Psicose Ambientalista
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Boletim Lepanto – Número 4

| 17 de novembro de 2008 | Comente!

Fidel Castro, Nossa Senhora de Fátima, A Verdade é Absoluta, Artigos de Natal, Aborto: Crime Monstruoso.

Novembro/Dezembro de 1998

Editorial

Católico Apostólico Romano

Post-modernidade ufana-se de sua inspiração católica. Mas que católicos queremos ser? Aqueles que invadem terras alheias, com a falsa explicação de que Deus criou a Terra para todos?  Os que estendem as mãos à todos inimigos “esquecendo-se” de que toda a história do mundo não é senão uma luta inexorável entre os que são da Virgem e os que são da Serpente? Qual a relação entre Fidel Castro e Na. Sra. de Fátima?

Estas constituem algumas das perguntas levantadas pelos universitários que, pela primeira vez, recebem o Post-modernidade.

Às perguntas formuladas, respondemos que a Frente Universitária Lepanto é composta de católicos que defendem a Igreja fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo no momento em que muitos voltam suas costas à Ela. Convidamos os demais universitários a somar forças conosco no sentido de restaurar a civilização católica, hoje em ruínas, e buscar instaurar na terra o Reino de Cristo.

O texto abaixo, de  Plinio Corrêa de Oliveira, fundador da TFP,  em seu artigo “A Cruzada do Século XX”, aponta nosso ideal:

“ Há nos desígnios da Providência uma relação íntima entre a vida terrena e a vida eterna. A vida terrena é o caminho, a vida eterna é o fim. O Reino de Cristo não é deste mundo, mas é neste mundo que está o caminho pelo qual chegaremos até ele.

“(…) Pode-se dizer que o Reino de Cristo se torna efetivo na terra (…) quando os homens no íntimo de sua alma como em suas ações, e as sociedades em suas instituições, leis, costumes, manifestações culturais e artísticas, se conformam com a Lei de Cristo.

Se Jesus Cristo é o verdadeiro ideal de perfeição de todos os homens, uma sociedade que aplique todas as suas leis tem de ser uma sociedade perfeita. (…)

“E é esta nossa finalidade, nosso grande ideal. Caminhamos para a civilização católica que poderá nascer dos escombros do mundo de hoje, como dos escombros do mundo romano nasceu a civilização medieval.

“Caminhamos para a conquista deste ideal, com a coragem, a perseverança, a resolução de enfrentar e vencer todos os obstáculos, com que os cruzados marcharam para Jerusalém. Porque, se nossos maiores souberam morrer para reconquistar o sepulcro de Cristo, como não quereremos nós — filhos da Igreja como eles — lutar e morrer para restaurar algo que vale infinitamente mais do que o preciosíssimo sepulcro do Salvador, isto é, seu reinado sobre as almas e as sociedades, que Ele criou e salvou para O amarem eternamente?”

 

Fidel Castro:

Nada poderá lavar suas mãos ensangüentadas!
Desafio aos simpatizantes da maior tirania da América Latina

Em sua recente participação na Cúpula Ibero-Americana, na Espanha, Fidel Castro foi aplaudido por diversas personalidades internacionais enquanto os jornais noticiavam a prisão de Pinochet, na Inglaterra.

Prendia-se um  ex-chefe de Estado sob a acusação de ter matado 96 pessoas enquanto aplaudia-se outro, que matou e continua subjugando milhares!

A chamada “imprensa livre” veio criando – ao longo de 40 anos – uma atmosfera de simpatia não apenas para com o ditador Fidel Castro mas para com o regime comunista por ele implantado na ex-Pérola das Antilhas,  censurando de maneira contumaz a voz dos cubanos anticomunistas.

