífona das Laudes da Festa da Circuncisão em vê &quot;o arbusto que não foi queimado&quot; (Êxodo 03:02) a figura de Maria conceber seu Filho sem a perda de sua virgindade. A segunda antífona das Laudes do mesmo escritório vê de Gideão lã molhada de orvalho, enquanto todo o terreno ao lado havia permanecido seca (Juízes 6:37-38) um ​​tipo de Maria recebendo em seu ventre o Verbo encarnado [12]. 

/////////////////////////

 

O Escritório de Bem-Aventurada Virgem Maria se aplica a muitas passagens relativas ao cônjuge no Cântico dos Cânticos [13] e também sobre Sabedoria no livro de Provérbios 8:22-31 [14]. O pedido de Maria de um &quot;jardim fechado, uma fonte selada&quot; mencionado em Cânticos 4:12 é apenas um caso particular do que foi dito acima. [15] Além disso, Sara, Débora, Judith, e Esther são utilizados como diversas figuras de Maria, a Arca da Aliança, sobre a qual a presença de Deus se manifestou, é usado como a figura de Maria levando o Deus encarnado no seu seio. Mas, sobretudo Eva, a mãe de todos os viventes (Gênesis 3:20), é considerado como um tipo de Maria, que é a mãe de todos os viventes na ordem da graça.

////////////

COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>VEJA AQUI MEU AMIGO JOAQUIM UM ESTUDO SOBRE MARIA BIBLICAMENTE OLHA JOAQUIM ESSE WILLIAM É UMA DESGRAÇA NA SOCIEDADE EU O REFUTEI AQUI ELE E UM OUTRO VIBRADOR DE NOME REANATO DE CARVALHO</p>
<p>Agora a imagem bíblica de Maria;</p>
<p>Rev 00:01 [KJV] &#8220;E apareceu um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas &#8230;&#8221;</p>
<p>//</p>
<p>Neste versículo vemos a imagem da Mãe de Jesus, o Rei das nações. Ela está no céu, vestido com o sol e é coroado com 12 estrelas. Assim, nós nos referimos a maio como RAINHA-MÃE DO REI DOS REIS E com uma coroa de doze estrelas. PARA VER A apresentação completa da Realeza de Maria.</p>
<p>//</p>
<p>VEJA AQUI MAIS ALGUMAS PROVAS E PROFECIAS BIBLÍCAS SOBRE MARIA:</p>
<p>* Em Jeremias 13:18 [KJV] o Senhor Deus fala: &#8220;Diga ao rei &amp; a rainha &#8230;&#8221; A rainha sendo referido aqui não é a esposa do rei, mas a mãe do rei. De fato, em Ang Biblia é traduzido: &#8216; Iyong sabihin SA HARI o sa INA NG HARI &#8230; &#8220;[Literalmente:" Dize ao rei e à Mãe do Rei ... "]. Esses estudiosos protestantes que traduziram a King James Version e aqueles que mais tarde traduziu a KJV em Tagalog Ang Biblia, concordam unanimemente que a Rainha do reino de Davi era a &#8220;Mãe do Rei &#8216;.</p>
<p>////////</p>
<p>* Salmos 45:9 &#8220;O Messias-Rei tem uma rainha, que está em sua mão direita, em ouro de Ofir.&#8221;</p>
<p>Ps 45:9 [KJV] filhas de reis estão entre as tuas ilustres mulheres: à tua direita estava a rainha em ouro de Ofir.</p>
<p>///////</p>
<p>* Salmos 45:17 O Messias-Rei declarou que o nome da rainha será lembrado em todas as gerações. Pessoas deve elogiá-la para sempre. Principalmente o texto refere-se à glorificação eterna do Messias, mas secundariamente à lembrança duradoura e honra para a Rainha-Mãe.<br />
////////</p>
<p>Ps 45:17 [KJV] Eu vou fazer o teu nome a ser lembrado em todas as gerações: por isso os povos te louvarão para todo o sempre.</p>
<p>///</p>
<p>Lucas 01:48 [KJV]  Pois ele atentou na baixeza de sua serva, pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão bem-aventurados.</p>
<p>MARIA JÁ ERA PROFETIZADA DESDE O VELHO TESTAMENTOS POR VÁRIOS PROFETAS VEJA AQUI ALGUNS RELATOS BÍBLICOS:</p>
<p>A Virgem Maria é a mãe de Jesus Cristo, a mãe de Deus. Em geral, a teologia ea história de Maria, a Mãe de Deus seguir a ordem cronológica das respectivas fontes, ou seja, o Antigo Testamento, o Novo Testamento, as primeiras testemunhas cristãs e judaicas.</p>
<p>I. MARIA PROFETIZADA NO ANTIGO TESTAMENTO.</p>
