Divórcio, amor livre e homossexualismo

| 28 de outubro de 2016 | 1 Comentário
Plinio Corrêa de Oliveira

A partir do momento em que se permite o amor livre entre homens e mulheres, ele também deverá ser permitido entre pessoas do mesmo sexo, porque é esse o amor livre em toda a sua força.

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Excerto de uma conferência sob o título “Idade Média: caluniada por ser realização da Cristandade na História” pronunciada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a partir da década de 40. Ao repetir a mesma exposição para sócios e cooperadores da TFP em 25 de março de 1965, o orador, discernindo uma 4ª etapa, então nascente, do processo revolucionário, denunciou a revolução anarquista hippie.

 

“Pelo argumento da igualdade de direitos entre o homem e a mulher, se a impureza é lícita ao homem, também o será à mulher. O igualitarismo leva assim a uma autorização do amor livre para ambos os sexos. O divórcio gerou o amor livre; a sensualidade, muitas vezes, gerou o amor livre sem passar pelo divórcio.

O que visa o comunismo em matéria de casamento? É o amor livre. Se se pode dizer, em alguma medida, que o divórcio é a condição de casamento própria ao mundo posterior à Revolução Francesa, pode-se dizer que o amor livre é a condição de casamento, de relação entre os sexos, própria ao comunismo.

Vamos mais longe. Porque a partir do momento em que se permite o amor livre entre homens e mulheres, ele também deverá ser permitido entre pessoas do mesmo sexo, porque é esse o amor livre em toda a sua força. Há de chegar o momento, desejado pelos marcusianos e pelos anarquistas, do nudismo total e da inteira total liberdade de relações sexuais, como entre os animais.

Falei do nudismo. Não vamos caminhando para lá também? A exiguidade cada vez maior dos trajes não caminha para o nudismo? Onde estamos? Estamos, pois, na apoteose do orgulho e da sensualidade, nas vésperas da anarquia total, se Nossa Senhora não intervier, tendo pena do mundo.”


 

O texto na íntegra pode ser lido no seguinte link:

http://catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=FF500374-3048-560B-1CEBE8806C7CA675&mes=Mar%C3%A7o1998&pag=1

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Categoria: Homossexualismo, Plinio Corrêa de Oliveira

Comentários (1)

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  1. Horácio Pena disse:

    Como é possível ser-se “cristão” e assim insustentavelmente tão reacionário?

    “Denunciou a revolução anarquista hippie…” Porventura denunciou, igualmente, a ditadura militar brasileira, a pobreza e o atraso civilizacional do povo brasileiro que, como ainda hoje, está sendo vítima de obscurantismo religioso (agora de pendor evangélico)? Sobre isto, nada! Silêncio.
    Pobreza de catolicismo parado no tempo fixista dos “brandos costumes” hipócritas.

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