Desta forma, os universitários conhecem muito pouco de  uma tirania que matou milhares de pessoas e encarcerou outras tantas

No Natal de 1960, o regime comunista de Fidel Castro mandou encarcerar, unicamente por motivos políticos, o jovem poeta Armando Valladares, então com 23 anos. Passou outros tantos – 22 anos – preso nas masmorras de um regime que se proclama libertador…

Post-modernidade faz eco à voz desse poeta, escritor e jornalista, que percorre o mundo inteiro pedindo compaixão para com os 11 milhões de cubanos que não podem fugir da ilha-prisão de Fidel Castro. Transcreveremos trechos da entrevista que esse cubano exilado concedeu à Revista Catolicismo em 1997.

Catolicismo: Como definiria o Sr. a situação atual de Cuba?

Armando Valladares: -“Meu povo está subjugado na mais negra miséria. Torturam-se pessoas e um quinto da população fugiu por razões políticas. O povo cubano vive esperando o abraço solidário dos mandatários ibero-americanos. Estes, porém, o negam às vítimas e o oferecem ao carrasco.”

Cat: Passando agora ao seu longo período de duas décadas nas prisões castristas, que objetivo visavam os comunistas ao aplicar tão cruéis torturas ao Sr. e aos outros prisioneiros?

A.V. -“Todos os horrores e todo o terror do sistema carcerário na Cuba comunista, que descrevo em meu livro “Contra Toda a Esperança”, tinham um objetivo muito específico: quebrar a resistência interna do prisioneiro para que este aceitasse os programas de reabilitação política.”

Cat: Em que consistem esses programas de “reabilitação”?

A.V. -“Consistem em renunciar a tudo aquilo que os comunistas consideram como “contra-revolucionário”. Ou seja, a pessoa deve renunciar às suas convicções religiosas, às suas convicções sobre a família e a sociedade, enfim, deve renegar essas idéias e jurar lealdade às idéias comunistas.

Cat: Além das pauladas, golpes de toda espécie e isolamento em celas imundas e cheias de excrementos, que outros métodos de tortura utilizavam?

A.V. -“Um desses métodos era o de suspender a alimentação até aceitarmos a “reabilitação”. Em certa ocasião, durante 46 dias consecutivos nos privaram dos alimentos. Em conseqüência, seis de nós ficamos impossibilitados de andar devido a uma doença transitória chamada polineurite carencial.

Cat: Como conseguiu resistir, sem quebrar-se espiritualmente?

A.V. -“Eu havia chegado ao cárcere com uma formação religiosa católica. Minhas crenças eram genuínas, mas provavelmente superficiais, pois ainda não haviam sido submetidas a tão dura prova.

Em meio a tantos sofrimentos, e quando via serem levados ao “paredón” de fuzilamento tantos de meus companheiros de cárcere, que morriam bradando “Viva Cristo Rei”, compreendi, como numa súbita revelação, que Cristo não era para ser invocado apenas para pedir que não me matassem, mas também para dar à minha vida, e inclusive à minha morte, se isto acontecesse no cárcere, um sentido que as dignificasse.

Cat: O Sr. teria algo mais a dizer aos leitores de Catolicismo?

A.V. -“Meu anelo é que os leitores de Catolicismo, e todos os brasileiros, tenham compaixão dos 11 milhões de cubanos escravizados na ilha-prisão, e rezem diariamente a Deus e à Virgem pela pronta libertação de minha pátria das garras de uma cruel tirania comunista.”

Em Tempo

A Agência de Notícias Pax Christi denuncia que a milionária ajuda humanitária enviada a Cuba é desviada pelo Regime Comunista.  A Agência Vaticana Fides, por sua vez, alerta que a recente viagem do Papa João Paulo II à Cuba não alterou a situação de perseguição religiosa imposta aos católicos naquela ilha, antiga “Pérola das Antilhas”.

A Origem da Árvore de Natal
e o Presente de Nickerl

A “Árvore de Natal”, conhecida em algumas regiões da Europa como a “Árvore de Cristo”, desempenha papel importante na data comemorativa do Nascimento de Nosso Senhor.

Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da Árvore de Natal datam de meados do século XVII, e são provenientes da Alsácia, encantadora província francesa.

Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, única árvore que nas imensidões da neve permanece verde.

A “Árvore de Natal” é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

O costume de preparar este belo complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.