<p>O Antigo Testamento refere-se a Nossa Senhora, tanto em suas profecias e suas formas como em  figuras.</p>
<p>VEJA:</p>
<p>Gênesis 3:15</p>
<p>A primeira profecia referindo-se a Maria é encontrada nos capítulos do Livro do Gênesis (3:15) muito de abertura: &#8220;Porei inimizade entre ti e a mulher, e a  tua semente e a sua semente; ela esmagará a tua cabeça, e tu mentira te à espera de seu calcanhar &#8220;. Esta rendição parece diferir em dois aspectos do texto original hebraico:</p>
<p>//</p>
<p>(1)    Em primeiro lugar, o texto hebraico emprega o mesmo verbo para as duas representações &#8220;, ela deve esmagar&#8221; e &#8220;tu deverás residir em espera&#8221;, a Septuaginta torna o verbo em ambas as vezes por terein, para me armar ciladas; Aquila, Símaco, o siríaco e os tradutores Samaritano, interpretar o verbo hebraico por expressões que significam para esmagar, a contusão, o Itala torna o terein empregada na Septuaginta pelo latim &#8220;servare&#8221;,</p>
<p>////</p>
<p>Também  a guarda, São Jerônimo [1] afirma que o verbo hebraico tem o significado de &#8220;esmagamento&#8221; ou &#8220;nódoas negras&#8221; ao invés de &#8220;à espreita&#8221;, &#8220;guardando&#8221;. Ainda em seu próprio trabalho, que se tornou a Vulgata Latina, o santo emprega o verbo &#8220;esmagar&#8221; (conterere), em primeiro lugar, e &#8220;ciladas&#8221; (insidiari) no segundo. Daí a punição infligida sobre a serpente e retaliação da serpente são expressas pelo mesmo verbo, mas a ferida da serpente é mortal, uma vez que afeta a cabeça, enquanto a ferida infligida pela serpente não é mortal, sendo infligidos sobre o calcanhar.</p>
<p>//////////</p>
<p>Agora o segundo ponto de diferença entre o texto hebraico e nossa versão diz respeito ao agente que está a infligir o golpe mortal sobre a serpente: a nossa versão concorda com o presente texto Vulgata na leitura de &#8220;ela&#8221; (IPSA), que refere-se à mulher , enquanto que o texto hebraico lê hu &#8216;(automóveis, ipse), que refere-se à semente da mulher. De acordo com a nossa versão, e a leitura da Vulgata, a mulher vai ganhar a vitória, de acordo com o texto hebraico, ela será vitoriosa através de sua semente. Neste sentido é que a Bull &#8220;Ineffabilis&#8221; atribuem a vitória a Nossa Senhora. </p>
<p>//////</p>
<p>Entendam que a leitura de &#8220;ela&#8221; (IPSA) não é nem uma corrupção intencional do texto original, nem é um erro acidental, é sim uma versão explicativa expressar explicitamente o fato de parte de Nossa Senhora na vitória sobre a serpente, que está contida implicitamente no original hebraico. A força da tradição cristã, como a participação de Maria nesta vitória pode ser inferida a partir da retenção de &#8220;ela&#8221; na versão de São Jerônimo, apesar de sua familiaridade com o texto original e com a leitura &#8220;ele&#8221; (ipse) na antiga versão latina.</p>
<p>//////</p>
<p>Como é bastante comum admitiu que o julgamento divino não é dirigida tanto contra a serpente, contra o originador do pecado, a semente da serpente denota os seguidores da serpente, a &#8220;raça de víboras&#8221;, a &#8220;raça de víboras&#8221; , aqueles cujo pai é o diabo, os filhos do mal, imitando, não nascendo (Agostinho). [2] Pode-se ser tentado a entender a semente da mulher em um sentido coletivo similar, abraçando todos os que são nascidos de Deus. Mas semente não só pode denotar uma pessoa em particular, mas não tem um significado tão normalmente, se o contexto o permite. </p>
<p>///////////</p>
<p>Agora São Paulo (Gálatas 3:16) dá sua explicação sobre a palavra &#8220;semente&#8221; como ocorre nas promessas patriarcais: &#8220;Para Abraão as promessas foram feitas e à sua descendência Ele não diz: E a seus descendentes, como falando de muitos. , mas como de um, e à sua descendência, que é Cristo &#8220;. Finalmente, a expressão &#8220;a mulher&#8221; na cláusula &#8220;Porei inimizade entre ti e a mulher&#8221; é uma versão literal do texto hebraico. </p>
