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A Igreja Católica é a Igreja de Cristo

| 18 de novembro de 2008 | 16 Comentários

Respondendo aos protestantes: fundação da Igreja; Papado; primazia de S. Pedro; Sucessão Apostólica; S. Pedro esteve em Roma, foi o primeiro Bispo de Roma, onde foi martirizado; A lista dos primeiros Papas da Igreja; O Governo da Igreja (Bispos e Fiéis); A infalibilidade Papal; Sobre quem recai a infalibilidade?; Unidade da mesma Igreja.

A Fundação da Igreja

E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do reino dos Céus: e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos céus.” (Mt. 16, 18)

Como isso é claro e positivo! Jesus Cristo muda o nome de Simão, em pedra (aramaico: Kephas, significa pedra e pedro, numa única palavra, como em francês Pierre é o nome de uma pessoa e o nome do minério pedra).

Deus fez diversas vezes tais mudanças, para que o nome exprimisse o papel especial que deve representar a pessoa. Assim mudou o nome de Abrão em Abraão (Gn 17, 5), para exprimir que devia ser o pai de muitos povos.

Mudou ainda o nome de Jacob em Israel (Gn 32, 28) para significar a “força contra Deus“. Assim Jesus Cristo mudou o nome de Simão em Pedro, sobre a qual estará fundada a Igreja, sendo o seu construtor o próprio Cristo.

Em todo o trecho em que Nosso Senhor confirma S. Pedro como primeiro Papa, fica evidente que Ele se dirige, exclusivamente, a S. Pedro, sem um mínimo desvio: “Eu te digo… Tu és Pedro… Sobre esta pedra edificarei… Eu te darei… O que desatares…

S. Pedro é a pessoa a quem tudo é dirigido … é ele o centro de todo este texto.

Esse ponto é muito importante, pois a interpretação truncada dos protestantes quer admitir o absurdo de que Nosso Senhor não sabia se exprimir corretamente. Eles dizem que Cristo queria dizer: “Simão, tu és pedra, mas não edificarei sobre ti a minha Igreja, por que não és pedra, senão sobre mim.” Ora, é uma contradição, pois Nosso Senhor alterou o nome de Simão para “Kephas”, deixando claro quem seria a “pedra” visível de Sua Igreja.

A primazia de S. Pedro comprovada nas Sagradas Escrituras e na Tradição

Eu te darei as chaves do Reino dos Céus” [a S. Pedro] – (Mt. 16, 17-19) – Primazia de jurisdição sobre todos, pois é a ele que a sentença é dita.

O primado de S. Pedro sobre os outros fica claramente expresso quando ele: 1) preside e dirige a escolha de Matias para o lugar de Judas (At 1,1-25); 2) É o primeiro a anunciar o evangelho no dia de Pentecostes (At 2, 14); 3) Testemunha, diante do Sinédrio, a mensagem de Cristo (At 10, 1); 4) Acolhe na Igreja o primeiro Pagão (At 10,1); 5) Fala primeiro no Concílio dos Apóstolos, em Jerusalém, e decide sobre a questão da circuncisão: “Então toda a assembléia silenciou“(At 15, 7-12), etc.

Todos os sucessores dos apóstolos atestam o primado de Pedro e dos seus sucessores, como, por exemplo: 1) Tertuliano: “A Igreja foi construída sobre Pedro“; 2) S. Cipriano: “Sobre um só foi construída a Igreja: Pedro“; Santo Ambrósio: “Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo“.

S. Mateus enumerando os apóstolos, confirma o primado de S. Pedro: “O primeiro, Simão, que se chama Pedro“(Mt 10, 2).

No século I, o Bispo de Roma, Clemente, escrevendo aos Coríntios, para chamar à ordem os que injustamente tinham demitido os presbíteros, declara-lhes que serão réus de falta grave se não lhe obedecerem. O procedimento de Clemente de Roma tem maior importância, se considerarmos que nessa época ainda vivia o apóstolo S. João que não deixaria de intervir se o Bispo de Roma estivesse no mesmo plano dos outros bispos.

No princípio do sec. II, Santo Inácio escreve aos romanos que a Igreja de Roma preside a todas as demais.

S. Irineu diz ser a Igreja Romana a “máxima” e fundada pelos apóstolos Pedro e Paulo (Heres. 3. 3. 2). Traz mais a lista dos dirigentes da Igreja Romana desde S. Pedro ate o Papa reinante no tempo dele, que era S. Eleuterio. Ao todo eram só doze. Eis a lista de modo ascensional: Eleuterio; Sotero; Aniceto; Pio; Higino; Telesfor; Xisto; Alexandre; Evaristo; Clemente; Anacleto; Lino; Pedro. (veja que S. Irineu deve ter vivido no entre o ano 100 e 200 DC). S. Jerônimo escrevendo a S. Dâmaso, Papa, diz: “Eu me estreito a Vossa Santidade que equivale a Cátedra de Pedro. E esta a pedra sobre a qual Jesus Cristo fundou a sua Igreja. Seguro em vossa cátedra eu sigo a Jesus Cristo“. Fala nisto direta ou indiretamente diversos santos e cristãos dos primeiros séculos, formando a mais universal das tradições, a mais firme convicção histórica. Só para citar alguns: S. Epifanio, Osório Pedro de Alexandria, Dionísio de Corinto, S. João Crisóstomo, Papias, etc.

Nosso Senhor: “Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu com instância para vos joeirar como trigo; mas eu roguei por ti, para que não desfaleça a tua fé; e tu, uma vez convertido, confirma os teus irmãos” (Luc. 22, 31-32). Ou seja, é S. Pedro que tem a missão, dada pelo próprio messias, de ‘confirmar‘ seus irmãos. Essa missão supõe, evidentemente, o primado de jurisdição.

S. Pedro é nomeado pastor das ovelhas de Cristo. Após a Ressurreição, Nosso Senhor confia a Pedro a guarda de seu rebanho, isto é, confia-lhe o cuidado de toda a cristandade, dos cordeiros e das ovelhas: “Apascenta os meus cordeiros“, repete-lhe duas vezes; e à terceira: “apascenta as minhas ovelhas” (Jo. 21, 15-17). Ora, conforme o uso corrente das línguas orientais, a palavra apascentar significa “governar“. Apascentar os cordeiros e as ovelhas é, portanto, governar com autoridade soberana a Igreja de Cristo; é ser o chefe supremo; é ter o primado. Além do que a imagem de “pastor” designa, na Sagrada Escritura, o Messias e sua obra (cf. Mq 2,13; 4,6s; Sf 3,18s, Jr 23,3; 31,19; Is 30,11; 49,9s). Ora, confiando a S. Pedro a missão de pastor, Nosso Senhor o constituiu seu representante visível na Terra.

No catálogo dos apóstolos (Mt 10, 2-4; Mc 3, 16-19; Lc 6, 13-16; At 1, 13), S. Pedro sempre é colocado em primeiro lugar. Em Mt. 10, 2 lê-se explicitamente que Pedro é o primeiro (“Prótos“). Ora, “prótos” tanto quer dizer o primeiro numericamente como o primeiro em dignidade e honra (v. Mt 20, 27; Mc 12, 28,31; At 13, 50; 28,17).

Em Mt. 17, 24-27, curiosamente, Nosso Senhor mandou pagar o tributo ao templo em nome Dele e de S. Pedro, demonstrando a importância daquele que seria o seu representante visível. Ele não manda que se pague em nome dos outros apóstolos, apenas de S. Pedro.

S. Pedro esteve em Roma, foi o primeiro Bispo de Roma e foi martirizado em Roma

A estadia de S. Pedro em Roma é incontestável historicamente. Sobre ela atestam Orígenes (ano 254), Clemente de Alexandria (215), Tertuliano (222), S. Irineu (202), Dionísio (171). Do século primeiro, convém destacar S. Inácio (107) e Clemente Romano (101). Esses historiadores e testemunhas são reconhecidos, pela crítica moderna, como autoridades dignas de fé.

Existe uma série ininterrupta de testemunhos do Século III até aos apóstolos e isso sem uma voz discorde.

Em Cartago e em Corinto, em Alexandria e Roma, na Gália como na África, no Oriente como no Ocidente, a viagem de S. Pedro a Roma é afirmada unanimemente, como fato sobre o qual não pairou nunca a mínima dúvida.

Orígenes (+ 254) diz: “S. Pedro, ao ser martirizado em Roma, pediu e obteve fosse crucificado de cabeça para baixo” (Com. in Genes., t. 3).

Clemente de Alexandria ( + 215) diz: “Marcos escreveu o seu Evangelho a pedido dos Romanos que oviram a pregação de Pedro” (Hist. Ecl. VI, 14).

Tertuliano (+ c. 222), por sua vez, diz: “Nero foi o primeiro a banhar no sangue o berço da fé. Pedro então, segundo a promessa de Cristo, foi por outrem cingido quando o suspenderam na Cruz” (Scorp. c. 15).

No século II abundam igualmente provas.

Santo Irineu (+ 202) escreve na sua  grande obra “contra as heresias“: “Mateus, achando-se entre os hebreus, escreveu o Evangelho na língua deles, enquanto Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja” (L. 3, c. 1, n. 1, v. 4).

Dionísio (+ 171) escreve ao papa Sotero: “S. Pedro e S. Paulo foram à Itália, onde doutrinaram e sofreram o martírio no mesmo tempo” (Evas. Hist. Eccl. II 25).

Do século I convém destacar:

Santo Inácio (+ 107), Bispo de Antioquia, que conviveu longos anos com os apóstolos. Condenado por Trajano, fez viagem para Roma, onde foi supliciado, tendo escrito antes uma carta aos Romanos onde diz: “Tudo isso eu não vos ordeno como Pedro e Paulo; eles eram apóstolos, e eu sou um condenado” (ad Rom., c IV).

Clemente Romano (+101), 3o sucessor de S. Pedro, conheceu-o pessoalmente em Roma. É, por isso, autoridade de valor excepcional. Eis o que escreve: “Ponhamos diante dos olhos os bons apóstolos Pedro e Paulo. Pedro que, pelo ódio iníquo, sofreu; e depois do martírio, foi-se para a mansão da glória. A estes santos varões, que ensinavam a santidade, associou-se grande multidão de eleitos, que, supliciados pelo ódio, foram entre nós de ótimo exemplo“.

Note que só estão citados autores do início do cristianismo, para que não fique dúvida acerca da idoneidade dos testemunhos, que poderiam ser objeto de dúvida dos protestantes… É bom revelar que nenhum protestante imparcial teve a ousadia de contestar esses historiadores.

É, portanto, um fato certo que S. Pedro esteve em Roma e foi ali martirizado sob o reinado de Nero. Nenhum historiador, até os protestantes, isto é, durante 1500 anos, o contesta; ao contrário: para todos eles é um fato notório e público.

Vamos agora provar que S. Pedro foi o primeiro Bispo de Roma:

Poderíamos citar muitas longas passagens de S. Irineu, Caio, S. Cipriano, S. Agostinho, S. Optato, S. Jerônimo, Sulpício Severo, que atestam “unânimes” o episcopado romano do príncipe dos apóstolos. Limitemo-nos a umas curtas citações:

Caio: falando de S. Vitor, Papa, diz: “Desde Pedro ele foi o décimo terceiro Bispo de Roma“(ad Euseb. 128)

S. Jerônimo: “Simão Pedro foi a Roma e aí ocupou a cátedra sacerdotal durante 25 anos” (De Viris Ill. 1, 1).

S. Agostinho: “S. Lino sucedeu a S. Pedro” (Epist. 53)

Sulpício Severo, falando do tempo de Nero, diz: “Neste tempo, Pedro exercia em Roma a função de Bispo” (His. Sacr., n. 28)

S. Ireneu: “Os apóstolos Pedro e Paulo fundaram a Igreja, e o primeiro remeteu o episcopado a Lino, a quem sucedeu Anacleto e depois Clemente“.

Convém notar ainda que todos os catálogos dos Bispos de Roma, organizados segundo os documentos primitivos, pelos antigos escritores, colocam invariavelmente o nome de Pedro à frente de todos.

A Sucessão Apostólica

Agora veremos como o Papa é sucessor direto de S. Pedro, primeiro Bispo de Roma:

Primeiramente, os protestantes deveriam provar que o Papa não é sucessor de S. Pedro, todavia, como eles não tem nenhum texto histórico ou religioso que prove, eles pedem uma prova dos católicos. Eles só negam, nada podem afirmar.

Vamos analisar as Sagradas Escrituras. Lá existe não só a investidura de S. Pedro como chefe visível da Igreja, mas a investidura perpétua dos apóstolos, para serem os “enviados” de Cristo (Mt. 28, 18 – 20): “É me dado todo o poder no céu e na terra; ide pois e ensinai a todos os povos e eis que estou convosco todos os dias até a consumação do mundo“.

Que quer dizer isso?

1 – Cristo tem todo poder, é a primeira parte

2 – Cristo transmite este poder, é a segunda parte (Lembremo-nos, no mesmo sentido, da frase: “tudo que ligares na terra será ligado no céu e tudo o que desligares na terra será desligado no céu”)

3 – A quem Ele transmite? Aos apóstolos.

4 – Até quando? Até a consumação do mundo

Ora, Cristo transmitiu este poder unicamente aos apóstolos presentes? Não pode ser, pois os apóstolos deviam morrer um dia, como todos os homens morrem. Ele diz: “estarei convosco até à consumação do mundo“.

Se Ele promete estar com os apóstolos até o fim do mundo, é claro que ele não está se dirigindo aos apóstolos como pessoas físicas, mas como um “corpo moral“, que deve perpetuar-se nos seus sucessores, e hão de durar atá o fim dos tempos.

Eis uma prova evidente que o bispo de Roma, que é o Papa, é o sucessor de S. Pedro e de sua “jurisdição”.

A sucessão também é observada nos primeiros cristãos, que nomeavam diáconos e bispos, transmitindo-lhes as obrigações de seus antecessores.

Jesus Cristo, fundando uma sociedade religiosa visível, que devia durar até ao fim do mundo, devia necessariamente nomear um chefe, com sucessão, para perpetuar a mesma autoridade: “Quem vos escuta, escuta a mim” (Mt 28, 18). Se assim não fosse, Nosso Senhor não teria podido dizer: “Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo“; devia ter dito que estaria apenas com S. Pedro até o fim de sua vida. Dessa forma, cumpre-se o que manda a Bíblia: “Um só senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef. 4, 5)

A lista dos primeiros Papas da Igreja

S. Pedro, 42 – 67

S. Lino, 67 – 78

S. Cleto, 78 – 91

S. Clemente, 91 – 100

Santo Evaristo, 100 – 109

Santo Alexandre I, 109 – 119

S. Sixto I, 119- 128

S. Telésforo, 128 – 139

Santo Higino, 139 – 142

S. Pio I, 142 – 150

Santo Aniceto, 150 – 162

S. soter, 162 – 170

Santo Eleutério, 170 – 186

S. Vitor, 186 – 197

S. Zefirino, 197 – 217

S. Calisto I, 217 – 222

Santo Urbano I, 222 – 230

S. Ponciano, 230 – 235

Santo Antero, 235 – 236

S. Fabiano, 236 – 251

S. Cornélio, 251 – 252

S. Lúcio I, 252 – 254

Santo Estêvão I, 254 – 257

S. Sixto II, 257 – 259

S. Dionísio, 259 – 269

S. Félix, 269 – 275

Santo Eutiquiano, 275 – 283

S. Caio, 283 – 295

S. Marcelino, 295 – 304

S. Marcelo, 304 – 310

Santo Eusébio, 310 – 311

S. Melcíades, 311 – 313

S. Silvestre I, 313 – 336

S. Silvestre batizou o imperador Constantino Magno.

O Governo da Igreja (Bispos e Fiéis)

Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a Igreja de Deus a qual santificou pelo seu próprio sangue” (At 20, 28)

Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos despreza, a mim despreza; e quem me despreza, despreza aquele que me enviou“. (LC 10, 16)

A Bíblia diz claramente que Jesus Cristo fundou uma Igreja sobre Pedro (Mt 16, 18), diz que estaria com ele até o fim do mundo (Mt 28, 13-20), que lhe dava as chaves do reino do céu (Mt 16, 19), que esta Igreja seria coluna e firmamento da verdade (1 Tim 3, 15), que é preciso escutar esta Igreja sob pena de ser tratado como um pagão (Mt 18, 17).

Mesmo em relação à autoridade dos Fariseus e Escribas, apesar de viciados em seus erros, por serem a autoridade legítima, disse Nosso Senhor:  “Sobre a cadeira de Moisés se assentaram os escribas e os fariseus; observai, pois, e fazei tudo o que eles vos disserem; mas não imiteis as suas ações” (Mt 23, 2).

Nosso Senhor escolheu, entre seus inúmeros discípulos, apenas doze Apóstolos, (Mt. 10, 2-4). Instruiu-os duma maneira particular, desvendou-lhes o sentido das parábolas que as turbas não compreendiam (Mt. 13, 2) e associou-os à sua obra mandando-lhes que pregassem o reino de Deus aos filhos de Israel (Mt. 10, 5, 42).

Poucos dias antes da Ascenção, Cristo confiou aos doze Apóstolos o poder que antes lhes tinha prometido: “Todo o poder me foi dado no céu e na terra; ide, pois, e ensinai todas as gentes, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-as a observar todas as coisas que eu vos tenho ordenado, e estai certos de que eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt. 28, 19-20). Portanto, conclui Boulenger, Jesus Cristo comunicou aos Apóstolos o poder – 1) de ensinar: “ide e ensinai todos os povos“, 2) de santificar, pelos ritos instituídos para este fim e, em particular, pelo batismo, 3) de governar, uma vez que os Apóstolos hão de ensinar o mundo a “observar” tudo o que Ele mandou.

A Hierarquia reconhecida na história:

1) Testemunho de Santo Irineu, argumentando contra os hereges, apresenta o caráter hierárquico da Igreja, como um ‘fato notório‘ que ninguém pode negar, como uma fundação de Cristo e dos Apóstolos. Ora, como podia reivindicar para a Igreja cristão a origem apostólica, se os seus adversários pudessem apresentar provas da fundação recente da hierarquia?

