O roteiro da mega-produção de Avatar não passa de mais um capítulo dessa constante em Hollywood: uma reiterada negação da doutrina católica e uma bizarra solução gnóstica e igualitária para os problemas de hoje.
Com a finalidade de promover o ecologismo como religião, o filme Avatar sugere que quem não professar o radicalismo anticristão estilo Nova Era e não praticar o culto panteísta da “mãe terra” é necessariamente “mau”.
Em torno das ditas “mudanças climáticas”, cientistas e a mídia alarmista exageram e repetem incessantemente teses sobre os “perigos que ameaçam o planeta”; entretanto, estes vêem sendo desmentidos com base científica.