<p>//</p>
<p>A Gramática Hebraica de Genésio-Kautzsch [3] estabelece a regra: Peculiar ao hebraico é o uso do artigo, a fim de indicar uma pessoa ou coisa, ainda não é conhecido e não para ser mais bem descrito, seja como presente ou como ser levados em conta nas condições contextuais. Desde o nosso artigo indefinido serve este propósito, podemos traduzir: &#8220;Porei inimizade entre você e uma mulher&#8221;. Daí a profecia promete uma mulher, Nossa Senhora Santíssima, que será o inimigo da serpente para um grau acentuado, além disso, a mesma mulher será vitorioso sobre o diabo, pelo menos através de seus descendentes. A integralidade da vitória é enfatizada pela frase contextual &#8220;terra comerás&#8221;, o que está de acordo com Winckler [4] uma expressão antiga oriental comum denotando a mais profunda humilhação</p>
<p>//////////////////</p>
<p>AGORA EM</p>
<p>Isaias 7:1-17</p>
<p>A segunda profecia referindo-se a Maria é encontrado em Isaias 7:1-17. Críticos têm se esforçado para representar esta passagem como uma combinação de ocorrências e ditos da vida do profeta escrito por uma mão desconhecida . A credibilidade do conteúdo não é necessariamente afectada por esta teoria, uma vez que as tradições proféticas pode ser registrado por qualquer escritor sem perder a sua credibilidade. Mas mesmo Duhm considera a teoria como uma aparente tentativa por parte dos críticos para descobrir o que os leitores estão dispostos a suportar pacientemente, ele acredita que é uma verdadeira desgraça para a própria crítica que ele foi encontrado uma mera compilação de uma passagem que assim graficamente descreve o nascimento horas de fé.</p>
<p>///////////</p>
<p>De acordo com 2 Reis 16:1-4 e 2 Crônicas 27:1-8, Acaz, que começou seu reinado 736 aC, idolatria abertamente professada, de modo que Deus lhe deu para as mãos dos reis da Síria e de Israel. Parece que uma aliança tinha sido celebrado entre Peca, rei de Israel, e Rasin, rei de Damasco, a fim de se opor uma barreira às agressões assírios. Acaz, que estimavam assírios tendências, não aderiram à coligação, os aliados invadiram o seu território, com a intenção de substituir a Acaz um governante mais subserviente, um certo filho de Tabeel. Enquanto Rasin foi ocupada em reconquistando a cidade marítima Elath, Phacee sozinho contra Juda &#8220;, mas eles não podiam prevalecer&#8221;. Depois Elath tinha caído, Rasin juntou suas forças com as de Peca, &#8220;vos Síria repousou sobre Efraim&#8221;, ao que &#8220;seu coração (Acaz &#8216;) foi transferido, eo coração do seu povo, como as árvores da floresta são movidos com o vento &#8220;.Preparação imediata deve ser feita para um cerco prolongado, e está ativamente envolvida Achaz perto da piscina superior a partir do qual a cidade recebeu a maior parte do seu abastecimento de água. Por isso, o Senhor diz a Isaías: &#8220;Vá ao encontro Achaz &#8230; no fim do aqueduto da piscina superior&#8221;. A comissão do profeta é de natureza extremamente consoladora: &#8220;Vê tu ficar quieto, não ouvem, nem o teu coração ter medo dos dois pedaços de tição&#8221;. O esquema dos inimigos não são bem sucedidos: &#8220;ela não subsistirá, e isso não deve ser.&#8221; O que é para ser determinado o destino dos inimigos?</p>
<p>Síria vai ganhar nada, ele permanecerá como tem sido no passado: &#8220;a cabeça da Síria é Damasco, e o cabeça de Damasco é Rasin&#8221;.</p>
<p>/////////////////</p>