2) Testemunho de S. Policarpo, em meados do sec. II, designa os pastores como “chefes da hierarquia e guardas da fé

3) No mesmo século ainda podemos citar os testemunhos: a) o de Hegesipo que mostra as Igreja governadas pelos Bispos, sucessores dos apóstolos; b) o de Dionísio de Corinto, que escreve na sua carta à Igreja romana que a Igreja de Corinto guarda fielmente as admoestações recebidas outrora do Papa Clemente.

4) No ano 110, Santo Inácio de Antioquia, em sua Epístola aos Romanos, da Igreja de Roma como do centro da cristandade: “Tu (Igreja de Roma) ensinastes as outras. E eu quero que permaneçam firmes as coisas que tu prescreves pelo teu ensino” (Rom, IV, 1).

5) Cerca do ano de 96, S. Clemente Romano, discípulo imediato de S. Pedro e de S. Paulo, escreveu uma carta aos Coríntios, na qual nos dá da Igreja noção equivalente à de S. Ireneu, apresentando a hierarquia como a “guarda da tradição” e a Igreja de Roma com a primazia universal sobre todas as Igrejas locais.

6) Deste modo, chegamos, de geração em geração, aos tempos apostólicos.  Desde o primeiro alvorecer do cristianismo, os Apóstolos desempenharam a dupla função de dirigentes e pregadores. Escolheram Matias para ocupar o lugar de Judas (At 1, 12, 26). Instituíram diáconos nos quais delegaram parte dos seus poderes (At. 6, 1, 6).

Na prática da Igreja também fica claro o poder de governo sobre todos os cristãos. Os Apóstolos exerceram este tríplice poder: a) Poder legislativo: No Concílio de Jerusalém, impõem aos recém-convertidos “que se abstenham das carnes oferecidas aos ídolos, das viandas sufocadas e da impureza” (At 15, 29); b) poder judiciário: S. Paulo entrega a Satanás “Himeneu e Alexandre, para aprenderem a não blasfemar” (I Tim 1, 20); c) poder penal: S. Paulo escreve aos coríntios: “Portanto, eu vos escrevo estas coisas, estando ainda longe de vós, de modo que, quando eu chegar aí, não tenha de castigar, segundo o poder a mim confiado por Deus para edificar, não para destruir” (II Cor 13, 10).

A infalibilidade Papal

Vimos que Jesus Cristo fundou uma Igreja hierárquica, conferindo aos Apóstolos e aos Bispos, seus sucessores, os poderes de ensinar, de santificar e de governar. Demonstraremos agora que Jesus ligou ao poder de ensinar o privilégio da “infalibilidade“.

 Conceito: A infalibilidade é a garantia de preservação de todo erro doutrinal pela assistência do Espírito Santo. Não é simples inerrância de fato, mas de direito. Portanto, não se deve confundir a infalibilidade com a “inspiração“, que consiste no impulso divino que leva os escritores sagrados a escreverem o que Deus quer; e nem com a “revelação“, que supõe a manifestação duma verdade antes ignorada. O privilégio da Infalibilidade não faz com que a Igreja descubra verdades novas; garante-lhe somente que, devido à assistência divina, não pode errar nem, por conseqüência, induzir em erro, no que respeita a questões de Fé ou moral.

Todavia, não se confunde a “infalibilidade” com a “impecabilidade“. A Igreja nunca defendeu a tese de que o Papa não pudesse cometer pecados. O Papa é infalível quando segue as normas da infalibilidade, falando à toda a Igreja, como sucessor de S. Pedro, em matéria de Fé e Moral, definindo uma verdade que deve ser acatada por todos. Em sua vida privada – ou quando não utilizando a fórmula da infalibilidade -, o Papa pode cometer erros e até pecados.

A Existência da Infalibilidade segundo a Razão, a Revelação e a Tradição.

Argumento de razão: Não se justifica que Deus possa ter deixado os homens à sua própria sorte no tocante à doutrina. O “livre exame” protestante gera o subjetivismo e as divisões, condenadas pela Sagrada Escritura. A autoridade de um corpo de apóstolos é necessária, racionalmente, para a realização dos planos de Deus na terra, sob pena de aceitarmos a tese de que Deus não guia seu povo.

Argumento histórico:

Somos chegados ao campo positivo da história. Afinal, o que Jesus devia fazer, segundo a razão, tê-lo-ia feito? Terá instituído uma autoridade viva e infalível encarregada de guardar e ensinar a sua doutrina?

O primeiro ponto, de que Nosso Senhor instituiu uma Igreja hierárquica, com chefes a quem concedeu o poder de ensinar, já está demonstrado anteriormente. Resta agora examinar o segundo ponto, no qual provaremos que o poder de ensinar comporta o privilégio da “infalibilidade”.

a) Nos textos da Escritura:

A S. Pedro, em especial, prometeu Jesus Cristo que “as portas do inferno não prevalecerão contra ela (Igreja)” (Mat. 16, 18); e a todos os Apóstolos prometeu, por duas vezes, enviar-lhes o Espírito de Verdade (Jo. 14, 15; 15, 26) e ficar com eles até ao fim do mundo (Mat 28, 20). Estas promessas significam claramente que a Igreja é indefectível, que os apóstolos e os seus sucessores não poderão errar quando ensinarem a doutrina de Jesus; porque a assistência de Cristo não pode ser em vão, nem o erro estar onde se encontra o Espírito de verdade;

 b) No modo de proceder dos Apóstolos:

Do seu ensino se depreende que tinham consciência de ser assistidos pelo Espírito Santo. O decreto do Concílio de Jerusalém termina com estas palavras: “Assim pareceu ao Espírito Santo e a nós” (At. 15, 28). Os Apóstolos pregam a doutrina evangélica “não como palavra de homens, mas como palavra de Deus, que na verdade o é” (1Tes 2, 13), a que é necessário dar pleno assentimento (II Cor 10, 5) e cujo depósito convém guardar cuidadosamente (1 Tim 6, 20). Além disso, confirmam a verdade de sua doutrina com muitos milagres (At 2, 43 etc): prova evidente de que eram intérpretes infalíveis da doutrina de Cristo, de outro modo Deus não a confirmaria com o seu poder;

c) Na crença da antigüidade cristã:

Concedem os nossos adversários que a crença na existência dum magistério vivo e infalível existia já no século III. Basta, portanto, aduzir testemunhos anteriores.

Na primeira metade do século III, Orígenes, aos hereges que alegam as Escrituras, responde que é necessário atender à tradição eclesiástica e crer no que fio transmitido pela sucessão da Igreja de Deus. Tertuliano, no tratado “Da prescrição“, opõe aos hereges o “argumento da prescrição” (condenando o que contraria o ensinado pelos apóstolos) e afirma que a regra de fé é a doutrina que a Igreja recebeu dos Apóstolos.

Nos fins do século II, S. Irineu, na carta a Florino e no “Tratado contra as heresias“, apresenta a Tradição apostólica como a sã doutrina, como uma tradição que “não é meramente humana“. Donde se segue que não há motivo para discutir com os hereges e que estão condenados pelo fato de discordarem desta tradição.

Pelo ano de 160, Hegesipo apresenta, como critério da Fé ortodoxa, a conformidade com a “doutrina” dos Apóstolos “transmitida” por meio dos Bispos, e por esse motivo redige a lista dos Bispos. Na primeira metade do século II, Policarpo e Papias apresentam a doutrina dos Apóstolos como a única verdadeira, como uma regra segura de Fé. Nos princípios do mesmo século, temos o testemunho de Santo Inácio. Afirma este santo que a Igreja é “infalível” e que a incorporação nela é necessária a quem se quer salvar.

Conclusão: tanto através da razão como da história, provamos que o poder de ensinar, conferido por Nosso Senhor Jesus Cristo à Igreja docente, traz consigo o privilégio da “infalibilidade“, isto é, que a Igreja não pode errar quando expõe a doutrina de Jesus Cristo.

 Agora devemos analisar sobre quem recai a “infalibilidade

Pelo exposto, fica claro que a “infalibilidade” é privilégio daqueles a quem compete “ensinar“, isto é, os Apóstolos e, de modo especial, a S. Pedro e seus sucessores.

A infalibilidade do colégio apostólico provém, portanto: a) da missão conferida a “todos os apóstolos” de “ensinar todas as nações” (Mat 28, 20); b) da “promessa de estar com eles” “até à consumação dos séculos” (Mat 28, 20) e de lhes “enviar o consolador, o Espírito Santo que lhes há de ensinar toda a verdade” (Jo, 14, 26). Estas passagens mostram com evidência que o privilégio da “infalibilidade” foi concedido ao “corpo docente” tomado coletivamente.

A sucessão desse poder deve ser entendida no sentido de que o colégio apostólicos, atualmente composto pelos bispos, é ‘infalível’ não individualmente em cada bispo, mas no conjunto deles.

No caso de S. Pedro e seus sucessores, a infalibilidade é pessoal. Provaremos isso com argumentos tirados dos textos evangélicos e da história.

O argumento escriturístico deriva dos mesmo textos que demonstram o primado de S. Pedro: “Tu és Pedro…“, pois é incontestável que a estabilidade do edifício lhe vem dos alicerces. Se. S. Pedro, que deve sustentar o edifício cristão, pudesse ensinar o erro, a Igreja estaria construída sobre um fundamento inseguro e já se não poderia dizer “as portas do inferno não prevalecerão contra ela“.

Depois, com o “Confirma fratres” (“confirma os irmãos“), Nosso Senhor assegurou a Pedro que pedira de modo especial por ele, “para que sua fé não desfaleça” (Luc 22, 32). É evidente que esta prece feita em circunstâncias tão solenes e tão graves (o momento da paixão de Nosso Senhor) não pode ser frustrada.

Finalmente, com o “Pasce Oves” (apascenta as minhas ovelhas), foi confiada a Pedro a guarda, o governo, de todo o rebanho. Ora, não se pode supor que Jesus Cristo tenha entregue o cuidado do seu rebanho, colocando S. Pedro como Pastor, a um pastor que pudesse desencaminhar as ovelhas eternamente, ensinando o erro.

O Argumento histórico da infalibilidade de S. Pedro:

A crença da Igreja não se manifestou da mesma forma em todos os séculos. Houve, na verdade, certo desenvolvimento na exposição do dogma e até no uso da infalibilidade pontifícia; mas nem por isso o dogma deixa de remontar aos primeiros tempos, e de fato já o encontramos em germe na Tradição mais afastada, como se demonstra pelo sentir dos Padres da Igreja e dos concílios, e pelos fatos:

No século II, S. Irineu afirmava que todas as Igrejas se devem conformar com a de Roma, pois só ela possui a verdade integral.

S. Cipriano dizia que os Romanos estão “garantidos na sua fé pela pregação do Apóstolo e são inacessíveis à perfídia do erro” (o apóstolo dos romanos é S. Pedro).

S. Jerônimo, para pôr termo às controvérsias que afligiam o Oriente, escreveu ao Papa S. Dâmaso nos seguintes termos: “Julguei que devia consultar a este respeito a cadeira de Pedro e a fé apostólica, pois só em vós está ao abrigo da corrupção o legado dos nossos pais“.

S. Agostinho diz a propósito do pelagianismo: “Os decretos de dois concílios relativos ao assunto foram submetidos à Sé apostólica; já chegou a resposta, a causa está julgada“, “Roma locuta est, causa finita est“.

O testemunho de S. Pedro Crisólogo não é menos explícito: “Exortamo-vos, veneráveis irmãos, a receber com docilidade os escritos do santo Papa da cidade de Roma, porque S. Pedro, sempre presente na sua sede, oferece a fé verdadeira aos que a procuram“.

O que fica dito anteriormente acerca do primado do Bispo de Roma, aplica-se com a mesma propriedade ao reconhecimento de sua infalibilidade.

No século II, o papa Victor excomungou Teódoto que negava a divindade de Cristo, com uma sentença tida por todos como definitiva. Zeferino condenou os Montanistas, Calisto os Sabelianos, e, a partir destas condenações, foram considerados como hereges. Em 417, o papa Inocêncio I proscreveu o pelagianismo, e a Igreja reconheceu o decreto como definitivo. Em 430, o papa Celestino condenou a doutrina de Nestório, e os Padres do Concílio de Éfeso seguiram a sua opinião.

O concílio de Calcedónia (451) recebeu solenemente a célebre carta dogmática do Papa Leão I a Flaviano, que condenou a heresia de Eutiques, proclamando unanimemente: “Pedro falou pela boca de Leão“. Do mesmo modo os Padres do III Concílio de Constantinopla (680) aclamaram o decreto do Papa Agatão que condenava o monotelitismo, dizendo: “Pedro falou pela boca de Agatão“.

Como se vê, desde os primeiros séculos a Igreja romana é reconhecida como o “centro da fé” e como a “norma segura da ortodoxia“. Quanto mais avançamos, tanto mais explícitos são os termos que nos manifestam a universalidade desta crença, proclamada como dogma no I Concílio Vaticano.

Finalmente, podemos afirmar que nunca um Papa, na história da Igreja, proclamou, segundo a fórmula da infalibilidade, um erro doutrinário.

Unidade da mesma Igreja

Apenas com um chefe visível, infalível, se pode cumprir a unidade do “corpo místico de cristo”.

 Em relação à doutrina:

1) “Quem não está comigo é contra mim“(Mt 12,30)

2) “Um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos” (Ef 4, 3-6)

3) “Não rogo apenas por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como Tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste“(Jo 17,20-21).

4) “Recomendo-vos, irmãos, que tomeis cuidado com os que produzem divisões contra a doutrina que aprendestes. Afastai-vos deles” (Rm 16, 17).

5) “Se alguém vos anunciar um evangelho diferente, seja execrado, isto é, seja excomungado“(G. 1,7-9).

 Em relação ao culto:

1) “Porque há um só pão, um só corpo somos nós, embora muitos, visto participarmos todos do único pão” (1Cor 10,17)

2) “A multidão dos fiéis tinha um só coração e uma só alma“(At 4, 32)

3) “Esforçai-vos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef. 4,3).

 Em relação à unidade de Governo:

1) “Irmãos, conjuro-vos que sejais sempre perfeitamente unidos num só sentimento e num mesmo pensar” (1 Cor 1,10)

2) “Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil. Estas tenho de reunir, e elas ouvirão a minha voz. E então haverá um só rebanho e um só pastor” (Jo. 10,16; Mt 16, 15-16).

O próprio fato de S. Paulo ter procurado a unidade na questão da circuncisão deixa patente a existência de uma Igreja una. No concílio que decidiu essa questão, em Jerusalém, foi S. Pedro quem falou primeiro e quem deu a última palavra sobre a questão: “Então toda a assembléia silenciou“(At 15, 7-12), obedecendo ao Chefe do Colégio Apostólico.

Nas Sagradas Escrituras, é só folhear os Atos dos Apóstolos e verificar o crescimento da Igreja (a mesma e una) desde o início até os dias de hoje.

A Igreja cresceu rápida, veloz, ao ponto que S. Paulo pôde compará-la com “um edifício vastíssimo, tendo os apóstolos por alicerce e Cristo como pedra angular.” (Ef. 2, 20)

Tertuliano se atrevia a escrever no seu Apologético, dirigido ao imperador romano: “Somos de ontem, e já enchemos as cidades, as ilhas, os castelos, os acampamentos, as aldeias e os campos; só deixamos vazios os vossos templos. Se nos retirassem, o império ficaria deserto“.

A Igreja de Cristo vai crescendo e se espalhando, “multitudo ingens“, diz Tácito, falando do tempo de Nero (Anais 15, 44), formando uma “imensa multidão“, até que, afinal, dominando e vencendo a tirania dos imperadores pagãos, logre o reconhecimento oficial, com o reinado de Constantino Magno, primeiro imperador cristão.

Foi nesse tempo, em 325, que se reuniu o primeiro concílio dos bispos católicos, em Nicéia, ao qual compareceram 318 bispos, sob a presidência de Ósio, bispo de Córdova, assistido de dois legados do Papa (de Roma), S. Sivestre.

Portanto, a história e a bíblia são claros ao narrar a expansão da mesma Igreja, fundada por Nosso Senhor sobre S. Pedro, em unidade.

Categoria: Apologética Católica

Comentários (16)

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  1. O demonio está aí,visivelmente a todos que tirarem a venda dos olhos e ver.Essas criaturas que tambem são filhos de Deus, por motivos de ingnoracia deixa os olhos tapados, e não quer exergar que a Igreja Catolica Apostolica Romana foi a primeira igreja fundada por Cristo Jesus e dirigida pelo papa, que hoje Bento 16.Sob forma do Protestantismo o demonio se manifesta em milhões de pessoas com intuito de desfazer a autoridade deixada por cristo.É lamentável que essas pessoas não consigam entender que tudo esta as claras, que o demonio quer mesmo justamente isso.Acreditem não há outra igreja de cristo a não ser essas que são subordinadas ao papa,não há outra mãe no céu se não for a sempre Virgem Maria!
    A Paz de Cristo a todos .Amem
    Valdomiro Oliveira

  2. Edmilson disse:

    A Igreja se chama católica apostólica romana
    Por que era o nome dado pelos apostolo a união apostólica segundo a sua fé universal em Jesus Cristo nosso senhor, em hebreus 12-23 podemos observar que o autor escreve exatamente isso, ele chama a igreja de (assembléia universal) para o protestante que não sabe os significados das palavras, assembléia universal e o mesmo que igreja católica.

    Hebreus 12
    23 à universal assembléia e igreja dos primogênitos inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados;
    Assembléia = Igreja
    Universal = Católica
    Sendo assim sabemos que desde o século I a igreja era conhecida por igreja católica. Olhe o que diz

    Sto.Inácio de Antioquia (35-110)

    Onde estiver o bispo, ali estarão também as multidões, da mesma forma que onde estiver Jesus Cristo, ali estará a Igreja Católica.