“Árvore de Cristo”: presente do Menino Jesus

A comovente narração figura numa obra sobre a vida popular na região da Estíria (Áustria), no século passado. Seu autor, P. Rosegger, assim descreve o episódio:

“Era um anseio que decidira pôr em prática naquela noite, antes que minha mãe chegasse à cozinha para preparar a refeição natalina. Eu ouvira falar muito a respeito da celebração do Natal nas cidades; devia-se colocar sobre a mesa um pinheirinho, verdadeira arvorezinha do bosque; afixar velazinhas em seus ramos e acendê-las; e depositar embaixo dele presentes para as crianças, esclarecendo que havia sido o Menino Jesus que os tinha trazido.

“Então pensei em montar uma árvore de Cristo para meu pequeno irmão. Nickerl. Mas tudo em segredo (isso fazia parte do procedimento).

“Depois de já ter clareado o dia, saí em meio ao nevoeiro gelado. Este protegeu-me do olhar das pessoas que trabalhavam em torno da casa (…)

“Logo fez-se noite. A criadagem estava ainda ocupada nos estábulos ou nos quartos da casa, onde, segundo o costume da Noite Santa, lavavam a cabeça e se vestiam com trajes de festa. Na cozinha, minha mãe fazia os sonhos (doce) para o dia de Natal. E meu pai, com o pequeno Nickerl, percorria a propriedade para abençoá-la, levando para isso, num recipiente, carvões incandescentes; sobre eles espalhava o incenso… a fim de incensá-las enquanto rezava em silêncio. (…)

“Enquanto o pessoal se ocupava em suas tarefas lá fora, eu preparava na sala grande a árvore de Cristo. Tirei a árvorezinha do meio da lenha e coloquei-a sobre a mesa. Depois cortei de um maço de cera dez ou doze velazinhas e coloquei-as sobre os pequenos galhos. Embaixo, aos pés da árvorezinha, depositei um pão doce.

“Ouvi então passos lentos e suaves na parte de cima da casa. Eram meu pai e meu irmãozinho que já estavam lá e abençoavam o sótão. Logo chegariam ao salão. Acendi as velazinhas e me escondi atrás do forno. A porta se abriu e eles entraram com seu recipiente de incenso. E ficaram parados.

“- O que é isto? perguntou meu pai com voz baixa mas prolongada.

“O pequeno Nickerl ficava emudecido. Nos seus olhos grandes, redondos, espelhavam-se como estrelinhas as luzes da árvore de Cristo.

“Meu pai avançou devagar para a porta da cozinha e chamou baixinho:

“- Mulher, mulher! Venha ver um pouco.

“E quando ela apareceu:

“- Mulher, foste tu que fizeste?

“- Maria e José! – exlamou minha mãe. -O que deixastes sobre a mesa?

“Logo chegaram também os criados e criadas, vivamente impressionados com a inédita visão. Então um rapaz que viera do vale fez a suposição:

“-Poderia ser uma árvore de Cristo!

“Seria realmente verdade que os anjos trazem do Céu tal arvorezinha?

“Eles a contemplavam e se admiravam. E a fumaça do incenso enchia a sala inteira, de modo que era como um delicado véu que pousava sobre a árvorezinha iluminada.

“Minha mãe procurou-me na sala, com o olhar:

“- Onde está o Pedro?

“Julguei então ser o momento de sair do canto do forno. Tomei pelas frias mãozinhas o pequeno Nickerl, que continuava emudecido e imóvel, e levei-o para junto da mesa. Ele quase resistiu. Mas eu lhe disse, em tom profundamente solene:

“- Não temas, irmãozinho! Olha: o querido Menino Jesus te trouxe uma árvore de Cristo. Ela é tua!

“O menino estava contentíssimo. E juntou as mãos como fazia na igreja para rezar”

Francisco José F. Braga Rolim
Frederico R. de Abranches Viotti
(Revista Catolicismo de Dezembro de 1994)

As Profecias de Fátima

Muitos ouviram falar nas profecias de Fátima, mas quantos a conhecem?