<p>Efraim também permanecerá no futuro imediato, como tem sido até agora: &#8220;a cabeça de Efraim será Samaria, ea cabeça de Samaria o filho de Romelia&#8221;, mas depois de 65 anos ele será destruído &#8220;, dentro de sessenta e cinco anos Efraim deixará de ser um povo &#8220;.</p>
<p>Acaz tinha abandonado o Senhor por Moloch, e colocou sua confiança em uma aliança com a Assíria, daí a profecia condicional a respeito de Judá, &#8220;se você não vai acreditar, você não deve continuar.&#8221; O teste de crença segue imediatamente: &#8220;pedir-te um sinal de que o Senhor teu Deus, ou até a profundidade do inferno ou até a altura acima&#8221;. Acaz hipocritamente responde: &#8220;Eu não vou perguntar, e eu não tentarás o Senhor&#8221;, recusando-se, assim, para expressar a sua crença em Deus, e preferindo a sua política assíria. O rei prefere Assíria a Deus, e os assírios virão: &#8220;o Senhor fará vir sobre ti e sobre o teu povo e sobre a casa de teu pai, dias que não vêm desde o tempo da separação de Efraim de Juda com o rei dos assírios. &#8221; A casa de David tem sido doloroso não apenas aos homens, mas a Deus também por sua incredulidade, pelo que &#8220;não deve continuar&#8221;, e, por uma ironia do castigo divino, ele será destruído por aqueles mesmos homens a quem ele preferiu Deus .</p>
<p>Ainda assim, o messiânico promessas feitas para a casa de Davi não podem ser frustrados:</p>
<p>//////////////////</p>
<p>&#8220;O próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e seu nome será chamado Emmanuel Ele comerá manteiga e mel.. , para que ele saiba rejeitar o mal e escolher o bem. Pois antes que o menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem, a terra que te enfadas será desamparada do rosto de seus dois reis</p>
<p>///////////////</p>
<p>&#8220;. Sem responder uma série de questões relacionadas com a explicação da profecia, devemos nos limitar aqui a prova de que a virgem nua mencionado pelo profeta é Maria, a Mãe de Cristo. O argumento baseia-se nas premissas de que virgem do profeta é a mãe de Emmanuel, e que Emmanuel é Cristo. </p>
<p>////////////</p>
<p>A relação da virgem de Emmanuel está claramente expressa nas palavras inspiradas, o mesmo indicar também a identidade de Emmanuel com o Cristo.</p>
<p>A ligação de Emmanuel com o sinal divino extraordinário que era para ser dado a Acaz predispõe a pessoa a ver o filho em mais do que um menino comum.Em 8:08, o profeta atribui a ele a propriedade da terra de Judá: &#8220;a extensão de suas asas encherá a largura da tua terra, ó Emanuel&#8221;. Em 9:06, o governo da casa de David está a ser dito sobre os seus ombros, e ele é descrito como sendo dotado com mais de qualidades humanas: &#8220;uma criança nasceu para nós, e um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai do Mundo Vindouro, e o Príncipe da Paz &#8220;.</p>
<p>//////////////////////</p>
<p> Finalmente, o profeta chama Emmanuel &#8220;um rebento do tronco de Jessé&#8221; dotado &#8220;o espírito do Senhor &#8230; o espírito de sabedoria e de entendimento, espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de piedade &#8220;, o seu advento devem ser seguidas pelos sinais gerais da era messiânica, e o resto do povo escolhido deverá ser novamente o povo de Deus (11:1-16).</p>
<p>///////////</p>
<p>Seja qual for obscuridade ou ambiguidade pode haver no texto profético si é removido por St Matthew (1:18-25). Depois de narrar a dúvida de São José e garantia do anjo, &#8220;o que nela foi gerado é do Espírito Santo&#8221;, o evangelista prossegue: &#8220;Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que o Senhor falou pelo profeta: dizendo: Eis que a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel &#8220;.</p>
<p>//////////////////</p>