    Sto. Inácio de Antioquia (35-110)

    ‘Não errai, irmãos: se qualquer homem seguir àquele que faz um cisma da Igreja, ele não herdará o Reino de Deus. (…) Tende uma só Eucaristia, pois é una a Carne de Nosso Senhor Jesus Cristo, uno o cálice da unidade de Seu Sangue, uno o altar e uno o Bispo com o presbitério e os diáconos’. Epístola de Sto. Inácio de Antioquia aos Filadélfios.

    Amigos temos milhares de testemunhos históricos que afirmam essa bem aventurança a igreja católica possue escritos tem a história tem a tradição tem os padres da igreja apostolicos do primeiro e segundo século que são únanimes em afirmar que São Pedro realmente foi o primeiro papa e para demonstrar tudo isso São Paulo cita o segundo Papa São Lino na bíblia

    em (2 Timóteo 4,21),.e cita também o papa
    São Clemente em (Filipenses. 4,3). Durante o seu governo, surgiu, na distante igreja de Corinto, uma dissensão interna, que culminou na deposição irregular dos presbíteros consagrados. Informado dos fatos, Clemente resolveu intervir,exortava

    com autoridade, os fiéis daquela comunidade a se manterem unidos na fé e na caridade. Agora o por quê de a igreja

    ser chamada Apostólica?

    Essa é bem simples, em Efésios São Paulo explica que a igreja onde Cristo é a cabeça está edificada sobre os fundamentos apostólicos.

    Efésios 2
    19. Conseqüentemente, já não sois hóspedes nem peregrinos, mas sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus,
    20. edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, tendo por pedra angular o próprio Cristo Jesus.
    21. É nele que todo edifício, harmonicamente disposto, se levanta até formar um templo santo no Senhor.
    22. É nele que também vós outros entrais conjuntamente, pelo Espírito, na estrutura do edifício que se torna a habitação de Deus.
    Amigos
    Há muitos argumentos para provar que São Pedro esteve em Roma, fundou a Igreja de Roma e lá sofreu o martírio.olhem algumas
    PROVA PATRÍSTICA
    São Cipriano († 258): “Vagando a Sede de Fabiano, isto é, a Sede de Pedro e da dignidade da cátedra sacerdotal, foi Cornélio criado bispo.”
    São Clemente de Alexandria († 215): “Marcos escreveu o seu Evangelho a pedido dos Romanos que ouviram a pregação de Pedro.”
    Santo Irineu († 203): “Mateus, achando-se entre os hebreus, escreveu o Evangelho na língua deles, enquantoPedro e Paulo evangelizavam Roma e aí fundaram a Igreja”.
    PROVA HISTÓRICA
    Orígenes († 254) diz: “São Pedro, ao ser martirizado em Roma, pediu e obteve fosse crucificado de cabeça para baixo.”
    Tertuliano († 222) diz: “Nero foi o primeiro a banhar no sangue o berço da fé. Pedro, então, segundo a promessa de Cristo, foi por outrem cingido quando o suspenderam na cruz.”
    PEDRO, PRIMEIRO BISPO DE ROMA
    São Jerônimo diz: “São Pedro foi a Roma e aí ocupou a cátedra sacerdotal 25 anos.”
    Santo Agostinho diz: “São Lino sucedeu a São Pedro.”
    Sulpício Severo, falando do tempo de Nero, diz: “Neste tempo, Pedro exercia em Roma a função de bispo.”
    Eusébio diz: “Lino é o primeiro depois de Pedro.”
    E olhem o que diz o terceiro papa depois de São Pedro São Clemente Romano
    “Tudo isso eu não vos ordeno como Pedro e Paulo; eles eram apóstolos, e eu sou um condenado” (ad Rom., c IV).
    Clemente Romano (+101), 3o sucessor de S. Pedro, conheceu-o pessoalmente em Roma. É, por isso, autoridade de valor excepcional. Eis o que escreve:“Ponhamos diante dos olhos os bons apóstolos Pedroe Paulo. Pedro que, pelo ódio iníquo, sofreu; e depois do martírio, foi-se para a mansão da glória. A estes santos varões, que ensinavam a santidade, associou-se grande multidão de eleitos, que, supliciados pelo ódio, foram entre nós de ótimo exemplo”
    Outro Padre da igreja desse tempo foi Papías
    60-130 d.C. foi Bispo de Hierápolis em Ásia Menor, um discípulo de João e colega de Policarpo. Seu depoimento concernente aos evangelhos de Mateus e Marcos foi de muito valor para a igreja.outro também de grande valor foi Policarpo 135 d.C. Discípulo e parceiro pessoal do Apostolo João. Outro Padre da Igreja de grandissimo valor foi Hermes antes de 150 Autor de uma obra alegórica titulada O Pastor, a qual se lia extensamente nas igrejas cristãs primitivas e era muito estimada por elas. Amigos São vários as obras e os escritos dos testemunhos patrístico da igreja católica um exemplo disso se chama
    Ignácio 50-100
    que foi
    Bispo da igreja de Antioquia e discípulo pessoal do Apostolo João. Foi executado para o fim do primeiro século
    O Pontificado é Biblico21MAIMuita gente diz que o Pontificado é uma fabricação da Igreja Católica.Muito bem, examinemos as Sagradas Escrituras e veremos o que podemos encontrar…Deus , Ele mesmo é uma “Figura Patriarcal” e sempre nos mandou uma “Figura de Pai” humana, um “Pastor Supremo”, um lider visível na terra que atua como um mediador entre Ele e seu povo. No Antigo Testamento, Seus pastores supremos foram Noé, Abrãao, Isaac, Jacó, José, Moisés e Davi , mencionando algunsde tantos do Antigo Testamento. No Novo Testamento, a “Figura Patriarcal” e “Pastor Supremo” do povo de Deus, na Igreja é São Pedro. Seus sucessores através dos séculos são afetivamente chamados de Papa, ou usando a palavra italiana que quer dizer pai, o Papa.
    ” E disse o faraó ( O REI ) em seguida a José ( UMA FIGURA PATRIARCAL): “Pois que Deus te revelou tudo isto, não haverá ninguém tão prudente e tão sábio como tu. Tu mesmo serás posto à frente de toda a minha casa, e todo o meu povo obedecerá à tua palavra: só o trono me fará maior do que tu.” “Vês, disse-lhe ainda, eis que te ponho à testa de todo o Egito.” E o faraó, tirando o anel de sua mão, pôs na mão de José; e o fez revestir-se de vestes de linho fino e meteu-lhe ao pescoço um colar de ouro. ” Genesis 41: 39-42

    PROVA BÍBLICA
    São Pedro na sua primeira Carta diz: “Saúda-vos a Igreja eleita que está em Babilônia (Roma), e Marco, meu filho” (5, 13). Trata-se da Igreja de Roma (cf. Ap 14, 8; 16, 19; 17, 5).

    • Edmilson disse:

      A Igreja Católica (o termo “católico”, derivado da palavra grega: καθολικός (katholikos), significa “universal” ou “geral”)

  3. Edmilson disse:

    a igreja nasceu católica o problema é que tem muitos hereges protestantes os conhecidos bestas feras do apocalipse que não aceitam essa verdade incontestável mas..o que me
    revolta mesmo é que esses hereges protestantes pagam financiam amadores historiadores e apologistas de fundo de quintal para tentar caluniar nossa igreja verdadeira católica apostólica romana me da nojo de vê uns amadores como esses que pegam frases dos pais da igreja tira frase do contesto faz metáforas jogos de palavras que parece mais é com fabulas de ultima categoria pra tentar iludir quem não conhece a verdade esses bandos de herege tinham que ir era pra cadeia por plagio e amadorismo de oitava categoria esses caras são hereges e não tem vergonha na cara pois são pago para isso mesmo passando do ridículo mais o certo é que o protestantismo não tem historia e nem tradição e por isso negam a tradição esses herege negam que São Pedro não é papa pobres despeitados mais eles fingem esquecer que não se pode mudar uma história já feita eles queiram ou não queiram temos São Lino ele foi o nosso segundo papa e são Paulo fala dele dentro da bíblia
    É o caso de Lino citado em (2 Timóteo 4,21), o primeiro sucessor de Pedro. A milhares de testemunhos patrístico nenhum se contradiz são paulo fala tambem do nosso terceiro papa depois de são Pedro São Clemente é citado por São Paulo em (Filipenses. 4,3). Durante o seu governo, surgiu, na distante igreja de Corinto, uma dissensão interna, que culminou na deposição irregular dos presbíteros consagrados. Informado dos fatos, Clemente resolveu intervir, onde exortava com autoridade, os fiéis daquela comunidade a se manterem unidos na fé e na caridade. Sobre essa carta, Eusébio nos informa que “foi lida para benefício comum na maioria das igrejas, tanto em tempos antigos como em nossos dias”.
    São Clemente ainda escreveu uma carta aos romanos na bíblia mais o pior é que os hereges descaradamente tem a cara de pau de dizer que era outro Clemente que absurdo nenhum historiador nenhum pai da igreja contestou isso amigos protestantes não passem vergonha não inventam fabulas pois isso é um absurdo agora sim o protestantismo é uma farsa olha o protestantismo nasceu de uma só denominação igreja luterana e hoje se passa de mais de 50 mil cenominação sei lá até ontem era isso amigos coloquem na cabeça de vocês se Pedro não fosse papa os pais da igreja nunca aceitaria esse absurdo coloca na cabeça bando de hereges que uma mentira chama outra mentira que gera brigas duvidas e incertezas se Pedro não fosse papa existiria mil lendas sobre onde está o corpo de pedro onde são Pedro morreu se são Pedro não fosse Papa existira contestações lendas e existiria milhares de historiadores que ficariam um contra o outro olha hereges protestantes não existe nada de protestantismo de 1480 para trás para com historias sem fonte para de piadas todos os historiadores pais da igreja são unanimes em proclamar São Pedro como papa de 1480 para trás foi Lutero e calvino que crio essa farsa de vocês de não aceitar São Pedro como papa por isso os historiadores protestantes passam em vão o tempo inventando historias mais o bom disso tudo é desmascarar vocês e podem ter certeza a patrística ta convertendo muitos que não conheciam a verdade logo logo protestantismo a verdade virá a tona pois a verdade sempre prevalece
    Olha a arqueologia confirma que o tumulo no vaticano pertence a são Pedro procurem na arqueologia nas Pedras escritas e vocês verão a verdade viva a igreja católica apostólica romana com seus 2000 mil anos tendo incontestavelmente SÃO PEDRO COMO NOSSO PRIMEIRO PAPA.

    • Helio disse:

      Amado irmão,
      Antes de mais nada desejo-lhe GRAÇA E PAZ DA PARTE DE DEUS NOSSO PAI E DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!
      Querido, leia novamente o que você escreveu… veja as palavras de GROSSERIA e IRA que você usou.
      Quantas vezes você pecou na sua “cartinha” acima? Quantos JULGAMENTOS você fez em nome da religião? Sim, porque não foi em nome de DEUS, já que Ele deixa claro que não temos autoridade para julgar ninguém…
      A SOBERBA É O PECADO QUE MAIS ACARICIA SATANÁS. Pense nisso…

    • Helio disse:

      Amado,
      Fique à vontade para derrubar sua IRA contra mim; hoje sigo a ordem de DAR GRAÇAS EM TUDO. Sim, amigo, AGRADEÇO pelas ofensas que seu coração já estão derramando, mas já orei por ti, agradecendo ao Pai.
      Exorto-o, contudo, a buscar PAZ: suas palavras são de GROSSERIA e IRA, não de paz nem de longanimidade…
      Busque a PAZ, amado… não se engane ao defender homens (religião = regras de homens); busque a DEUS (Credes em DEUS, crede também em Mim), pois é o que está no seu interior que fere ou não o coração do Pai, e Ele conhece bem o SEU coração (Romanos 8, 27).
      Jesus deixou-nos O CONSOLADOR, o Espirito Santo, e orientou-nos a orar sem cessar (1 Tessalonicenses 5:17)… pense comigo: seu texto acima É UMA ORAÇÃO?
      Graça e paz da parte de Deus nosso Pai e de nosso Senhor Jesus Cristo…

  4. Mário Júnior disse:

    Sr. Verdade, vc Nao e católico romano porque vc e filho de Lutero, acredita em fabulas. Visite o site http://caiafarsa.wordpress.com/ e veja o quanto sua denominação protestante tem influencia do pai da mentira. O que vc anotou aí são transcrições de um livro que também adquirir de uma livraria da igreja assembléia de deus, na época acreditei nessas baboseiras todas até me afastei da Única Igreja que tem seu fundador nas escrituras

  5. edmilson disse:

    você é uma piada vai estudar deixe de lado a burrice BLASFEMADOR leia o que ti mandei agora sim você é filho de Lutero do demônio que dividiu a igreja Lutero criou so a igreja luterana e hoje se tem mais 20 mil ceitas acorda enquanto é tempo

  6. edmilson disse:

    Irmão estudem e meditem não é fabula é lógica incontestável

    Pedro esteve em Roma isso é certeza absoluta você encontra essa certeza absoluta nos escritos cartas epistolas e livros do primeiro século da era cristã, e nos testemunhos de todos os pais da igreja magristralmente você vai certamente encontrar claros e comprovados registros e provas de São Pedro ser o nosso primeira papa também na arqueologia e na história e na geologia você vê registros e provas sem nenhuma contestação é muito rica a nossa Igreja Católica em historia e documentos e tradição não se pode mudar uma historia já feita e vivida e transmitida nesses 2000 mil anos vejam só varias e comprovadas provas toda sucessão dos Apóstolos é também confirmada na própria Bíblia, confira: “Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho, sobre que o Espírito Santo vos constituiu Bispos, para apascentardes a Igreja de Deus a qual santificou pelo seu próprio sangue” (Atos 20,28). “Em cada igreja instituíram anciãos e, após orações com jejuns, encomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham confiado” (At 14,23). “Nas cidades pelas quais passavam, ensinavam que observassem as decisões que haviam sido tomadas pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém.
    Assim as igrejas eram confirmadas na fé, e cresciam em número dia a dia” (At 16, 4-5). Irmão essa é a igreja Católica pode ter certeza por isso todos os pais da igreja a testifica como a única verdadeira além da Bíblia, a História nos relata uma sucessão ininterrupta dos sucessores até nossos dias. Destacamos uma obra de grande valor, “Contra as Heresias” de Irineu de Lião, escrita por volta de 180 d.C que testemunha a lista dos Papas até aquela época, e a obra “Líber Pontificalis” escrito no século VI onde é mencionado os nomes: Pedro, Lino, Anacleto, Clemente I, Evaristo, Alexandre I, Sisto I, Telésforo, etc…Não podemos esquecer que certos nomes mencionados nesses documentos estão também narrados no Novo Testamento. É o caso de Lino citado em (2 Timóteo 4,21), o primeiro sucessor de Pedro.Outro nome mencionado no Novo Testamento é o de São Clemente, terceiro sucessor, onde conheceu Pedro pessoalmente em Roma, pontificando entre os anos 92 e 101. São Clemente é citado por São Paulo em (Filipenses. 4,3). Durante o seu governo, surgiu, na distante igreja de Corinto, uma dissensão interna, que culminou na deposição irregular dos presbíteros consagrados. Informado dos fatos,o papa Clemente resolveu intervir, onde exortava com autoridade, os fiéis daquela comunidade a se manterem unidos na fé e na caridade. Sobre essa carta, Eusébio nos informa que “foi lida para benefício comum na maioria das igrejas, tanto em tempos antigos como em nossos dias”. Essa é a nossa Igreja católica apostólica romana já nas primeiras comunidades Cristãs, olhem já no século I convém destacar Santo Inácio de Antioquia

    que teve uma grande experiência e conviveu longos anos com os Apóstolos. Escreveu uma carta aos Romanos onde diz: “Tudo isso eu não vos ordeno como Pedro e Paulo; eles eram Apóstolos, e eu sou um condenado” (Rom, c IV).Convém notar ainda que todos os catálogos dos Bispos de Roma, organizados segundo os documentos primitivos, pelos antigos escritores, colocavam invariavelmente o nome de Pedro à frente de todos. Portanto, a Bíblia e a História, deixam bem claro que Jesus fundou uma Igreja sobre Pedro e com a sucessão ininterrupta dos Bispos, até o fim dos tempos
    É bom revelar que nenhum protestante imparcial teve a coragem e a ousadia de contestar tudo isso, pois só o que Cristo transmitiu aos Apóstolos e o que se herdou destes numa sucessão ininterrupta da Igreja Católica, onde se tem verdadeiramente foros de verdade revelada, portanto dignas de fé não existe nada que prove o contrario não se pode mudar uma historia já feita

    por isso todos os pais da igreja historiadores e pregadores vividos antes de 1480 são unânimes em

    bendizer e reconhecer essa bem aventurança

    a contestação de que São Pedro nunca foi papa e que nunca esteve em Roma só nasceu quando surgiu o protestantismo com Lutero que criou a igreja Lutera em 1517 e a história todo mundo já sabe sua igreja se dividiu em seguida em milhares de denominações e por isso de lá pra cá muitos argumentam contestam e inutilmente tentam em vão distorcer a verdade negando que São Pedro nunca foi papa e que nunca esteve em roma negar essa verdade absoluta que é mostrada tão evidentemente pelos nossos Pais da igreja que tem toda uma historia que foi passada documentada relatada transmitida mostrada confirmada e ainda mesmo assim com tudo isso tão claro e tão evidente mostrando ser São Pedro o nosso primeiro papa tão nítido mesmo com isso tudo tão claro e concreto as vezes aparecem uns sonhadores hereges que apresentam historias que parecem fabulas de desenho animado afirmando que São Pedro não foi papa. tem uns tão amador que passa do ridículo e outros metido a apologético daqueles que pegam frases dos pais da igreja tira a frase do contexto faz um jogo de palavras e amontoa um monte de metáforas de palavras escolhidas a dedo tentando provar catastrófico que São pedro nunca esteve em roma.o mais engraçado e que as vezes aparecem outros dizendo que a igreja católica surgiu com constantino esses nem respondo parquê? respondo historia e não respondo piadas até por que não sou um bom piadista? finalizando se você estuda matemática num livro errado que diz que 8 mais8 é igual a 9 ou que 5 mais 5 é igual 11 com certeza você vai aprender errado. uma pergunta o falso é o que foi criado primeiro ou o que foi copiado depois ?pra debater discutir se algo é falso certo ou errado você teria primeiro era que ter história vivido a época ou alguém ou seguidores da época historiadores pais da igreja do mesmo periodo que contestasse lutasse afirmasse tivesse provas e que tivesse seguidores e debatido e vivido na época em que tudo nasceu olha não se pode jamais mudar uma historia já feita resumindo se um compositor cria uma letra e ele não a regista e essa letra faz muito mais muito sucesso só que ele não registra sua letra e muitos ficam sabendo disso e direpente nesse mesmo tempo vier a aparecer milhares de compositores cada um afirmando ser o legítimo real dono da letra de quem seria essa letra de quem melhor lutasse ou mentisse dizendo ser o real dono dela? claro que não ficaria sempre uma dúvida na cabeça mesmo que

    se passasse 200 anos e mesmo depois desses compositores mortos o que iam dizer os jornais os livros as rádios e se fossem debater essa mesma letra discultida a 200 anos atrás?é do fulano poderia dizer até um nome que afirmasse ser o real dono da letra mas sempre uma dúvida ficaria??? agora se um compositor faz uma letra e a regista e possui documentos e provas de ser ele o real dono dessa letra afirmo seguramente que podem aparecer 1000000 milhões de compositores afirmando ser o dono ou se outros afirmassem ser a letra copia plagio etc… mas se não tiver sido feito antes mostrada carimbada registrada de nada valeria podem brigar discutir ameaçar blá blá blá mais mesmo assim o real legítimo dono da letra jamais estaria ameaçado de pagar multa e perder sua letra resumindo assim é a historia da sublime igreja católica apostólica romana tendo seus registos e documentos nesses 2000 mil anos de papado olhem alguns relatos

    o Papa Clemente, escreve aos Coríntios ,e afirma que serão punidos aqueles que afastaram presbíteros injustamente . Nesa época vivia S João , se o Bispo de Roma não tivesse o primado , S João poderia intervir.