Em 1917, na cidade de Fátima, Portugal, a Mãe de Deus advertiu aos homens – através de três videntes — do processo de decadência em que a sociedade estava se submergindo.  Revelou-lhes um segredo composto de três partes. Posteriormente, autorizou-os a contar as duas primeiras.

Na primeira parte do segredo, a Santíssima Virgem mostra aos três pastores o Inferno e diz que os homens estavam se perdendo. Na segunda parte, fala da guerra e da perseguição à Igreja. Profetiza que a Rússia espalharia seus erros pelo mundo. Pediu a emenda da vida e a recitação do terço.

Como os homens receberam tal advertência?

O processo de secularização do mundo progride de modo assustador. “O pecado – adverte João Paulo II – adquiriu um forte direito de cidadania e a negação de Deus difundiu-se nas ideologias, nas concepções e nos programas humanos”. A moral é tida como ultrapassada e os costumes se corromperam a tal ponto que já há quem classifique o nosso tempo como néo-Romano.

Mães que matam seus filhos, jogando-os na lixeira; casais homossexuais que têm pleno direito de cidadania; sacrifícios humanos; drogas, violência, eutanásia etc. Nunca a civilização cristã esteve tão distante do preceituado por Nosso Senhor Jesus Cristo. O mundo caminhou em sentido oposto!

Diante desse fato, alertou Nossa Senhora de Fátima:  Se os homens não se emendassem, Deus mandaria um castigo ainda maior, em que nações inteiras desapareceriam do mapa.

Mas, para além das tristezas e das punições, Nossa Senhora prometeu: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!” A era de caos dará lugar a uma época de florescimento da Igreja que a História jamais conheceu. É o que se pede no Pai-Nosso todos os dias: “Venha a nós o Vosso Reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu!”

Mauro Alves Corrêa

Crepúsculo de um Século, Aurora de um Milênio

Aborto: Bebês para Queimar

No livro “Bebês Para Queimar”, Michael Litchfield e Susan Kentish narram o seguinte fato:

“Um ginecologista da Harley Street, em Londres, vende fetos para uma fábrica de produtos químicos para a produção de sabão e cosméticos. Faz abortos de sete meses e, certa vez, não teve tempo de matar quatro bebês extraídos quando já formados e que, um ao lado do outro, choravam como desesperados. “Era uma pena jogá-los no incinerador, porque eles tinham muita gordura animal que poderia ser comercializada…” (ed. Paulinas, S. Paulo, 1977, p. 153).

O que as gerações futuras pensarão de nossa “modernidade”, onde a vida de um inocente é ceifada no próprio ventre daquela que lhe deu a vida?

***

Banquetes Medievais

Imagine um autêntico banquete medieval…  A cena pode parecer coisa do passado, comum apenas em filmes épicos, mas essas sessões de comilança ainda se repetem em castelos na Irlanda. A cada ano, cerca de 100 mil pessoas participam desses banquetes – uma das principais atrações turísticas do país. Músicos, cantores, dançarinos e contadores de histórias também ajudam a recriar a magia daqueles tempos. A duração de cada banquete é de aproximadamente duas horas.  (Folha de SP)

Professor Relativista X Aluno Atento

Em uma das inúmeras salas de aula do   CEUB, entrou, apressadamente e com ar de quem traz uma grande novidade, o professor  (chamemo-lo de) Silvério.

Sentou-se em sua prestigiosa cadeira (não muito diferente das nossas) e começou sua aula. No meio das leis e normas, dos princípios e lacunas (que permeiam a carreira jurídica), lançou a criativa e inovadora frase que durante muito tempo ele esperava a ocasião propícia de expor: “A verdade não existe, ela é relativa”.

Seus olhos refletiam aquela sabedoria própria aos grandes mestres. Nem Aristóteles, no auge de seus conhecimentos filosóficos teria pronunciado sentença mais justa e erudita!  Era verdadeiramente um homem que se fazia respeitar por sua capacidade intelectual…

Entretanto, um de seus alunos se levanta e toma a palavra:

- Permita-me discordar, professor?  Seu pensamento é contraditório!