<p> Não precisamos repetir a exposição da passagem dada por comentaristas católicos que atender as excepções levantadas contra o significado óbvio de Evangelista. Podemos inferir de tudo isso que Maria é mencionado na profecia de Isaias como mãe de Jesus Cristo, à luz da referência de São Mateus com a profecia, podemos acrescentar que a profecia previu também a virgindade de Maria imaculada pela concepção do Emmanuel .</p>
<p>////////////////</p>
<p>VEJA:</p>
<p>Miquéias 5:2-3</p>
<p>A terceira profecia referindo-se a Nossa Senhora está contido em Miquéias 5:2-3: &#8220;E tu, Belém Efrata, uma arte um pouco entre os milhares de Judá, de ti é ser vir-vos de mim que é ser o reinar em Israel, e sua saída é desde o princípio, desde os dias da eternidade. Portanto os entregará até o tempo em que ela está de parto darás à luz, e o resto de seus irmãos serão convertidos aos filhos de Israel &#8220;. Embora o profeta (cerca de 750-660 a C) foi um contemporâneo de Isaias, a sua actividade profética começou um pouco mais tarde e terminou um pouco mais cedo do que o de Isaias. Não pode haver dúvida de que os judeus consideravam a previsão anterior como referindo-se ao Messias. </p>
<p>//////////////////</p>
<p>Segundo São Mateus (02:06), os principais sacerdotes e dos escribas, quando perguntado sobre onde o Messias deveria nascer, respondeu Herodes, nas palavras da profecia: &#8220;E tu, Belém, terra de Judá &#8230;&#8221; De acordo com St. John (07:42), o povo judeu se reuniram em Jerusalém para a celebração da festa fez a pergunta retórica: &#8220;Não vê a Escritura que o Cristo vem da descendência de Davi, e de Belém, a cidade onde David foi?</p>
<p>///////////////////</p>
<p>&#8221; A paráfrase Caldeu de Miquéias 5:2, confirma a mesma opinião: &#8220;Fora de ti sairá para mim o Messias, para que ele possa exercer domínio em Israel&#8221;. As próprias palavras da profecia de admitir dificilmente qualquer outra explicação, pois &#8220;sua saída é desde o princípio, desde os dias da eternidade&#8221;.</p>
<p>Mas como é que a profecia se referem à Virgem Maria? Nossa Senhora é representada pela frase, &#8220;até o momento em que ela está de parto darás à luz&#8221;. É verdade que &#8220;ela que está de parto&#8221; foi encaminhado à Igreja (São Jerônimo, Teodoreto), ou à coleção dos gentios unidos com Cristo (Ribera, Mariana), ou ainda para a Babilônia (Calmet),</p>
<p>////////////////</p>
<p> Mas, em De um lado, não há praticamente uma conexão suficiente entre qualquer um desses eventos e o Redentor prometido, por outro lado, a passagem deveria ler &#8220;até o momento em que ela é estéril trará&#8221; se qualquer um desses eventos foram encaminhados para pelo profeta. Nem pode &#8220;, ela que está de parto&#8221; ser referido Sion: Sion é falada de valor sem antes e depois da atual passagem de modo que não podemos esperar que o profeta ao lapso de repente em linguagem figurada.</p>
<p>////////// </p>
<p>Além disso, a profecia, assim, explicado não daria um sentido satisfatório. As frases do contexto &#8220;o governante em Israel&#8221;, &#8220;A sua saída&#8221;, que em hebraico significa nascimento, e &#8220;seus irmãos&#8221; denotar um indivíduo, não uma nação, daí podemos inferir que o trazendo deve referir-se à mesma pessoa. Tem sido demonstrado que a pessoa do governante é o Messias, daí &#8220;, ela que está de parto&#8221; deve denotar a mãe de Cristo, ou Nossa Senhora. </p>
<p>/////////</p>
<p>Assim explicou toda a passagem se torna clara: o Messias deve nascer em Belém, uma aldeia insignificante em Judá: sua família deve ser reduzido à pobreza e à obscuridade antes da data de seu nascimento, como isto não pode acontecer se a teocracia permanece intacta, se de David casa continua a florescer &#8220;, portanto os entregará até o tempo em que ela está de parto darás à luz&#8221; o Messias. </p>