    Clemente Romano (séc I e II), III sucessor , conheceu Pedro pessoalmente em Roma.fato mais que confirmado pelos pais da igreja e pelos documentos da igreja

    Olhe o que diz Santo Inácio ( sec. II ) diz que a Igreja de Roma preside as demais , escrevendo aos romanos . Santo Irineu diz ser a Igreja Romana tem primazia , e foi fundada por Pedro e Paulo (Heres. 3. 3. 2).

    E um historiador contemporâneo de Eusébio

    o Historiador Optato de Milevi, no ano 367:

    Diz

    “Na cidade de Roma, quem por primeiro se sentou na cátedra episcopal foi o Apóstolo Pedro, ele que era a cabeça de toda a Igreja, (…) Os apóstolos nada decidiam sem estar em comunhão com esta única cátedra (…) Recorde a origem desta cátedra, todos que reinvidicam o nome da Santa Igreja Católica…” (O Cisma Donatista 2:2).

    E muito antes disso, provando a sucessão apostólica, Santo Irineu (no ano 180), registrou em sua obra: “Depois de terem fundado e estabelecido a Igreja de Roma, os bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo confiaram-na à administração de Lino, de quem fala São Paulo na Carta a Timóteo (2 Tm 4,21). Sucedeu-lhe Anacleto …” (Contra as Heresias 3,3,2)
    Olhem essa magnífica passagem de santo Inácio em umas das suas carta
    Sto. Inácio de Antioquia do ano 35-110

    Foi uns dos discipulos de São joão evangelista

    um dos pais da igreja

    ja diz essa bem aventurança do primeiro século provando ser a Igreja católica a igreja verdadeira

    olhem que bem aventurança essas frases de suas cartas que ensinaram os primeiros cristãos

    ‘Não errai, irmãos: se qualquer homem seguir àquele que faz um cisma da Igreja, ele não herdará o Reino de Deus. (…) Tende uma só Eucaristia, pois é una a Carne de Nosso Senhor Jesus Cristo, uno o cálice da unidade de Seu Sangue, uno o altar e uno o Bispo com o presbitério e os diáconos’. Epístola de Sto. Inácio de Antioquia aos Filadélfios.

    Na Eucaristia, partimos o mesmo pão, que é remédio de imortalidade, antídoto para não morrer, mas para viver eternamente em Jesus Cristo.

    Onde estiver o bispo, ali estarão também as multidões, da mesma forma que onde estiver Jesus Cristo, ali estará a Igreja Católica. Sto. Inácio de Antioquia (35-110)

    São milhares de testemunhos Patrístico que confirmam São Pedro como papa

    E atestam o primado de Pedro e dos seus sucessores

    Vejam alguns deles

    - Tertuliano: “A Igreja foi construída sobre Pedro” ;

    - São Cipriano: “Sobre um só foi construída a Igreja: Pedro” ;

    - Santo Ambrósio: “Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo”.

    Clemente Romano (séc I e II), III sucessor , conheceu Pedro pessoalmente em Roma.

    S. Irineu viveu depois do ano 100 fez uma lista dos bispos de Roma. Desde S. Pedro ate o Papa reinante naquele tempo que era S. Eleuterio , eram doze papas . A lista é a que segue : Eleuterio; Sotero; Aniceto; Pio; Higino; Telesfor; Xisto; Alexandre; Evaristo; Clemente; Anacleto; Lino; Pedro.

    S. Jerônimo escrevendo ao Papa S. Dâmaso, diz: “Eu me estreito a Vossa Santidade que equivale a Cátedra de Pedro. E esta a pedra sobre a qual Jesus Cristo fundou a sua Igreja. Seguro em vossa cátedra eu sigo a Jesus Cristo”.

    Santo Epifanio, Osório , Pedro de Alexandria, Dionísio de Corinto, São João Crisóstomo, Papias, também atestam o primado de Pedro e da Sé Romana.

    Em 451, durante o concílio da Calcedônia , a Carta dogmática do Papa Leão I a Flaviano condenando a heresia de Eutiques e afirmando as duas naturezas de Cristo foi aplaudida pelos bispos reunidos que proclamaram : ” Pedro falou pela boca de Leão

    Os Padres do III Concílio de Constantinopla (680) aplaudiram o decreto do Papa Agatão que condenava o monotelitismo , também , exclamando : “Pedro falou pela boca de Agatão ”

    esses aqui de baixo são alguns Padres gregos:

    que fazem parte da riquíssima historia e tradição da Igreja Católica

    :Santo Atanasio, o sinaíta (700)
    Santo André de Creta (740)
    Afraates (siglo IV)
    Santo Arquelao (282)
    Santo Atanásio (373)
    Atenágoras (século II)
    São Basilio Magno (379)
    São Cesáreo de Nazianzo (369)
    São Clemente de Alexandria (215)
    São Clemente Romano (97)
    São Cirilo de Alexandria (444)
    São Cirilo de Jerusalém (386)
    Dídimo, o Cego (398)
    Diodoro de Tarso (392)
    São Dionisio, o Grande (264)
    Santo Epifânio (403)
    Eusébio de Cesaréia (340)
    Santo Eustacio de Antioquia (século IV)
    São Firmiliano (268)
    Genadio I, de Constantinopla (século V)
    São Germano (732)
    São Gregório de Nazianzo (390)
    São Gregório de Nissa (395)
    São Gregorio Taumaturgo (268)
    Hermes (século II)
    Santo Hipólito (236)
    Santo Inácio de Antioquia (107)
    Santo Isidoro de Pelúsio (450)
    São João Crisóstomo (407)
    São João Clímaco (649)
    São João Damasceno (749) (Último dos padres do Oriente)
    São Júlio I (352)
    São Justino (165)
    São Leôncio de Bizâncio (século VI)
    San Macário (390)
    São Máximo, o Confessor (662)
    São Melitão (180)
    São Metódio de Olimpo (311)
    São Nilo, o Velho (430)
    Orígenes (254)
    São Policarpo (155)
    São Proclo (446)
    Pseudo Dionísio Areopagita (século VI)
    São Serapião (370)
    São Sofrônio (638)
    Taciano (século II)
    Teodoro de Mopsuestia (428)
    Teodoreto de Ciro (458)
    São Teófilo de Antioquía (século II)

    Padres Latinos:

    · Santo Ambrósio de Milão (397)
    · Santo Arnóbio (330)
    · Santo Agostinho de Hipona (430)
    · São Bento de Núrsia (550)
    · São Cesáreo de Arlés (542)
    · São João Cassiano (435)
    · São Celestino I (432)
    · São Cornélio (253)
    · São Cipriano de Cartago (258)
    · São Dâmaso (384)
    · São Dionísio (268)
    · Santo Enódio (521)
    · Santo Eucherio de Lyon (450)
    · São Fulgêncio (533)
    · São Gregório de Elvira (392)
    · São Gregório Magno (604)
    · Santo Hilário de Poitiers (367)
    · Santo Inocente (417)
    · Santo Ireneu de Lyon (202)
    · Santo Isidoro de Sevilla (636) (Último dos Padres latinos)
    · São Jerônimo (420)
    · Lactâncio (323)
    · São Leão Magno (461)
    · Mário Mercator (451)
    · Mario Victorino (século IV)
    · Minucio Félix (século II)
    · Novaciano (257)
    · Santo Optato (século IV)
    · São Paciano (390)
    · São Pânfilo (309)
    · São Paulino de Nola (431)
    · São Pedro Crisólogo (450) San
    · Febádio (século IV)
    · Rufino de Aquileya (410)
    · Salviano (século V)
    · São Sirício (399)
    · Tertuliano (222)
    · São Vicente de Lerins
    ·
    · Jesus Cristo disse a Pedro Bem aventurado és tu, Simão Bar Jonas, porque não foi a carne, ou o sangue que te inspiraram, mas meu Pai que está nos céus. E eu te digo que tu és Pedro, e sobre essa pedra eu edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus; e tudo o que ligares sobre a terra será ligado também nos céus; e tudo o que desligares sobre a terra será desligado também nos céus” (Mt. XVI, 17-20)
    0 nome de Pedro aparece em primeiro lugar em todas as listas que enumeram os apóstolos (Mt 10,2; Mc 3,16; Lc 6,14; At 1,13). Mateus até o chama de “o primeiro” (Mt 10,2).
    S. Pedro é quase sempre mencionado em primeiro, mesmo quando aparece ao lado de outros. A (única) exceção está em G1 2,9, onde ele é listado após Tiago e João, mas, mesmo assim, o contexto coloca-o em preeminência (ex.: G1 1,18-19; 2,7-8).
    Pedro é o único entre os Apóstolos que recebe um novo nome, Pedra, solenemente conferido (3o 1,42; Mt 16,18).

    Da mesma forma, Pedro é estimado por Jesus como o Pastor chefe, logo após Ele (]o 21,15-17), de forma especial pelo nome, e sobre a Igreja universal, apesar dos demais apóstolos terem uma função similar mas subordinada (At 20,28; lPd 5,2).
    S. Pedro é o único apóstolo mencionado pelo nome quando Jesus Cristo orou para que “a sua fé (=Pedro) não desfalecesse” (Lc 22,32).

    Pedro é o único apóstolo a ser exortado por Jesus para que “confirmasse os seus irmãos” (Lc 22,32).

    Pedro foi o primeiro a confessar a divindade de Cristo (Mt 16,16).

    Apenas de Pedro diz-se que recebeu conhecimento divino através de uma revelação especial (Mt 16,17).

    Pedro é respeitado pelos judeus (At 4,1-13) como líder e porta-voz dos cristãos.

    Pedro é respeitado pelas pessoas comuns da mesma maneira (At 2,37-41; 5,15).

    Jesus Cristo associa-se a Pedro no milagre da obtenção de dinheiro para o pagamento do tributo (Mt 17,24-27).

    Cristo ensina as multidões de cima do barco de Pedro e o milagre que se segue, apanhando peixes no lago de Genesaré (Lc 5,1-11), podem ser interpretados como um metáfora do papa como “pescador de homens” (cf. Mt 4,19).

    Pedro foi o primeiro apóstolo a correr e entrar no túmulo vazio de Jesus (Lc 24,12; )o 20,6).

    Pedro é reconhecido pelo anjo como o líder e representante dos apóstolos (Mc 16,7).

    Pedro lidera a pescaria dos apóstolos (]o 21,2-3.11). 0 “barco” de Pedro tem sido respeitado pelos católicos como uma figura da Igreja, com Pedro no leme.

    Apenas Pedro se lança e anda sobre o mar para encontrar Jesus (]o 21,7).

    As palavras de Pedro são as primeiras a serem registradas, bem como são as mais importantes, no discurso anterior ao Pentecostes (At 1,15-22).

    Pedro toma a liderança na escolha do substituto para o lugar de ludas Iscariotes (At 1,22).

    Pedro é a primeira pessoa a falar (e a única a ser registrada) após ao Pentecostes, tendo sido ele, portanto, o primeiro cristão a “pregar o Evangelho” na Era da Igreja (At 2,14-36).

    Pedro realiza o primeiro milagre da Era da Igreja, curando um aleijado (At 3,612).

    Pedro lança a primeira excomunhão (anátema sobre Ananias e Safira) enfaticamente confirmada por Deus (At 5,2-11).

    Até a sombra de Pedro realiza milagres (At 5,15).

    Pedro é a primeira pessoa, após Cristo, a ressuscitar um morto (At 9,40).

    Cornélio é orientado por um anjo a procurar Pedro para ser instruído no cristianismo (At 10,1-6).

    Pedro é o primeiro a receber os gentios após receber uma revelação de Deus (At 10,9-48).

    Pedro instrui os outros apostolos sobre a catolicidade (universalidade) da Igreja (At11,5-17).

    Pedro é o objeto da primeira mediação divina na Era da Igreja (um anjo o liberta da prisão -At 12,1-17).

    Toda a Igreja (fortemente indicado) oferece “fervorosa oração” para Pedro enquanto se encontra preso (At 12,5).

    Pedro preside e abre o primeiro Concílio da Cristandade, e estabelece princípios que serão posteriormente aceitos (At 15,7-11).

    Paulo distingue as aparições do Senhor (após sua ressurreição) a Pedro daquelas que se manifestaram aos demais apóstolos (lCor 15,4-8). Os dois discípulos no caminho de Emaús fazem a mesma distinção (Lc 24,34), nesse momento mencionando apenas Pedro (“Simão”) , ainda tendo eles mesmos visto a Jesus ressuscitado momentos antes (Ic 24,31-32).

    Muitas vezes Pedro é distinto dos demais apóstolos (Mc 1,36; Lc 9,28.32; At. 2,37; 5,29; lCor 9,5).

    Pedro é sempre o porta-voz dos demais apóstolos, especialmente durante os momentos decisivos (Mc 8,29; Mt 18,21; 1c 9,5; 12,41; ]o 6,67ss).

    0 nome de Pedro é sempre listado em primeiro no “círculo íntimo” dos discípulos (Pedro, Tíago e João – Mt 17,1; 26,37.40; Mc 5,37; 14,37).

    Pedro é multas vezes a figura central em relação a Jesus, nas cenas dramáticas tal como o fato de andar sobre a água (Mt 14,28-32; Lc s,iss; Mc 10,28; Mt 17,24ss).

    Pedro é o primeiro a reconhecer e refutar a heresia de Simão Mago (At 8,14-24).

    0 nome de Pedro é mencionado multas mais vezes do que os nomes dos demais discípulos em conjunto: 191 vezes (162 como Pedro ou Simão Pedro; 23 como Simão; e 6 como Celas). Em freqüência, João aparece em segundo lugar com apenas 48 menções, sendo que Pedro está presente em 50% das vezes em que encontramos o nome de João na Bíblia! [...) Todos os demais discípulos em conjunto são mencionados 130 vezes. [...]

    A proclamação de Pedro no dia de Pentecostes (At 2,14-41) contém urna interpretação autoritária da Escritura, além de uma decisão doutrinária e um decreto disciplinar a respeito dos membros da “Casa de Israel” (At 2,36).

    Pedro foi o primeiro carismática), tendo julgado com autoridade e reconhecendo o dom de línguas como genuíno (At 2,14-21).

    Pedro foi o primeiro a pregar o arrependimento cristão e o batismo (At 2,38).

    Pedro comandou o batismo dos primeiros cristãos gentios (At 10,44-48).

    Pedro foi o primeiro missionário etinerante e foi o primeiro a exercitar o que chamamos hoje de “visita às igrejas” (At 9,32-38.43). Paulo pregou em Damasco imediatamente após sua conversão (At 9,20), mas não foi para esse lugar com tal objetivo (Deus alterou seus planos). Sua jornada missionária inicia-se em At 13,2.

    Paulo foi para Jerusalém especificamente para ver Pedro durante 15 dias, no início de seu ministério (Gi 1,18); e foi encarregado por Pedro, Tiago e João (Gi 2,9) a pregar para os gentios.

    Pedro age (fortemente indicado) como o bispo pastor chefe da Igreja (IPd 5,1), exortando todos os outros bispos ou “anciãos”.

    Pedro interpreta profecia (2Pd 1,16-21).

    Pedro corrige aqueles que distorcem os escritos de Pauto (2Pd 3,15-16).

    Pedro escreve sua primeira epístola a partir de Roma, conforme atesta a maioria dos estudiosos, como bispo dessa cidade e como bispo universal (ou papa) da Igreja primitiva. “Babilônia” (1Pd 5,13) é codinome para Roma.

    não existe duvidas samos da Igreja fundada por Jesus cristo tendo Pedro seu primeiro papa

  7. VERDADE disse:

    “E ouvi outra voz do céu que, que dizia sai dela povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas. Apocalipse 18:4”.

    .

    Ex Padre Josias de Souza Lima

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    15 razoes porque deixei de ser católico romano:

    .

    1- Porque Jesus disse “Examinai as Escrituras porque cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam” (João 5:39).
    Se é pelo intermédio das Escrituras e mediante os ensinos de Jesus que “uma vez aceitando-O alcançamos a salvação” exclui-se, portanto que seja pela igreja católica.

    .