O professor, surpreso de que alguém duvidasse de seus talentos filosóficos, retrucou:

- Errado? Ora, você não percebe que tudo é relativo? O que é verdadeiro para mim não precisa ser verdadeiro para você. Cada um tem a sua verdade! Por exemplo: houve épocas em que se pensava que o Sol girava em torno da Terra. Para aqueles homens, a verdade era essa! Se a verdade não mudasse, até hoje nós estaríamos com o mesmo pensamento. O que prova que não existe uma verdade absoluta, imutável, fixa e estagnada. Ela varia de acordo com a História e a Geografia!

Enquanto falava, seus modos demonstravam o gosto da discussão que imaginava vencida. Afinal, os argumentos pareciam bem difíceis de serem respondidos.

- Mas, professor, o Sol girava em torno da Terra naquela época?  O fato de alguém pensar diferente da realidade não altera a realidade! A verdade não mudou, apenas foi descoberta posteriormente. E, depois, sua frase é contraditória em si mesma!

O aluno, então, foi até o quadro e escreveu: “A Verdade é Relativa” e perguntou com tranqüilidade:

- Professor, essa frase: “A Verdade é Relativa”, é verdadeira ou falsa?

O professor não teve saída. Se respondesse que era verdadeira, reconheceria ele que a verdade existe. Se respondesse que era falsa,  reconheceria que é falso seu argumento e que, portanto, a verdade existe.

Não se deixando dobrar, retomou a sua aula e continuou falando das lacunas do Direito. Ao que parece, esse tema ele não achava relativo…

A Humildade do pinheiro na Fábula natalina

Conta-se que, quando os pastores foram adorar o Divino Infante, decidiram levar-lhe frutos e flores produzidos pelas árvores de modo prodigioso. Depois dessa colheita, houve uma conversa entre as plantas, num bosque. Regozijavam-se elas de ter podido oferecer algo a seu Criador recém-nascido: uma, suas tâmaras; outra, suas nozes; uma terceira, suas amêndoas; outras ainda, como a cerejeira e a laranjeira, que haviam oferecido tanto flores quanto frutos. Do pinheiro, porém, ninguém colheu nada. Pontudas folhas, ásperas pinhas, não eram dons apresentáveis.

O pinheiro reconheceu sua nulidade. E não se sentindo à altura da conversa, rezou em silêncio: “Meu Deus recém-nascido, o que Vos oferecer? Minha pobre e nula existência. Esta, alegremente Vo-la dedico, com grande agradecimento por me terdes criado na vossa sabedoria e bondade”.

Deus se comprouve com a humildade do pinheiro. E, em recompensa, fez descer do céu e se afixarem nele uma multidão de estrelinhas. Eram de todos os matizes que existem no firmamento: douradas, prateadas, vermelhas, azuis.. Quando o outro grupo de pastores passou, levou não apenas os frutos das demais árvores, mas o pinheiro inteirinho, a árvore de tal forma maravilhosa, da qual nunca se ouvira falar.

E lá foi o pinheiro ornar a gruta de Belém, sendo colocado bem junto do Menino Jesus, de Nossa Senhora e de São José.

(Revista Catolicismo de Dezembro de 1994)

Frases em Destaque – Iguais ou Desiguais?

A inveja defende e promove a doutrina dos niveladores. (Marquês de Maricá)

Comunismo. Uma igualdade de águias e pardais, de colibris e de morcegos, que consistiria em colocar todos os formatos no mesmo padrão e todas as pupilas no mesmo crepúsculo. Isso não quero eu.(Vitor Hugo)

No juízo dos invejosos os merecimentos são culpas e as excelentes qualidades delitos. (Pe. Antônio Vieira)

Na Civilização Cristã, a grandeza do senhor não humilha o servidor, mas o eleva. (Plinio Corrêa de Oliveira)

Quanto mais variadas forem as desigualdades entre os homens que compõem a sociedade, tanto melhor atenderá esta as necessidades dos seus membros. (Santo Tomás de Aquino)

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Categoria: Boletins Lepanto

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