<p>//////////</p>
<p>AGORA</p>
<p>Jeremias 31:22</p>
<p>A quarta profecia referindo-se a Maria é encontrada em Jeremias 31:22: &#8220;O Senhor criou uma coisa nova na terra: uma mulher protege a um varão.&#8221; O texto do profeta Jeremias não oferece pequenas dificuldades para o intérprete científico, que deve seguir a versão Vulgata do original hebraico. Mas mesmo esta prestação tem sido explicada de várias maneiras diferentes: Rosenmuller e vários intérpretes protestantes conservadores defendem o sentido &#8220;, uma mulher deve proteger um homem&#8221;, mas tal motivo dificilmente induzir os homens de Israel a voltar para Deus. A explicação &#8220;uma mulher deve procurar um homem&#8221; quase não concorda com o texto, além disso, como uma inversão da ordem natural é apresentado em Isaías 4:1, como um sinal da maior calamidade.Prestação de Ewald, &#8220;uma mulher deve se transformar em um homem&#8221;, dificilmente é fiel ao texto original. </p>
<p>/////////////////////</p>
<p>Agora outros comentaristas vêem na mulher um tipo de sinagoga ou da Igreja, no homem, o tipo de Deus, para que eles explicam a profecia como significado: &#8220;Deus vai morar novamente no meio da Sinagoga (do povo de Israel) &#8220;ou&#8221; a Igreja irá proteger a terra com os seus homens valentes &#8220;. </p>
<p>/////////</p>
<p>Mas o texto hebraico dificilmente sugere tal significado, além disso, tal explicação torna a passagem tautológica: &#8220;Israel deve retornar ao seu Deus, Israel vai adorar o seu Deus.&#8221; Alguns escritores recentes tornar o original hebraico: &#8220;Deus cria uma nova coisa sobre a terra: a mulher (esposa) retorna para o homem (marido)&#8221;. De acordo com a antiga lei (Deuteronômio 24:1-4, Jeremias 03:01), o marido não poderia ter de volta a esposa, uma vez repudiada por ele, mas o Senhor vai fazer algo novo, permitindo que a esposa infiel, ou seja, a nação culpada, a voltar à amizade de Deus. Esta explicação repousa sobre uma correção conjectural do texto, além disso, ele não necessariamente ter o sentido messiânico que esperamos na passagem.</p>
<p>//////////////////</p>
<p>Agora os Padres gregos geralmente seguem a versão Septuaginta, &#8220;O Senhor criou salvação em um novo plantio, os homens devem percorrer cerca de segurança&#8221;, mas Santo Atanásio duas vezes  combina versão de Áquila &#8220;Deus criou uma coisa nova na mulher&#8221;, com de que a Septuaginta, dizendo que a nova plantação é Jesus Cristo, e que a nova criatura em mulher é o corpo do Senhor, concebido dentro da virgem sem a cooperação do homem. </p>
<p>////////////////</p>
<p>São Jerônimo também  entende o texto profético da virgem conceber o Messias. Este significado da passagem satisfaz o texto e o contexto. Como o Verbo encarnado possuía desde o primeiro momento da sua concepção todas as Suas perfeições exceto aquelas relacionadas com o seu desenvolvimento físico, Sua mãe está bem disse a &#8220;bússola um homem&#8221;. Não é preciso ressaltar que essa condição de uma criança recém-concebida justamente é chamado de &#8220;uma coisa nova sobre a terra&#8221;. O contexto da profecia descreve após uma breve introdução geral (30:1-3) liberdade futura de Israel e da restauração em quatro estrofes: 30:4-11, 12-22, 30:23, 31:14, 15-26; o três primeiras estrofes terminam com a esperança do tempo messiânico. </p>
<p>///////////////////</p>
<p>Agora a quarta estrofe, também, deve-se esperar para ter um final semelhante. Além disso, a profecia de Jeremias, proferiu cerca de 589 aC e entendida no sentido justo explicou, está de acordo com as expectativas messiânicas contemporânea baseada em Isaias 07:14, 09:06, Miquéias 5:03. De acordo com Jeremias, a mãe de Cristo é a diferem de outras mães no fato de que seu filho, mesmo dentro de seu ventre, deve possuir todas as propriedades que constituem verdadeira masculinidade [11]. O Antigo Testamento refere-se indiretamente a Maria nessas profecias que predizem a Encarnação do Verbo de Deus.</p>