    2- Não sou católico romano porque sendo a religião cristã fundada por Cristo, foi durante 200 anos divulgada sem modificações nem acréscimos, mas dali pra cá surgiram novas doutrinas, falsificações, e toda a sorte de cerimônias estranhas ao Novo Testamento, que foram discutidas em concílios e aprovadas por homens, daí nascendo a Igreja Católica Romana.
    “Mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviam mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente” (Romanos 1:25).

    .

    3- Não sou Católico Romano, porque atendendo ao pedido de Jesus no que Ele diz examinai as Escrituras, isso tenho feito e nunca encontrei nos livros sagrados do Novo Testamento o “Ofício da Missa”.
    A razão porque não encontrei, é que foi composto pelo Papa Gregório I uns 600 anos depois de Cristo.

    .

    4- Não sou Católico Romano, porque não encontrei uma passagem no novo testamento que mostre algum dos apóstolos diante do altar incensando imagens.
    A razão porque não encontrei, é que o culto das imagens foi decretado pelo 2.º Concilio de Nicéia 787 depois de Cristo.

    .

    5- Não sou Católico Romano, porque não encontrei no Novo Testamento um só trecho que fale de ter havido na Igreja primitiva alguma procissão eucarística.
    A razão porque não encontrei, é que começou em 1360 anos depois de Cristo.

    .

    6- Não sou Católico Romano, porque não encontrei um versículo qualquer na Bíblia que recomende o uso do rosário.
    A razão porque não encontrei, é que apareceu com o Pedro Eremita em 1090 depois de Cristo.

    .

    7- Não sou Católico Romano, porque não encontrei na Bíblia Sagrada um só mandamento que proíba o casamento dos ministros da religião.
    A razão porque não encontrei, é que foi proibido pelo Papa Gregório VII em 1074 depois de Cristo.

    .

    8- Não sou Católico Romano porque não encontrei nas Escrituras Sagradas a palavra “Purgatório”.
    A razão porque não encontrei, é que não existe e só foi promulgado pelo concílio de Trento, em 1563 depois de Cristo. Antes desta data não havia nenhuma alma no purgatório, pois não havia sido criado pelo Papa.

    .

    9- Não sou Católico Romano porque não encontrei uma só passagem no Novo Testamento que mostre algum ministro de Deus aspergindo água benta no caixão de um morto e fazendo-lhe recomendação.
    A razão porque não encontrei, é que foi criado pela Igreja Católica, a fabricação da água benta apareceu 1000 anos depois de Cristo.

    .

    10- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Palavra de Deus que se deve orar e render culto aos Santos e aos Anjos.
    A razão porque encontrei, é que foi criado pela Igreja no ano 788 depois de Cristo. E o culto das imagens foi decretado pelo 2º Concilio de Nicéia em 787 depois de Cristo.

    .

    11- Não sou Católico Romano, porque não encontrei nas Escrituras Sagradas que entre Deus e os homens há outro mediador e intercessor fora de Jesus Cristo (I Tim 2:5)

    .

    12- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Bíblia Sagrada a ”confissão auricular”.
    A razão porque não encontrei, é que foi estabelecida como doutrina pelo 4º concilio de Latrão Roma em 1215 depois de Cristo.

    .

    13- Não sou Católico Romano porque não encontrei na Escrituras Sagradas a “Transubstanciaçã o” doutrina da hóstia transformada no corpo de Cristo (osso, carne, nervos, unhas, cabelos, sangue, espírito e divindade).
    A razão porque não encontrei, é que esta inovação foi criada no concilio de Latão em 1215 depois de Cristo.

    .

    14- Não sou Católico Romano porque a Bíblia diz que “se alguém ouvir as palavras deste livro vivera, mas se alguém lhe acrescentar mais alguma coisa. Deus lhe fará vir sobre eles as pragas escritas neste livro. E se alguém “Tirar quaisquer palavra do livro desta profecia, Deus lhe tirara a sua parte da arvore da vida e da cidade Santa.”Quantos livros e capítulos foram acrescentados pelo Papa nas Escrituras ? (Apocalipse 22:18,19).

    .

    15- Não sou Católico Romano, porque disse Jesus em Apocalipse “sai dela povo Meu para que não sejas participante dos seus pecados e não tomes partes nas suas pragas” (Apoc. 18:4).

    .

    Ao leitor inteligente, bastam estas advertências, uma vez que provamos que Roma Papal incorre nas condenações de Deus. Ela mudou, acrescentou, e diminuiu a palavra divina em concílios e decretos, por estas razoes não sou Católico Romano.
    E no dia que encontrar qualquer Católico Romano Padre ou leigo que provar com versículos a autenticidade para tais doutrinas, deixo de ser Cristão Evangélico para ser Católico Romano.

    • ANTONIO PLINIO disse:

      Para Verdade(ou aquele que pensa que é dono dela):
      Dou-lhe um único motivo para não ser protestante: Igreja fundada, dirigida, loteada, terceirizada, arrendada e vendida por HOMENS.
      Estive visitando uma destas denominações por conta do convite de um sobrinho e fiquei espantado.
      Só se sabe pedir dinheiro, fazer voto, preencher envelope e outras cocitas mais.
      São muitas denominações diferentes e quando lhes convém, todos partilham a mesma fé. Quando não convém, cada um tem a sua.
      Exemplo: Estão juntos quando querem mostrar o crescimento do protestantismo. Quando algum pastor vai preso, eles dizem que é de outra igreja, não da deles.
      Cristão que é Cristão, não pode ser por conveniência.

      • Edmilson disse:

        a igreja nasceu católica o problema é que tem muitos hereges protestantes os conhecidos bestas feras do apocalipse que não aceitam essa verdade incontestável mas..o que me
        revolta mesmo é que esses hereges protestantes pagam financia amadores historiadores e apologistas de fundo de quintal para tentar caluniar nossa igreja verdadeira católica apostólica romana me da nojo de vê uns amadores como esses que pegam frases dos pais da igreja tira frase do contesto faz metáforas jogos de palavras que parece mais é com fabulas de ultima categoria pra iludir quem não conhece a verdade esses bandos de herege tinham que ir era pra cadeia por plagio e amadorismo de oitava categoria esses caras são hereges e não tem vergonha na cara pois são pago para isso mesmo passando do ridículo mais o certo é que o protestantismo não tem historia e nem tradição e por isso negam a tradição esses herege negam que São Pedro é papa pobres coitadas não se pode mudar uma história já feita temos São Lino o nosso segundo papa e são Paulo fala dele dentro da bíblia e fala também de são Clemente o nosso terceiro papa que tem uma carta aos romanos na bíblia mais o pior é que os ratos descaradamente tem a cara de pau de dizer que era outro Clemente poxa como isso é um absurdo o protestantismo é uma farsa olha o protestantismo nasceu só uma denominação igreja luterana e hoje se passa de mais de 50 mil ceitas sei lá até ontem era isso amigos coloquem na cabeça de vocês se Pedro não fosse papa os pais da igreja nunca aceitaria esse absurdo coloca na cabeça bando de hereges que uma mentira chama outra mentira que gera brigas duvidas e incertezas se Pedro não fosse papa existiria mil lendas sobre onde está o corpo de pedro onde são Pedro morreu se são Pedro não fosse Papa existira contestações lendas e existiria milhares de historiadores que ficariam um contra o outro olha hereges protestantes não existe nada de protestantismo de 1480 para trás para com historias sem fonte para de piadas todos os historiadores pais da igreja são unanimes em proclamar São Pedro como papa de 1480 para trás foi Lutero e calvino que crio essa farsa de vocês de não aceitar São Pedro como papa por isso os historiadores protestantes passam em vão o tempo inventando historias mais o bom disso tudo é desmascarar vocês e podem ter certeza a patrística ta convertendo muitos que não conheciam a verdade logo logo protestantismo a verdade virá a tona pois a verdade sempre prevalece por isso temos 2000 mil anos e viva a igreja católica apostólica romana tendo como PRIMEIRO PAPA SÃO PEDRO

      • JUNIOR MELO disse:

        A igreja fundada , loteada e vendida por homens? TA ai acabamos de descrever :ai greja do papa.Quem vendia lotes de terra em troca de “perdo de pecados?”:a igreja de ROma. 2 – Quem detem a maior porçao de terra do planeta.?r .Igreja papal; De onde tiraram a ideia d que a igreja do papa é una, santa e catolica? No mexixo os catolicos adoram a “santa morte ; O cler o papal esta infestado de padre comunistas; HA padre que nao creem no diabo(padre Quevedo); A igreja ortodoa nao se sbmete a autoridade do papa. ; A igreja do ocidente sim . PErgunto de novo ?DE ONDE E DE QUE PLANETA TIRARAM A IDEIA DA UNIDADE CATOLICA???????

        • Puxa nunca vi tanta ignorância! JUNIOR vc disse que a igreja do papa vendia lotes de terra em troca de “perdão de pecados”? É isso mesmo que vc disse? Poderia dar citações históricas do que afirmou? Não adianta ficar repetindo baboseiras sem base histórica.

          De onde vc tirou que a igreja católica detem a maior porção de terra do planeta? Quais as provas?

          Quanto ao mexixo acho que vc quis dizer México, não? Também poderia dar provas da “adoração da santa morte”?

          Já na questão de padres comunistas, que não acreditam no inferno não interfere em nada na unidade da igreja. Vc, por acaso já viu alguma encíclica ou documento oficial defendendo essas idéias? Pois é. Em todo o lugar e em todos os tempos e em todas as instituições há gente que não segue suas doutrinas. Isso não muda na unidade dessas instituições. Se um pastor protestante, por exemplo, pratica um assassinato ele não está fazendo isso enquanto representante do protestantismo, está? Já quanto às diversas seitas pregando doutrinas diferentes, aí sim não há união no protestantismo.

          Não sei se é do seu conhecimento, mas a igreja “ortodoxa” não é Católica!

          Navegando pelo site vi também um post muito interessante que descreve as principais objeções dos protestantes. Dê uma olhada também.

          Esse é o link: http://www.lepanto.com.br/catolicismo/apologetica-catolica/o-que-e-o-protestantismo-suas-incoerencias-e-o-falso-conceito-de-ecumenismo/

    • edmilson disse:

      amigo vai consultar um psicologo você ta doente e uma dica
      no livro do apocalipse
      que você recita é totalmente católico olhe o que diz São joão evangelista ele diz que viu uma mulher com a lua debaixo dos teus pés raciocina amigo quem é essa mulher? e olhe mais o apocalipse que você recita é totalmente contra a ceita do protestantismo pois ainda mostra os mortos no trono de Deus e ainda mostra que esses mortos intercede pelos os da terra dia e noite olhe mais

      “Vi sob o ALTAR as ALMAS DOS HOMENS IMOLADOS por causa da Palavra de Deus e por causa do testemunho que dela tinham prestado. E CLAMARAM EM ALTA VOZ: Até quando ó Senhor, Santo e Verdadeiro, tardarás a fazer justiça, vingando o nosso sangue contra os habitantes da terra? A cada um deles foi dada, então, uma veste branca, e foi-lhes dito, também, que aguardassem ainda um pouco, até que se completasse o número dos seus companheiros e irmãos, que iriam SER MORTOS COMO ELES.” (Apc 6,9-11)

      amigo paulo disse para guardar as tradições por atos e palavras e disse ainda que é proibido tirar qual quer leitura da bíblia em particular

      vai por mim se interna e não fica lenda essas fabulas sem fonte de historia
      qual quer semi analfabeto que lê a bíblia com seu entendimento ele se acha o doutor

      olhe o que diz mais o livro do apocalipse

      “Outro anjo pôs-se junto ao ALTAR, com um turíbulo de ouro na mão. Foram-lhe dados muitos perfumes para que os oferecesse com as ORAÇÕES DE TODOS OS SANTOS NO ALTAR de ouro, que ESTÁ ADIANTE DO TRONO. A fumaça dos perfumes subiu da mão do anjo com AS ORAÇÕES DOS SANTOS, DIANTE DE DEUS.” (Apc 8,3-4)

      os protestantes chamam isso de Idolatria e por que você ainda cita o apocalipse

      tente outro argumento pobre criatura

      amigo olhe o que diz o apocalipse novamente é contra o ensinamento da ceita protestante pois eles não acreditam em intercessão e olhe o que diz essa passagem

      que nos garante a intercessão dos santos falecidos, e que agora estão diante do Trono de Deus. São oferecidas a Deus as orações de TODOS os santos. Se são de todos os santos, são tanto as orações dos santos da terra (cristãos que levam uma vida santa) quanto dos santos do Céu (que estão vestidos de branco diante do Trono de Deus). Embora este trecho da abertura dos 7 selos esteja se referindo aos santos do Céu (no quinto, sexto e sétimo selos), podemos entender as orações que chegam a Deus, também vindas dos santos da terra, pois é afirmado ser as orações de TODOS os santos.

      amigo procure saber quem foi Lutero

      OLHA AÍ O FIM DA FARSA DE VOCÊS EU GARANTO QUE NOS DIAS DE HOJE O POVO ESTÁ ESTUDANDO MUITO MAIS NO MUNDO INTEIRO E AINDA AGORA ELES TEM ESSES SITES CATÓLICOS DE GRANDES HOMENS QUE ESTÃO SÓ CRESCENDO NO MUNDO E SÓ TENDE A CRESCER CADA VEZ MAIS

      OLHE AÍ O PODRE DE VOCÊS PROTESTANTES

      quarta-feira, 28 de março de 2012
      SBB publica a Septuaginta e acaba mentira protestante
      Por Fernando Nascimento

      Era praxe no meio protestante, sacarem do seu paiol de mentiras estratégicas a afirmação: “a Igreja Católica colocou sete livros na bíblia em 1546, no concílio de Trento. Estes livros são “apócrifos”, “espúrios”, “escondidos”, “secretos”, “obscuros”. Faziam isso com diabólica intenção de caluniar a Igreja Católica.

      Recentemente a SBB – Sociedade Bíblica do Brasil, que publica as bíblias protestantes no Brasil, acabou com séculos de mentira protestante, quando para a surpresa de todos, publicou a Septuaginta, ou seja, uma bíblia que reúne os livros do Velho testamento usada pelos apóstolos de Jesus e que contém os sete livros que eles, os protestantes, alegavam que a Igreja Católica havia “acrescentado”.

      De sorriso amarelo, a SBB publicou o seguinte texto confuso que promovia a obra:

      “Septuaginta (ou Tradução dos Setenta)
      Esta foi a primeira tradução. Realizada por 70 sábios, ela contém sete livros que não fazem parte da coleção hebraica, pois não estavam incluídos quando o cânon (ou lista oficial) do Antigo Testamento foi estabelecido por exegetas israelitas no final do Século I d.C.

      A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia. Eles são chamados apócrifos ou deuterocanônicos e encontram-se presentes nas Bíblias de algumas igrejas.

      Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões
      do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos
      pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.”
      http://www.sbb.org.br/interna.asp?areaID=45

      Vamos por partes, fazer as devidas correções no despistador texto da SBB:

      1- Diz a SBB: “Esta foi a primeira tradução. Realizada por 70 sábios, ela contém sete livros que não fazem parte da coleção hebraica, pois não estavam incluídos quando o cânon (ou lista oficial) do Antigo Testamento foi estabelecido por exegetas israelitas no final do Século I d.C.”

      Correção: os sete livros não fazem parte da coleção hebraica, porque essa tal “coleção hebraica” é posterior a coleção cristã, é do final do primeiro século e foi feita pelos judeus que perseguiram Jesus e queriam extirpar os livros cristãos do meio judaico. Confirmando isso diz a SBB em vergonhosa contradição: ” A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia”. Detalhe: a “Igreja primitiva” é a Igreja de Jesus, a mesma e milenar Igreja Católica.

      2- Diz a SBB: “Eles são chamados apócrifos ou deuterocanônicos e encontram-se presentes nas Bíblias de algumas igrejas.”

      Correção: os sete livros são chamados “apócrifos” pelos inimigos de Cristo que os arrancaram de seu cânon judaico, feito só no final do primeiro século. Deram-lhes malandramente o nome de “apócrifos” para desclassificá-los e os protestantes engoliram e se acomunaram aos escarnecedores de Jesus.

      “Apócrifos” sempre significou: [escritos de assunto sagrado não incluídos pela Igreja no Cânon das Escrituras autênticas e divinamente inspiradas.] (Dicionário Enciclopédia. Encarta 99).

      Ou seja, “apócrifos” são os livros que ficaram fora do Cânon da Igreja, e os que estão na Septuaginta, estão sim no Cânon da Igreja, e a SBB provou isso dizendo: ” A igreja primitiva geralmente incluía tais livros em sua Bíblia”.

      3- Diz a SBB: Esta tradução do Antigo Testamento foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.”

      Ou seja: a SBB está simplesmente confessando que a Septuaginta, que é o velho Testamento da bíblia católica “foi utilizada em sinagogas de todas as regiões do Mediterrâneo e representou um instrumento fundamental nos esforços empreendidos pelos primeiros discípulos de Jesus na propagação dos ensinamentos de Deus.”

      Isso explica o porquê de tais livros já se encontrarem, inclusive, na Bíblia de Gutemberg, impressa cerca de 100 anos antes da Reforma Protestante.
      A Bíblia de Gutemberg pode ser acessada e integralmente consultada na Biblioteca Britânica, neste link: http://molcat1.bl.uk/treasures/gutenberg/search.asp

      Lutero traduziu para o alemão os livros deuterocanônicos. Na sua edição alemã datada de l534 o catálogo é o mesmo dos católicos. A sociedade Bíblica protestante até o sec. XIX incluíam os deuterocanônicos em suas edições da Bíblia.

      Depois disso os excluiu, e para justificar essa grave blasfêmia, criaram um mar de calúnias contra a Igreja Católica. Até hoje os protestantes costumavam levianamente pregar uma justificativa mentirosa para cada livro que arrancaram.

      Logo, o que o protestantismo usa não é a bíblia, mas o cânon farisaico do Velho Testamento, junto ao cânon católico do Novo Testamento. Logo o que o protestantismo prega não é a verdade, mas a Mentira, esse instrumento do Diabo.

      “Vós tendes por pai o Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira”. (Jo 8,44).
      Postado por fimdafarsa às 11:47
      Respondendo sofismas gays

      Por Fernando Nascimento

      O site ateu “Sociedade da Terra Redonda” publicou um texto onde afirma que um suposto “cidadão americano”, escreveu à pastora também americana Laura Schlessinger concordando que o homossexualismo é uma aberração, como diz Levítico 18,22.

      Este é o endereço onde se pode ler o referido texto que é amplamente difundido na internet: http://ateus.net/artigos/critica/esclarecendo-a-biblia/

      A seguir, no mesmo texto, o suposto “cidadão americano” resolve fazer algumas perguntas maliciosas para assim tentar ridicularizar as Escrituras e a pastora.

      Logo fica claro que a verdadeira intenção desta investida homossexual e atéia, escondida por trás desta suposta carta, era aliviar a consciência pesada de muitos homossexuais que poderiam acreditar nisso e julgar que as Escrituras estão erradas e continuar em franco pecado.

      Antes de tudo, digo que a pastora Laura não seria a pessoa ideal para responder ao suposto “cidadão americano”. Nenhum protestante tem autoridade moral para interpretar as Escrituras, visto que cada igreja protestante pensa diferente da outra e muitas dessas igrejas, “casam” gays e muitíssimos de seus pastores o são declaradamente. Só isso tornaria vã qualquer resposta que a pastora desse, pois essas práticas não estão de acordo com as Escrituras..

      Por isso, desde já, como membro da Igreja Católica Apostólica Romana, “coluna e firmeza da verdade” (1Tim 3,15), e única autoridade na interpretação das Escrituras porque a gerou e na qual me fundamento, responderei as questões (em vermelho) do suposto indagante.

      Perguntava aquele, sem saber que a lei judaica já foi abolida por Cristo:

      a) Quando eu queimo um touro no altar como sacrifício, eu sei que isso cria um odor agradável para o Senhor (Levítico 1:9). O problema são os meus vizinhos. Eles reclamam que o odor não é agradável para eles. Devo matá-los por heresia?

      Resposta: não, não deve matá-los. Devia saber que Deus proibiu os sacrifícios de animais, mas não liberou a aberração que é o homossexualismo. Deus disse aos judeus sobre sacrifícios: “De que me serve a multidão dos vossos sacrifícios? — diz o SENHOR. Estou farto de holocaustos de bodes, de gordura de touros. Detesto sangue de novilhos, de cordeiros, de cabritos.” (Is 1,11). Hoje os judeus não fazem mais sacrifícios. Maimônides, um dos famosos judeus medievais, concluiu que a decisão de Deus de permitir sacrifícios era uma concessão às limitações psicológicas do homem. Você não sabia disto e logo na primeira pergunta já se demonstrou um completo desconhecedor do que se atreve a falar.

      S. Paulo, discípulo de Jesus, no Novo Testamento, ensina sobre os efeminados, devassos e etc.: “Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos.” (1Cor 6,9)

      b) Eu gostaria de vender minha filha como escrava, como é permitido em Êxodo 21:7. Na época atual, qual você acha que seria um preço justo por ela?

      Resposta: no primeiro versículo do capítulo 21 de Êxodo, está escrito: “Estes são os estatutos que lhes proporás.” (aos israelitas de quem Moisés era líder). Os israelitas são aqueles a quem Deus havia feito uma aliança que foi quebrada. Continuar a usar hoje a lei mosaica feita para outro povo e contexto histórico é um erro grave, ainda que por ignorância, pois as próprias Escrituras esclarecem após o advento da vinda de Jesus: “A lei e os profetas duraram até João Batista.” (S.Lc 16,16). “Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João.” (Mt 11,13). “Porque o precedente mandamento é ab-rogado (anulado) por causa da sua fraqueza e inutilidade… ( a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) (Hb 7,18), (Gl 3,23-26). “Ninguém é justificado pela lei diante de Deus” (Gl 3,11). …”Estamos livres da lei, morremos para aquilo em que estávamos retidos;” (Rm 7,6).
      Se você fosse de fato um “cidadão americano” identificado, as autoridades americanas já o teriam detido pela confissão pública do crime que você diz que gostaria de praticar.

      c) Eu sei que não é permitido ter contato com uma mulher enquanto ela está em seu período de impureza menstrual (Levítico 15:19-24). O problema é: como eu digo isso a ela ? Eu tenho tentado, mas a maioria das mulheres toma isso como ofensa.

      Resposta: você está milhares de anos desinformado. Essa exigência também era ligada a lei de Moisés. Como já explicamos: “… Estamos livres da lei, morremos para aquilo em que estávamos retidos;” (Rm 7,6).

      d) Levíticos 25:44 afirma que eu posso possuir escravos, tanto homens quanto mulheres, se eles forem comprados de nações vizinhas. Um amigo meu diz que isso se aplica a mexicanos, mas não a canadenses. Você pode esclarecer isso? Por que eu não posso possuir canadenses?

      Resposta: novamente aqui, erroneamente, você está fazendo uso da lei mosaica dada para o povo israelita inserido daquele contexto histórico, lei esta já abolida por Deus, como já mostramos nas respostas acima. Isto não serve para justificar o homossexualismo que continua condenado como “aberração”, tanto no Velho, como no Novo Testamento. Ainda se no tempo da lei você fosse um americano, não poderia possuir escravo algum, visto que quem se diz “americano” não é israelita.

      e) Eu tenho um vizinho que insiste em trabalhar aos sábados. Êxodo 35:2 claramente afirma que ele deve ser morto. Eu sou moralmente obrigado a matá-lo eu mesmo?

      Resposta: não! Você não deve matar ninguém, muito menos seus vizinhos americanos por causa de sua ignorância, pois a guarda do sábado já foi abolida, era um preceito da velha lei dada ao povo de Israel. S. João 5,16 diz que os judeus perseguiam Jesus e procuravam matá-lo porque não guardava o sábado. Jesus respondeu: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” (S.Jo 5,17).

      Observe que após a vinda de Cristo nem os doutores da lei ousavam mais matar os “infratores”: “Disse-lhes, pois, Pilatos: Levai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei. Disseram-lhe então os judeus: A nós não nos é lícito matar pessoa alguma.” (João 18,31)

      f) Um amigo meu acha que mesmo que comer moluscos seja uma abominação (Levítico 11:10), é uma abominação menor que a homossexualidade.Eu não concordo. Você pode esclarecer esse ponto?

      Resposta: o não comer molusco era uma observância da lei de Moisés que já foi abolida. Em Colossenses (2,16), S. Paulo ensina: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida , ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados.” e ainda “Um crê poder comer de tudo; outro, que é fraco, só come legumes. Quem come de tudo não despreze aquele que não come. Quem não come não julgue aquele que come, porque Deus o acolhe do mesmo modo.” (Rom 14,2-3)

      g) Levíticos 21:20 afirma que eu não posso me aproximar do altar de Deus, ou seja, da igreja, se eu tiver algum defeito na visão. Eu admito que uso óculos para ler. A minha visão tem mesmo que ser 100%, ou pode-se dar um jeitinho ?

      Resposta: o capítulo 21 de Levítico, é uma observância para os sacerdotes israelitas que estavam sob a lei que já foi abolida, e a lei não falava de pessoas que usassem óculos, mas com uma “mancha” nos olhos (belida). Não engane a si mesmo.

      h) A maioria dos meus amigos homens apara a barba, inclusive o cabelo das têmporas, mesmo que isso seja expressamente proibido em Levíticos 19:27. Como eles devem morrer?

      Resposta: devem morrer de velhice, porque você já sabe que a lei para os israelitas foi abolida e S. Paulo que condenou o homossexualismo fez uma promessa raspando sua cabeça. Em At 18,18, lemos: “Mas Paulo, havendo permanecido ali ainda muitos dias, por fim, despedindo-se dos irmãos, navegou para a Síria, levando em sua companhia Priscila e Áqüila, depois de ter raspado a cabeça em Cencréia, porque tomara voto”.

      i) Eu sei que tocar a pele de um porco morto me faz impuro (Levítico 11:6-8), mas eu posso jogar futebol americano sem usar luvas? (as bolas de futebol americano são feitas com pele de porco)

      Resposta: Levítico 11, citado, faz parte da lei já abolida. Será que sua bíblia não tem Novo Testamento? E mais, bola de futebol americano é feita de couro bovino ou sintético costurada à mão. Essa é mais uma demonstração de sua falta de conhecimento sobre as Escrituras e bola de futebol americano .

      j) Meu tio tem uma fazenda. Ele viola Levítico 19:19 plantando dois tipos diferentes de vegetais no mesmo campo. Sua esposa também viola Levítico 19:19, porque usa roupas feitas de dois tipos diferentes de tecido (algodão e poliester). Ele também tende a xingar e blasfemar muito. É realmente necessário que eu chame toda a cidade para apedrejá-los (Levítico 24:10-16)?
      Nós não poderíamos simplesmente queimá-los em uma cerimônia privada, como deve ser feito com as pessoas que mantêm relações sexuais com seus sogros (Levítico 20:14)?

      Resposta: Seu tio e a esposa dele, não violam coisa alguma com relação ao plantar e vestir-se, devido a lei que era para os israelitas já ter sido abolida. Jesus veio “abolindo na própria carne a lei, os preceitos e as prescrições.” (Ef 2,13-16)
      Se seu tio blasfema contra Deus, é Deus quem o julgará, logo não é preciso que ninguém apedreje ninguém, mas nada você poderá fazer contra a condenação de pé, expressada por Deus aos devassos que se entregam a homossexualismo.

      Como vemos, a lei foi abolida, mas a condenação a aberração homossexual continuou no Novo Testamento: “Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario. Como não se preocupassem em adquirir o conhecimento de Deus, Deus entregou-os aos sentimentos depravados, e daí o seu procedimento indigno.” (Rm 1,26-28)

      No texto acima, está a frase: “e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario.”, pois bem, só cresce o número de soropositivos entre os desta classe: de 1996 para 2006, houve um crescimento de 24% para 41% no percentual de casos de AIDS entre homossexuais e bissexuais de 13 a 24 anos. Na faixa etária de 25 a 29 anos, a variação foi de 26% para 37%. Segundo a Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas Sexuais (PCAP), a taxa de incidência da AIDS nesse segmento é de 226 casos por grupo de 100 mil habitantes – onze vezes maior que a taxa da população em geral.

      Eu sei que você estudou essas coisas a fundo, então estou confiante que possa ajudar. Obrigado novamente por nos lembrar que a palavra de Deus é eterna e imutável. Seu discípulo e fã ardoroso.

      Resposta: não tivemos notícia se a pastora respondeu ao suposto “cidadão americano”, isto é, se de fato recebeu tal carta. Provavelmente não recebeu e não responderia, pois se contradiria diante da babel que é o protestantismo. Respondamos então:

      A palavra de Deus é eterna, já a lei dada aos israelitas era temporal em sua quase totalidade, como vimos.

      Jesus, como disse, veio cumprir a lei, de fato a cumpriu por mais de três décadas e removeu aquela nos dando uma Nova e Eterna Aliança. Mesmo os cristãos judeus, que estavam sujeitos à lei, foram libertados dela:

      “Agora, porém, mortos para aquilo que nos aprisionava, fomos libertados da Lei, de modo a servirmos no novo regime do Espírito e não mais no regime antiquado da letra.” (Romanos 7,6).

      “Porque Cristo é o fim da lei, para justificar todo aquele que crê. Ora, Moisés escreve da justiça que vem da lei: O homem que a praticar viverá por ela (Lv 18,5)”. (Rom 10,4-5).

      A lei existiu para administrar a infância desordenada da humanidade em seu berço oriental.

      Particularmente em nossa infância, também cometemos atos como: berrar a noite toda, defecar nas vestes, atirar pedras no que bem quiser e cuspir o remédio tomado; coisas que nossos pais toleravam docemente, ou às palmadas. Na idade adulta tais atitudes são inaceitáveis, tanto para nós quanto para nossos pais, que como Deus tanto nos educou.

      A prática homossexual nunca foi admitida por Deus, nem é um preceito da antiga lei já abolida, por isso ela continua de pé. Deus se opõe à homossexualidade em todas as épocas. Na época dos patriarcas (Gn 19,5-7) Na época da Lei de Moisés (Lv 18,22; 20,13) Na época dos Profetas (Ez 16,46-50) Na época do Novo Testamento (Rm 1,18-27; 1 Co 6,9-10; S.Jd 7-8)

      Que durmam mais sábios os ateus e homossexuais e se arrependam do engano a que os submeteram.

      ————————————————–
      Nesta refutação utilizei a bíblia protestante “Almeida Corrigida e Revisada Fiel”, já que o articulista indagante e seus promotores ateus também usaram uma protestante.
      Postado por fimdafarsa às 05:39
      quinta-feira, 22 de março de 2012
      Jesus imitou o Mitraísmo?

      É o que perguntam os ateus e provaremos historicamente que não.

      O mitraísmo é que copiou o uso de pão e vinho das cerimônias judaico-cristãs.

      Por volta de 2000 a.C., o pão é o vinho já eram usados nas cerimônias de Melquisedeque, sacerdote do Deus Altíssimo: “Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, mandou trazer pão e vinho,” (Gênesis 14,18).

      Melquesedeque é comparado a Cristo: “sem início de dias nem fim da vida, ele se assemelha ao Filho de Deus e permanece sacerdote para sempre.” (Hebreus 7,3)

      O mitraísmo, fundado mais de 1500 anos depois, apenas copiou o uso de pão e vinho.
      O mitraísmo (em persa: مهرپرستی) foi uma religião de mistérios nascida na época helenística (provavelmente no século II a.C.) no Mediterrâneo Oriental.
      No mitraísmo consagrava-se o pão e a água, e bebia-se vinho, o vinho que simbolizava o sangue do touro morto por Mitra e comia-se a carne.
      Mitra é um deus de forma humana. É representado sob a forma de um jovem montado em um touro e, com uma das mãos, empunha uma adaga para o degolar.

      Só Jesus nasceu de uma virgem, o que era impossível para um deus falso.

      750 anos antes de Cristo nascer, o profeta Isaías previu: uma virgem conceberá e dará
      à luz um filho, e o chamará Deus conosco! (Isaias 7,14)

      Mitra, deus petrógeno, não descende do Céu, e muito menos de uma virgem, pois surge miraculosamente de uma rocha, tendo em uma das mãos uma tocha luminosa e na outra, uma adaga. Nasceu adulto para brigar com um touro.

      A estória de que Mitra teria nascido num dia 25 de dezembro não tem qualquer fundamento histórico. O Dr. Chris Forbes, Professor sênior no departamento de história antiga da Universidade de Macquarie, em Sidney, Austrália, afirma: “Não há referências antigas de que Mitra nasceu a 25 de Dezembro.”

      Os rituais do mitraísmo nada tinham a ver com o cristianismo.

      Os rituais iniciáticos do mitraísmo constavam da admissão dos fiéis por “inductio”. Antes de serem admitidos, os canditatos eram interrogados e sondados, informados num local distinto do templo. Em seguida, eram submetidos a uma série de provas, nus e com os olhos vendados, marchavam às apalpadelas diante de um mistagogo para finalizar se ajoelhando diante de um personagem que portava uma tocha diante de seus olhos. A seguir, com as mãos atadas às costas, colocavam de joelho no chão ao mesmo, tempo que um sacerdote cingia-lhes a cabeça com uma coroa. No final, prostravam-se como mortos.

      Num determinado momento da evolução do mitraísmo introduz-se o rito do “taurobolium” ou “baptismo” dos fiéis com sangue de um touro, prática comum a outras religiões orientais. Graças a Tertuliano conhecem-se hoje as severas críticas cristãs a estas práticas.

      Tertuliano também descreve o rito de iniciação do grau de Soldado (Miles). O candidato era “batizado” (talvez por imersão), sendo marcado com um ferro em brasa; era alvo de um teste, no qual se colocava uma coroa na sua cabeça que este deveria deixar cair, proclamando que Mitra era a sua coroa. Posteriormente os iniciados assistiam a uma morte ritual e simulada, cujo oficiante era um pater.

      De acordo com Porfírio, no grau de Leo, colocava-se mel na boca dos recém-nascidos; para os iniciados adultos vertia-se mel sobre as suas mãos que estes lambiam em sinal de comunhão. Acredita-se que cada nível de iniciação teria o seu próprio ritual.

      Lá no tempo de Moisés, antes de nascer a tataravó dos que iriam fundar a religião do falso deus Mitra, proclamava Deus no livro de Êxodo 28,4, citando a “mitra” como o chapéu que usariam seus sacerdotes:

      “Estas são as vestes que deverão fazer: um peitoral, um efod, um manto, uma túnica bordada, uma mitra e um cinto. Farão essas vestes litúrgicas para teu irmão Aarão e seus filhos, para que sejam meus sacerdotes.”

      “mitra” é um chapéu sacerdotal designado por Deus, no posterior mitraísmo virou “coroa”, e nome do próprio deus pagão.
      O diabo não é nada criativo, o resto da confusão seus arautos continuam fomentando para confundir as almas.

      Tertuliano (160-220), dizia que, o mitraísmo era inspirado pelo diabo que desejava zombar sobre os sacramentos dos cristãos com o intuito de levá-los para o inferno.

      Agora sabemos quem copiou quem.

      Cai a farsa!

      Autor: Fernando Nascimento

      —————————————
      Fontes consultadas:

      Sagradas Escrituras, (Gên 14,18), (Isaias 7,14), (Êxodo 28,4).

      UNLANSEY, David, The Origins of the Mitraic Mysteries. Oxford Universit Press, New York, 1989.

      WESTCOTT, W. Wynn, Ressemblances of Freemasonsy to the Cult of Mithra, Ars Quatuor Coranatorum, vol. XXIX, London, 1916.
      Postado por fimdafarsa às 17:44
      A vergonha dos intelectuais anti-católicos
      Por Fernando Nascimento

      Darei a conhecer aqui, alguns intelectuais que já vi se valendo de mentiras estratégicas anti-católicas, para simplesmente no mundo secular ganhar notoriedade, não se importando eles com as asneiras anti-históricas que falam.