<p>/////////////////</p>
<p>De acordo com o princípio &#8220;Lex orandi lex est credenti&#8221; devemos tratar pelo menos com reverência inumerável sugestões contidas nas orações e liturgias da Igreja. Nesse sentido, devemos considerar muitos dos títulos conferidos em Nossa Senhora em sua ladainha e no &#8220;Ave maris stella&#8221;. As antífonas e respostas encontradas nos Escritórios recitado sobre as várias festas de Nossa Senhora sugerir uma série de tipos de Mary que dificilmente poderia ter sido levado tão vividamente ao conhecimento dos ministros da Igreja de qualquer outra forma. A terceira antífona das Laudes da Festa da Circuncisão em vê &#8220;o arbusto que não foi queimado&#8221; (Êxodo 03:02) a figura de Maria conceber seu Filho sem a perda de sua virgindade. A segunda antífona das Laudes do mesmo escritório vê de Gideão lã molhada de orvalho, enquanto todo o terreno ao lado havia permanecido seca (Juízes 6:37-38) um ​​tipo de Maria recebendo em seu ventre o Verbo encarnado [12]. </p>
<p>/////////////////////////</p>
<p>O Escritório de Bem-Aventurada Virgem Maria se aplica a muitas passagens relativas ao cônjuge no Cântico dos Cânticos [13] e também sobre Sabedoria no livro de Provérbios 8:22-31 [14]. O pedido de Maria de um &#8220;jardim fechado, uma fonte selada&#8221; mencionado em Cânticos 4:12 é apenas um caso particular do que foi dito acima. [15] Além disso, Sara, Débora, Judith, e Esther são utilizados como diversas figuras de Maria, a Arca da Aliança, sobre a qual a presença de Deus se manifestou, é usado como a figura de Maria levando o Deus encarnado no seu seio. Mas, sobretudo Eva, a mãe de todos os viventes (Gênesis 3:20), é considerado como um tipo de Maria, que é a mãe de todos os viventes na ordem da graça.</p>
<p>////////////</p>
<p>COMO EU ME ORGULHO DE SER CATÓLICO</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Santa Hildegarda: práticas homossexuais são desejadas pelo demônio para extinguir o gênero humano por Luiz Claudio</title>
		<link>http://www.lepanto.com.br/catolicismo/doutrina-catolica/santa-hildegarda-praticas-homossexuais-sao-desejadas-pelo-demonio-para-extinguir-o-genero-humano/comment-page-2/#comment-2162</link>
		<dc:creator>Luiz Claudio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 12:32:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.lepanto.com.br/?p=4193#comment-2162</guid>
		<description><![CDATA[Frei se você acha que é normal, me desculpe, busque na Palavra de Deus, as respostas, quanto a estas práticas, e não é necessário ser fundamentalista, para ver que a Palavra do Deus Verdadeiro, é contra estas práticas, tanto no At e no Nt, são passagens bem claras e diretas, que os filosofos, intelectuais, não conseguirão enganar o povo, falando com voz de ovelha,Paz e Bem, em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Frei se você acha que é normal, me desculpe, busque na Palavra de Deus, as respostas, quanto a estas práticas, e não é necessário ser fundamentalista, para ver que a Palavra do Deus Verdadeiro, é contra estas práticas, tanto no At e no Nt, são passagens bem claras e diretas, que os filosofos, intelectuais, não conseguirão enganar o povo, falando com voz de ovelha,Paz e Bem, em nome do Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

<!-- Performance optimized by W3 Total Cache. Learn more: http://www.w3-edge.com/wordpress-plugins/

Page Caching using disk: enhanced

 Served from: www.lepanto.com.br @ 2013-06-20 06:15:41 by W3 Total Cache -->