      O próprio Lutero nos legou o relato dessa prática, anos antes de lançar-se em revolta aberta, dizia: “(…) os hereges não são bem acolhidos se não pintam a Igreja como má, falsa e mentirosa. Só eles querem passar por bons: a Igreja há de figurar como ruim em tudo.” (Franca, Leonel, S.J. A Igreja, a reforma e a civilização, Ed. Agir, 1952, 6ª ed. Pág. 200).

      Pelo que observei no boquejar ou escritos dessas pessoas, a fonte onde bebem é a mesma que jorra sobre os ludibriados freqüentadores de seitas evangélicas, ou seja, transformaram as escolas e faculdades em antros onde se ensina como “verdade absoluta”, toda sorte de mentira estratégica anti-católica, com reles intuito de, rapinando na ignorância, recrutar para o protestantismo ou para o ateísmo marxista, contanto que se repudie a Igreja Católica. O próprio professor universitário Robson Rodovalho, virou “bispo” Rodovalho e fundou a igreja evangélica “Sara Nossa Terra”.

      A coisa mais comum na internet é nos depararmos com pseudos intelectuais, protestantes ou ateus marxistas, transliterando até as vírgulas e erros ortográficos cometidos por quem forja essas anti-católicas mentiras estratégicas.

      Recentemente denunciamos até um Manual do Professor, destinado a rede pública de ensino, que vende as Mentiras Estratégicas Protestantes como “verdades históricas”, as quais refutamos prontamente neste link: http://fimdafarsa.blogspot.com.br/2011/11/manual-do-professor-refutado.html

      Tal prática criminosa no Brasil vem desde os tempos do evangélico ditador General Ernesto Geisel (1974-1979), e já “formou” gerações. Antes do crescimento das seitas evangélicas no Brasil, quem ousava contrapor-se à hegemonia da Igreja eram as diferentes confissões luteranas. O general-ditador Ernesto Geisel, único chefe de Estado ostensivamente anti-católico, em 1976, numa das freadas da sua distensão, aproveitou-se do arsenal autoritário para emplacar de forma solerte a dissolução do casamento e a legitimação do divórcio, e porque não a apologia ainda que desonesta de sua fé. As gerações de vítimas desta campanha protestante anti-católica estão por aí. Conheça alguns:

      Marilena Chauí, historiadora de filosofia brasileira. Professora de Filosofia Política e História da Filosofia Moderna da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, no Programa “Observatório da Imprensa” em 18/10/2005, na TVE, usando uma Mentira Estratégica protestante, alegava:

      “ Os protestantes revolucionaram a imprensa com a impressão da bíblia”.

      A verdade: a imprensa foi inventada pelo católico Gutemberg. A primeira bíblia impressa por ele NÃO era a versão protestante, pois o protestantismo nem existia. Cinqüenta e oito anos antes de Lutero imprimir sua bíblia protestante, os católicos já tinham impresso 30 diferentes edições alemãs da Bíblia, no alto e baixo alemão. Fontes consultadas: (Imperial Encyclopedia and Dictionary 1904 Vol. 4, Hanry G. Allen & Company), (Holman Bible Dictionary 1991).

      Antes de Lutero fundar o protestantismo, confessa que lia as traduções vernáculas feitas pela Igreja: “foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo batismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação…” (De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92).

      Logo os protestantes não “revolucionaram” coisa nenhuma com a impressão da bíblia. Antes pirateavam as versões católicas e eram mortos pelos próprios protestantes que descobriam erros grotescos nestas bíblias protestantes. Por isso Calvino matou Miguel Servet, Henrique VIII condenou à morte Tyndale, Lutero era inimigo mortal de Zwinglio, Casídoro Reina teve que colar erratas em sua bíblia errática e as bíblias de João Ferreira ainda hoje são “corrigidas”, “revisadas”, etc. (Henry G. Graham, Where We Got The Bible (TAN Books, 1977) pp. 128,130).

      Enviamos um E-mail, com o texto acima, no mesmo dia 18/10/2005, ao programa “Observatório da Imprensa”, que era transmitido ao vivo, para que a Sra. Marilena Chauí fosse corrigida. Em “respeito” a sua ignorância, não o fizeram no ar.

      Pela léria da historiadora acima, vemos o quilate da “história” que é ensinada nas faculdades.

      ***************************************

      Pedro Bial, jornalista, escritor, cineasta, poeta e apresentador brasileiro, usando uma Mentira Estratégica Protestante, afirmava no Programa “Fantástico”, da Rede Globo:

      “A Santa igreja afirmava que os negros não tinham alma”.

      A produção do programa recebeu de nós o seguinte convite a corrigir-se:

      De: Fernando Nascimento
      Para: Produção do programa Fantástico

      Venho assim, repudiar a afirmação infundada, do Sr. jornalista Pedro Bial, que alegou que “A Santa igreja afirmava que os negros não tinham alma”, no último domingo 21/10/2007, no quadro “É muita história”, durante o programa Fantástico.

      O mesmo não apresentou qualquer Bula ou documento da Igreja, para afirmar tal quimera, talvez não sabendo tratar-se de caduca mentira estratégica protestante, já desmascarada com vários documentos no Blog Cai a Farsa, no link:
      http://caiafarsa.wordpress.com/a-igreja-dizia-que-os-negros-nao-tinham-alma-2/

      Na verdade, tal conduta de desprezo pelos negros, marcação a ferro quente com nome das igrejas, e afirmação de que eram “uma raça cuja inteligência média beira a estupidez e está obviamente privada de qualquer bênção divina”, Vinha da boca dos protestantes, e isso facilmente se encontra no Portal evangélico no link: http://www.portalevangelico.pt/noticia.asp?id=2638 e na confissão da Igreja Anglicana: http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=65544

      O nobre Jornalista Pedro Bial, muito falou de “traficantes de escravos”, omitindo que estes eram protestantes, como o maior deles, Maurício de Nassau, que mandou 20 navios capturá-los na África: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_1290.html

      Mas, o jornalista Pedro Bial, preferindo caluniar a Igreja Católica que verdadeiramente libertou os escravos, graças a documentos do Papa Leão III e da catolissíssima Princesa Isabel, omitiu a luta do Padre Antônio Vieira contra a escravidão, que naqueles tempos, em seus sermões dizia: “Saibam pois os pretos, e não duvidem que a mesma Mãe de Deus é Mãe sua: Sciant ergo ipsam matrem: e saibam que sendo uma Senhora tão soberana, é Mãe tão amorosa, que assim pequenos como são, os ama, e tem por filhos”. (“Sermão Décimo Quarto”. pág. 297). Dizia ainda:“… como todos os cristãos, posto que fossem gentios, e sejam escravos, pela fé e pelo batismo estão incorporados em Cristo, e são membros de Cristo” (“Sermão Décimo Quarto”. Pág. 300). Logo, Não cabe a falsa acusação, de que era alegado pela Santa Igreja que os negros não tinham alma.

      Se o nobre jornalista fosse mais cuidadoso na seleção do que diz, teria encontrado na Internet a carta do Sr. Hernani Francisco da Silva, Presidente da Sociedade Cultural Missões Quilombo convocando todas as Igrejas protestantes a pedirem perdão pelo desrespeito, preconceito, escárnio e tráfico deste povo, acesse: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=20880

      Repito, a alegação de que: “A Santa igreja afirmava que os negros não tinham alma”, é falsa. Pois São Nicolau, Santa Efigênia, São Benedito e muitos outros, são santos negros e venerados na Santa Igreja desde a morte de São Nicolau no ano 345. Solicito encarecidamente, em nome de toda comunidade católica, esta justa correção no programa seguinte.

      Cordialmente,
      Fernando Nascimento
      Estudioso do Cristianismo.
      ++++++++++++++++++++

      O aleivoso apresentador, simplesmente silenciou.
      O seriado foi abortado, e saiu do ar no terceiro programa. Segundo a produção, quem lhe fornecia os textos era um pseudo historiador Roberto Bueno, que também resolveu silenciar, diante de nossos documentos incontestes.

      Pela credibilidade do jornalista acima, vemos a qualidade da informação que dão ao povo.

      ***************************************

      Fernando Pessoa, poeta e escritor português. Como em todo o mundo a campanha anti-católica protestante também foi feita em Portugal. Escreveu a vítima Fernando Pessoa:

      “Não precisamos dos sete montes de Roma: também aqui, em Lisboa, temos sete montes. Edifiquemos sobre estes a nossa Igreja. Deixemos de importar Deus, [...] esse nacionalismo inquinado de fé Católica, esse patriotismo viciado de uma religião estranha. “(…) Todas as religiões são, afinal, uma só religião”.
      “Expulsemos pois o elemento romano. Se há que haver religião em nosso patriotismo, extraiamo-la desse mesmo patriotismo. Felizmente temo-la: o sebastianismo”.
      (Fernando Pessoa, Portugal, Sebastianismo e Império”
      Publicações Europa e Império, Portugal, 1986, p 110-111).

      Veja que embora o tal fosse ateu, usa a mesma lábia protestante da falsa “liberdade” e o ódio por Roma, pensando erroneamente que a Igreja estava ou está entre sete montes (lenda protestante), quando na verdade Roma tem mais de 20 montes e a Igreja fica no oitavo monte, o Vaticano e bem distante dos tais sete montes que eram próximos. Como podemos confirmar na The Catholic Encyclopedia, são estes os montes de Roma, e eles passam de duas dezenas: Paroli, Pincian, Quirinal, Viminal, Esquilino, Alban, Captóline, Caelian, Palatine, Avelino, Mário, Gianicolo, Vaticano, Janiculan, Last-Named, Palestrina, Tívoli, os montes de Sabine, os montes de Umbrian, e o monte Tolfa.

      Logo escrevia São Paulo aos romanos, eu disse aos romanos: “A todos os que estais em Roma, amados de Deus, chamados Santos: Graças a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Primeiramente, dou graças a Deus por Jesus Cristo, acerca de vós todos, porque em todo o mundo é anunciada a vossa fé.” (Rm 1,7- 8).

      Como vemos, em todo o mundo é anunciada a fé dos “romanos” que estão em Roma, e não a fé posterior dos alemães, americanos, ingleses, holandeses e brasileiros, seguidores de seitas que enganam, querendo colocar-se no lugar da Igreja de Cristo, promovendo as divisões condenadas pelo próprio apóstolo São Paulo, que já alertava naquele tempo aos romanos: “Noteis os que promovem dissensões (divisões) e escândalos contra a doutrina que aprendeste; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a Nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos símplices”. (Romanos 16,17-18).

      Se Todas as religiões são uma só, como pregava o ateu Fernando Pessoa, por que Cristo chegando depois de quase todas as outras religiões estarem no mundo, fundou sua igreja e mandou esta ir pelo mundo e batizar e pregar o evangelho a todos, incluindo aos ateus????

      O Infeliz Fernando Pessoa parece que desconhecia de longe a Bíblia e a vontade de Deus.

      A falsa “libertação” protestante aconselhada por ele, custará caro e rende boas gargalhadas a Deus: “Por que se amotinam as nações, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes junto se mancomunam contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: “Rompamos as suas ataduras e sacudamos de nós as suas cordas”. Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles”. (Salmo 2,1-4). (Versículos conforme bíblia de João Ferreira, usada pelos protestantes das seitas: alemães, americanas, inglesas, holandesas brasileiras, etc.).

      A religião protestante nunca foi uma mesma religião, eles nunca darão o dízimo ou se batizarão e casarão na seita do outro. O Fernando Pessoa esqueceu deste detalhe.

      Pela sobriedade do escritor acima, pesam-se seus livros.

      ***************************************

      Fernando Jorge, escritor e jornalista, Bacharel pela Faculdade de Direito da USP, figura tanto em importantes dicionários e enciclopédias nacionais quanto na literatura internacional, como fonte importante de conhecimento, em temas acadêmicos, polêmicos e nas grandes pesquisas de campo.

      Sobre a lendária “papisa Joana” escreveu, crente que estava abafando, na página 27 e 28 do seu livro “Lutero e a Igreja do Pecado”:

      “Ora, se ela (a papisa Joana) viveu em nosso planeta, para que os católicos insistem em dizer que é apenas um mito popular? Negam o fa­to, em minha opinião – e eu sou um escritor católico – negam o fato por hipocrisia, por farisaísmo. E que a papisa Joa­na, filha natural de um frade inglês, engravidou após manter relações sexuais com um criado e pariu durante uma procissão. Mãe e filho teriam falecido nesse momento. Bartolomeu Sacchi informa: depois disso, em toda eleição de novo papa, este se sentava numa cadeira com um orifício no centro, para ser apalpado pelos cardeais … Se a hipocrisia dos meus irmãos católicos não a destruiu, essa cadeira esta no Museu do Vatica­no, à disposição de quem quiser vê-la. O móvel, se ainda se encontra lá, é a prova material de que o pontificado de Joana não é lenda.
      Existe, em torno do assunto, uma respeitável bibliografia, ignorada pelos historiadores da Igreja Católica.”

      A verdade:

      O fantasioso escritor acima, que apenas faz eco ao boquejar dos inimigos da Igreja, nada tem de católico. E os historiadores da Igreja, ao contrário do que ele escreve, preferem mesmo é ignorar as fábulas. Coisa que ele não sabe nem distinguir.

      Pela sua “brilhante” conclusão, se há no Vaticano uma cadeira com um orifício no centro, logo a “papisa” existiu. Ou seja, se alguém viu o Saci Pererê fumando cachimbo e os cachimbos existem, logo o Saci é uma realidade. Rsss

      Há mais de 400 anos a refutação desta lenda da “papisa” foi cabalmente empreendida por Florimundo de Remond, que escreveu o livro Erreur populaire de la papesse Jeanne, editado em Paris (1558), Bordéus (1592, 1595) e Lião (1595). O autor mostrava a impossibilidade de tal “estória” e as contradições das diversas recensões.

      Também refutou este embuste o autor protestante D. Blondel (“Familier esclaircissement de la question, si une femme a este assise au siège papal de Rome entre Leon IV et Benoit III”. Amsterdam 1647). Assim como o erudito Ignaz von Doellinger (Die Papstfabeln des Mittelalters. Stuttgart 1890), mesmo não sendo muito amigo do Papado.

      Já a lenda da cadeira foi baseada numa antiga cerimônia. Uma vez eleito o Papa, os Cardeais e o povo iam à basílica de São João do Latrão. O Pontífice se sentava numa cadeira de mármore colocada sob o pórtico da igreja; os dois Cardeais mais antigos o sustentavam pelos braços e o levantavam, ao canto da antífona “Suscitans a terra inopem et de stercore erigens pauperem. – Levantas da terra o indigente e do esterco ergues o pobre” (Salmo 112, 7). Em consequência, tal cadeira se chamava “estercorária” (o canto sugeria o adjetivo…) A cadeira não possuía assento perfurado. A cerimônia tinha seu simbolismo claramente enunciado pela antífona: apresentava o Papa como o pobre servidor que Deus se dignava de exaltar ao pontificado.

      A seguir, o Pontífice era levado ao batistério do Latrão. Sentava-se sobre uma cátedra de porfírio e recebia as chaves da basílica, sinal de suas faculdades pastorais. Depois, sentado sobre outra cadeira de porfírio, devolvia as chaves. Essas duas cadeiras de porfírio tinham assento perfurado; eram cadeiras antigas, que haviam servido aos banhos dos romanos e que eram utilizadas em tal cerimônia papal não por causa da sua forma, mas por causa do respectivo valor. Ora a lenda confundiu esses diversos elementos, imaginando a cadeira estercorária como cadeira de assento perfurado e associando-a à estória da Papisa Joana.
      Fonte: http://www.pr.gonet.biz/kb_read.php?pref=htm&num=1544

      Pela qualidade do “bacharel” acima, vemos a baixaria vendida nas faculdades e carimbadas nos “dicionários e enciclopédias nacionais e internacionais”.

      Como escreveu o blogueiro Sérgio Marcondes Soares: “O intelectualóide não sabe nem por onde a galinha mija!”

      Quanto mal deixaria de causar essas pessoas, se do alto de suas pompas rocambolescas e seus narciszismos vis não acrescentassem tanta ignorância ao povo, sendo eles mesmos vítimas de um diabólicos plano protestante. Há se um dia fossem humildes e sóbrios como o grande imortal Rui Barbosa, que investigando os boatos, chegou a arrepender-se das ignorâncias e má fé anti-católicas que traduziu e publicou. Conheçamos rapidamente sua história:

      Rui Barbosa, jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, tradutor e orador brasileiro. Quando jovem inexperiente, traduziu um calunioso livro anti-católico, intitulado: “O Papa e o Concílio”, livro este adorado pelos protestantes por dizer irresponsavelmente que: “ o Papa, necessitando restaurar a Igreja de S. Pedro que rachava usou cofres com os dizeres: ‘Ao som de cada moeda que cai neste cofre uma alma desprega do purgatório e voa para o paraíso!’”

      Contrariando essa alegação, o próprio Lutero, contemporâneo dos fatos, desmascara essa farsa em sua tese nº 50, dizendo: “Deve-se ensinar aos cristãos que, se o Papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas”.

      O livro “O Papa e o Concílio”, foi forjado na Alemanha em 1870 (mais de 300 anos após os fatos), pelo apostata Döllinger, sob o pseudônimo de Janus, por encomenda do tirano Bismarck, para irresponsavelmente atacar a Igreja, tendo sido esquecida depois por ser um trabalho sujo; traduziu-a Rui Barbosa, em sua juventude, e depois arrependeu-se, pelas calúnias e pelo ataque apaixonado que o livro faz contra a Igreja Católica, não permitindo mais sua reimpressão enquanto vivo; após a sua morte, sarcasticamente reimprimiram a obra, rejeitando porém um prefácio que explicava o arrependimento de Rui Barbosa. Bismarck foi um tirano alemão, que tentou resolver os problemas da Alemanha com “sangue e aço”, e também calúnias contra a Igreja.” (Enciclopédia Encarta 99, apud: site Montfort)

      Veja na página nº 6, do site da Academia Brasileira de Letras, registrada a repulsa de Rui Barbosa pelo livro: http://www.academia.org.br/abl/media/celebracao12.pdf

      Ao fim de sua vida, disse o já experiente e ainda mais católico Rui Barbosa:

      “Estudei todas as religiões do mundo e cheguei a seguinte conclusão: religião, ou a Católica ou nenhuma.” (Livro Oriente, de Carlos Mariano M. Santos (1998-2004) – Art 5).

      Este mesmo Rui Barbosa foi elogiado pelo Papa João Paulo II, quando de sua visita a Campo Grande, em 1991.

      Este foi um sóbrio intelectual e que buscava a verdade, a exemplo de Voltaire que tanta calúnia anti-católica publicou e terminou seus dias a pedir perdão à Igreja e a converter-se católico. (revista francesa, Correspondance Littérairer, Philosophique et Critique, abril de 1778, pág. 87-88)

      Quem dera se nossas academias e escolas ouvissem tal conselho de Platão:

      “Não é a ignorância das multidões a mais perigosa, nem a mais temida, nem o maior dos males. Haver estudado muito e muito haver aprendido, mas com métodos viciosos, é mal muito maior.” (PLATÃO. Leis, X, 818, 819).

      Postado por fimdafarsa às 13:06
      segunda-feira, 19 de março de 2012
      Refutando a “fogueira santa” da IURD

      Por Fernando Nascimento e Cris Macabeus

      A “fogueira santa” da Igreja Universal do Reino de Deus – IURD, é um evento que acontece duas vezes ao ano. Durante a campanha, os fiéis são incentivados a fazer sacrifícios financeiros tipo “tudo ou nada” se quiserem ver seus pedidos escritos num papel ser atendidos por Deus.

      Em um dos blogs da igreja, hospedado no link: http://universouniversal.wordpress.com/2009/08/28/fogueira-santa-e-biblica/
      verificamos que para justificar a feroz arrecadação financeira da anti-bíblica “fogueira santa” (ou famoso “tudo ou nada”), usa-se entre outros versículos, com um certo toque de desonestidade, o versículo (Atos 4,34) onde segundo eles diz:

      “Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos.”

      Pois bem, o que a primeira vista parece ser justo na citação do Blog, na verdade é um ardil macediano, eles simplesmente cortam a sequência do versículo na parte seguinte mais importante onde diz:

      (35).“Repartia-se então a cada um deles conforme a sua necessidade.”

      Veja abaixo o que realmente ensina esse trecho na Bíblia sem corte. Aproveitarei para grifar a parte astutamente omitida pelo Blog da IURD:

      “Nem havia entre eles nenhum necessitado, porque todos os que possuíam terras e casas vendiam-nas, e traziam o preço do que tinham vendido e depositavam-no aos pés dos apóstolos. Repartia-se então a cada um deles conforme a sua necessidade.” (Atos 4, 34-35)

      Ou seja: o dinheiro arrecadado dos que tinham muito, era distribuído entre os que nada tinham. No caso da IURD ela só recebe, repartir entre os necessitados, JAMAIS!

      Mas a desonestidade não para por aí, ao contrário do que faz a IURD, os Apóstolos não obrigavam ninguém a vender suas posses, quem quisesse livremente ficar com elas ou vendê-las e ficar com o dinheiro integral, podia, sem qualquer problema. O que não podia era mentir fingindo-se piedoso e dar parte do dinheiro dizendo que a posse custou só aquilo, como tentou fazer Ananias e foi castigado sob grave repreensão de Pedro:

      “Pedro, porém, disse: Ananias, por que tomou conta Satanás do teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e enganasses acerca do valor do campo? Acaso não o podias conservar sem vendê-lo? E depois de vendido, não podias livremente dispor dessa quantia? Por que imaginaste isso em teu coração? Não foi aos homens que mentiste, mas a Deus. (Atos 5, 3-4)

      Esse trecho de (Atos 5) acima, também é citado no Blog, sem explicar a partilha entre os necessitados e a não obrigatoriedade de vender os bens e dar o dinheiro da venda.

      Como vimos, o dinheiro que os apóstolos recebiam voluntariamente, repartiam entre os necessitados, a ponto de Pedro e Jesus nem terem dinheiro para pagar seus impostos (S. Mateus 17,24-27), por isso (Atos 4, 34) diz que não havia “nenhum necessitado” e (2 Coríntios 9,9) diz: “Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre.”

      E assim continua a fazer a única Igreja apostólica de fato, A Igreja Católica:

      Doações do Papa aos países pobres: http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/corunum/corunum_po/profilo_po/doni_po.html

      A IURD só recebe, e gasta no luxo do bispo Edir Macedo deixando seus seguidores endividados, para isso adultera a Palavra de Deus, omitindo a parte onde ensina a partilha. O ex-pastor da IURD, Gustavo Rocha, relata como o bispo Edir Macedo o instruía a tirar dinheiro dos fiéis e a depositá-lo em contas no exterior. Afirma que o dinheiro dos fiéis era usado para investimentos na TV Record. “Em 2003, fizemos com os fiéis de Nova York uma campanha para arrecadar US$ 1 milhão. Foi com esse dinheiro que a Record montou o estúdio em Manhattan”, diz. As ligações de Gustavo com a igreja são comprovadas por documentos como passaporte, contracheques e fotos. Confira: http://www.gp1.com.br/noticias/39aprendi-a-extorquir-o-povo39-dispara-ex-pastor-da-igreja-universal-do-reino-de-deus-102165.html

      Uma refutação especial cabe a este outro trecho citado pelo Blog:

      “Entretanto, o povo sacrificava sobre os altos; porque até àqueles dias ainda não se havia edificado casa ao nome do SENHOR.” (1 Reis 3.2)

      Hoje, temos uma casa edificada com o nome do SENHOR (a igreja).

      E Deus vendo que Salomão ofereceu o seu melhor, Deus apareceu para Salomão e disse:
      “Pede o que queres que eu te dê.” (1 Reis 3.5)

      Ou seja, Salomão também ofereceu sacrifício para atingir um objetivo.

      Resposta: ora, esse trecho de (1 Reis 3,2), refere-se ao tempo em que ainda não havia se construído o templo de Salomão, e depois do templo construído os sacrifícios de animais continuaram, nada tendo aí a ver com a igreja. E quando Salomão pediu a Deus, pediu sabedoria, e não riqueza ou dinheiro, como ensina a IURD.

      “E disse-lhe Deus: Porquanto pediste isso, e não pediste para ti muitos dias, nem pediste para ti riquezas, nem pediste a vida de teus inimigos; mas pediste para ti entendimento, para discernires o que é justo; Eis que fiz segundo as tuas palavras; eis que te dei um coração tão sábio e entendido, que antes de ti igual não houve, e depois de ti igual não se levantará.” (1Reis 3,11-12)

      Buscando apoio para enganar ainda mais os fiéis, o Blog da IURD ignorando o sacrifício suficiente feito por Cristo, segue recorrendo ao antigo sacrifício de animais do Velho Testamento, sacrifício este, há muito recusado por Deus.

      A Bíblia é um livro que contém os ensinamentos de Deus e retrata a história da evolução da fé judaico-cristã conforme os desígnios desse mesmo Deus. Quem honestamente conhece a Bíblia sabe que o sacrifício de animais é coisa do passado e apesar do Blog da IURD citar o “Korban”, antigo sacrifício de animais feito pelos judeus, o judaísmo já não o pratica, pois o próprio Deus disse:

      “De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios?- diz o SENHOR – Já estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; nem me agrado de sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes. (Isaías 1,11).

      Maimônides, um dos famosos judeus medievais, concluiu que a decisão de Deus de permitir sacrifícios era uma concessão às limitações psicológicas do homem. O Rei Davi em um de seus Salmos diz que não é a gordura dos animais que vai aplacar a ira de Deus.

      Confirmando isso relata Samuel: “Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros. “ (1 Samuel 15,22)

      Que isso sirva contra a desobediência dos pastores da IURD, que teimam em pregar o sacrifício de animais, ainda que animais impressos nas cédulas do dinheiro brasileiro , como forma de conseguir graças junto a Deus.

      Há dois mil anos, Jesus, o Filho de Deus, veio ao mundo, se ofereceu em sacrifício pelas almas e fundou sua Igreja onde jamais fez-se sacrifícios de animais, provando-se assim o fim desta prática judaica.
      Ele mesmo, o Filho de Deus, chicoteou os vendilhões do templo e pôs a correr os bois, ovelhas e pombas que eram vendidos aos pecadores, para o sacrifício. (S. João 2, 13-22)

      No livro de Malaquias, último livro do Velho Testamento, em lugar daqueles antigos sacrifícios, Deus proclama o novo modo de apresentar-lhe o sacrifico verdadeiro:

      “Mas desde o nascente do sol até ao poente é grande entre os gentios o meu nome; e em todo o lugar se oferecerá ao meu nome incenso, e uma oferta pura; porque o meu nome é grande entre os gentios, diz o SENHOR dos Exércitos.” (Malaquias 1,11)

      Observe aí, a oferta pura e o incenso, que nunca são oferecidos pelas seitas evangélicas.

      No versículo seguinte, Deus adverte como que contra os que hoje, enganados pelos pastores desprezam o incenso e o alimentos consagrados na Eucaristia:
      “Mas vós o profanais, quando dizeis: A mesa do Senhor é impura, e o seu produto, isto é, a sua comida é desprezível.” (Malaquias 1,12) (Almeida corrigida e revisada fiel)

      O Apóstolo Paulo detalha estes alimentos que é de fato o único sacrifício aceito por Deus:

      “Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem.” (1Coríntios 11,26-30) (Almeida corrigida e revisada fiel)

      Vemos aí biblicamente, que o suficiente sacrifício feito por Cristo, o cordeiro de Deus, e repetido nos alimentos consagrados da Eucaristia, é o único sacrifício solicitado por Deus, nada tendo a ver com o que ensinam os pastores da IURD que distorcem e mutilam as Escrituras para obter dinheiro dos incautos.

      Em outro site da IURD, o próprio Edir Macedo aparece em entrevista no link: http://iurdangola.net/cv/bispo-macedo-fala-da-fogueira-santa/ pescando mais alguns versículos de seu contexto para sorrateiramente justificar sua rentável “fogueira santa”, onde alega: “Como diz a passagem bíblica: “Vindo, porém, uma viúva pobre depositou duas pequenas moedas (…). Em verdade, vos digo que está viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes” (Marcos 12.42,43).”

      Veja o que de fato diz o contexto de onde foi pescado este trecho:

      S. Marcos 12
      38 E, (Jesus) ensinando-os, dizia-lhes: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes compridas, e das saudações nas praças,
      39 E das primeiras cadeiras nas sinagogas, e dos primeiros assentos nas ceias;
      40 Que devoram as casas das viúvas, e isso com pretexto de largas orações. Estes receberão mais grave condenação.
      41 E, estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito.
      42 Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam meio centavo.
      43 E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro;
      44 Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.

      S. Marcos 13
      1 E, saindo ele do templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras, e que edifícios!
      2 E, respondendo Jesus, disse-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra que não seja derrubada.
      3 E, assentando-se ele no Monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João e André lhe perguntaram em particular:
      4 Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando todas elas estiverem para se cumprir.
      5 E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém vos engane;
      6 Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.

      Observe que Jesus foi ao Templo exatamente criticar a atitude dos escribas que roubavam até as viúvas, prometeu que o templo seria derrubado e ainda mandou nos guardarmos da laia dos enganadores que os apóstolos viram ali, porque muitos virão em seu nome e enganarão a muitos.

      No velho testamento, o profeta Elias, ao ver que os profetas de Baal queria enganar o povo, fez duas fogueiras similares, uma para ele e outra pros enganadores e disse: “… e há de ser que o deus que responder por meio de fogo esse será Deus.” (1Reis 18, 24)

      A fogueira de Elias (que não tinha dinheiro na jogada), foi acesa com fogo do céu, a de Edir Macedo, tal qual a dos enganadores do passado, não incendiou, e é acesa sempre como o isqueiro do pastor.

      Assim agem os falsos profetas de Baal de nossos dias.

      Cai a farsa.
      Postado por fimdafarsa às 13:23
      O que o protestantismo omite sobre a Bíblia

      Por Fernando Nascimento

      Foi S. João Crisóstomo no Século IV que cunhou pela primeira vez o nome, “Bíblia”, porque nem os judeus a chamavam assim. A palavra “Bíblia” vem do Grego “Biblos” = O Livro. (1)

      Foi S.Atanásio, que através de sua Carta dirigida às Igrejas sob sua jurisdição em Constantinopla, que delimitou o Novo Testamento tal como conhecemos hoje. E isto ocorreu no ano de 367 DC. (2)

      Em 390 a Igreja reuniu os livros que hoje compõem a Bíblia a partir da versão da Septuaginta para os livros do Velho Testamento, e que foi a versão que Cristo e os Apóstolos usaram nas citações contidas do VT nos Evangelhos e Cartas Apostólicas. (Eles não usaram a versão de Jâmnia porque o cânon do Sínodo de Jâmnia ocorreu posteriormente, no ano 100 DC., e foi organizado para expurgar os livros cristãos da Bíblia.) (3)

      Contraditoriamente, Lutero foi buscar no Canon de Jâmnia a base para a sua Bíblia, justo o Sínodo fariseu que criou as regras para expurgar das Escrituras os textos cristãos.

      Segue-se, no inicio dos anos 400 a tradução de S. Jerônimo de toda a Bíblia, VT e NT, dos originais gregos, aramaicos e hebraicos, o que chamamos de Vulgata Latina, onde o “vulgata” quer dizer “popular” pois o latim vulgar era a língua falada pelo povo e não pela Igreja, que usava o latim eclesiástico, mais elaborado e difícil. (4)

      No século VII, ocorreu a primeira tradução da Bíblia para uma nova língua surgida pela formação dos Estados Nacionais, a Bíblia foi traduzida para o Francês. Também no século VII foi feita a tradução para o Alemão, a primeira, não a de Lutero, que só seria feita 800 anos depois. (5)

      Para o Inglês a Bíblia católica foi traduzida no século VIII, por Adelmo, bispo de Sherborne, e S. Beda o Venerável.
      Uma tradução do século IX da Bíblia para o inglês (no dialeto anglo-saxão) foi feita por Alfred. Uma tradução do séc. X para o inglês foi feita por Aelfric. Foi feita uma tradução em 1361 da maior parte das Escrituras no dialeto inglês (anglo-normando). Isto foi vinte anos antes da tradução de Wycliffe em 1381. (6)

      Também no século IX, a Bíblia foi traduzida para o Eslavo, por Cirilo e Metódio, evangelizadores desses povos. (7)

      A divisão da Bíblia em capítulos e versículos, que os protestantes usam para se situarem, foi uma criação de um Bispo Católico, o arcebispo católico britânico de Canterbury, St. Estêvão Langton (morreu em 1228), que foi o primeiro a dividir as Escrituras em capítulos: 1.163 capítulos no VT e 260 no NT. (8)

      A primeira versão da Bíblia para o Espanhol ocorreu no século XIII , sob o Rei Afonso V de Castela, 300 anos antes de Lutero. (9)

      Em 1300 D.C. temos a primeira tradução da Bíblia para o Norueguês, 200 anos antes de Lutero. (10)

      E a primeira Bíblia impressa foi a Bíblia Católica, impressa pelo Católico Gutemberg no ano de 1454 DC, quase 100 anos antes de Lutero. (11)
      E a impressão da Bíblia é que fez com que ela se popularizasse, cem anos antes da revolta do monge alemão apóstata.

      Veja, agora, um trecho católico anterior à Revolta protestante, que, no meu entender, seria suficiente para encerrar a questão:
      “Todos os cristãos devem ler a Bíblia com piedade e reverência, rezando para que o Espírito Santo, que inspirou as Escrituras, capacite-os a entendê-las… Os que puderem devem fazer uso da versão latina de São Jerônimo; mas os que não puderem e as pessoas simples, leigos ou do clero… devem ler a versão alemã de que agora se dispõe, e, assim, armarem-se contra o inimigo de nossa salvação” (12)

      Termina assim o engodo dos que mentem dizendo que a Igreja escondeu a Bíblia do povo, e impedia que fosse lida. Antes de Lutero fazer sua tradução a seu bel prazer para o alemão, com critérios que excluíam sete livros cristãos da Bíblia, desde o século VIII, a Igreja Católica já traduzia para o vernáculo a Palavra de Deus para o povo.

      O próprio Lutero disse: “foi um efeito do poder de Deus que o papado preservou, em primeiro lugar, o santo batismo; em segundo, o texto dos Santos Evangelhos, que era costume ler no púlpito na língua vernácula de cada nação…” (13)

      Como se vê, a falácia protestante de que a Igreja foi contrária à Bíblia, é, não somente uma falsidade, como não possui qualquer embasamento histórico.

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      Notas:

      (1) “What Say You?” p. 244-289 1945 By David Goldstein.

      (2) The Bible Through the Ages 1996, Readers Digest Association, New York.

      (3) Ler sobre escritos do Mar Morto em http://www.vivereparvo.com/estudos/os_rolos_manuscritos.htm

      (4) Fonte protestante: http://comunidadeabiblia.net/teologia/estudos-biblicos/a-biblia-vulgata.html

      (5) The Catholic Encyclopedia, Volume XV Copyright 1912

      (6) Encyclopedia Britannica 1999-2000

      (7) Warren H. Carroll, The Building of Christendom (Christendom College Press, 1987) pp. 359, 371, 385.

      (8) The Only Begotten, Chapter 7, p. 130 by Michael Malone: CATHOLIC TREASURES, 1997

      (9) Imperial Encyclopedia and Dictionary 1904 Volume 4, Hanry G. Allen & Company

      (10) The Encyclopedia Britannica 1999-2000

      (11) The Bible Through the Ages 1996, Readers Digest Association, New York.

      (12) The publisher of the Cologne Bible [1480]

      (13) De Missa privata, ed by Jensen, VI, Pg 92.

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